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Decl. conjunta sobre a doutrina da justificação

IntraText - Concordâncias

e

                                                         negrito = Texto principal
    Cap., Parágrafo                                      cinza = comentário
1 Pre, 1 | considerada o "primeiro e principal artigo"1 e simultaneamente " 2 Pre, 1 | primeiro e principal artigo"1 e simultaneamente "regente 3 Pre, 1 | simultaneamente "regente e juiz sobre todas as partes 4 Pre, 1 | particularmente sustentada e defendida em sua expressão 5 Pre, 1 | sua expressão reformatória e sua relevância especial 6 Pre, 1 | especial face à teologia e à Igreja católica romana 7 Pre, 1 | por sua vez, sustentavam e defendiam uma doutrina da 8 Pre, 1 | confessionais luteranos3 e no Concílio de Trento da 9 Pre, 1 | condenações vigoram até hoje e têm efeito divisor entre 10 Pre, 1(3) | a Confissão de Ausburgo e o Catecismo Menor de Lutero. 11 Pre, 3 | relatórios "O evangelho e a Igreja" (1972)4 e "Igreja 12 Pre, 3 | evangelho e a Igreja" (1972)4 e "Igreja e justificação" ( 13 Pre, 3 | Igreja" (1972)4 e "Igreja e justificação" (1994)5, da 14 Pre, 3(4) | CATÓLICO-LUTERANA, O evangelho e a Igreja, s.d.~ 15 Pre, 3 | católico-luterano nos Estados Unidos, e ao estudo "Condenações doutrinais - 16 Pre, 3 | de teólogos evangélicos e católicos na Alemanha. Alguns 17 Pre, 4 | alto grau de orientação e juízos comuns. Por isso 18 Pre, 4 | hora de fazer um balanço e de resumir os resultados 19 Pre, 4 | Igrejas, com a devida precisão e brevidade, sobre o resultado 20 Pre, 4 | resultado geral desse diálogo e de dar-lhes, ao mesmo tempo, 21 Pre, 5 | Igrejas luteranas signatárias e a Igreja católica romana9 22 Pre, 5 | doutrina da justificação e mostra que os desdobramentos 23 Pre, 6 | não é uma exposição nova e independente, ao lado dos 24 Pre, 6 | dos relatórios de diálogo e documentos existentes, 25 Pre, 6 | reporta, antes, a esses textos e sua argumentação.~ 26 Pre, 7 | de questões controversas e de condenações doutrinárias 27 Pre, 7 | não minimiza as divisões e condenações nem desautoriza 28 Pre, 7 | chegam a novas percepções e de que ocorrem desdobramentos 29 Pre, 7 | exigem, que as questões e condenações divisoras sejam 30 Pre, 7 | divisoras sejam examinadas e vistas sob uma nova luz.~ 31 1, 8 | Ecl 8, 9 s.; Esd 9, 6 s.) e sobre a desobediência humana ( 32 1, 8 | cf. 53, 11]; Jr 9, 24) e o juízo de Deus (cf. Ecl 33 1, 9 | Testamento os temas "justiça" e "justificação" são abordados 34 1, 9 | Hebreus (cf. 5, 13; 10, 37 s.) e na Epístola de Tiago (cf. 35 1, 9(10)| reaçoes de Joseph A. FITZMEYER e Jerome D. QUINN (Filadélfia/ 36 1, 10 | em " (Rm 1, 16 s.) e que presenteia a "justificação" ( 37 1, 10 | Deus (cf. 23, 6). Na morte e na ressurreição de Cristo 38 1, 10 | de nossas transgressões e ressuscitou por causa de 39 1, 10 | Deus, "pois todos pecaram e carecem da glória de Deus" ( 40 1, 10 | cartas aos Gálatas (cf. 3, 6) e aos Romanos (cf. 4, 3-9) 41 1, 10 | o pecador (cf. Rm 4, 5) e invoca o testemunho do Antigo 42 1, 10 | sois salvos, mediante a ; e isto não vem de vós, é dom 43 1, 11 | poder dominante do pecado e da morte (cf. Rm 5, 12-21) 44 1, 11 | morte (cf. Rm 5, 12-21) e da maldição da lei (cf. 45 1, 11 | 5, 1 s.). Une com Cristo e sua morte e ressurreição ( 46 1, 11 | Une com Cristo e sua morte e ressurreição (cf. Rm 6, 47 1, 12 | de Cristo (cf. Rm 10, 17) e que atua no amor (cf. Gl 48 1, 12 | Mas, visto que poderes e ambições atribulam as pessoas 49 1, 12 | pessoas crentes por fora e por dentro (cf. Rm 8, 35- 50 1, 12 | Rm 8, 35-39; Gl 5, 16-21) e elas caem em pecado (cf. 51 1, 12 | 9), participar do corpo e do sangue de Cristo e ser 52 1, 12 | corpo e do sangue de Cristo e ser exortadas a viver uma 53 1, 12 | vossa salvação com temor e tremor; porque Deus é quem 54 1, 12 | Cristo Jesus" (Rm 8, 1) e nos quais Cristo vive (cf. 55 2, 13 | século XVI, a interpretação e aplicação contrastantes 56 2, 13 | justificação é fundamental e indispensável. Acolhendo 57 2, 13 | resultados da pesquisa bíblica e percepções da história da 58 2, 13 | da história da teologia e dos dogmas, desenvolveu-se 59 3, 14 | nas Sagradas Escrituras e, não por último, os diálogos 60 3, 14 | entre as Igrejas luteranas e a Igreja católica romana 61 3, 15 | justificação é obra do Deus uno e trino. O Pai enviou seu 62 3, 15 | pecadores. A encarnação, a morte e a ressurreição de Cristo 63 3, 15 | de Cristo são fundamento e pressuposto da justificação. 64 3, 15 | obra salvífica de Cristo, e não por causa de nosso mérito, 65 3, 15 | somos aceitos por Deus e recebemos o Espírito Santo, 66 3, 15 | que nos renova os corações e nos capacita e chama para 67 3, 15 | corações e nos capacita e chama para as boas obras11.~ 68 3, 16 | Santo, que atua na palavra e nos sacramentos na comunhão 69 3, 16 | na comunhão dos crentes e que, ao mesmo tempo, conduz 70 3, 17 | misericórdia perdoadora e renovadora de Deus, misericórdia 71 3, 17 | podemos ser presenteados e que podemos receber na 72 3, 18 | justificação, que assume e desdobra essa mensagem, 73 3, 18 | orientar toda a doutrina e prática da Igreja incessantemente 74 3, 18 | critério, não negam a conexão e a importância de todas as 75 3, 18 | justificação. Luteranos e católicos compartilham o 76 3, 18 | Espírito Santo, a si mesmo e derrama seus dons renovadores.~ 77 4 | 4.1. Incapacidade e pecado humanos face à justificação~~ 78 4, 19 | possui para com as pessoas e coisas do mundo não é liberdade 79 4, 19 | graça. Porque católicos e luteranos confessam isso 80 4, 20 | humano "coopera" no preparo e na aceitação da justificação 81 4, 20 | pessoal um efeito da graça, e não uma ação humana a partir 82 4, 21 | resiste ativamente a Deus e à sua ação salvadora. Luteranos 83 4 | Justificação como perdão de pecados e ato de tornar justo~~ 84 4, 22 | ao ser humano o pecado, e o liberta ao mesmo tempo 85 4, 22 | escravizador do pecado em sua vida e lhe presenteia a nova vida 86 4, 22 | não lhe imputa seu pecado e, pelo Espírito Santo, opera 87 4, 22 | de Deus. Porque católicos e luteranos confessam isso 88 4, 23 | justiça perante Deus em Cristo e que sua vida é renovada 89 4 | 4.3. Justificação por e por graça~~ 90 4, 25 | compreendidos a esperança em Deus e o amor a Ele. Essa atua 91 4, 25 | isso o cristão não pode e não deve ficar sem obras. 92 4, 26 | inteiramente em seu Criador e Redentor e está assim em 93 4, 26 | em seu Criador e Redentor e está assim em comunhão com 94 4, 26 | todas as dimensões da pessoa e conduz a uma vida em esperança 95 4, 26 | a uma vida em esperança e amor. Assim, na doutrina 96 4, 26 | se segue à justificação, e sem a qual não pode haver 97 4, 26 | da vida. A justificação e a renovação estão ligadas 98 4, 27 | Como ouvinte da palavra e crente o ser humano é justificado 99 4, 27 | pecador é perdão dos pecados e ato que torna justo através 100 4, 27 | justificadora, que nos torna filhos e filhas de Deus. Na justificação 101 4, 27 | de Cristo , esperança e amor e são assim acolhidas 102 4, 27 | Cristo , esperança e amor e são assim acolhidas na comunhão 103 4, 27 | inteiramente na graciosidade divina e fica sempre dependente da 104 4, 27 | permanece fiel a si mesmo e no qual o ser humano pode 105 4, 27 | renovação em , esperança e amor sempre depende da graça 106 4, 27 | graça inescrutável de Deus e não representa qualquer 107 4, 28 | com Cristo, a justifica e realmente a renova. Não 108 4, 28 | exposta ao poder do pecado e suas investidas (cf. Rm 109 4, 28 | constantemente à conversão e ao arrependimento e recebe 110 4, 28 | conversão e ao arrependimento e recebe continuamente o perdão.~ 111 4, 29 | é "ao mesmo tempo justa e pecadora": ela é totalmente 112 4, 29 | porque Deus, por palavra e sacramento, lhe perdoa o 113 4, 29 | sacramento, lhe perdoa o pecado e lhe concede a justiça de 114 4, 29 | ela se apropria pela e a qual em Cristo a torna 115 4, 29 | confia em falsos deuses e não ama a Deus com aquele 116 4, 29 | viver uma vida em justiça. E, a despeito do pecado, não 117 4, 29 | que renasceu pelo batismo e pelo Espírito Santo, tem 118 4, 29 | lhe acarreta condenação e morte eterna.15 Portanto, 119 4, 29 | justificada é também pecadora e que sua oposição a Deus 120 4, 29 | inseparada de Deus em Cristo e que seu pecado é pecado 121 4, 30 | concupiscência) proveniente do pecado e tendente ao pecado. Uma 122 4, 30 | implica um elemento pessoal, e como este elemento falta 123 4, 30 | objetivamente oposição a Deus e que permanece objeto de 124 4, 30 | castigo de morte eterna17 e não separa a pessoa justificada 125 4, 30 | da reconciliação, perdão e paz pela palavra do perdão 126 4 | 4.5. Lei e evangelho~ 127 4, 31 | 28). Cristo cumpriu a lei e, por sua morte e ressurreição, 128 4, 31 | cumpriu a lei e, por sua morte e ressurreição, a superou 129 4, 31 | para a pessoa justificada e que Cristo, em sua palavra 130 4, 31 | que Cristo, em sua palavra e sua vida, expressa a vontade 131 4, 32 | sustentam que a distinção e a correta correlação de 132 4, 32 | correta correlação de lei e evangelho é essencial para 133 4, 32 | uso teológico, é exigência e acusação às quais está sujeita 134 4, 32 | medida em que é pecadora; e a lei põe a descoberto seu 135 4, 33 | de salvação foi cumprida e superada pelo evangelho, 136 4, 33 | misericordiosamente prometida aos filhos e filhas de Deus por Jesus 137 4, 34 | confiar na misericórdia e nas promissões de Deus. 138 4, 34 | de sua própria fraqueza e de muitas ameaças para sua 139 4, 34 | basear-se - graças à morte e ressurreição de Cristo - 140 4, 34 | graça de Deus em palavra e sacramento e, assim, ter 141 4, 34 | em palavra e sacramento e, assim, ter certeza desta 142 4, 35 | inteiramente para Cristo e confiar somente nele. Assim, 143 4, 36 | desconsiderando a própria experiência e confiando somente na palavra 144 4, 36 | liberta das trevas do pecado e da morte e nos desperta 145 4, 36 | trevas do pecado e da morte e nos desperta para a vida 146 4, 36 | não se pode crer em Deus e, ao mesmo tempo, não considerar 147 4, 36 | da misericórdia de Deus e do mérito de Cristo. Mas 148 4, 36 | suas próprias fraquezas e insuficiências. Mesmo inteiramente 149 4, 37 | cristã em , esperança e amor - se seguem à justificação 150 4, 37 | se seguem à justificação e são frutos da justificação. 151 4, 37 | justificada vive em Cristo e atua na graça recebida produz, 152 4, 37 | vida toda; por isso Jesus e os escritos apostólicos 153 4, 38 | tornadas possíveis pela graça e pela ação do Espírito Santo, 154 4, 38 | recebida de Deus é conservada e a comunhão com Cristo, aprofundada. 155 4, 39 | uma preservação da graça e de um crescimento em graça 156 4, 39 | um crescimento em graça e . Acentuam, contudo, que 157 4, 39 | aceitação da parte de Deus e participação na justiça 158 4, 39 | pessoa cristã como "frutos" e "sinais" da justificação, 159 5 | 5. O significado e o alcance do consenso obtido~~ 160 5, 40 | mostra que entre luteranos e católicos existe um consenso 161 5, 40 | na articulação teológica e na ênfase da compreensão 162 5, 40 | distintas pelas quais luteranos e católicos articulam a 163 5, 40 | abertas uma para a outra e não anulam o consenso nas 164 5, 42 | devemos observar na doutrina e na prática21.~ 165 5, 43 | justificação precisa surtir efeitos e comprovar-se na vida e na 166 5, 43 | efeitos e comprovar-se na vida e na doutrina das Igrejas. 167 5, 43 | entre a palavra de Deus e doutrina eclesiástica, bem 168 5, 43 | sua unidade, do ministério e dos sacramentos, e finalmente 169 5, 43 | ministério e dos sacramentos, e finalmente a doutrina da 170 5, 43 | relação entre justificação e ética social. Temos a convicção 171 5, 43 | esclarecimento. As Igrejas luteranas e a Igreja católica romana 172 5, 43 | aprofundar a compreensão comum e fazê-la frutificar na doutrina 173 5, 43 | fazê-la frutificar na doutrina e na vida eclesiais.~


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