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Nosso
último Capítulo Geral nos urge “a irmos junto àqueles” que não têm os meios de
instrução e formação para encontrarem um lugar na sociedade, por causa da fome, da guerra, da ignorância,
das opressões, da destruição do meio ambiente humano... de “irmos junto
àqueles” que são vítimas da desorganização econômica e política, e sofrem na
própria carne os sobressaltos de sociedade enlouquecida – desemprego, drogas,
AIDS, suicídio. O Capítulo endossa a posição de Irmãos que clamam por “um
retorno deliberado àqueles que são mais afetados pela injustiça coletiva”. Ele
nos insta a promover a Convenção dos Direitos da Criança, a trabalhar
construtiva e efetivamente contra o analfabetismo que “está na raiz de muitas
misérias, impede qualquer promoção, qualquer integração social e função crítica, bloqueia o
desenvolvimento, afronta a dignidade, condena milhões à desesperança, leva a
uma angústia que pode transformar-se em passividade degradante ou em violência
repentina” (Circular 435).
Páginas
acima já mencionei os cinco Colóquios, organizados para inspirarem proposições
ao próximo Capítulo Geral. Os Colóquios focalizaram a família, a globalização,
a urbanização, novas tecnologias de informação, e a comunicação da fé. Em todos
os Colóquios, as crianças e os jovens foram colocados no centro,
particularmente as crianças e os jovens pobres.
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