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129 por
120 religiosos
117 igreja
Congregação para os Institutos de Vida Consagrada e Sociedades de Vida Apostólica
Orientações sobre formação nos institutos religiosos

IntraText - Concordâncias

cf

    Capítulo,Parágrafo,Número
1 Intro, 0 (2) | Cf. PC 18, terceiro parágrafo.~ 2 Intro, 0 (4) | ET 32; cf. 2 Cor 4,16; Rom 7, 22; 3 Intro, 0 (6) | Cf. CDC, cc. 641-661~ 4 Intro, 0 (13)| Cf.c.659,2e3. ~ 5 Intro, 0 (15)| Cf. c. 606. 6 I, 0 (1) | Cf. João Paulo II na UISG, 7 I, 0 (2) | Cc.607 e 573, I; cf. aussi LG 44 e PC 1, 5 e 8 I, 0 (4) | Cf. 1 Cor 6, 19. ~ 9 I, 0 (6) | Sobre a vocac,ao divina, cf. aussi LG 39. 43b.44a.47; 10 I, 0,9 | Cristo e pelo Evangelho (cf. Mc 8, 35) 9. Essa resposta 11 I, 0 (9) | Sobre a resposta pessoal, cf. LG 44a.46b. 47; PC 1c; 12 I, 0 (11) | Cf. EE 13-17. ~ 13 I, 0 (13) | na consagração religiosa, cf. aussi LG 44a. 45c, PC 1b. 14 I, 0 (18) | Cf.Jn2, 15-17.~ 15 I, 0 (19) | Cf. LG 46. ~ 16 I, 0 (20) | Cf. LG 39.42.43.~ 17 I, 0,13 | do conjunto de castidade (cf. cc. 277, 2 e 666): «É uma 18 I, 0 (24) | Cf. Lc 4, 16-21.~ 19 I, 0 (25) | Cf. Lc 7, 18-23.~ 20 I, 0 (27) | Sollicitudo rei socialis, 41; cf. também LG 31. ~ 21 I, 0 (28) | Cf. GS 32.~ 22 I, 0 (34) | Cf. Jn 14, 16.~ 23 I, 0 (37) | ET 11: cf. nota 4 introdução.~ 24 I, 0 (38) | PR 11: cf. nota 8 introdução.~ 25 I, 0 (40) | Cf. c. 598, 2~ 26 I, 0,17 | escondida com Cristo em Deus (cf. Col. 3, 3), donde emana 27 I, 0 (42) | Cf. PC 5 ~ 28 I, 0 (46) | Cf. PC 8. ~ 29 I, 0 (47) | Cf. RPH 13 a 21; cf. nota 9 30 I, 0 (47) | Cf. RPH 13 a 21; cf. nota 9 introdução. 31 II, 1 (1) | I Tes 5, 23-24; cf. 2 Tes 3, 3. ~ 32 II, 1 (3) | Cf. Jn 14, 26; 16, 12. ~ 33 II, 1 (4) | Cf. I Jn 2, 20-27~ 34 II, 1 (5) | Cf. Rom 8, 15-26.~ 35 II, 1,20 | perseverando na oração (cf. LG 52 e 59), depois da 36 II, 1 (7) | EE 11, 53; cf. nota 10 introdução; cf. 37 II, 1 (7) | cf. nota 10 introdução; cf. LG 53 e c. 663, 4.,~ 38 II, 1,21 | chegue o dia no Senhor (cf. LG 53.63.68).~A vida religiosa 39 II, 1 (9) | MR 10; cf. nota 8 introdução. ~ 40 II, 1 (10) | MR 10; cf. nota 8 introdução, cf. 41 II, 1 (10) | cf. nota 8 introdução, cf. LG 44 e c. 678. ~ 42 II, 1 (11) | LG 45; cf. MR 8; cf. nota 8 introdução. ~ 43 II, 1 (11) | LG 45; cf. MR 8; cf. nota 8 introdução. ~ 44 II, 1 (12) | Cf. Santo Atanásio, Vida de 45 II, 1 (13) | Cf. DV 25. ~ 46 II, 1 (14) | Cf. LG 45. ~ 47 II, 1,22 | o seu vigor evangélico (cf. SC 2.10).~ 48 II, 1 (15) | Cf. LG 11. ~ 49 II, 1 (17) | Cf. DV 10. ~ 50 II, 1 (18) | Cf. MR 5; nota 8 introdução.~ 51 II, 1,24 | não ser o de Jesus Cristo (cf. LG 9).~ 52 II, 1 (22) | RPH 33c; cf. nota 9 introdução.~ 53 II, 1 (23) | Ibid.: cf. também Documento de Puebla 54 II, 1 (24) | RPH 33, cf. nota 9 introdução; cf. 55 II, 1 (24) | cf. nota 9 introdução; cf. aussi c. 602. ~ 56 II, 1 (25) | Cf. Act 2, 42 e PC 15 e c. 57 II, 1 (25) | 2, 42 e PC 15 e c. 602; cf. EE 18-22. ~ 58 II, 1 (26) | Cf. cc. 601,618 e 619; PC 14. ~ 59 II, 1 (27) | Cf. Jn 12, 24 e Gal 5, 22.~ 60 II, 1,27 | comunidade fraterna em Cristo (cf. c. 619). Assim, consciente 61 II, 1 (28) | ET 32-34; cf. nota 4 Introdução; cf. 62 II, 1 (28) | cf. nota 4 Introdução; cf. aussi EE, n. 18-22.~ 63 II, 1 (30) | Cf. Lc 24, 32.~ 64 II, 1 (31) | Cf. Tob 5, 10.17.22~ 65 II, 1 (32) | DCVR 20; cf. nota 9 introdução. ~ 66 II, 2 (34) | Cf. GS 12 a 22 e 26. ~ 67 II, 2 (35) | Cf. GE 1 e2. ~ 68 II, 2 (36) | Cf. OT 11.~ 69 II, 2 (37) | Cf. PC 5. ~ 70 II, 2 (38) | DCVR 17; cf. nota 9 introdução. ~ 71 II, 3 (39) | do Brasil 11.7.86, n. 5; cf. nota 5 introdução.~ 72 II, 3 (41) | RC 5; cf. nota 7 introdução.~ 73 III, 1 (1) | Cf. RC 4; cf. nota 7 introdução.~ 74 III, 1 (1) | Cf. RC 4; cf. nota 7 introdução.~ 75 III, 1 (2) | Cf. c.597,2.~ 76 III, 1 (3) | Cf. c. 641 a 645. ~ 77 III, 1 (5) | Cf. c. 620.~ 78 III, 2 (11) | RC 5; cf. nota 7 introdução. ~ 79 III, 2 (14) | Cf. c. 597, 1 e 2; cc. 641 80 III, 2 (15) | Cf. c. 134, 1 e 1047, 4. ~ 81 III, 2 (16) | Cf. cc. 647 a 649 e 653, 2 ~ 82 III, 2 (18) | Cf. cc. 650 a 652, 1. ~ 83 III, 2 (19) | Cf. c. 985. ~ 84 III, 2 (22) | Cf. LG 45.~ 85 III, 2 (25) | RC 7; cf. nota 7 introdução. ~ 86 III, 2 (26) | OPR 5; cf. nota 24. ~ 87 III, 2,56 | com a Igreja, sua esposa» (cf. LG 44). 28 ~ 88 III, 2 (29) | Cf. CC. 655 a 658. ~ 89 III, 3 (32) | Cf. Mc 8,31-37; 9,31-32; 10, 90 III, 3,60 | propósito do noviciado (cf. n. 47f), é preferível uma 91 III, 3,62 | critérios de discernimento (cf. n. 18). ~ 92 III, 3 (35) | MR 13a; cf. nota 8 introdução. ~ 93 III, 3 (36) | EE 11, 47; cf. nota 10 introdução. ~ 94 III, 3 (37) | DCVR II, 11; cf. nota 9 introdução. ~ 95 III, 3 (38) | PC 14; cf. também c. 630. ~ 96 III, 3 (39) | DCVR II, 11; cf. nota 9 introdução. ~ 97 III, 3 (40) | Cf. c.660, 1.~ 98 III, 3 (41) | MR 26; cf nota 8 introdução. ~ 99 III, 4 (43) | religiosos do Brasil, 1986, n. 6; cf. nota 5 introdução. ~ 100 III, 4 (44) | MR 11b.12b.23f; cf. nota 8 introdução. ~ 101 III, 4 (45) | Cf. PC 2d.~ 102 III, 4 (46) | 2 Cor 4, 16; cf. também 5, 1-10. ~ 103 III, 4 (48) | Flp 3, 10; cf. 1, 20-26. 104 IV, 0 (2) | DCVR 26 e 27; cf. nota 9 introdução. ~ 105 IV, 0 (5) | Cf. Heb 11, 27. ~ 106 IV, 0 (8) | Cf. LG 49.50; SC 5.8.9.10. ~ 107 IV, 0 (10) | PO 13; cf. Paulo VI, encíclica Mysterium 108 IV, 0 (16) | Cf. c. 667. 109 V, 1 (2) | ChL 46; cf. também Prop. 51 e 52 do 110 V, 2 (8) | Ibid.: cf. também ChL 44.~ 111 V, 2 (9) | CIT, n. 4-2; cf. nota 4 deste capítulo. ~ 112 V, 3 (12) | Cf. c.578. ~ 113 V, 4 (13) | Cf. ChD 35, 3 e 4; MR 13c. ~ 114 V, 4 (15) | C. 659, 2; cf. igualmente c. 650, 1 para 115 V, 4 (16) | MR 13a; cf. nota 8 introdução. ~ 116 V, 4 (18) | MR 33; cf. nota 8 introdução; cf. 117 V, 4 (18) | cf. nota 8 introdução; cf. também c. 753 e 212, 1. ~ 118 V, 4,96 | segundo as normas do direito (cf. cc. 387.591.593.678). ~ 119 V, 4 (19) | MR 28; cf. nota 8 introdução. Para 120 V, 4 (19) | Para o Bispo «perfector», cf. Suma Teológica, II-IIae, 121 V, 4,97 | documento nos nn. 52 a 67 (cf. cc. 386.387.591.593.678). ~ 122 V, 5 (20) | Brasil, 2.7.1986, n. 5; cf. nota 5 introdução. 123 VI, 0 (2) | 1970; 2a edição 19.3.85; Cf. Cap. IV, nota 35. ~ 124 VI, 0 (3) | Cf. CC. 242 a 256. ~ 125 VI, 0 (5) | Cf. CC. 1010-1054. ~ 126 VI, 0 (6) | Brasil, 3 de lulho de 1980- Cf. nota 5 introdução.~ 127 VI, 0 (8) | Cf. LG 44 ~ 128 VI, 0 (9) | Cf. PC 8. ~ 129 VI, 0 (13) | ChD 34; cf. 35: « Ut Episcopis auxiliatores 130 VI, 0 (17) | MR 57-58; cf. c. 520, 2. 131 Conclu, 0 (1)| MR 6; cf. nota 8 introdução. ~ 132 Sig, 3 (3) | Cf. nota 1.


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