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Instituto dos Irmãos Maristas
A propósito de nossos bens

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  • CONCLUSÃO
    • 2 SOBRE O USO EVANGÉLICO DOS BENS
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2 SOBRE O USO EVANGÉLICO DOS BENS

esquema da reflexão realizada no Conselho Geral


Este é o esquema seguido pelo Conselho Geral para refletir e partilhar sobre o tema "Uso evangélico dos bens". Talvez seja útil para alguma comunidade ou Província. 1) VER: as perguntas a seguir ajudaram a orientar nossa reflexão sobre a realidade:

    Qual é a percepção que tenho do problema, partindo da realidade, no conjunto do Instituto? (em sua Província) Estou de acordo com a prática do Conselho Geral (do Conselho Provincial) sobre este assunto ou, ao contrário, existe algo que me incomoda e me preocupa? Como Conselho Geral (Conselho Provincial), e considerando nossa missão de animar e governar, como nos situamos diante do problema? Desempenhamos um papel ativo ou meramente passivo? Oferecemos orientações ou limitamo-nos mais a aceitá-las? Diante dessa atitude prática do Conselho Geral (Conselho Provincial), quais são meus sentimentos?

Nota: após a motivação durante a oração da manhã, tivemos tempo pessoal para escrever nossas reflexões e, em seguida, realizar a partilha no plenário.

2) JULGAR: Para este segundo passo, fizemos as seguintes atividades:

    Buscar referências para iluminar o tema. ( Houve contribuição de numerosos textos do Evangelho e das Cartas dos Apóstolos, textos e situações da Vida de Champagnat e dos primeiros Irmãos, textos das Constituições e do Capítulo Geral, de documentos da Igreja e da Vida Religiosa). Responder, por escrito, a esta pergunta: Com relação ao tema do uso evangélico dos bens, o que sente que Deus nos pede em fidelidade ao nosso carisma e ao processo de refundação? (Cada um expôs apelos em nível pessoal, em nível do Instituto e do Conselho Geral).

Nota: como resultado da nossa partilha comum, chegamos a uma série de núcleos que devíamos refletir de forma especial.

3) AGIR: As perguntas a seguir guiaram nossa reflexão e partilha comum:

    Quais são as realidades ou situações do Instituto às quais devemos estar atentos de maneira especial? Quais são os critérios (Evangelho, Vida religiosa, Fundador, Constituições, Capítulo, etc.) que nos parecem mais importantes para iluminar uma reflexão sobre o uso evangélico dos bens? Segundo seu parecer, quais seriam as orientações mais importantes que podemos oferecer às Províncias para estimular a reflexão e as ações evangélicas sobre o uso dos bens? Tem alguma sugestão prática a esse respeito?

Nota:

    A reflexão foi feita durante as sessões plenárias de junho-julho de 1999. Depois, durante as sessões plenárias de janeiro-fevereiro de 2000, concluímos a mesma com a concretização de alguns aspectos, orientados de modo especial à elaboração da "carta" que me propunha escrever ao Irmãos Provinciais. Em todo esse processo apreciamos muito os tempos de oração e reflexão pessoal para responder, por escrito, às diferentes perguntas, o que nos permitiu maior riqueza durante os plenários.

 




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