Capítulo,Parágrafo,Número
1 I, 0,6 | condições, a pessoa consagrada a Deus se inserirá no mundo como
2 I, 0,7 | esponsal estabelecida por Deus, sinal da vida futura. Assim
3 I, 0,7 | sacrifício of erecido a Deus, pelo qual toda a sua existência
4 I, 0,7 | culto permanente oferecido a Deus na caridade».~«A vida consagrada
5 I, 0,7 | consagram-se totalmente a Deus sumamente amado, para assim,
6 I, 0,7 | caridade no serviço do Reino de Deus e, transformados em sinal
7 I, 0,8 | religiosa há um chamamento de Deus, que se explica pelo amor
8 I, 0,8 | compromete a pessoa a quem Deus chama ao seguimento de Cristo
9 I, 0,9 | Dessa forma, aqueles a quem Deus chama, dão por sua vez uma
10 I, 0,9 | viva, santa e agradável a Deus» (Rom 12, 1). Unicamente
11 I, 0,10 | evangélicos, são consagrados a Deus pelo ministério da Igreja
12 I, 0,10 | votos, convergem a ação de Deus e a iniciativa da pessoa. 11
13 I, 0,10 | segundo a « sabedoria de Deus » (1 Cor 2, 7).~
14 I, 0,12 | intimamente ao serviço de Deus»17.~Os conselhos evangélicos
15 I, 0,12 | transformação em Reino de Deus.~Por isso, é importante
16 I, 0,13 | mais imediata» (ET 13) com Deus por Jesus Cristo no Espírito. ~«
17 I, 0,13 | o celibato consagrado a Deus inclusive para o bem de
18 I, 0,13 | para que arda de amor de Deus e de todos os homens. Uma
19 I, 0,13 | humilhar-se serenamente diante de Deus e permanecer vigilante no
20 I, 0,14 | transformado e oferecido a Deus sem o espírito das bemaventuranças».27~
21 I, 0,14 | das bemaventuranças».27~Deus ama toda a família humana
22 I, 0,15 | Superiores, que fazem as vezes de Deus, quando ordenam de acordo
23 I, 0,15 | liberdade dos filhos de Deus».32~A obediência religiosa
24 I, 0,15 | responsáveis;~a vontade de Deus se expressa de forma mais
25 I, 0,16 | uma semente colocada por Deus».35 Por eles «a Igreja,
26 I, 0,16 | ora anunciando o Reino de Deus às multidões, ou curando
27 I, 0,17 | e amem, antes de tudo, a Deus que nos amou primeiro (1
28 I, 0,17 | escondida com Cristo em Deus (cf. Col. 3, 3), donde emana
29 I, 0,17 | corações pelo Espírito de Deus, que é Espírito de unidade,
30 I, 0,17 | nem entre a consagração a Deus e o envio ao mundo, nem
31 I, 0,17 | nem de vida dedicada a Deus e a seu serviço, que não
32 I, 0,17 | nem separa o religioso de Deus. Se está animado por uma
33 I, 0,17 | cobra valor de serviço a Deus. 44 E se pode afirmar tambem,
34 I, 0,18 | de sua união íntima com Deus e, simultaneamente, estreita
35 I, 0,18 | obediência à vontade de Deus, manifestada aqui e agora
36 II, 1 | DE FORMAÇÃO O ESPÍRITO DE DEUS~
37 II, 1,19 | 19. É Deus mesmo que chama à vida consagrada
38 II, 1,19 | decisiva, do Espírito de Deus exige duas atitudes fundamentais:
39 II, 1,19 | abandona à sabedoria de Deus, a ciência e a prática do
40 II, 1,19 | corretamente a vontade de Deus.~
41 II, 1,20 | associada a Virgem Maria, Mãe de Deus e Mãe de todos os membros
42 II, 1,20 | todos os membros do Povo de Deus. Por Ele ela concebeu em
43 II, 1,20 | concebeu em seu seio o Verbo de Deus e é Ele a quem ela esperou
44 II, 1,20 | consagradas sem reserva a Deus, ela é a primeira. Ela,
45 II, 1,20 | plenamente consagrada a Deus, consagrada do modo mais
46 II, 1,20 | consagração da própria Mãe de Deus». 6~O religioso encontra
47 II, 1,20 | à ação consecratória de Deus e o estremecimento de gôzo
48 II, 1,21 | sacramental" do povo de Deus».9 Seu dom total a Deus «
49 II, 1,21 | Deus».9 Seu dom total a Deus «une (o religioso) à Igreja
50 II, 1,21 | como um estado consagrado a Deus».11~
51 II, 1,22 | vida na mesa da Palavra de Deus e do Corpo de Cristo. Efetivamente,
52 II, 1,22 | a leitura da Palavra de Deus, acompanhada pela oração,
53 II, 1,22 | estabelece o diálogo entre Deus e o religioso13 e suscita
54 II, 1,22 | recebem da misericórdia de Deus o perdão dos seus pecados
55 II, 1,24 | qual lhe chega a Palavra de Deus; que aspira à unidade visível
56 II, 1,24 | mistério, o próprio mistério de Deus em Jesus Cristo por seu
57 II, 1,25 | história do homem segundo Deus».22 E isso em virtude da
58 II, 1,25 | profético da comunhão íntima com Deus amado soberanamente e em
59 II, 1,27 | converter pela palavra de Deus, purificar pela penitência,
60 II, 1,29 | O chamamento e a ação de Deus, como seu amor, são sempre
61 II, 1,29 | caminhar recordará o do Povo de Deus em Exodo, e também a lenta
62 II, 1,30 | seu diálogo pessoal com Deus, ao mesmo tempo, a descobrir
63 II, 1,30 | caminhos pelos quais parece que Deus quer faze-los avançar. Corresponde-lhes
64 II, 1,31 | experiencia madura de Deus e da oração;~3 - sabedoria
65 II, 1,31 | prolongada da Palavra de Deus;~4 - amor à liturgia e compreensão
66 II, 2,35 | religiosos na experiência de Deus e ajudá-los a aperfeiçoá-la
67 II, 3,36 | seus valores. O Reino de Deus, do qual a vida religiosa «
68 II, 3,36 | bem fundamentadas sobre Deus e suas relações com o mundo
69 II, 3,37 | É assim como o próprio Deus conduz a pessoa humana que
70 II, 3,38 | tempo dedicado à solidão com Deus e do tempo consagrado às
71 II, 3,38 | assimilação da palavra de Deus, ao mesmo tempo, que a maturidade
72 II, 4,39 | situação específica no plano de Deus, da contribuição original
73 II, 4,40 | 40. Deus não fez o mundo indiferenciado.
74 II, 4,41 | lugar ideal de serviço a Deus e aos homens, as condições
75 II, 4,41 | tal pelo mesmo fato de que Deus no sublime acontecimento
76 III, 2,45| gênero de vida que o Filho de Deus assumiu e que Ele nos propõe
77 III, 2,46| Cristo uma vida consagrada a Deus e aos homens, mediante os
78 III, 2,50| o que no mundo resiste a Deus e até mesmo daqueles valores
79 III, 2,53| graça da vocação recebida de Deus»20 e «os membros do instituto,
80 III, 2,55| se vinculou livremente a Deus para um serviço voluntário,
81 III, 2,55| sobretudo, à fidelidade de Deus, e de que faz a pessoa livre
82 III, 3,61| adquirir um conhecimento de Deus e uma visão cristã do mundo
83 III, 3,63| discernimento da ação de Deus, a condução do religioso
84 III, 4,66| sua própria consagração a Deus, na missão específica que
85 III, 4,67| motivada pela iniciativa de Deus que chama a cada um dos
86 III, 4,67| e verdadeiro do Reino de Deus neste mundo. ~Em outras
87 III, 4,70| nova maneira de ser fiel a Deus; ~— lá pelos dez anos de
88 IV, 0,73 | dedicam somente às coisas de Deus na solidão e no silêncio,
89 IV, 0,73 | 4). Oferecem, de fato, a Deus um exímio sacrifício de
90 IV, 0,73 | louvor. Ilustram o povo de Deus com frutos abundantes de
91 IV, 0,73 | um desígnio especial de Deus, é o seu modo típico e característico
92 IV, 0,74 | secundários o estudo da Palavra de Deus, da Tradição dos Padres,
93 IV, 0,74 | prioritária, se não exclusiva, de Deus. Estas religiosas e religiosos
94 IV, 0,74 | aprendem na Escritura como Deus não se cansa de buscar a
95 IV, 0,74 | senão uma busca incesante de Deus. E eles mesmos se empenham
96 IV, 0,74 | limitações, mas, ao mesmo tempo, Deus fá-la capaz de apaixonar-se
97 IV, 0,74 | aproximarem do mistério de Deus, sem deixar de levar em
98 IV, 0,74 | oferece sobre o mistério de Deus Pai, Filho e Espírito Santo,
99 IV, 0,74 | face-a-face, quando veremos a Deus tal como é. A primeira preocupação
100 IV, 0,76 | no estudo da Palavra de Deus e na lectio divina, sob
101 IV, 0,76 | se alimenta da Palavra de Deus, encontra nela o seu ponto
102 IV, 0,76 | dum eco fiel da Palavra de Deus, que se deve ouvir, e, quiçá,
103 IV, 0,77 | anjos são os «liturgos»7 de Deus. A liturgia, onde se unem
104 IV, 0,77 | unicamente às coisas de Deus o laço de união e o meio
105 IV, 0,78 | que a faz uma oferenda a Deus, e do caráter sacerdotal,
106 IV, 0,78 | principalmente da parte de Deus, a quem se oferece um sacrifício
107 IV, 0,79 | obstáculo à Providência de Deus que se preocupa pelos menores
108 IV, 0,80 | tempo. Unido a todos, porque Deus o chama num lugar onde Ele
109 V, 3,92 | manifestaram no seio do povo de Deus movimentos eclesiais, inspirados
110 V, 4,97 | enquanto ministro da Palavra de Deus, a tarefa de chamar, em
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