Capítulo,Parágrafo,Número
1 Intro | Congregação para os Institutos de vida consagrada e as Sociedades
2 Intro | consagrada e as Sociedades de vida apostólica, que publica
3 Intro, 0,1 | formação dos seus membros. A vida religiosa reúne discípulos
4 Intro, 0,1 | imediata é iniciá-los na vida religiosa e fazê-los tomar
5 Intro, 0,1 | realizarem sua unidade de vida em Cristo pelo Espírito,
6 Intro, 0,2 | diversidade de formas de vida e de carismas, todos os
7 Intro, 0,2 | carismas, todos os elementos da vida religiosa sempre devem estar
8 Intro, 0,3 | CONGREGAÇÃO PARA OS INSTITUTOS DE VIDA CONSAGRADA E AS SOCIEDADES
9 Intro, 0,3 | CONSAGRADA E AS SOCIEDADES DE VIDA APOSTÓLICA~3. A Congregação
10 Intro, 0,3 | gerações, às condições da vida moderna, assim como às exigencias
11 Intro, 0,3 | Dimensão contemplativa da vida religiosa em 1980, 9 Elementos
12 Intro, 0,3 | Magistério da Igreja sobre a vida religiosa em 1983. 10 Será
13 Intro, 0,4 | Congregação para os Institutos de vida consagrada e as Sociedades
14 Intro, 0,4 | consagrada e as Sociedades de vida apostólica, contudo, acha
15 Intro, 0,5 | que é mais específico da vida religiosa e dedica apenas
16 Intro, 0,5 | orientações válidas para a vida religiosa em seu conjunto.
17 I, 0,6 | permitir aos candidatos à vida religiosa e aos jovens professos
18 I, 0,7 | A VIDA RELIGIOSA E CONSAGRADA SEGUNDO
19 I, 0,7 | consagração de toda pessoa, a vida religiosa manifesta na Igreja
20 I, 0,7 | estabelecida por Deus, sinal da vida futura. Assim o religioso
21 I, 0,7 | a Deus na caridade».~«A vida consagrada pela profissão
22 I, 0,7 | evangélicos» — da qual a vida religiosa é uma modalidade — «
23 I, 0,7 | livremente essa forma de vida nos institutos de vida consagrada
24 I, 0,7 | de vida nos institutos de vida consagrada canonicamente
25 I, 0,8 | isso, «a norma última da vida religiosa» é «o seguimento
26 I, 0,9 | aquele que quer «perder a sua vida» por Cristo e pelo Evangelho (
27 I, 0,10 | instituto. Nesse instituto levam vida fraterna em comum12 e o
28 I, 0,10 | estabilidade no seu gênero de vida, uma doutrina experimentada
29 I, 0,11 | A VIDA SEGUNDO OS CONSELHOS EVANGÉLICOS~
30 I, 0,11 | santo batismo, é o começo da vida nova (do religioso) em Cristo
31 I, 0,12 | como que o eixo condutor da vida religiosa, já que eles expressam
32 I, 0,12 | iniciar os candidatos à vida religiosa, teórica e praticamente,
33 I, 0,13 | coloque no centro de sua vida afetiva uma relação «mais
34 I, 0,13 | manifestar-lhes, mais por sua vida que por suas palavras, a
35 I, 0,13 | Gal 4, 19) é geradora de vida para a Igreja;~5 - criar
36 I, 0,14 | pobre por nós, além de uma vida pobre na realidade e no
37 I, 0,14 | nova, nem na Igreja, nem na vida religiosa. O que talvez
38 I, 0,14 | que talvez é novo, é uma vida religiosa que se caracteriza
39 I, 0,14 | leva a adotar um estilo de vida pessoal e comunitária mais
40 I, 0,14 | interior, uma austeridade de vida comunitária e, por vezes,
41 I, 0,14 | o partilhar sua própria vida, suas lutas, sem esquecer,
42 I, 0,14 | 7 - antes de entrar na vida religiosa, alguns jovens
43 I, 0,14 | comunidade religiosa um nível de vida mais alto que o da sua infância
44 I, 0,14 | pobreza empenhar-se numa vida laboriosa, em atos conncretos
45 I, 0,14 | disposição, partilhar o nível de vida da comunidade e desejar
46 I, 0,14 | finalidade de centrar a sua vida em Jesus Cristo pobre, contemplado,
47 I, 0,16 | reIacionado com o estilo de vida de seus membros em vista
48 I, 0,17 | UMA VIDA UNIFICADA NO ESPÍRITO SANTO~
49 I, 0,17 | se apliquem a manter a vida escondida com Cristo em
50 I, 0,17 | mesmas.~Eis aqui porque a vida pessoal de um religioso
51 I, 0,17 | entre o fim genérico de sua vida religiosa e o fim específico
52 I, 0,17 | envio ao mundo, nem entre a vida religiosa como tal, por
53 I, 0,17 | existe concretamente uma vida religiosa «em si» na qual
54 I, 0,17 | conselhos evangélicos, nem de vida dedicada a Deus e a seu
55 I, 0,17 | pertencem à natureza da vida religiosa», até tal ponto
56 I, 0,17 | até tal ponto que «toda a vida religiosa (...) deve estar
57 I, 0,17 | lugar, no testemunho de sua vida consagrada».45~
58 I, 0,18 | que maneira em sua própria vida a atividade deriva de sua
59 I, 0,18 | realizar-se uma certa unidade de vida, pacientemente buscada,
60 I, 0,18 | unidade interior de toda vida consagrada.~A verificação
61 I, 0,18 | verificação da unidade de vida se fará oportunamente em
62 I, 0,18 | missão no mundo, fidelidade à vida religiosa e ao carisma próprio
63 II | AS ETAPAS DA FORMAÇÃO NA VIDA RELIGIOSA~
64 II, 1,19 | É Deus mesmo que chama à vida consagrada no seio da Igreja.
65 II, 1,19 | quem, ao longo de toda a vida do religioso, conserva a
66 II, 1,19 | pacientemente durante a vida pública, assim depois da
67 II, 1,19 | em todos os aspectos da vida e da história e através
68 II, 1,20 | consagrado e enviado. A vida religiosa encontra em seu
69 II, 1,21 | Senhor (cf. LG 53.63.68).~A vida religiosa também mantém,
70 II, 1,21 | da Igreja. Pertence à sua vida e à sua santidade. 8 É «
71 II, 1,21 | dignidade de estado canônico de vida, mas que, além disso, com
72 II, 1,22 | alimento para nutrir a sua vida batismal e a sua consagração
73 II, 1,22 | Também nela recebem o pão de vida na mesa da Palavra de Deus
74 II, 1,22 | considerado como o pai da vida religiosa, escutou a palavra
75 II, 1 (12) | Cf. Santo Atanásio, Vida de Santo Antão: PG 26, 841-
76 II, 1,22 | religiosos fazem de sua própria vida ao sacrifício eucarístico
77 II, 1,24 | parte mais autêntica da sua vida escapa à atenção dos sábios
78 II, 1,25 | afinidade que existe entre a vida religiosa e o mistério de
79 II, 1,25 | cotidiana de uma comunidade de vida, de oração e de apostolado,
80 II, 1,25 | distintivos de sua forma de vida consagrada, que os faz sinal
81 II, 1,25 | da formação inicial, «a vida comum vista particularmente
82 II, 1,26 | Virgem Maria, a comunidade de vida exerce um papel privilegiado
83 II, 1,26 | clima geral e do estilo de vida dos seus membros, em conformidade
84 II, 1,26 | servida pelo que ela é na vida religiosa, tal como a Igreja
85 II, 1,26 | esforços de formação para a vida fraterna. A comunidade se
86 II, 1,27 | espiritual, uma austeridade de vida e um estímulo apostólico
87 II, 1,28 | na qual esta dimensao da vida religiosa se poderá expressar,
88 II, 1,28 | possibilidade de viver uma autêntica vida religiosa de acordo com
89 II, 1,28 | comunidades, se possa manter a vida de oração comunitária e
90 II, 1,28 | estabelece o seu projeto de vida comunitária.~
91 II, 1,29 | interiorize os valores da vida religiosa e, ao mesmo tempo,
92 II, 1,29 | mesmo tempo, a regra de vida proposta pelos seus mestres
93 II, 1,30 | autenticidade do chamamento à vida religiosa na fase inicial
94 II, 2,33 | formação dos candidatos à vida religiosa, sendo a primeira
95 II, 2,33 | cristã. Muitos fracassos na vida religiosa se podem atribuir,
96 II, 2,33 | por ocasião da entrada na vida religiosa, mas deve assegurar
97 II, 2,34 | facilmente aos candidatos à vida religiosa, tendo em conta
98 II, 2,34 | a renovação adaptada da vida religiosa recorda, enfim,
99 II, 2,34 | Igualmente, uma boa formação à vida religiosa deverá confirmar
100 II, 2,34 | batismo em todas as etapas da vida e, especialmente, nos períodos
101 II, 2,35 | progressivamente em sua própria vida».38~
102 II, 3,36 | programas de formação, fonte de vida e de maturidade. Sobre este
103 II, 3,36 | ascese na formação e na vida dos religiosos. Num mundo
104 II, 3,36 | acontece com todo o conjunto da vida cristã, está motivado pelo
105 II, 3,36 | Reino de Deus, do qual a vida religiosa «manifesta (sua)
106 II, 3,38 | 38. A ascese inerente à vida religiosa pede, entre outros
107 II, 3,38 | lei fundamental de toda vida espiritual nestes institutos,
108 II, 3,38 | estabelecer, no curso de sua vida, um conveniente alternar-se
109 II, 4,39 | justificam que se descartem da vida religiosa aquelas e aqueles
110 II, 4,41 | significação».46 A história da vida religiosa atesta que muitas
111 II, 4,41 | percepção da especificidade da vida religiosa feminina, que «
112 III, 1,42 | se pede a um candidato à vida religiosa ser capaz de assumir
113 III, 1,43 | alguns elementos de uma vida cristã ordinária;~2 - a
114 III, 1,43 | Senhor chama candidatos à vida religiosa. Em tal caso será
115 III, 1,43 | quem quer dar toda a sua vida ao Senhor.~
116 III, 1,44 | contudo, compartilhar toda a vida, exceto na comunidade do
117 III, 1,44 | de seus representantes; vida comum numa casa de acolhida
118 III, 2,45 | com o qual se começa a vida no instituto, destina-se
119 III, 2,45 | iniciação integral ao gênero de vida que o Filho de Deus assumiu
120 III, 2,46 | aprendam a levar em Cristo uma vida consagrada a Deus e aos
121 III, 2,46 | disciplina, sua história e sua vida; sejam imbuídos de amor
122 III, 2,47 | mistério da cruz;~iniciação à vida fraterna evangélica. Efetivamente,
123 III, 2,47 | manifestações no concreto da vida cotidiana;~iniciação à história,
124 III, 2,47 | progressivamente em sua vida aquela coerente e harmoniosa
125 III, 2,48 | formação dos noviços em ordem à vida no instituto e que constitua
126 III, 2,50 | feito uma experiência de vida no mundo. De fato, os noviços
127 III, 2,50 | arraigamento em profundidade na vida com Cristo. E isso se obtém
128 III, 2,53 | noviços, com o exemplo de vida e pela oração».21 ~
129 III, 2,55 | evangélicos».24 Não se entrega a vida a Cristo «para tentar».
130 III, 2,56 | satisfações com as quais a vida cotidiana «em seguimento
131 III, 3,58 | viverem mais intensamente a vida própria do instituto e cumprirem
132 III, 3,59 | o passo a um estilo de vida mais aberto e a atividades
133 III, 3,59 | unidade de perspectiva e de vida, a da sua própria vocação
134 III, 3,60 | Como ao longo de toda a vida religiosa, o religioso deve
135 III, 3,60 | praticamente a importância da vida comunitária segundo a vocação
136 III, 3,60 | aceitar o realismo desta vida e para assumir suas condições
137 III, 3,61 | aprofundamento doutrinal da vida consagrada e do carisma
138 III, 3,61 | 1)o eclesial da fé e da vida cristã, história, liturgia,
139 III, 3,63 | divinas e a alimentação da vida por uma doutrina sólida
140 III, 3,63 | para todo o resto da sua vida. Nas comunidades religiosas
141 III, 4,66 | e prática durante toda a vida; os superiores hão de proporcionar-lhes
142 III, 4,67 | circunstâncias novas. O carisma da vida religiosa num instituto
143 III, 4,67 | acontencimentos cotidianos da vida pessoal e da vida do mundo. ~«
144 III, 4,67 | cotidianos da vida pessoal e da vida do mundo. ~«Seguir a Cristo »
145 III, 4,67 | deduz da própria função da vida religiosa no seio da Igreja.
146 III, 4,67 | religiosos uma atenção especial à vida do Espírito, tanto na história
147 III, 4,67 | terceira toca a própria vida dos institutos religiosos
148 III, 4,68 | influenciam mutuamente na vida de cada religioso e de cada
149 III, 4,68 | seguintes aspectos: ~— a vida segundo o Espírito ou espiritualidade:
150 III, 4,68 | formas; ~— a participação na vida da Igreja segundo o carisma
151 III, 4,70 | primeira experiência de vida mais autônoma, na qual o
152 III, 4,70 | apresenta o risco de uma vida «rotineira» e a perda de
153 III, 4,70 | tome distância em relação à vida ordinária, para «relê-la»
154 III, 4,70 | é outro o caminho que a vida religiosa segue. ~
155 III, 4,71 | religiosos, ao longo da sua vida, possam dispor de acompanhantes
156 IV, 0,73 | Igreja particular, «a sua vida contemplativa é o seu primeiro
157 IV, 0,74 | ordenar todo o conjunto da sua vida à busca prioritária, se
158 IV, 0,74 | como, por sua vez, toda a vida do homen não pode ser senão
159 IV, 0,77 | os antigos comparavam a vida monástica à vida angélica
160 IV, 0,77 | comparavam a vida monástica à vida angélica era, entre outros
161 IV, 0,78 | efeito, «entre as obras da vida contemplativa, as principais
162 IV, 0,81 | ascese em conformar a sua vida com Cristo. Essa exigência
163 V, 1 | OS JOVENS CANDIDATOS À VIDA RELIGIOSA E A PASTORAL VOCACIONAL ~
164 V, 1,86 | existem adultos candidatos à vida religiosa, os de 18-25 anos
165 V, 1,87 | contemplam a qualidade da vida e a conservação da natureza».3
166 V, 1,87 | uma minoria, levaram uma vida cristã bastante exemplar
167 V, 1,88 | crescimento psicológico e a sua vida cristã. Não todos tiveram
168 V, 1,88 | encontrar entre os candidatos à vida religiosa jovens que tiveram
169 V, 1,89 | candidatas e os candidatos à vida religiosa se apresentarão
170 V, 1,89 | o futuro; para outros, a vida religiosa se apresentará
171 V, 1,89 | conservador, buscarão na vida religiosa um lugar para
172 V, 2,90 | pois, uma afinidade entre a vida religiosa e a cultura.~
173 V, 2,91 | transformar as casas de formação à vida religiosa numa espécie de
174 V, 2,91 | e do seu enraizamento na vida de toda a pessoa, não podem
175 V, 2,91 | direção do seu Pastor, uma vida religiosa inculturada, conforme
176 V, 3 | C) VIDA RELIGIOSA E MOVIMENTOS ECLESIAIS ~
177 V, 3,92 | Igreja-Comunhão, os estados de vida estão tão unidos entre si
178 V, 3,92 | de estruturas e estilo de vida religiosa, e cuja influência
179 V, 3,93 | instituto12 e a unidade de vida de cada um dos seus membros.
180 V, 3,93 | identidade. ~— Um candidato à vida religiosa proveniente de
181 V, 3,93 | instituto e a unidade de vida dos noviços. ~— Essas exigências
182 V, 3,93 | pluri-pertença, no plano da vida espiritual pessoal do religioso
183 V, 4 | MINISTÉRIO EPISCOPAL E A VIDA RELIGIOSA ~
184 V, 4,94 | pastoral dos bispos sobre a vida religiosa.~O ministério
185 V, 4,94 | manutenção e do crescimento da vida religiosa. Essa ordem interna
186 V, 4,95 | instituto uma justa autonomia de vida, sobretudo no governo, pela
187 V, 4,97 | modo algum, a autonomia de vida, e particularmente de governo,
188 V, 4,97 | para a santidade, mas a vida religiosa é um bem da Igreja
189 V, 5,99 | religioso se iniciam na vida comunitária, espiritual
190 VI, 0,108 | diácono, «o que caracteriza a vida religiosa e os religiosos,
191 VI, 0,108 | estrutura da Igreja, e da vida religiosa que pertence à
192 VI, 0,108 | à sua santidade e à sua vida, 8 mantendo sempre o princípio
193 VI, 0,108 | parte da natureza da sua vida religiosa; 9 ~— que bebam,
194 VI, 0,108 | que bebam, para a sua vida espiritual, nas fontes do
195 VI, 0,108 | vivam conforme à regra de vida para cuja observancia se
196 Conclu, 0,110| Congregação para os Institutos de vida consagrada e as Sociedades
197 Conclu, 0,110| consagrada e as Sociedades de vida apostólica e autorizou a
198 Sig, 3 | Dimensão contemplativa da vida religiosa, Congregação para
199 Sig, 3 | Congregação para os Institutos de vida religiosa e as Sociedades
200 Sig, 3 | religiosa e as Sociedades de vida apostólica (CIVCSVA), 1980.1~
201 Sig, 3 | Elementos essenciais da vida religiosa aplicados aos
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