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Congregação para os Institutos de Vida Consagrada e Sociedades de Vida Apostólica
Orientações sobre formação nos institutos religiosos

IntraText - Concordâncias

(Hapax Legomena)


0-compl | compo-exerc | exige-obrig | obser-sexo | sexua-y

                                                              negrito = Texto principal
     Capítulo,Parágrafo,Número                                cinza = comentário
1 | 0 2 | 100 3 | 101 4 VI, 0 (5) | Cf. CC. 1010-1054. ~ 5 | 102 6 Intro, 0 (5) | abril de 1981; ibid. IV, I, 1035; João Paulo II em Manila, 7 | 104 8 III, 2 (15) | Cf. c. 134, 1 e 1047, 4. ~ 9 | 105 10 VI, 0 (5) | Cf. CC. 1010-1054. ~ 11 | 106 12 | 107 13 | 108 14 | 109 15 I, 0 (6) | 23.44.53; RD 3c. 6b. 7d. 10c. 16a.~ 16 | 110 17 III, 3 (34) | nota 148; 90 a 93; EV 3, 1103.~ 18 IV, 0 (9) | de Itália: AAS 58 (1966) 1180. Ver também carta aos Cartuxos 19 I, 0 (13) | aussi LG 44a. 45c, PC 1b.11a; OPR apendice, Missa da 20 III, 4 (44) | MR 11b.12b.23f; cf. nota 8 introdução. ~ 21 Intro, 0 (5) | 7 de maio 1985: ibii., 1212; João Paulo II em Bombaim, 22 III, 2 (23) | corrigida em 1975; EV 3, 1237 n. ~ 23 II, 1 (16) | PG 12, 1265. ~ 24 | 128 25 | 12b 26 | 134 27 | 13c 28 | 140 29 | 142 30 | 148 31 I, 0 (13) | 8.11.13.40.42; RD 7a, b. 14c.~ 32 V, 2 (4) | 8.10.1985, n. 4-1; EV 9, 1622. ~ 33 V, 2 (5) | n. 6 e 7; IDGP 1980, 1, 1636. ~ 34 Intro, 0 (5) | UISG,22 de maio 1986; ibid. 1656;João Paulo II à Conferencia 35 I, 0 (6) | 53; RD 3c. 6b. 7d. 10c. 16a.~ 36 Intro, 0 (10)| CRIS EV 9, 181.~ 37 V, 4 (19) | Suma Teológica, II-IIae, q. 184. ~ 38 I, 0 (44) | Suma Teológica, II,a q.; 188 a 1 e 2~ 39 IV, 0 (12) | Idem, II-IIae, q.189, a.8, ad 2um.l~ 40 Intro, 0 (3) | efficacius, 24.1.44: AAS 36 (1944) 213 Litt. circ. Quantum 41 Intro, 0 (3) | statibus perfestionis, Romae 1949, n. 382, pp.561-564; Constitut. 42 Intro, 0 (3) | Sapientiae, 31.5.56 AAS 48 (1956) 354-365, e Estatutos geraus 43 IV, 0 (15) | autobiográficos, ed. francesa,1957, p.229. ~ 44 Sig, 1 | Sacrosanctum Concilium, 1963~ 45 IV, 0 (9) | maiores de Itália: AAS 58 (1966) 1180. Ver também carta 46 III, 2 (23) | 1970. Reedição corrigida em 1975; EV 3, 1237 n. ~ 47 Sig, 2 | dignitatem, João Paulo II, 1988~RD Exortação apostólica 48 Conclu, 0,110| Roma, 2 de fevereiro de 1990. ~fr. JÉRÔME Card. HAMER ~ 49 | 1b 50 II, 1,21 | além disso, com sua ação 1itúrgica, apresenta-a como um estado 51 II, 1 (23) | também Documento de Puebla n. 211 a 219. ~ 52 V, 4 (18) | introdução; cf. também c. 753 e 212, 1. ~ 53 Intro, 0 (3) | 24.1.44: AAS 36 (1944) 213 Litt. circ. Quantum conferat, 54 II, 1 (23) | Documento de Puebla n. 211 a 219. ~ 55 IV, 0 (15) | autobiográficos, ed. francesa,1957, p.229. ~ 56 Intro, 0 (5) | Brasil, 2.7.1986: IDGP IX, 2, 237.~ 57 III, 4 (44) | MR 11b.12b.23f; cf. nota 8 introdução. ~ 58 VI, 0 (3) | Cf. CC. 242 a 256. ~ 59 II, 1,27 | sacerdotal» (IDGP IX, p. 243-244).~ 60 II, 1,27 | sacerdotal» (IDGP IX, p. 243-244).~ 61 VI, 0 (3) | Cf. CC. 242 a 256. ~ 62 III, 2 (24) | novembro 1982: AAS 1983, 271. ~ 63 I, 0,13 | conjunto de castidade (cf. cc. 277, 2 e 666): «É uma obrigação 64 | 29 65 Intro, 0 (13)| Cf.c.659,2e3. ~ 66 IV, 0 (12) | II-IIae, q.189, a.8, ad 2um.l~ 67 Intro, 0 (14)| n. 1, 2: AAS 62 (1970) 321 ss.~ 68 Intro, 0 (5) | fevereiro de 1981: IDGP IV, I, 329; João Paulo II aos Jesuítas 69 Intro, 0 (5) | fevereiro de 1985: IDGP VIII, I, 339; Joao Paulo II na UISG em 70 II, 1 (22) | RPH 33c; cf. nota 9 introdução.~ 71 II, 1 (20) | Exercicios Espirituais, n. 351 e 352. ~ 72 II, 1 (20) | Exercicios Espirituais, n. 351 e 352. ~ 73 Intro, 0 (3) | Sapientiae, 31.5.56 AAS 48 (1956) 354-365, e Estatutos geraus 74 Conclu, 0 (2)| RM 2. AAS 1987, 361 ss. ~ 75 Intro, 0 (3) | 31.5.56 AAS 48 (1956) 354-365, e Estatutos geraus anexos 76 | 38 77 Intro, 0 (3) | perfestionis, Romae 1949, n. 382, pp.561-564; Constitut. 78 V, 4,97 | nos nn. 52 a 67 (cf. cc. 386.387.591.593.678). ~ 79 | 3c 80 Intro, 0 (5) | fevereiro de 1986: IDGP IX, 1,420;João Paulo II na UISG,22 81 I, 0 (13) | LG 43a. Sobre o rnínistério da 82 I, 0 (6) | divina, cf. aussi LG 39. 43b.44a.47; PC 1c; RC prembulo 83 IV, 0 (9) | 18.4.1971: AAS 63 (1971) 448-449. ~ 84 IV, 0 (9) | 1971: AAS 63 (1971) 448-449. ~ 85 I, 0 (13) | religiosa, cf. aussi LG 44a. 45c, PC 1b.11a; OPR apendice, 86 Intro, 0 (8) | dos Bispos: AAS 70 (1978), 473 ss. 9 CRIS EV 7, 414 ss.~ 87 III, 3,60 | propósito do noviciado (cf. n. 47f), é preferível uma comunidade 88 VI, 0 (17) | MR 57-58; cf. c. 520, 2. 89 Intro, 0 (12)| maio de 1980: IDGP, III, 1, 527.~ 90 V, 2,90 | seu destino» (GS cap. 1 11.53a 62). Por isso, se pode dizer 91 | 54 92 Intro, 0 (3) | Romae 1949, n. 382, pp.561-564; Constitut. Apostól. 93 Intro, 0 (3) | Romae 1949, n. 382, pp.561-564; Constitut. Apostól. Sedes 94 I, 0 (6) | 12 19.31.55; MR 8a; cc. 574,2. 75; EE 2.5.6.7.12.14. 95 I, 0 (13) | 7.47, MR 8a; cc. 573, 2; 576.598. 600-602; EE 7.8.11. 96 V, 3 (12) | Cf. c.578. ~ 97 V, 4 (14) | C. 586. ~ 98 I, 0 (31) | C. 590, 1 e 2. ~ 99 I, 0 (21) | C.599.~ 100 | 5b 101 | 60 102 Intro, 0 (15)| Cf. c. 606. 103 IV, 0,83 | masculinos, segundo o c.614, pode servir igualmente 104 II, 1 (26) | Cf. cc. 601,618 e 619; PC 14. ~ 105 III, 1 (5) | Cf. c. 620.~ 106 III, 3 (38) | PC 14; cf. também c. 630. ~ 107 | 64 108 III, 2,49 | parte uma informação (cc. 644 e 645, 2).~ 109 III, 2 (6) | C. 646.~ 110 III, 2 (16) | Cf. cc. 647 a 649 e 653, 2 ~ 111 III, 2 (16) | Cf. cc. 647 a 649 e 653, 2 ~ 112 III, 2 (16) | Cf. cc. 647 a 649 e 653, 2 ~ 113 I, 0 (10) | c. 654.~ 114 III, 2 (29) | Cf. CC. 655 a 658. ~ 115 III, 2 (29) | Cf. CC. 655 a 658. ~ 116 | 66 117 II, 1 (7) | introdução; cf. LG 53 e c. 663, 4.,~ 118 I, 0,13 | castidade (cf. cc. 277, 2 e 666): «É uma obrigação não somente 119 IV, 0 (16) | Cf. c. 667. 120 Intro, 0 (5) | setembro de 1984: IDGP VII, 2, 689, Joãã Paulo II em Lima 1· 121 | 69 122 | 6b 123 Intro, 0 (5) | fevereiro de 1982: IDGP V, I, 704; João Paulo II aos mestres 124 | 71 125 | 73 126 I, 0 (26) | Documento de Puebla, nn. 733-735.~ 127 I, 0 (26) | Documento de Puebla, nn. 733-735.~ 128 | 74 129 V, 4 (18) | introdução; cf. também c. 753 e 212, 1. ~ 130 | 76 131 IV, 0 (10) | Mysterium fidei: AAS 67 (1965) 761-762. ~ 132 IV, 0 (10) | fidei: AAS 67 (1965) 761-762. ~ 133 | 77 134 | 78 135 | 79 136 I, 0 (6) | 14.23.44.53; RD 3c. 6b. 7d. 10c. 16a.~ 137 | 83 138 | 84 139 II, 1 (12) | Vida de Santo Antão: PG 26, 841-845. ~ 140 II, 1 (12) | Santo Antão: PG 26, 841-845. ~ 141 IV, 0 (14) | introdução e nota 27; EV 3, 865.~ 142 III, 1,43 | conta o que se dirá (nn. s. 86ss) sobre a situação dos jovens 143 | 87 144 | 88 145 | 89 146 | 8b 147 | 91 148 | 92 149 | 94 150 | 95 151 | 96 152 | 97 153 | 98 154 III, 2 (19) | Cf. c. 985. ~ 155 | 99 156 Intro, 0 (4) | 16; Rom 7, 22; Y 4,24; EV 996 ss.~ 157 | 9b 158 | á 159 II, 1,19 | fundamentais: a humildade que se abandona à sabedoria de Deus, a ciência 160 II, 1,22 | e eficaz que o decidiu a abandonar tudo para por-se em seguimento 161 II, 1,20 | Magnificat a totalidade de seu abandono à ação consecratória de 162 I, 0,16 | pecadores ao bom caminho, ou abençoando as crianças e fazendo o 163 III, 3,61 | caminho necessário para abordá-la serenamente. ~Ter-se-á cuidado 164 IV, 0,74 | por rotas desconhecidas: «Abraão saíu sem saber para onde 165 I, 0,13 | da castidade não a devem abraçar, nem devem ser admitidos 166 I, 0,13 | da pessoa humana leva-a a absolutizar o amor humano. Tendência 167 III, 3,59 | aberto e a atividades muito absorventes comporta, muitas vezes, 168 Conclu, 0,110| harmonizar; e isso traz consigo a abundância de dons especiais do Espírito, 169 IV, 0,73 | povo de Deus com frutos abundantes de santidade. Movem-no com 170 II, 3,36 | consumo e de toda sorte de abuso de poder, necessitam-se 171 II, 3,37 | de uma pessoa jamais está acabada. A pedagogia bem aplicada 172 IV, 0,73 | membros e por razões que se acabam de dar, estes institutos 173 IV, 0,74 | resultado de uma busca que não acabará senão no face-a-face, quando 174 IV, 0,74 | conhecimentos, nem conquistar graus acadêmicos. É e deve ser a de garantir 175 II, 1,32 | comunhão de espírito e de acão e formem entre eles e com 176 II, 1,24 | por conseguinte, que não aceita ser percebido nem analisado 177 III, 3,60 | própria do instituto, para aceitar o realismo desta vida e 178 III, 4,67 | que muda numa velocidade acelerada; 45 ~— a terceira toca a 179 IV, 0,74 | permanecendo, contudo, modestos acerca do resultado de uma busca 180 Intro, 0,4 | vida apostólica, contudo, acha útil e mesmo necessário 181 III, 2,47 | formação, na qual devem achar o seu próprio lugar os equilíbrios 182 VI, 0,108 | instituto do qual são membros e acolham em si mesmos o dom que representa 183 V, 5,99 | um só instituto, mas que acolhem como hóspedes religiosas 184 III, 2,52 | O mestre de noviços é o acompanhante espiritual designado para 185 III, 4,71 | sua vida, possam dispor de acompanhantes ou conselheiros esprituais, 186 II, 1,30 | Corresponde-lhes também acompanhar o religioso nas vias do 187 II, 4,41 | fato de que Deus no sublime acontecimento da encarnação do Filho, 188 II, 2,33 | evolução das pessoas e dos acontecimentos.~ 189 III, 4,67 | porém flexível e atenta aos acontencimentos cotidianos da vida pessoal 190 I, 0,14 | autonomia financeira e se acostumaram a providenciar tudo o que 191 II, 1 (25) | Cf. Act 2, 42 e PC 15 e c. 602; 192 Sig, 4 | OUTRAS SIGLAS~AAS Acta Apostolicae Sedis~CTICTIComissão 193 III, 3,61 | evitará a diversidade e acúmulo de disciplinas e cursos. 194 III, 3,61 | formadores e formadoras fazer as adaptações que impõem as pessoas, os 195 III, 4,71 | e segundo as modalidades adaptadas à maturidade adquirida e 196 III, 3,61 | programa poderá inspirar-se adaptando-as, nas indicações dadas pela 197 III, 2,51 | caminhar segundo o seu passo e adaptar-lhe o conteúdo e a pedagogia 198 III, 3,58 | instituto e cumprirem mais adequadamente sua missão. Por isso, o 199 III, 4,66 | programa de formação permanente adequado para todos os seus membros. 200 II, 1,26 | exercida pelo superior todos aderem numa obediência de . 26 201 IV, 0,78 | fiéis, aos quais se devem administrar os sacramentos, mas principalmente 202 I, 0,14 | e política, a corrupção administrativa, sobretudo o fato de que 203 I, 0,14 | mais livre para a missão; admirar e respeitar a criação e 204 I, 0,7 | religiosa manifesta na Igreja a admirável união esponsal estabelecida 205 III, 1,42 | como for, «ninguém pode ser admitido sem uma adequada preparação».2~ 206 I, 0,13 | devem abraçar, nem devem ser admitidos a nao ser depois de uma 207 IV, 0,80 | porque leva no seu coração a adoração, a ação de graças, o louvor, 208 II, 3,36 | e sempre necessário. Sem adotá-lo, não se pode viver o próprio 209 III, 4,71 | modalidades adaptadas à maturidade adquirida e às circunstâncias que 210 I, 0,13 | necessidades instintivas ou adquiridas (guloseimas, fumo, álcool); 211 VI, 0 (13) | Ut Episcopis auxiliatores adsint et subsint ». ~ 212 V, 1,86 | Igreja».2 Se bem que existem adultos candidatos à vida religiosa, 213 II, 1,19 | julgar, optar. 4 Ele é o advogado-consolador que «vem em auxílio de nossa 214 II, 1,28 | cidades ou nas regiões mais afastadas e mais pobres do campo podem 215 I, 0,10 | um testemunho público de afastamento «do espírito do mundo» ( 216 V, 1,86 | Na medida em que estão afetados pelo que se convencionou 217 I, 0,12 | Os conselhos evangélicos afetam a pessoa humana no nível 218 III, 2,49 | nenhuma irregularidade possa afetar mais tarde a recepção das 219 V, 4,97 | Pastores. Toda dificuldade que afete a responsabilidade episcopal 220 III, 4,70 | tentações, crises de ou afetivas, ou as duas ao mesmo tempo, 221 I, 0,13 | pelo egoísmo afetivo que se afirma pela dominação da pessoa 222 II, 1,19 | história visivel, mas que age no mais secreto do coração 223 II, 1,21 | maneira especial, levando-o a agir com uma entrega total para 224 I, 0,9 | como hóstia viva, santa e agradável a Deus» (Rom 12, 1). Unicamente 225 I, 0,13 | passadas, sejam positivas para agredecê-las, sejam negativas para descobrir 226 V | FORMAÇÃO DOS RELIGIOSOS ~Agrupam-se aqui algumas questões ou 227 | 228 II, 4,39 | mistura, sem que se haja ajudado os jovens e as moças a reconhecer 229 I, 0,14 | cristã e a libertação, 29 ajudará no discernimento requerido 230 II, 3,36 | necessidade de peritos que o ajudem a percorrer «o caminho real 231 III, 3,63 | papel varia segundo a etapa alcançada pelo religioso, porém, a 232 III, 4,70 | ele em sua morte, a fim de alcançar, se possível, a ressurreição 233 I, 0,7 | Igreja e à salvação do mundo, alcançarem a perfeição da caridade 234 III, 2,55 | fazê-lo, vossa humanidade alcançou maturidade. "Humanidade 235 I, 0,13 | adquiridas (guloseimas, fumo, álcool); 4 - ajudar a cada um 236 Intro, 0 (5) | João Paulo II em Porto Alegre, 5 de julho de 1980: IDGP 237 I, 0,13 | outros, partilhando as suas alegrias e sendo fiel e constante 238 I, 0,14 | laboriosamente na sobriedade e alheia às riquezas terrenas implica 239 IV, 0,82 | recorrer também a pessoas alheias ao mosteiro e ainda à Ordem, 240 V, 3,93 | tempo, de um responsável alheio ao instituto, ao qual ele 241 IV, 0,76 | originalidade. A lectio divina se alimenta da Palavra de Deus, encontra 242 VI, 0,109 | enquanto participam na cura das almas e nas obras de apostolado 243 II, 3,38 | sua vida, um conveniente alternar-se do tempo dedicado à solidão 244 II, 4,41 | que é espelho dos mais altos sentimentos de que é capaz 245 III, 3,61 | religiosas e religiosos à altura das expectativas e das necessidades 246 I, 0,14 | bemaventuranças».27~Deus ama toda a família humana e 247 II, 4,40 | capaz de conhecê-lo e de amá-lo, não o quis solitário, mas 248 I, 0,15 | pessoas, ser estimados e amados;~estes mesmos candidatos 249 I, 0,12 | existência e de suas relações: o amar, o possuir e o poder. Esse 250 I, 0,12 | pretende libertar-se das amarras que poderiam retê-lo em 251 III, 2,52 | com grande discreção de ambas as partes em estreita colaboração 252 II, 4,39 | via «vivida como um estado ambíguo entre o celibato e o matrimonio». 42~ 253 V, 4,95 | do seu Instituto; neste ambito, eles devem dar uma verdadeira 254 V, 5,100 | formadores, pode efetuar-se no âmbito de um centro. A dos noviços, 255 III, 3,61 | defenderão das tentações sempre ameaçantes de um racionalismo crítico, 256 I, 0,17 | conselhos evangélicos busquem e amem, antes de tudo, a Deus que 257 III, 2,55 | um serviço voluntário, em amorosa servidão. E, ao fazê-lo, 258 Intro, 0,3 | A Congregação desde 1969 ampliou na Instrução Renovationis 259 I, 0,15 | claras e firmes, deixarão amplo espaço às iniciativas e 260 IV, 0,74 | nem pode ser a de adquirir amplos conhecimentos, nem conquistar 261 II, 1,24 | aceita ser percebido nem analisado somente a partir do ponto 262 V | algum caso são fruto de uma análise sucinta e que, por conseguinte, 263 III, 3,63 | necessário avaliar o caminhoandado».36 ~Essa direção espiritual, 264 Intro, 0 (3) | 365, e Estatutos geraus anexos à Constituicao.~ 265 IV, 0,77 | a vida monástica à vida angélica era, entre outros motivos, 266 I, 0,17 | própria prática dos conselhos angélicos, está infundida nos corações 267 III, 4,67 | quanto na esperança e na angústia dos povos; ~— a segunda 268 IV, 0,80 | de graças, o louvor, as angústias e o sofrimento dos homens 269 IV, 0,80 | eclesial. A caridade que os anima e que se esforçam por aperfeiçoar, 270 Intro, 0,1 | darão seus frutos somente se animadas por uma profunda renovação 271 I, 0,17 | religioso de Deus. Se está animado por uma caridade autenticamente 272 II, 1,26 | humilde realismo e a devem animar os esforços de formação 273 IV, 0,77 | outros motivos, porque os anjos são os «liturgos»7 de Deus. 274 I, 0,15 | candidatos necessitam sair do anonimato do mundo da técnica e reconhecer-se 275 | ante 276 IV, 0,77 | porque este fato como uma antecipação da liturgia celeste, é o 277 V, 1,88 | significava para as gerações anteriores. Muitas vezes há uma desproporãcao 278 Intro, 0,2 | SANTA ~2. Com notável anterioridade ao Concílio Vaticano II, 279 V, 3,93 | confusão entre os dois planos anteriormente mencionados.~ 280 V, 1,88 | culturas já evangelizadas desde antigamente. Aprendem muito pela imagem, 281 II, 3,37 | primários, é uma exigencia antropológica, antes de ser especificamente 282 I, 0,12 | poder. Esse enraizamento antropológico explica que a tradição espiritual 283 III, 4,68 | os exercícios espirituais anuais e os tempos de reanimação 284 V, 3,92 | intensamente o Evangelho e de anunciá-lo aos homens. Alguns deles 285 II, 1,24 | até que o Evangelho seja anunciado a toda pessoa humana e que 286 I, 0,16 | contemplação no monte, ora anunciando o Reino de Deus às multidões, 287 III, 3,59 | crises que sofreram. Por anúncios sucessivos da Paixão preparou-os 288 IV, 0,74 | tempo, Deus fá-la capaz de apaixonar-se por essa busca. É preciso, 289 VI, 0,108 | é religioso».6 Para que apareça sempre no religioso, sacerdote 290 I, 0,14 | aproveitar-se daquilo que aparece como uma promoção para seus 291 V, 3,92 | especialmente faz alguns decênios, apareceram novos movimentos mais independentes 292 Conclu, 0,110| Encarnação»,4 assim como apareceu no Concílio de Efeso. Maria 293 III, 4,70 | recebido a tarefa imensa da apascentar o rebanho do Senhor, ouviu 294 II, 1,29 | personalizada. Tratar-se-á, pois, de apelar vigorosamente à sua consciência 295 II, 2,35 | experiência de Deus e ajudá-los a aperfeiçoá-la progressivamente em sua 296 IV, 0,80 | anima e que se esforçam por aperfeiçoar, vivifica, ao mesmo tempo, 297 II, 1,20 | amor esponsal alcança o seu ápice na maternidade divina por 298 II, 3,37 | acabada. A pedagogia bem aplicada na formação das religiosas 299 Sig, 3 | essenciais da vida religiosa aplicados aos Institutos dedicados 300 Intro, 0,5 | competente, as quais se aplicam também aos religiosos candidatos 301 II, 2,34 | Esses critérios podem aplicar-se facilmente aos candidatos 302 I, 0,17 | e, em toda ocasião, se apliquem a manter a vida escondida 303 II, 1,24 | enraíza numa história, que se apóia sobre o fundamento dos apóstolos 304 IV, 0,76 | formação e sobre ela se apóiam as etapas ulteriores. ~ 305 III, 3,59 | A pedagogia desta etapa aponta pois a permitir ao jovem 306 III, 3,61 | indicativo e, decididamente, apontam alto, dada a necessidade 307 Intro, 0 (3) | pp.561-564; Constitut. Apostól. Sedes Sapientiae, 31.5. 308 Sig, 4 | OUTRAS SIGLAS~AAS Acta Apostolicae Sedis~CTICTIComissão teológica 309 II, 4,39 | respectivas. Os contatos apostólicos de todo gênero, a maior 310 II, 3,36 | homem novo, o religioso e o apóstolo. 39 Isso nos leva a recordar 311 II, 1,28 | um valor particularmente apreciado, a comunidade religiosa 312 II, 1,19 | unção» que «faz gostar», apreciar, julgar, optar. 4 Ele é 313 III, 2,46 | divino na sagrada liturgia; aprendam a levar em Cristo uma vida 314 III, 2,56 | preparação prolongada e uma aprendizagem perseverante. Isso justifica 315 III, 4,70 | profissão perpétua, quando se apresenta o risco de uma vida «rotineira» 316 II, 1,21 | com sua ação 1itúrgica, apresenta-a como um estado consagrado 317 III, 1,43 | que os candidatos que se apresentam não tenham terminado todos 318 V, 1,89 | outros, a vida religiosa se apresentará como o lugar ideal para 319 V, 1,89 | candidatos à vida religiosa se apresentarão em busca mais ou menos conscientemente, 320 I, 0,6 | primeiro lugar, assimilar e aprofundar depois, em que consiste 321 Intro | disposições e orientações aprovadas pelo Santo Padre e propostas 322 I, 0,14 | as famílias esperam poder aproveitar-se daquilo que aparece como 323 III, 2,47 | ao costume e ao gosto de aproximar-se dos grandes autores da tradição 324 IV, 0,74 | a estes religiosos a se aproximarem do mistério de Deus, sem 325 III, 3,62 | instituto e tendo em conta suas aptidões e aspirações pessoais. Tratando-se 326 | aquela 327 Intro, 0,4 | institutos recém-fundados e àqueles que, no momento, dispoem 328 V, 5,99 | da federação, das quais aquí não se fala. O mesmo se 329 III, 3,60 | formação, e contrariamente àquilo que se disse a propósito 330 III, 4,67 | inicial estava ordenada à aquisição pela pessoa de uma suficiente 331 Conclu, 0,110| Praefectus~+ VINCENTIUS FAGIOLO~Arch. em. Theatin.-Vasten.~Secretarius~ 332 IV, 0 (7) | Origines, Peri Archôn, 1.8.1. ~ 333 I, 0,13 | 1 Cor 7, 32-35) para que arda de amor de Deus e de todos 334 II, 1,29 | crer»,29 mas que terminam ardendo de fervor quando o Senhor 335 V, 1,87 | geralmente, e às vezes, ardentemente, a um mundo melhor e não 336 V, 1,87 | qualquer tipo que sejam, ardentes partidários da libertação 337 III, 3,59 | riscos de desorientação e de aridez. Nos institutos dedicados 338 III, 4,70 | doença, física ou psíquica, aridezes esprituais, fortes tentações, 339 III, 2,50 | um clima propício para um arraigamento em profundidade na vida 340 III, 3,61 | diferentes partes estarão bem articuladas para que ressalte a «hierarquia» 341 II, 1,25 | comunhão, testemunhas e artífices deste projeto de comunhão 342 I, 0,16 | institutos religiosos é como «uma árvore que se ramifica, esplendida 343 V, 3,92 | partilhar não só o trabalho, mas ás vezes também a oração e 344 II, 1,20 | LG 52 e 59), depois da Ascensão do Senhor. Por isso, desde 345 II, 1,24 | chega a Palavra de Deus; que aspira à unidade visível com as 346 III, 3,62 | em conta suas aptidões e aspirações pessoais. Tratando-se dessas 347 V, 1,87 | liberdade e de autenticidade. Aspiram, geralmente, e às vezes, 348 I, 0,10 | comum12 e o instituto lhes assegura «o apoio de uma maior estabilidade 349 II, 2,33 | vida religiosa, mas deve assegurar as avaliações ao longo de 350 Conclu, 0,110| uma teologia autêntica, assegurará a formação dos religiosos, 351 II, 1,28 | respondam a certos critérios que assegurem a sua autenticidade religiosa; 352 IV, 0,73 | solidão e no silêncio, em assídua oração e gozosa penitência, 353 III, 1,43 | para promover a cultura sem assimilá-la a uma cultura estrangeira. 354 II, 3,38 | para favorecer a escuta e a assimilação da palavra de Deus, ao mesmo 355 I, 0,6 | descobrir, em primeiro lugar, assimilar e aprofundar depois, em 356 III, 4,70 | Espírito Santo. Em particular, assinalamos como etapas significativas: ~— 357 III, 2,52 | Contudo, nem ele nem o seu assistente nos institutos clericais 358 IV, 0,83 | 83. A associação de mosteiros de Monjas a 359 V, 1,87 | que se comprometeram em associações políticas, sociais, culturais 360 IV, 0,85 | mosteiros não federados ou não associados que elaborem um programa 361 I, 0,13 | formados de maneira que assumam o celibato consagrado a 362 III, 2,45 | vida que o Filho de Deus assumiu e que Ele nos propõe no 363 II, 1 (12) | Cf. Santo Atanásio, Vida de Santo Antão: PG 364 V, 2,91 | formação, não podem deixar de atender a esse aspecto no acompanhamento 365 III, 1,43 | preciso, ao mesmo tempo, estar atento para promover a cultura 366 IV, 0,82 | disciplina da clausura, é preciso ater-se à legislação em vigor. 16 367 V, 1,87 | guerras, injustiças. Essa atitude não está sempre dirigida — 368 I, 0,15 | obediência responsável e ativa. Contudo, corresponde a 369 II, 1,28 | formação inclui períodos de atividaãe apostólica, na qual esta 370 II, 1,27 | no seio da comunidade uma atmosfera espiritual, uma austeridade 371 I, 0,14 | numa vida laboriosa, em atos conncretos e humildes de 372 V, 2,91 | Concretamente, esta afinidade atrái a nossa atenção sobre alguns 373 V, 1,88 | feliz, dadas as crises que atravessa a instituição, tanto onde 374 III, 4,71 | e às circunstâncias que atravessam.~ 375 Intro | publica o presente documento, atribui-lhe o caráter de Instrução segundo 376 II, 2,33 | vida religiosa se podem atribuir, em efeito, a falhas não 377 I, 0,15 | com a missão de Jesus e atualizá-la no tempo, inclusive quando 378 Conclu, 0,110| esperar que os que estão atualmente nesse cargo hajam terminado 379 II, 1,30 | ressuscitado se faz presente e atuante através de um conjunto de 380 II, 1,32 | formadora, os seus membros devem atuar de comum acordo, vivamente 381 III, 4,67 | subordinação à hierarquia, a audácia nas iniciativas, a constância 382 Conclu, 0,110| cumprir plenamente. ~Em audiência concedida a 10 de novembro 383 V, 1,88 | cultura se caracteriza por uma ausencia quase total de dimensão 384 IV, 0,75 | estabilidade dos membros e a ausência de atividades fora do mosteiro. 385 Conclu, 0,110| Igreja como um selo que autentifica o mistério da Encarnação»,4 386 IV, 0 (15) | Menino Jesus, Manuscritos autobiográficos, ed. francesa,1957, p.229. ~ 387 III, 4,70 | experiência de vida mais autônoma, na qual o religioso deve 388 III, 2,47 | aproximar-se dos grandes autores da tradição espiritual da 389 Conclu, 0,110| Sociedades de vida apostólica e autorizou a sua publicação sob o título 390 VI, 0 (13) | cf. 35: « Ut Episcopis auxiliatores adsint et subsint ». ~ 391 II, 1,19 | advogado-consolador que «vem em auxílio de nossa debilidade», sustenta 392 II, 2,33 | religiosa, mas deve assegurar as avaliações ao longo de todo o ciclo 393 Conclu, 0,110| longo dos tempos, a Igreja «avança seguindo o itinerário realizado 394 I, 0,10 | sua profissão religiosa, avançando com alegria espiritual pela 395 II, 1,30 | parece que Deus quer faze-los avançar. Corresponde-lhes também 396 V, 5,98 | a qual não podiam levar avante sozinhos. ~ 397 III, 1,43 | escolaridade é ainda relativamente baixa e onde, contudo, o Senhor 398 II, 4 (42) | particular dos bispos dos Países Baixos: L'Osservatore Romano, 2 399 IV, 0,76 | deve ouvir, e, quiçá, até balbuciar, à maneira dos antigos. 400 II, 1,27 | simplicidade e confiança, baseadas principalmente na e na 401 III, 1,43 | Tratando-se da cultura básica, será conveniente ter em 402 IV, 0,82 | Quando um mosteiro não pode bastar-se a si mesmo por falta de 403 II, 2,34 | recorda, enfim, as raízes batismais da consagração religiosa37 404 II, 1,22 | alimento para nutrir a sua vida batismal e a sua consagração religiosa. 405 VI, 0,108 | vida religiosa; 9 ~— que bebam, para a sua vida espiritual, 406 II, 4,41 | mulher os reflexos de uma beleza, que é espelho dos mais 407 V, 3,92 | religiosa, e cuja influência benéfica para a Igreja foi frequentemente 408 I, 0,17 | ainda, «a ação apostólica e beneficente pertencem à natureza da 409 III, 3,59 | fase da formação que se beneficia do dinamismo e da estabilidade 410 IV, 0,81 | grupos mais iniciados, deve beneficiar-sedas vantagens de uma formação 411 Conclu, 0,110| Jesus, leva-a a termo em benefício do seu Corpo que é a Igreja 412 Intro, 0 (5) | 2, 128; João Paulo II em Bergamo, 26 de abril de 1981; ibid. 413 IV, 0,76 | objeto o texto mesmo da Bíblia ou um texto litúrgico, ou 414 III, 3,61 | lugar importante a teologia bíblica, dogmática, espiritual e 415 IV, 0,84 | com a ajuda de uma boa biblioteca constantemente atualizada 416 Sig, 4 | vaticanum, Edições dehonianas, Bologna~IDGP Ensinamentos de João 417 Intro, 0 (5) | 1212; João Paulo II em Bombaim, 10 de fevereiro de 1986: 418 II, 1,20 | Santo. Mãe, ela leva em seus braços a Cristo, e ao mesmo tempo, 419 I, 0,18 | unidade de vida, pacientemente buscada, mas jamais suficientemente 420 IV, 0,74 | como Deus não se cansa de buscar a sua criatura para fazer 421 V, 1,89 | espírito mais conservador, buscarão na vida religiosa um lugar 422 I, 0,17 | os conselhos evangélicos busquem e amem, antes de tudo, a 423 III, 2,52 | outra obrigaçãçque o impe,ca de cumprir plenamente a 424 VI, 0,104 | e de teologia levados a cabo sucessiva ou conjuntamente, 425 I, 0,13 | prestando atenção para não cair num egoísmo afetivo orgulhosamente 426 III, 4,70 | descreve num contexto de caminhada para a ressurreição: «É 427 III, 4,67 | nossos dias, afeta todos os campos da atividade profissional. 428 II, 1,24 | Magistério, o tríplice e único canal pelo qual lhe chega a Palavra 429 Sig, 3 | Canónico, 1983~c. o cc. Cânones do Código de Direito Canônico~ 430 I, 0,7 | institutos de vida consagrada canonicamente erigidos pela competente 431 III, 2,49 | a admissão, as condições canonicas de liceidade e de validade 432 Sig, 3 | ~CDC Código de Direito Canónico, 1983~c. o cc. Cânones do 433 IV, 0,74 | Escritura como Deus não se cansa de buscar a sua criatura 434 II, 1,30 | a pessoa chamada tem as capacidades exigidas em tal momento 435 II, 1,27 | e um estímulo apostólico capazes de impulsioná-los a seguir 436 IV, 0,72 | 72. O que foi dito nos capítulos precedentes se aplica aos 437 Intro, 0 (5) | aos mestres de noviços dos capuchinhos em Roma, 28 de setembro 438 IV, 0,73 | Deus, é o seu modo típico e característico de ser Igreja, de viver 439 I, 0,13 | o amor humano. Tendência caracterizada pelo egoísmo afetivo que 440 Conclu, 0,110| fevereiro de 1990. ~fr. JÉRÔME Card. HAMER ~Praefectus~+ VINCENTIUS 441 Conclu, 0,110| novembro de 1989 ao subscrito Cardeal Prefeito, o Santo Padre 442 III, 4,67 | especial, esta autenticidade carismática viva e hábil nas suas invenções, 443 V, 1,87 | políticas, sociais, culturais e caritativas para contribuir a melhorar 444 IV, 0 (9) | 1180. Ver também carta aos Cartuxos 18.4.1971: AAS 63 (1971) 445 III, 1,44 | representantes; vida comum numa casa de acolhida para candidatos, 446 I, 0,13 | fidelidade na pureza. Não é casual o fato de que os antigos 447 III, 1,43 | de base ou de um simples catecumenato. As vezes, de fato, acontece 448 II, 1,24 | outras comunida-cristãs não católicas. Um povo que não ignora 449 V, 2 (7) | inculturação, n. 8 e 22: Civiltà Cattolica, enero 1989. ~ 450 I, 0,13 | castidade, assumido por causa do Reino dos céus e que 451 V, 1,87 | ao máximo, em favor das causas que contemplam a qualidade 452 IV, 0,77 | e o meio privilegiado de celebrar em nome da Igreja, no gôzo 453 III, 2,56 | profissão temporária, que deve celebrar-se «sem nenhuma solenidade 454 IV, 0,73 | Igreja e uma fonte de graças celestes». 1 ~No seio de uma Igreja 455 Intro, 0,5 | aos institutos religiosos. Centra-se no que é mais específico 456 I, 0,14 | isso têm a finalidade de centrar a sua vida em Jesus Cristo 457 IV, 0,74 | necessário também destacar as certezas que a Revelação oferece 458 II, 1,24 | pequeno rebanho», mas que não cessa até que o Evangelho seja 459 V, 5,99 | de serviços periódicos. Chama-se centro intercongregacional 460 VI, 0,108 | superiores do instituto os chamam a isso. ~Se se respeitam 461 III, 2,55 | Criador no momento em que Ele chamou à existência o homem feito 462 II, 1,24 | Pedro o Vigário de Cristo e chefe visível de toda a Igreja. 463 V, 2,91 | religiosas e os religiosos chegam a inculturar a sua própria 464 III, 1,42 | deve ser julgado capaz de chegarprogressivamente. Poder 465 II, 1,23 | seus Pastores. A Igreja «cheia da Trindade»,16 como dissera 466 Sig, 2 | ChL Exortação apostólica Christifideles laici, João Paulo II, 1989~ 467 I, 0,12 | cooperar na construção da cidade terrena. 19~Os conselhos 468 II, 1,28 | na periferia das grandes cidades ou nas regiões mais afastadas 469 IV, 0,79 | solidariedade nacional à qual nenhum cidadùao tem o direito de se subtrair. 470 II, 4,41 | oferecidas pelas diferentes ciências humanas e as diversas culturas. 47~ 471 III, 4,70 | mãos, e outro colocará o cinto em você e o levará para 472 Intro, 0 (3) | AAS 36 (1944) 213 Litt. circ. Quantum conferat, 10.6. 473 Sig, 3 | CIVCSVA, 1983~FS Carta circular sobre alguns aspectos mais 474 V, 2 (7) | inculturação, n. 8 e 22: Civiltà Cattolica, enero 1989. ~ 475 III, 3,58 | correspondentes, eclesiásticos ou civis, de acordo com a oportunidade. 476 VI, 0,108 | que tenham uma percepção clara e convicções firmes sobre 477 I, 0,15 | porém, suficientemente claras e firmes, deixarão amplo 478 II, 1,19 | suscitada pelo desejo de ver claro em si mesmo e pela disponibilidade 479 I, 0,14 | só ambiente ou a uma só classe social.~O estudo da doutrina 480 III, 2,49 | admitir ao noviciado um clérigo secular, os Superiores devem 481 VI, 0,109 | verídico, eles pertencem ao clero da diocese, enquanto participam 482 I, 0,17 | autenticamente teologal, esse serviço cobra valor de serviço a Deus. 44 483 II, 1,32 | menos necessárias são a coesão e a colaboração contínua 484 I, 0,17 | com Cristo em Deus (cf. Col. 3, 3), donde emana e urge 485 III, 1,44 | discernimento da sua vocação. Eles colaborarão ativamente com os mestres 486 V, 5,99 | colocado sob a responsabilidade coletiva dos superiores maiores dos 487 I, 0,15 | o religioso obedece, ele coloca a sua obediência na linha 488 V, 5,98 | todos os continentes, a colocar em comum os seus meios de 489 III, 4,70 | estenderá as suas mãos, e outro colocará o cinto em você e o levará 490 Conclu, 0,110| responsabilidade pessoal e comunitária. Colocaram-se várias questões atuais; 491 I, 0,13 | pelos votos de religião coloque no centro de sua vida afetiva 492 III, 4,70 | modo muito flexível. Convém combiná-las concretamente com aquelas 493 III, 2,45 | noviciado, com o qual se começa a vida no instituto, destina-se 494 III, 1,43 | para que o noviciado possa começar sem ter que retroceder ao 495 V, 1,88 | histórica, como se o mundo começasse hoje. Tão pouco estão isentos 496 IV, 0,77 | institutos. Se os antigos comparavam a vida monástica à vida 497 V, 3,92 | espiritualidade específica compartilhavam. Em nossos dias, e especialmente 498 Conclu, 0,110| e dos bispos aos quais «compete o ministério de discernir 499 V, 3,92 | sua vez, são diversas e complementares, de maneira que cada uma 500 I, 0,17 | qual se incorpora, como um complemento subsidiário, o fim específico 501 V | discussão, esclarecimentos e complementos. Em outros casos, enumeram-se 502 V, 1,89 | problemas que a riqueza e complexidade desse tecido humano criam


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