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Decl. conjunta sobre a doutrina da justificação

IntraText - Concordâncias

de

                                                     negrito = Texto principal
    Cap., Parágrafo                                  cinza = comentário
1 Pre, 1(1) | Os artigos de Esmalcalde II, 1 (Livro 2 Pre, 1(1) | Esmalcalde II, 1 (Livro de concórdia: as confissões 3 Pre, 1 | à Igreja católica romana de então as quais, por sua 4 Pre, 1 | reformatória, residia o cerne de todas as confrontações. 5 Pre, 1(2) | genera doctrinarum" (Edição de Weimar das obras de Lutero, 6 Pre, 1(2) | Edição de Weimar das obras de Lutero, 39/I, 205).~ 7 Pre, 1 | luteranos3 e no Concílio de Trento da Igreja católica 8 Pre, 1(3) | Note-se que uma série de Igrejas luteranas adotaram 9 Pre, 1(3) | compromissiva somente a Confissão de Ausburgo e o Catecismo Menor 10 Pre, 1(3) | Ausburgo e o Catecismo Menor de Lutero. Estes escritos confessionais 11 Pre, 3 | Igrejas?" (1986)7, do Grupo de Trabalho Ecumênico de teólogos 12 Pre, 3 | Grupo de Trabalho Ecumênico de teólogos evangélicos e católicos 13 Pre, 3 | Alguns destes relatórios de diálogo obtiveram recepção 14 Pre, 3 | com o máximo grau possível de reconhecimento eclesiástico 15 Pre, 3(8) | posicionamentos que servem de base a essa resoluçao, cf. 16 Pre, 4 | 4. Todos os relatórios de diálogo citados, bem como 17 Pre, 4 | justificação, alto grau de orientação e juízos comuns. 18 Pre, 4 | comuns. Por isso está na hora de fazer um balanço e de resumir 19 Pre, 4 | hora de fazer um balanço e de resumir os resultados dos 20 Pre, 4 | diálogos sobre a justificação, de modo a informar nossas Igrejas, 21 Pre, 4 | resultado geral desse diálogo e de dar-lhes, ao mesmo tempo, 22 Pre, 4 | ao mesmo tempo, condições de se posicionarem de modo 23 Pre, 4 | condições de se posicionarem de modo compromissivo a respeito.~ 24 Pre, 5 | estão agora em condições de articular uma compreensão 25 Pre, 5 | articular uma compreensão comum de nossa justificação pela 26 Pre, 5 | justificação pela graça de Deus na em Cristo. Esta 27 Pre, 5 | não constituem mais motivo de condenações doutrinais.~ 28 Pre, 6 | ao lado dos relatórios de diálogo e documentos 29 Pre, 7 | DC se baseia na convicção de que uma superação de questões 30 Pre, 7 | convicção de que uma superação de questões controversas e 31 Pre, 7 | questões controversas e de condenações doutrinárias 32 Pre, 7 | porém, sobre a convicção de que no decorrer da história 33 Pre, 7 | chegam a novas percepções e de que ocorrem desdobramentos 34 1, 8 | por nossa maneira conjunta de escutar a palavra de Deus 35 1, 8 | conjunta de escutar a palavra de Deus nas Escrituras Sagradas. 36 1, 8 | Juntos ouvimos o evangelho de que "Deus amou o mundo de 37 1, 8 | de que "Deus amou o mundo de tal maneira que deu Seu 38 1, 8 | Esta Boa Nova é exposta de diferentes maneiras nas 39 1, 8 | Testamento ouvimos a palavra de Deus sobre a pecaminosidade 40 1, 8 | 11]; Jr 9, 24) e o juízo de Deus (cf. Ecl 12, 14; Sl 41 1, 9 | justificação" são abordados de maneira diferenciada em 42 1, 9 | 10, 37 s.) e na Epístola de Tiago (cf. 2, 14-26).10 43 1, 9 | dom da salvação é descrito de diferentes modos, entre 44 1, 9 | justificação" do pecador pela graça de Deus na (cf. Rm 3, 23- 45 1, 9 | 23-25), que foi destacada de maneira especial no tempo 46 1, 9(10) | Cf. Relatório de Malta nn. 26-30; Rechtfertigung 47 1, 9(10) | New Testament, com reaçoes de Joseph A. FITZMEYER e Jerome 48 1, 9(10) | compilados no relatório de diálogo Justification by 49 1, 10 | descreve o evangelho como poder de Deus para a salvação do 50 1, 10 | que proclama a "justiça de Deus de em " (Rm 1, 51 1, 10 | proclama a "justiça de Deus de em " (Rm 1, 16 s.) 52 1, 10 | morte e na ressurreição de Cristo estão enraizadas 53 1, 10 | enraizadas todas as dimensões de sua obra redentora, porque " 54 1, 10 | Senhor foi entregue por causa de nossas transgressões e ressuscitou 55 1, 10 | e ressuscitou por causa de nossa justificação" (Rm 56 1, 10 | humanos necessitam da justiça de Deus, "pois todos pecaram 57 1, 10 | pecaram e carecem da glória de Deus" (Rm 3, 23; cf. Rm 58 1, 10 | 3-9) Paulo entende a de Abraão (cf. Gn 15, 6) como 59 1, 10 | sublinhar seu evangelho de que aquela justiça será 60 1, 10 | Abraão, confiam na promessa de Deus. "O justo viverá pela 61 1, 10 | cartas paulinas a justiça de Deus é simultaneamente o 62 1, 10 | simultaneamente o poder de Deus para cada crente (cf. 63 1, 10 | mediante a ; e isto não vem de vós, é dom de Deus; não 64 1, 10 | isto não vem de vós, é dom de Deus; não de obras" (Ef 65 1, 10 | vós, é dom de Deus; não de obras" (Ef 2, 8 s.).~ 66 1, 11 | com Deus, agora, mas de forma plena no reino vindouro 67 1, 11 | plena no reino vindouro de Deus (cf. Rm 5, 1 s.). Une 68 1, 11 | Tudo isso provém somente de Deus, por amor de Cristo, 69 1, 11 | somente de Deus, por amor de Cristo, por graça, pela 70 1, 11 | graça, pela no "evangelho de Deus com respeito a seu 71 1, 12 | que provém da palavra de Cristo (cf. Rm 10, 17) e 72 1, 12 | repetidamente ouvir as promissões de Deus, confessar seus pecados ( 73 1, 12 | participar do corpo e do sangue de Cristo e ser exortadas a 74 1, 12 | conformidade com a vontade de Deus. Por isso o apóstolo 75 1, 12 | intermédio da obra justa de Cristo haverá justificação 76 2, 13 | doutrina da justificação, de modo que a presente DC pode 77 2, 13 | mais se aplicam ao parceiro de hoje.~ 78 3, 14 | os diálogos teológicos de anos recentes entre as Igrejas 79 3, 15 | a morte e a ressurreição de Cristo são fundamento e 80 3, 15 | na na obra salvífica de Cristo, e não por causa 81 3, 15 | Cristo, e não por causa de nosso mérito, somos aceitos 82 3, 16 | por sua vez, é presente de Deus através do Espírito 83 3, 16 | crentes àquela renovação de sua vida que Deus consuma 84 3, 17 | Compartilhamos a convicção de que a mensagem da justificação 85 3, 17 | justificação nos remete de forma especial ao centro 86 3, 17 | forma especial ao centro de testemunho neotestamentário 87 3, 17 | neotestamentário da ação salvífica de Deus em Cristo: ela nos 88 3, 17 | perdoadora e renovadora de Deus, misericórdia esta 89 3, 17 | receber na , mas que nunca - de qualquer forma que seja - 90 3, 18 | conexão e a importância de todas as verdades da . 91 3, 18 | compartilham o alvo comum de confessar em tudo a Cristo, 92 3, 18 | unicamente importa confiar, acima de todas as coisas, como mediador 93 4, 19 | completamente da graça salvadora de Deus. A liberdade que ele 94 4, 19 | se encontra sob o juízo de Deus, sendo por si incapaz 95 4, 19 | sendo por si incapaz de se voltar a Deus em busca 96 4, 19 | se voltar a Deus em busca de salvamento, ou de merecer 97 4, 19 | busca de salvamento, ou de merecer sua justificação 98 4, 19 | justificação perante Deus, ou de alcançar a salvação pela 99 4, 20 | assentir à ação justificadora de Deus, eles vêem mesmo nesse 100 4, 20 | uma ação humana a partir de forças próprias.~ 101 4, 21 | luterana o ser humano é incapaz de cooperar em sua salvação, 102 4, 21 | isso qualquer possibilidade de uma contribuição própria 103 4, 21 | operada pela própria palavra de Deus.~ 104 4 | Justificação como perdão de pecados e ato de tornar 105 4 | perdão de pecados e ato de tornar justo~~ 106 4, 22 | aspectos da ação graciosa de Deus não devem ser separados. 107 4, 22 | Eles estão correlacionados de tal maneira que o ser humano, 108 4, 22 | a presença santificadora de Deus. Porque católicos e 109 4, 23 | enfatizam que a justiça de Cristo é nossa justiça, 110 4, 23 | Quando dizem que a graça de Deus é amor que perdoa (" 111 4, 23 | amor que perdoa ("favor de Deus")12, não negam com 112 4, 23 | justificação permanece livre de cooperação humana, tampouco 113 4, 23 | dependendo do efeito renovador de vida que a graça produz 114 4, 24 | assegurar que a graça perdoadora de Deus sempre está ligada 115 4, 24 | está ligada ao presente de uma nova vida, que no Espírito 116 4, 24 | justificação permanece independente de cooperação humana.~ 117 4, 25 | pela na ação salvífica de Deus em Cristo; essa salvação 118 4, 25 | batismo como fundamento de toda a sua vida cristã. 119 4, 25 | confia na promessa graciosa de Deus; nessa estão compreendidos 120 4, 26 | a renovação da conduta de vida que necessariamente 121 4, 26 | provém tal renovação. Do amor de Deus, que é presenteado 122 4, 27 | nos torna filhos e filhas de Deus. Na justificação as 123 4, 27 | pessoas justificadas recebem de Cristo , esperança e amor 124 4, 27 | dependente da atuação criadora de salvação do Deus gracioso, 125 4, 27 | ele pudesse apelar diante de Deus. Quando, segundo a 126 4, 27 | depende da graça inescrutável de Deus e não representa qualquer 127 4, 27 | pudéssemos orgulhar-nos diante de Deus (cf. Rm 3, 27).~ 128 4, 28 | incessantemente dependente da graça de Deus que justifica de modo 129 4, 28 | graça de Deus que justifica de modo incondicional. Também 130 4, 28 | oposição a Deus em termos de cobiça egoísta do velho 131 4, 28 | Nosso, a cada dia, o perdão de Deus (cf. Mt 6, 12; 1 Jo 132 4, 29 | entendem isso no sentido de que a pessoa cristã é "ao 133 4, 29 | e lhe concede a justiça de Cristo, da qual ela se apropria 134 4, 29 | Cristo a torna justa diante de Deus. Olhando, porém, para 135 4, 29 | obstante, graças ao mérito de Cristo, o poder escravizante 136 4, 29 | não está mais separada de Deus, porque no retorno 137 4, 29 | tem seu pecado perdoado, de sorte que seu pecado 138 4, 29 | pecado, ela está inseparada de Deus em Cristo e que seu 139 4, 29(15)| Cf. Apologia da Confissao de Ausburgo II, 38-45.~ 140 4, 30 | concepção católica, a graça de Jesus Cristo concedida no 141 4, 30 | pecado, o que é "digno de condenação" (Rm 8, 1),16 142 4, 30 | corresponde ao desígnio original de Deus para a humanidade nem 143 4, 30 | Deus e que permanece objeto de luta vitalícia; em gratidão 144 4, 30 | redenção por intermédio de Cristo querem destacar que 145 4, 30 | Deus não merece o castigo de morte eterna17 e não separa 146 4, 30 | separa a pessoa justificada de Deus. Quando, porém, a pessoa 147 4, 30 | se separa voluntariamente de Deus, não basta voltar a 148 4, 30 | força da obra reconciliadora de Deus em Cristo.~ 149 4, 31 | evangelho "independentemente de obras da lei" (Rm 3, 28). 150 4, 31 | tempo que os mandamentos de Deus permanecem em vigor 151 4, 31 | vida, expressa a vontade de Deus, que constitui padrão 152 4, 31 | Deus, que constitui padrão de conduta também para a pessoa 153 4, 32 | distinção e a correta correlação de lei e evangelho é essencial 154 4, 32 | inteiramente para a misericórdia de Deus em Cristo, a qual unicamente 155 4, 33 | vez que a lei como caminho de salvação foi cumprida e 156 4, 33 | um legislador à maneira de Moisés. Quando católicos 157 4, 33 | observar os mandamentos de Deus, não negam com isso 158 4, 33 | prometida aos filhos e filhas de Deus por Jesus Cristo18.~ 159 4 | 4.6. Certeza de salvação~~ 160 4, 34 | misericórdia e nas promissões de Deus. Também em face de 161 4, 34 | de Deus. Também em face de sua própria fraqueza e de 162 4, 34 | de sua própria fraqueza e de muitas ameaças para sua 163 4, 34 | graças à morte e ressurreição de Cristo - na promessa eficaz 164 4, 34 | promessa eficaz da graça de Deus em palavra e sacramento 165 4, 35 | 35. Isto foi acentuado de maneira especial pelos reformadores: 166 4, 35 | na confiança na promissão de Deus, ela tem certeza de 167 4, 35 | de Deus, ela tem certeza de sua salvação, mesmo que, 168 4, 36 | preocupação dos reformadores de basear a na realidade 169 4, 36 | realidade objetiva da promessa de Cristo, desconsiderando 170 4, 36 | somente na palavra promitente de Cristo (cf. Mt 16, 19; 18, 171 4, 36 | duvidar da misericórdia de Deus e do mérito de Cristo. 172 4, 36 | misericórdia de Deus e do mérito de Cristo. Mas toda pessoa 173 4, 36 | inteiramente consciente de seu próprio fracasso, contudo, 174 4, 36 | crente pode ter certeza de que Deus quer sua salvação.~ 175 4, 37 | cristãos a realizar obras de amor.~ 176 4, 38 | 38. De acordo com a concepção católica, 177 4, 38 | um crescimento na graça de tal modo que a justiça recebida 178 4, 38 | modo que a justiça recebida de Deus é conservada e a comunhão 179 4, 38 | essas obras têm a promessa de recompensa no céu. Querem 180 4, 38 | contestar com isso o caráter de presente das boas obras 181 4, 39 | luteranos existe a idéia de uma preservação da graça 182 4, 39 | uma preservação da graça e de um crescimento em graça 183 4, 39 | como aceitação da parte de Deus e participação na justiça 184 4, 39 | participação na justiça de Cristo, sempre é perfeita; 185 4, 39 | não deixam, no entanto, de entender a vida eterna, 186 5, 41 | condenações do Concílio de Trento. As condenações contidas 187 5, 42 | para nós "o significado de advertências salutares", 188 5, 43 | respeito existem ainda questões de importância diversificada 189 5, 43 | relação entre a palavra de Deus e doutrina eclesiástica, 190 5, 43 | da autoridade na Igreja, de sua unidade, do ministério 191 5, 43 | social. Temos a convicção de que a compreensão comum 192 5, 44 | visível que é a vontade de Cristo.~ ~


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