100-difer | dific-obrig | obscu-valio | valla-zelan
negrito = Texto principal
Parte,Capítulo,Parágrafo cinza = comentário
1 | 100
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3 | 159
4 | 167
5 | 18
6 | 19
7 Intro,2,b | internacional que se prolongou até 1955. Creio que sou dos últimos
8 I,6 | seguimento de Jesus. Desde 1993, o que ocorreu em sua Província
9 Conclu,2 | plenárias de junho-julho de 1999. Depois, durante as sessões
10 Conclu,2 | de janeiro-fevereiro de 2000, concluímos a mesma com
11 | 21
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13 | 23
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18 | 29
19 I,2 | Solidariedade" (números 12, 14 - 2º parágrafo,15, 16,17 e 20).
20 | 32
21 | 33
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28 | 90
29 Intro,1 | margem à insegurança e ao abandono à Providência ...~
30 Intro,2,c | iniciada ~ foi rica e aberta, e ajudou-me a escrever
31 I,5 | educativa", é um debate aberto onde são muitos os defensores
32 Conclu,1 | com um salmo que nos torne abertos ao que Deus queira oferecer-nos
33 I,6 | compreendem uma verdadeiro abismo nesta época da "globalização".~
34 Conclu | critérios de ação podem abortar nossos desejos de fidelidade
35 I,6 | ato de solidariedade nos abre à descoberta inesperada
36 III | necessidade dos demais e abrir as janelas para ver o que
37 II | das comunidades. Ele pode abrir-nos horizontes de solidariedade
38 II | muitas vezes, encontram-se absorvidos, agindo como simples profissionais
39 I,5 | prioritários destinam-se meios mais abundantes". E recordemos também, em
40 I,1 | adotando um estilo de vida "aburguesado", que reflete mais os postulados
41 I,6 | pergunta retórica de Caim: "Sou acaso o guardião do meu irmão?",
42 II | vida religiosa. Às vezes se aceita porque não se pode prescindir
43 Conclu,2 | orientações ou limitamo-nos mais a aceitá-las? Diante dessa atitude prática
44 I,6 | humanidade que supõe a plena aceitação de Jesus aos sofrimentos
45 III | ocasião", não deveriam ser aceitas pela comunidade (nem pelo
46 III | vivam de maneira digna e aceitável, sabendo que não podem desligar-se
47 II | religiosos e, logicamente, que aceite a norma interna pela qual
48 Intro,1 | inclusive de austeridade.~ Aceito que necessitamos converter-nos,
49 I,6 | que Deus nos faz e que se acentuaram com a canonização de Marcelino.
50 II | econômicos e tomam decisões acerca dos orçamentos e gastos
51 I,4 | comunidade, em definitivo, acerque seu estilo de vida ao estilo
52 III | encontrarão outras mais acertadas ao refletir sobre estas
53 II | informação que dispõem, têm acesso a recursos econômicos e
54 Intro,1 | à medida que meditava, achei conveniente tratar o tema
55 II,1 | sistemas financeiros. Mas acima dos condicionamentos legais
56 Conclu,0,c| vontade de Deus que assim aconteça, Ele proverá. " Se o Senhor
57 II | diante do assunto. Pode acontecer que o Irmão Provincial e
58 Intro,2,b | parca alimentação. O mesmo acontecia com Irmãos que já estavam
59 Intro,2,a | industrializados. Além disso, é preciso acrescentar os ambientes onde estão
60 III,1 | necessita "capitalizar". Acrescento um último aspecto nem sempre
61 I,2 | do Instituto referente à acumulação de bens (capitalização)
62 I,1 | marginalizados ou como missão "ad gentes". Em muitos casos
63 I,7 | para crianças e jovens não adaptados (ou com deficiências), e
64 III | É possível e realista adaptar nosso nível de vida ao nível
65 I,4 | fazer novas construções, adaptaram-se ao tipo de moradia existente
66 II | não sei se é uma solução adequada hoje.~19. Em sua gestão,
67 Conclu,0,c| bem tênue entre o prover adequadamente o futuro financeiro de uma
68 III | sinceridade e tomar as medidas adequadas que, por sua coerência e
69 III | educativas mas que não são adequados na comunidade. Com liberdade
70 II,1 | Interessa utilizá-lo bem, administrá-lo com transparência e segurança
71 II | Administradores Provinciais e os que administram os colégios, considerando
72 I,7 | estão ajudando na formação administrativo-econômica desses Irmãos, na maior
73 I,2 | ajudar-nos tanto em nossa adoção de critérios como em nossas
74 Intro,2,b | necessário, e alguns colegas adoeceram com a tuberculose devido
75 Intro,2,b | situações. Na minha infância e adolescência conheci a penúria econômica
76 III,2 | obrigatórias, e podem ser adotadas por uma empresa, uma sociedade
77 I,1 | Inconscientemente, os Irmãos podem ir adotando um estilo de vida "aburguesado",
78 Conclu,0,b| decidir.~ E isso implica adotar processos que levem a concretizar
79 II,2 | chamamos dinheiro, que já vai adquirindo a modalidade de cartões
80 III | famílias da localidade a adquirir uma novidade que, à primeira
81 Intro | terreno concreto. ~O início do Advento parece um momento oportuno
82 I,6 | pela dívida externa. A ONU advertiu, no seu último Relatório,
83 I,1 | também podem corromper-nos e afastar-nos da realidade, sobretudo
84 I,3 | ponto, porque creio que está afetando profundamente nosso estilo
85 I,5 | sem dar-nos conta que a afirmação é equivocada. Seria necessário
86 Conclu,1 | delas seja a "d". ~ Com que afirmações desta Circular você se sente
87 I,6 | e nos dá uma resposta afirmativa e bem concreta na parábola
88 Intro,2,a | santo mendicante, outra na África onde a riqueza é considerada
89 Intro,2,a | fazer as previsões para afrontar responsabilidades sociais
90 Conclu,2 | de forma especial. ~ 3) AGIR: As perguntas a seguir guiaram
91 II | administrativos. Porém, muitos deles agiram como "verdadeiros filhos
92 I,1 | Podemos cair na tentação de agradar a outras autoridades e benfeitores
93 Intro | respeito. Às vezes manifestamos agressividade na forma de tratá-lo. Por
94 III | os Irmãos bebiam somente água durante as refeições. No
95 III | Querer que todos sejam e ajam de forma igual costuma estar
96 I,5 | da prática. Caso sirva de ajuda, como exemplo, ofereço alguns
97 I,7 | Administradores Provinciais estão ajudando na formação administrativo-econômica
98 Conclu,2 | VER: as perguntas a seguir ajudaram a orientar nossa reflexão
99 I,7 | necessidades importantes como nas ajudas econômicas que permitem
100 Intro,2,c | foi rica e aberta, e ajudou-me a escrever esta circular.
101 I,6 | pobres aumentam de forma alarmante.~ Estes e outros efeitos
102 III | gastos que não estavam ao alcance das pessoas desse local.
103 III | Provincial encheu-me de alegria: "O preço de uma cerveja
104 Conclu | qual muitos podem se sentir alheios e sem entender muito. Porém,
105 III | papel importante porque é ali que podemos encontrar-nos
106 Intro,2,b | tuberculose devido à parca alimentação. O mesmo acontecia com Irmãos
107 I,5 | devemos confundir as coisas e alimentar medos indevidos.~ Trata-se
108 III | tomemos decisões de ir aliviando peso, cultivar a sensibilidade
109 I,3 | discernimento.~ As altas remunerações dos Irmãos
110 III,1 | atualmente vão surgindo alternativas interessantes. Já ouviram
111 Intro,1 | institucional. Apenas farei alusão à pobreza pessoal, pois
112 Intro,1 | testemunham a pobreza, porque ambas usam os meios.~ Pessoalmente
113 II | dos orçamentos e gastos em âmbitos onde nem sempre está claro
114 I,6 | Estes e outros efeitos e ameaças do neoliberalismo sem controle
115 Intro,1 | tema numa perspectiva mais ampla, porque novos elementos
116 Intro,2,a | enfrentar, e outras com amplas condições financeiras e
117 I,5 | reorientadas. Continuamos ampliando projetos que posteriormente
118 III,2 | oferecem elementos para analisar os custos, a segurança ou
119 III,1 | projetos apostólicos em andamento bem como daqueles que se
120 Intro | para que possam viver com o ânimo carismático que Marcelino
121 II | Irmãos?~ Os parágrafos anteriores se referem aos Irmãos Administradores
122 I,5 | não podem pagar. Evitar o antitestemunho que os prédios excessivamente
123 III,1 | supérfluo" para baratear as anuidades dos alunos. Havendo superávit,
124 I,2 | Geral de 1985. Diante do aparente excesso de dinheiro que
125 I,6 | deixar-nos arrastar por seus aparentes benefícios. Não perceberemos
126 Intro | lembranças nostálgicas nem apegar-nos ao presente, mas temos que
127 II | de "destinar recursos" e aplicá-los de acordo com os objetivos
128 II | mesmos critérios podem ser aplicados a qualquer tipo de administrador:
129 I,2 | recursos econômicos que se aplicam em um e outro campo, como
130 III,1 | funcionamento que convém aplicar: isso supõe descrever e
131 I,5 | construções, equipamentos, etc., apliquemos aquela regra básica: " para
132 I,5 | projetos mediante fortes apoios econômicos. Recordemos "
133 I,2 | 7 das Constituições, que aponta o destino dos recursos das
134 Intro,2,c | comunidade e nas obras); apontar algumas valorizações e
135 III | razões humanas e à espera da aposentadoria, haviam mantido o trabalho
136 I,5 | dizer que não pode haver apostolado sem dinheiro, e que a missão
137 Conclu,2 | Em todo esse processo apreciamos muito os tempos de oração
138 I,5 | parece tão óbvia que não aprofundamos mais, sem dar-nos conta
139 Conclu,1 | algo que o Capítulo deveria aprofundar ou definir melhor neste
140 III | vantagens. Mas nem sempre temos aproveitado dessa oportunidade para
141 Intro,2,a | com que os Irmãos que se aproximaram do mundo real da pobreza
142 | aquela
143 | aquele
144 | aquilo
145 II,2 | comércio e conservar o poder aquisitivo tiveram diversas expressões
146 I,6 | que posso tomar ou deixar arbitrariamente. Moralmente, é preciso assumi-la,
147 I,4 | em terreno disponível na área. Houve ocasiões em que esse
148 III,1 | parece que há três grandes áreas de reflexão: ~ Partindo
149 I,6 | corremos o risco de deixar-nos arrastar por seus aparentes benefícios.
150 I,1 | uma segurança à qual nunca aspirávamos chegar. A capacidade intuitiva
151 III | as refeições. No dia da Assembléia tiveram cerveja. Estranhei,
152 III | autorização" (C. 29). Também assinalam o idealismo intrínseco de
153 II | nas Constituições. As duas assinaturas conjuntas recomendadas para
154 I,5 | Comunidade de Santo Egídio", uma associação que reúne um bom número
155 II | administrador: comunitários e aos de associações e grupos. Todos eles, pela
156 I,2 | responsabilidades que vêm associadas às mesmas, certamente são
157 Intro,1 | Distritos e as comunidades não assumem atitudes evangélicas de
158 I,6 | arbitrariamente. Moralmente, é preciso assumi-la, torná-la realidade, porque
159 I,6 | dedicadas e, por certo, projetos assumidos.~ Os passos que dermos
160 Intro,1 | propósitos e nos papéis se não assumirmos opções evangélicas nos aspectos
161 Intro,2,c | uma reflexão pessoal que assumo totalmente.~ Partindo
162 Intro,2,a | proporcionam previdência social, atendimento médico, pensões para os
163 Conclu,1 | comentários. Uma simples escuta atenta.~1. Tempo de oração:~Pode-se
164 III | ambiente que as cerca, estando atentas para não ofender os pobres
165 Intro,1 | comunidades não assumem atitudes evangélicas de pobreza,
166 Conclu,0,c| interpelem e signifiquem presença ativa no mundo da dor e da necessidade,
167 Conclu,2 | Desempenhamos um papel ativo ou meramente passivo? Oferecemos
168 I,6 | que contam. Realmente, o ato de solidariedade nos abre
169 I,6 | solidariedade que supere os atos ocasionais de campanhas
170 I,5 | serviços de primeira a fim de atrair clientela. Porém, isso também
171 III | que muitas comunidades se atrevam a viver austeramente para
172 III | idealismo intrínseco de quem se atreve a seguir a Cristo "que se
173 I,6 | A força dos apelos atuais: as diferenças são mais
174 III,1 | sobre "capitalização" que se atualiza a cada dois ou três anos,
175 I,5 | qualidade para estarmos atualizados, satisfazer as exigências
176 I,5 | comprometida com o ecumenismo, atuando em projetos de solidariedade
177 I,1 | capacidade intuitiva da audácia evangélica pode ficar facilmente
178 I,5 | às vezes aos prédios) e aumenta o peso das responsabilidades
179 I,6 | mais ricos e os mais pobres aumentam de forma alarmante.~
180 I,5 | para fazê-los funcionar, aumentando igualmente os orçamentos
181 III | comunidades se atrevam a viver austeramente para partilhar com os necessitados,
182 Intro,1 | que seja mais pobre, mais austero. Vejo difícil que tudo isso
183 I,7 | prazo de alguns anos, tenham autonomia econômica para seu funcionamento
184 I,6 | sobre o Juízo Final tem uma autoridade suprema e deveria sê-lo
185 I,1 | tentação de agradar a outras autoridades e benfeitores ricos, em
186 III | material, de algum valor, sem autorização" (C. 29). Também assinalam
187 III,1 | solidariedade do Instituto ou auxiliando pequenos projetos comunitários
188 III,1 | que não costumam receber auxílios. Também podiam ser criados "
189 I,6 | Conselho Provincial para avaliar e animar as obras educativas
190 Intro | é que não é muito o que avançamos no terreno concreto. ~O
191 I,7 | aspectos nos quais percebo avanços~ ~17. Em alguns aspectos
192 I,5 | que tendem a perpetuar e avolumar obras que deveriam ser reorientadas.
193 II,2 | e que requerem uma conta bancária. Em alguns países há uma
194 I,5 | tampouco creio que suas contas bancárias lhe ofereçam polpudos resultados.~
195 III,1 | Irmãos, dos rendimentos bancários e dos lucros das aplicações
196 III,1 | que se desejam guardar nos bancos ou em outras aplicações
197 I,5 | pouco menos que "demagogia barata", ou "falta de rigor e de
198 III,1 | reduzir o "supérfluo" para baratear as anuidades dos alunos.
199 I,7 | funcionamento normal, com base nos recursos próprios e
200 I,2 | algumas Províncias, o Ir. Basilio pediu que se refletisse
201 I,5 | poucos os convites para o "batismo" de projetos e comunidades
202 III | Província, percebi que os Irmãos bebiam somente água durante as
203 I,6 | por viver no espírito das bem-aventuranças (C 14). O texto do juízo
204 I,1 | pensando e agindo como se o bem-estar da nossa instituição fosse
205 Intro,2,a | riqueza é considerada uma bênção de Deus, e outra nas culturas
206 III,1 | com segurança e buscar o benefício, mas atualmente vão surgindo
207 I,6 | arrastar por seus aparentes benefícios. Não perceberemos que, se
208 I,1 | agradar a outras autoridades e benfeitores ricos, em vez de questioná-los
209 Conclu,1 | seu país? Que textos da Bíblia, do Vaticano, do Instituto
210 I,7 | Internacional de Solidariedade (BIS), ONG e de outros organismos
211 I,6 | uma das nações como dos blocos de nações. Devemos contribuir
212 Intro,2,b | sofríamos as conseqüências de um bloqueio internacional que se prolongou
213 Intro,1 | restituído o sabor ? Assim, brilhe vossa luz diante dos homens,
214 I,6 | retoma a pergunta retórica de Caim: "Sou acaso o guardião do
215 I,1 | que apostólico. Podemos cair na tentação de agradar a
216 I,5 | outras mais. Madre Tereza de Calcutá, sem dinheiro, comprometeu-se
217 I,7 | Instituto já se fez uma caminhada positiva. Tenho a impressão
218 III | pessoas que Deus põe em seu caminho. Irmãos, vocês poderiam
219 Intro,2,a | gerados na formação dos candidatos. Diferenças na capacidade
220 I,6 | que se acentuaram com a canonização de Marcelino. Esta coerência
221 Conclu,1 | iniciar a reunião com um canto ou com um salmo que nos
222 Conclu,0,c| dependendo de Deus? Se somos capazes de promover projetos sérios
223 III,1 | estar depositado parte do capital da Província?~ ~
224 I,6 | econômico, neoliberalismo, capitalismo e socialismo. Jesus retoma
225 III,1 | quantidade que se necessita "capitalizar". Acrescento um último
226 III,2 | administrativa. Por decisão capitular, algumas congregações em
227 III,2 | auditorias operativas de caráter interno, não obrigatórias,
228 Intro,2,a | solidariedade interna ou carência de boa organização, e, no
229 I,5 | elevação das contribuições a cargo das famílias ou do aumento
230 Intro | possam viver com o ânimo carismático que Marcelino quis para
231 I,2 | Vaticano II, (Perfectae Caritatis, n.13), de alguns documentos
232 III,2 | mesmo que se torne um pouco caro esse relatório, estão contentes
233 III | diante da qualidade dos carros, do número de empregados
234 Conclu,2 | textos do Evangelho e das Cartas dos Apóstolos, textos e
235 II,2 | adquirindo a modalidade de cartões de crédito nominais e que
236 III | ineptos para resolver serviços caseiros. O trabalho manual talvez
237 Intro,2,a | nos votos de obediência e castidade. O significado de pobreza
238 III | solidária quanto diante de catástrofes num país distante, através
239 II | à evangelização, como a catequese, a animação de grupos maristas,
240 I,6 | existem "empobrecidos" por causa do sistema. Não nos daremos
241 II | administrações funcionaram sem causar-nos muitos sustos, e apenas
242 II,1 | requer detectar e eliminar as causas que viciam nosso sistema
243 Intro,1 | reflexão que segue, o núcleo central é a pobreza coletiva e institucional.
244 I,5 | as palavras, deixando de centrar a reflexão na busca e na
245 I,3 | instalações destinadas ao "Centro Educativo". Não poucas vezes
246 II | diante dos problemas que nos cercam. Conhecedor do tema, e com
247 Intro,1 | glorifiquem vosso Pai que está nos céus " (Mt 5, 13-16).~ Na
248 I,5 | nossas vidas e obras são chamadas. Ao discernir o uso de
249 I,5 | que o Instituto se sente chamado a realizar hoje. As mesmas
250 II,2 | longo da história. Hoje o chamamos dinheiro, que já vai adquirindo
251 I,2 | sobriedade, etc.)~ As chaves para a interpretação do
252 I,5 | 12. Alguns pedidos que chegam ao Conselho parece que tendem
253 Conclu,2 | da nossa partilha comum, chegamos a uma série de núcleos que
254 I,2 | sobre essa situação, e assim chegou-se a elaborar uma proposta
255 II | conjuntas recomendadas para os cheques, não é uma mera formalidade ?
256 I,6 | trabalho precoce, gerações de cidadãos condenados à pobreza e ao
257 I,5 | novos riscos. Estamos em um círculo vicioso do qual não conseguimos
258 I,4 | como referência o ambiente circundante. Que a comunidade, em definitivo,
259 II,1 | assumir e cumprir as leis civis de cada país, porém não
260 I,3 | comunitária refletem mais claramente essa opção profética? Que
261 III,2 | Congregação tenha orientações claras sobre o funcionamento de
262 Conclu,0,a| austeridade, próximos às classes populares e aos jovens socialmente
263 I,5 | primeira a fim de atrair clientela. Porém, isso também exigirá
264 II | significa que deve sentir-se co-responsável na animação dos Irmãos,
265 Intro,2,a | A pobreza significa uma coisa na Índia, onde existe uma
266 II | animação de grupos maristas, colaborar em grupos juvenis ou de
267 Intro,2,b | tiveram o necessário, e alguns colegas adoeceram com a tuberculose
268 I,6 | ocasionais de campanhas e coletas ?~ A força dos apelos
269 Intro,1 | formas de ser e de viver coletivas no Instituto. O tema da "
270 Intro,2,c | uma síntese desse trabalho coletivo ou reflexo do consenso do
271 II,1 | segurança mas, sobretudo, colocá-lo a serviço da evangelização
272 III,1 | sempre fácil de manejar: onde colocamos o nosso dinheiro?
273 Conclu,0,c| dar-nos conta que estamos colocando em perigo nossa abertura
274 I,6 | de si mesmo, a caridade começa em casa, confie nos mercados,
275 III,1 | criança e outros similares. Começar por doar 10% dos salários
276 I,5 | para a igreja paroquial, começou as comunidades de La Valla,
277 I,5 | de obras educativas que comemoram 50, 75 ou 100 anos de existência.
278 Conclu,1 | Irmão. Sem interpelações nem comentários. Uma simples escuta atenta.~
279 III | situada num meio operário comentava que, por razões humanas
280 II,2 | existiram para facilitar o comércio e conservar o poder aquisitivo
281 III | cerveja é quase o mesmo que a comida de todo um dia. Se não vivêssemos
282 II | conseguinte, sintam-se pouco cômodos quando é preciso tratá-los.
283 I,6 | quase impossível fazer uma comparação entre nossos humildes esforços
284 I,5 | esses critérios sejam pouco compatíveis com a gestão eficaz e responsável
285 II | responsabilidade que lhes compete na administração dos bens.
286 II | indispensável de formação e de competência. Dado que os aspectos econômicos
287 II | economista, mas aquele que, sendo competente e honrado em sua profissão,
288 Intro | vocês. Mesmo sem conseguir completá-lo como queria, ofereço-o com
289 II | econômicos são bastante complexos, não é prudente deixar toda
290 III | de presente ou possamos comprá-las a bom preço e como "ocasião",
291 III | mesma forma, não se deveria comprar algo que não fosse útil
292 II,2 | deslocamentos freqüentes, compras comunitárias, etc. O religioso
293 Intro,1 | administração dos mesmos. E isso compreende diversos aspectos, entre
294 I,6 | inclusive próximas entre si, compreendem uma verdadeiro abismo nesta
295 I,6 | neoliberalismo sem controle são compreendidos por muitos homens e mulheres
296 I,5 | de Calcutá, sem dinheiro, comprometeu-se em múltiplas opções de caridade.
297 III,1 | vida a sua volta, e estão comprometidas junto com outras para o
298 I,6 | solidariedade e que estamos comprometidos na educação dos jovens na
299 I,2 | preferencial aos pobres, educação e compromisso pela paz, a justiça e a
300 III | de relações humanas, de comunicação e partilha. Visitando algumas
301 Conclu,1 | como grupo gostariam de comunicar ao Capítulo? 3. Tempo
302 I,3 | poucas vezes os serviços eram comuns. Sequer se estabelecia a
303 Intro,2,a | recursos. Variedade de concepções sobre a "pobreza" e sobre
304 Intro,1 | evangélicas nos aspectos concernentes à pobreza coletiva e pessoal.
305 I,6 | que sejam referência para conciliar a prudência responsável
306 I,2 | eclesiais que emanam do Concilio Vaticano II, (Perfectae
307 Conclu,1 | oração:~Intenções livres. Conclui-se rezando um Pai Nosso ou
308 Conclu,2 | janeiro-fevereiro de 2000, concluímos a mesma com a concretização
309 Intro,2,a | permite oferecer soluções concretas e únicas para todos. Variedade
310 Intro | que avançamos no terreno concreto. ~O início do Advento parece
311 I,6 | precoce, gerações de cidadãos condenados à pobreza e ao subdesenvolvimento,
312 Intro,2,b | vida, mas possivelmente condiciona meus pontos de vista que
313 II,1 | nas leis de cada país e condicionada, em parte, pelos sistemas
314 Intro,2,a | conotações culturais nos condicionam mais no voto de pobreza
315 II,1 | financeiros. Mas acima dos condicionamentos legais e do mercado neoliberal
316 Intro,1 | patrimônio e do dinheiro estão condicionando esses processos de refundação
317 Intro | pessoal e comunitária e pode condicionar a vitalidade do nosso carisma
318 Intro,2,a | enfrentar, e outras com amplas condições financeiras e poucas responsabilidades
319 Intro,2,c | capítulos e uma conclusão. O fio condutor da carta é simples. Trata-se
320 II | tratá-los. Normalmente se confia toda a responsabilidade
321 II | transparente em sua gestão, confiável e sólido em sua vocação.
322 I,6 | caridade começa em casa, confie nos mercados, e todos os "
323 Conclu,0,c| Queridos Irmãos, confio-os a Maria, nossa Boa Mãe,
324 III,1 | que se dão nos meios, o conforto das comunidades e das obras
325 I,5 | hoje. Creio que não devemos confundir as coisas e alimentar medos
326 I,5 | As mesmas palavras podem confundir-nos e podemos dar-lhes conteúdo
327 Intro,1 | anos, vai-se criando certa confusão em algumas administrações
328 III,2 | decisão capitular, algumas congregações em nível de Administração
329 Conclu,1 | Provincial? A partir do que você conhece ou das suas impressões,
330 II | problemas que nos cercam. Conhecedor do tema, e com a informação
331 III | Uma comunidade deveria conhecer as necessidades do ambiente
332 Intro,2,b | infância e adolescência conheci a penúria econômica de um
333 II | Constituições. As duas assinaturas conjuntas recomendadas para os cheques,
334 Conclu,2 | partindo da realidade, no conjunto do Instituto? (em sua Província)
335 Intro,2,a | individual. Creio que as conotações culturais nos condicionam
336 III | espirituais próprias de uma vida consagrada. Querer que todos sejam
337 Intro | clareza em nossa vida de consagrados. Penso que está incidindo
338 I,1 | e para seu idealismo de consagrados-para-a-missão, a serviço da juventude
339 III,1 | religiosos. As pessoas estão conscientes do drama da vida a sua volta,
340 I,2 | Exortação Apostólica Vita Consecrata). Também é preciso lembrar
341 I,5 | processo educativo. E o fato de consegui-la sem grandes meios econômicos,
342 Intro,1 | que não sei é como puderam consegui-lo num ambiente onde não falta
343 III | avaliação, embora não tenha conseguido encontrar estudos para fundamentar
344 II | muito desses assuntos e, por conseguinte, sintam-se pouco cômodos
345 I,5 | solidariedade e justiça (conseguiu a paz para Moçambique),
346 II | Irmão Provincial e seus Conselheiros não "entendam" muito desses
347 Intro | Irmãos Provinciais e seus Conselhos. Meu desejo era ampliar
348 Intro,2,c | trabalho coletivo ou reflexo do consenso do Conselho, mas uma reflexão
349 Intro,2,b | junto com isso, sofríamos as conseqüências de um bloqueio internacional
350 Intro,2,c | totalmente.~ Partindo destas considerações prévias, a reflexão que
351 Intro,2,a | África onde a riqueza é considerada uma bênção de Deus, e outra
352 I,2 | é outro documento a ser considerado.~ ~
353 Intro,1 | outro lado, há Irmãos que consideram incoerente incentivar a
354 III,1 | que os sustentam, limitam consideravelmente a liberdade.~ Não podemos "
355 I,2 | algumas referências que considero importantes, entre outras,
356 | consigo
357 Conclu,0,c| proverá. " Se o Senhor não constrói a casa, em vão trabalham
358 I,4 | moradia existente no bairro ou construíram a residência comunitária
359 Conclu,0,c| casa, em vão trabalham os construtores"(Sl. 126).~ Há somente
360 II,1 | financeiros, do mercado ou do consumismo.~ A esse respeito temos
361 Intro,2,a | Deus, e outra nas culturas consumistas dos países industrializados.
362 I,3 | a economia liberal e do consumo hoje reinantes. Esta nos
363 I,7 | Irmãos, na maior clareza contábil e no melhor conhecimento
364 Intro | apelos de Deus. Também para contagiar os outros com nosso entusiasmo,
365 I,6 | ações de solidariedade é que contam. Realmente, o ato de solidariedade
366 III,2 | caro esse relatório, estão contentes porque proporciona segurança,
367 I,7 | criança.~ Os encontros continentais ou regionais de Administradores
368 Intro,2,b | penúria econômica de um continente que sofria os efeitos da
369 III | em geral e em todos os continentes, as comunidades religiosas
370 I,3 | vínculo que em muitos casos continuam tendo com nossas residências
371 I,6 | solidariedade tem pés e dá passos. Continuamente nos propõe um passo a mais
372 I,5 | deveriam ser reorientadas. Continuamos ampliando projetos que posteriormente
373 I,4 | comunidades. Ainda que estas continuem vinculadas às obras educativas,
374 I,5 | resultados.~ Temo que continuemos fazendo dialética com as
375 | contra
376 III | chamados a ser essa profecia contracultural?~ Visitando uma Província,
377 III | forma igual costuma estar em contradição com a caridade e a fraternidade.
378 Conclu,2 | sobre este assunto ou, ao contrário, existe algo que me incomoda
379 I,1 | Champagnat ao estabelecer contratos que fossem dignos, porém
380 I,5 | Instituto. Que os projetos contribuam à transformação da obra
381 I,5 | normalmente provém da elevação das contribuições a cargo das famílias ou
382 Conclu,0,a| romper as seguranças. Estou convencido de que no coração da maioria
383 II,2 | dinheiro~ ~22. Os valores convencionais que existiram para facilitar
384 III,2 | Conveniência de estabelecer auditorias:~
385 III | Há meios que podem ser convenientes nas obras educativas mas
386 Intro,1 | converter-nos, mas algumas conversões pessoais podem ser sumamente
387 I,6 | que, para um cristão, se converte em opção fundamental. Não
388 Intro,1 | Pessoalmente tenho a convicção de que os "sonhos de refundação"
389 Conclu | aspectos. Ofereço-os como conviccões pessoais, mas pode ser que
390 Intro | especial que nos interpela e convida a mudar, a converter-nos
391 III | celebrações importantes, convidam alguma pessoa marginalizada (
392 Intro,1 | não me proponho, hoje, a convidar cada Irmão para que seja
393 Conclu,0,a| projetos que facilitem e convidem a viver com simplicidade
394 Conclu | reflexão comunitária que os convido a fazer sobre esta Circular:~
395 III | Creio que devemos ter a coragem de fazer um estudo sério
396 I,3 | deve favorecer decisões corajosas sobre nossos gastos pessoais
397 III,1 | apenas pelo risco que se corre quando se pretende um lucro
398 I,5 | das Províncias não costuma corresponder com a vitalidade do carisma.~
399 III,1 | capitalização: ~ Descrever corretamente a atual destinação de recursos
400 III | economia na vida dos pobres, de corrigir algumas infidelidades e
401 I,1 | ações, mas também podem corromper-nos e afastar-nos da realidade,
402 III | mantido o trabalho de uma cozinheira. Para a população do bairro
403 Conclu,1 | próximo Capítulo Geral, você crê que há algo que o Capítulo
404 II,2 | modalidade de cartões de crédito nominais e que requerem
405 Conclu,0,b| meios e estratégias. Se cremos que o processo de refundação
406 I,7 | a impressão que continua crescendo a confiança mútua e a clareza
407 I,3 | que se foi respondendo às crescentes exigências de qualidade
408 I,6 | obras porque facilitam o crescimento econômico. Na vida prática
409 III,1 | auxílios. Também podiam ser criados "fundos" externos, deixando
410 Intro,2,a | para isso a mentalidade que criamos a partir do contexto social
411 I,1 | nos vem o dinheiro pode criar-nos também questionamentos ou
412 I,7 | Algumas Províncias criaram escolas populares ou centros
413 III | escolas.~ Há alguns anos, criaram-se comunidades em meios populares
414 Intro | impulsionar a VIDA com fidelidade criativa. Por isso, convido-os a
415 I,1 | Também nós necessitaremos ser criativos nas soluções.~ O dinheiro
416 II | Unidade Administrativa se crie uma Comissão para os Assuntos
417 I,1 | também, às vezes, que a crise da inflação favorece a rentabilidade
418 I,6 | evangélico que, para um cristão, se converte em opção fundamental.
419 I,6 | Mt 25,40)~ Para os cristãos, o texto de Mateus 25 sobre
420 I,6 | Se não olhamos com olhos críticos os processos globalizadores
421 Intro,1 | evangélicos é um assunto crucial para nossa identidade religiosa
422 Intro,1 | lugares onde Cristo está crucificado: " Se o sal perde o sabor,
423 I,6 | do Evangelho!: primeiro cuide de si mesmo, a caridade
424 | cuja
425 | cujo
426 | cujos
427 III | decisões de ir aliviando peso, cultivar a sensibilidade ante a necessidade
428 Intro,2,a | bênção de Deus, e outra nas culturas consumistas dos países industrializados.
429 I,2 | nossa passividade e certa cumplicidade com situações pouco coerentes.
430 II,1 | próprio. Temos que assumir e cumprir as leis civis de cada país,
431 I,1 | fossem dignos, porém ao menor custo possível, segundo as localidades.
432 Conclu,1 | possível, que uma delas seja a "d". ~ Com que afirmações desta
433 I,5 | realizar a missão, no entanto, dá-se o paradoxo de que o aumento
434 II | formação e de competência. Dado que os aspectos econômicos
435 III | apenas a um relatório de dados ou são uma oportunidade
436 I,3 | somos e pretendemos ser. Daí que a relação entre meios
437 III,1 | supérfluos e excessivos que se dão nos meios, o conforto das
438 | daqueles
439 I,5 | confundir-nos e podemos dar-lhes conteúdo muito diferente.~
440 I,6 | causa do sistema. Não nos daremos conta da quantidade ingente
441 III,2 | veracidade administrativa. Por decisão capitular, algumas congregações
442 I,6 | palavras: "Em verdade eu vos declaro: todas as vezes que fizestes
443 I,6 | recursos. Exige pessoas dedicadas e, por certo, projetos assumidos.~
444 Intro,2,c | Em duas sessões plenárias dedicamos tempo a este tema. Reconheço
445 III,1 | organismos e instituições que se dediquem à educação popular, à promoção
446 I,5 | aberto onde são muitos os defensores da eficácia educativa que
447 III,1 | educação popular, à promoção e defesa dos direitos da criança
448 I,7 | jovens não adaptados (ou com deficiências), e estão desempenhando
449 III | matéria ! Nossas Constituições definem a exigência mínima que o
450 Conclu,1 | Capítulo deveria aprofundar ou definir melhor neste campo do uso
451 I,6 | à morte, e a intervenção definitiva de Deus na história da humanidade,
452 I,4 | circundante. Que a comunidade, em definitivo, acerque seu estilo de vida
453 I,6 | O texto do juízo final deixa bem claro que as ações de
454 I,6 | mercado, corremos o risco de deixar-nos arrastar por seus aparentes
455 | delas
456 | dele
457 II | administradores, embora deleguemos certas funções a Irmãos
458 I,5 | idéias são pouco menos que "demagogia barata", ou "falta de rigor
459 III | comunidade sintamos que temos em demasia e, em conseqüência, tomemos
460 I,5 | recursos. A realidade está demonstrando que a "qualidade educativa"
461 I,1 | trabalho. Há províncias que não dependem dos salários dos Irmãos,
462 II | todos esses Irmãos a viver a dependência religiosa, a informar sobre
463 III,1 | nas quais poderia estar depositado parte do capital da Província?~ ~
464 III,1 | necessidades e os riscos derivados de obras e de projetos apostólicos
465 I,6 | assumidos.~ Os passos que dermos na solidariedade deverão
466 III | para os que vivem ao nosso derredor ?~ Tenho a impressão
467 Conclu,0,a| interpelar-nos mutuamente com desafios que, à primeira vista, podem
468 III | ou simplesmente para não desagradar determinados Irmãos.~
469 Intro,2,a | descobrir o valor de ser pobre e desapegado por Cristo a jovens que
470 III,1 | dois ou três anos, poderia descer a aspectos tão concretos
471 I,6 | solidariedade nos abre à descoberta inesperada do objetivo maior:
472 Intro,2,a | faltou algo ? Como ajudar a descobrir o valor de ser pobre e desapegado
473 III,1 | hora de decidir. Sem esta descrição nossa reflexão será fictícia.
474 Intro | Provinciais e seus Conselhos. Meu desejo era ampliar este tema antes
475 Conclu | ação podem abortar nossos desejos de fidelidade a Deus? O
476 Conclu,2 | situamos diante do problema? Desempenhamos um papel ativo ou meramente
477 I,7 | com deficiências), e estão desempenhando o projeto com o apoio e
478 I,2 | fundar obras de educação e desenvolvê-las, promover atividades apostólicas
479 I,7 | econômicas que permitem desenvolver projetos de solidariedade
480 Intro,2,c | apresento a seguir está desenvolvida em três capítulos e uma
481 III | aceitável, sabendo que não podem desligar-se do vínculo que possuem com
482 II,2 | que se vêem obrigados a deslocamentos freqüentes, compras comunitárias,
483 I,4 | aos jovens; Que o fato de deslocar-se leve os Irmãos a um maior
484 Intro | uma certa perplexidade ou desorientação a respeito. Às vezes manifestamos
485 | destas
486 | deste
487 | destes
488 III,1 | Descrever corretamente a atual destinação de recursos para tê-la como
489 I,5 | para objetivos prioritários destinam-se meios mais abundantes".
490 I,2 | clara entre os bens que destinamos à "Vida dos Irmãos" e aqueles
491 II,1 | carisma próprio. E isso requer detectar e eliminar as causas que
492 III | simplesmente para não desagradar determinados Irmãos.~ Em algumas
493 III,1 | não fiquem sacrificadas em detrimento de instituições financeiramente
494 II | apenas um ou outro fracasso, deve-se mais à integridade e boa
495 I,5 | possuímos e investimos na missão deverá expressar o que somos e
496 I,6 | dermos na solidariedade deverão ser visíveis para nós e
497 III,1 | reduzidas, a solidariedade que deveríamos assumir. E a partir desse
498 Conclu,2 | uma série de núcleos que devíamos refletir de forma especial. ~
499 I,5 | que continuemos fazendo dialética com as palavras, deixando
500 Intro,2,a | obras. As responsabilidades diferem de um país para outro. Por
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