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Decl. conjunta sobre a doutrina da justificação

IntraText - Concordâncias

que

                                                 negrito = Texto principal
    Cap., Parágrafo                              cinza = comentário
1 Pre, 1(3)| Note-se que uma série de Igrejas luteranas 2 Pre, 3(8)| incluindo os posicionamentos que servem de base a essa resoluçao, 3 Pre, 5 | 5. É isso o que pretende a presente Declaração 4 Pre, 5 | Conjunta. Ela quer mostrar que, com base no diálogo, as 5 Pre, 5 | Comum (DC) não contém tudo o que é ensinado sobre justificação 6 Pre, 5 | da justificação e mostra que os desdobramentos distintos 7 Pre, 5(9)| Igrejas participantes, sem que com isso se queira considerar 8 Pre, 7 | se baseia na convicção de que uma superação de questões 9 Pre, 7 | porém, sobre a convicção de que no decorrer da história 10 Pre, 7 | a novas percepções e de que ocorrem desdobramentos que 11 Pre, 7 | que ocorrem desdobramentos que não lhes permitem, mas 12 Pre, 7 | mesmo tempo também exigem, que as questões e condenações 13 1, 8 | Juntos ouvimos o evangelho de que "Deus amou o mundo de tal 14 1, 8 | amou o mundo de tal maneira que deu Seu Filho unigênito, 15 1, 8 | Seu Filho unigênito, para que todo o que nele crê não 16 1, 8 | unigênito, para que todo o que nele crê não pereça, mas 17 1, 9 | na (cf. Rm 3, 23-25), que foi destacada de maneira 18 1, 10 | do pecado: como mensagem que proclama a "justiça de Deus 19 1, 10 | em " (Rm 1, 16 s.) e que presenteia a "justificação" ( 20 1, 10 | ao Senhor ressuscitado o que Jeremias disse acerca do 21 1, 10 | Gn 15, 6) como no Deus que justifica o pecador (cf. 22 1, 10 | sublinhar seu evangelho de que aquela justiça será imputada 23 1, 10 | será imputada a todos os que, como Abraão, confiam na 24 1, 10 | Em Cristo ele faz com que ela seja nossa justiça ( 25 1, 12 | justificadas vivem a partir da que provém da palavra de Cristo ( 26 1, 12 | Cristo (cf. Rm 10, 17) e que atua no amor (cf. Gl 5, 27 1, 12 | Gl 5, 22 s.). Mas, visto que poderes e ambições atribulam 28 1, 12 | nenhuma condenaçãopara os que estão em Cristo Jesus" ( 29 1, 12 | Cristo haverá justificação que vida para todos os seres 30 2, 13 | divisão da Igreja ocidental, o que também se expressou em condenações 31 2, 13 | uma nítida aproximação no que diz respeito à doutrina 32 2, 13 | da justificação, de modo que a presente DC pode formular 33 3, 15 | 15. É nossa comum que a justificação é obra do 34 3, 15 | isso justificação significa que o próprio Cristo é nossa 35 3, 15 | recebemos o Espírito Santo, que nos renova os corações e 36 3, 16 | através do Espírito Santo, que atua na palavra e nos sacramentos 37 3, 16 | na comunhão dos crentes e que, ao mesmo tempo, conduz 38 3, 16 | àquela renovação de sua vida que Deus consuma na vida eterna.~ 39 3, 17 | Compartilhamos a convicção de que a mensagem da justificação 40 3, 17 | Deus em Cristo: ela nos diz que como pecadores devemos nossa 41 3, 17 | podemos ser presenteados e que podemos receber na , 42 3, 17 | podemos receber na , mas que nunca - de qualquer forma 43 3, 17 | nunca - de qualquer forma que seja - podemos fazer por 44 3, 18 | doutrina da justificação, que assume e desdobra essa mensagem, 45 3, 18 | um critério indispensável que visa orientar toda a doutrina 46 4, 19 | 19. Confessamos juntos que o ser humano, no concernente 47 4, 19 | salvadora de Deus. A liberdade que ele possui para com as pessoas 48 4, 19 | salvação. Isto quer dizer que, como pecador, ele se encontra 49 4, 20 | Quando católicos dizem que o ser humano "coopera" no 50 4, 21 | salvadora. Luteranos não negam que o ser humano possa rejeitar 51 4, 21 | graça. Quando sublinham que o ser humano pode tão-somente 52 4, 21 | participação pessoal na , que é operada pela própria palavra 53 4, 22 | 22. Confessamos juntos que Deus, por graça, perdoa 54 4, 22 | correlacionados de tal maneira que o ser humano, na , é unido 55 4, 22 | na , é unido com Cristo que em sua pessoa é nossa justiça ( 56 4, 23 | Quando luteranos enfatizam que a justiça de Cristo é nossa 57 4, 23 | querem sobretudo assegurar que ao pecador, pelo anúncio 58 4, 23 | perante Deus em Cristo e que sua vida é renovada somente 59 4, 23 | com Cristo. Quando dizem que a graça de Deus é amor que 60 4, 23 | que a graça de Deus é amor que perdoa ("favor de Deus")12, 61 4, 23 | cristão, mas querem expressar que a justificação permanece 62 4, 23 | efeito renovador de vida que a graça produz no ser humano.~ 63 4, 24 | Quando católicos enfatizam que ao crente é presenteada 64 4, 24 | graça,13 querem assegurar que a graça perdoadora de Deus 65 4, 24 | presente de uma nova vida, que no Espírito Santo se torna 66 4, 24 | mas não negam com isso que o dom da graça divina na 67 4, 25 | 25. Confessamos juntos que o pecador é justificado 68 4, 25 | ficar sem obras. Mas tudo o que, no ser humano, precede 69 4, 26 | renovação da conduta de vida que necessariamente se segue 70 4, 26 | renovação. Do amor de Deus, que é presenteado ao ser humano 71 4, 27 | perdão dos pecados e ato que torna justo através da graça 72 4, 27 | da graça justificadora, que nos torna filhos e filhas 73 4, 27 | salvação do Deus gracioso, que permanece fiel a si mesmo 74 4, 28 | 28. Confessamos juntos que no batismo o Espírito Santo 75 4, 28 | dependente da graça de Deus que justifica de modo incondicional. 76 4, 29 | entendem isso no sentido de que a pessoa cristã é "ao mesmo 77 4, 29 | através da lei, ela reconhece que continua ao mesmo tempo 78 4, 29 | tempo totalmente pecadora, que o pecado ainda habita nela ( 79 4, 29 | com aquele amor indiviso que Deus como seu criador dela 80 4, 29 | rompido: não é pecado que "domina" a pessoa cristã 81 4, 29 | retorno diário ao batismo ela, que renasceu pelo batismo e 82 4, 29 | pecado perdoado, de sorte que seu pecado não lhe acarreta 83 4, 29 | quando luteranos dizem que a pessoa justificada é também 84 4, 29 | justificada é também pecadora e que sua oposição a Deus é verdadeiramente 85 4, 29 | verdadeiramente pecado, não negam que, a despeito do pecado, ela 86 4, 29 | inseparada de Deus em Cristo e que seu pecado é pecado dominado. 87 4, 30 | no batismo apaga tudo o que é "realmente" pecado, o 88 4, 30 | é "realmente" pecado, o que é "digno de condenação" ( 89 4, 30 | condenação" (Rm 8, 1),16 mas que permanece na pessoa uma 90 4, 30 | tendente ao pecado. Uma vez que, conforme a convicção católica, 91 4, 30 | Com isso não querem negar que essa inclinação não corresponde 92 4, 30 | Deus para a humanidade nem que é objetivamente oposição 93 4, 30 | objetivamente oposição a Deus e que permanece objeto de luta 94 4, 30 | de Cristo querem destacar que a inclinação contrária a 95 4, 30 | paz pela palavra do perdão que lhe é conferida por força 96 4, 31 | 31. Confessamos juntos que o ser humano é justificado 97 4, 31 | Confessamos ao mesmo tempo que os mandamentos de Deus permanecem 98 4, 31 | para a pessoa justificada e que Cristo, em sua palavra e 99 4, 31 | expressa a vontade de Deus, que constitui padrão de conduta 100 4, 32 | Os luteranos sustentam que a distinção e a correta 101 4, 32 | pessoa cristã, na medida em que é pecadora; e a lei põe 102 4, 32 | descoberto seu pecado para que na no evangelho, ela 103 4, 33 | 33. Uma vez que a lei como caminho de salvação 104 4, 33 | evangelho, católicos podem dizer que Cristo não é um legislador 105 4, 33 | Quando católicos acentuam que a pessoa justificada é obrigada 106 4, 33 | Deus, não negam com isso que a graça da vida eterna é 107 4, 34 | 34. Confessamos juntos que as pessoas crentes podem 108 4, 35 | certeza de sua salvação, mesmo que, olhando para si mesma, 109 4, 36 | confiar-se inteiramente a Deus,19 que nos liberta das trevas do 110 4, 36 | crente pode ter certeza de que Deus quer sua salvação.~ 111 4, 37 | 37. Confessamos juntos que boas obras - uma vida cristã 112 4, 37 | pelo cristão, na medida em que luta contra o pecado durante 113 4, 38 | crescimento na graça de tal modo que a justiça recebida de Deus 114 4, 38 | boas obras, querem dizer que, segundo o testemunho bíblico, 115 4, 38 | nem, muito menos, negar que a justificação como tal 116 4, 39 | e . Acentuam, contudo, que a justiça como aceitação 117 4, 39 | mas dizem ao mesmo tempo que seu efeito na vida cristã 118 5, 40 | exposta nesta DC mostra que entre luteranos e católicos 119 5, 41 | século XVI, na medida em que dizem respeito à doutrina 120 5, 42 | advertências salutares", que devemos observar na doutrina 121 5, 43 | importância diversificada que exigem ulteriores esclarecimentos. 122 5, 43 | social. Temos a convicção de que a compreensão comum obtida 123 5, 44 | Rogamos ao Espírito Santo que nos conduza adiante para 124 5, 44 | para aquela unidade visível que é a vontade de Cristo.~ ~


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