negrito = Texto principal
Cap., Parágrafo cinza = comentário
1 Pre, 1 | 1. A doutrina da justificação teve importância
2 Pre, 1 | juiz sobre todas as partes da doutrina cristã"2. A doutrina
3 Pre, 1(1) | concórdia: as confissões da Igreja Evangélica Luterana,
4 Pre, 1 | doutrina cristã"2. A doutrina da justificação foi particularmente
5 Pre, 1 | e defendiam uma doutrina da justificação com características
6 Pre, 1 | e no Concílio de Trento da Igreja católica romana.
7 Pre, 1(3) | doutrinais referentes à doutrina da justificação em relação
8 Pre, 2 | tradição luterana a doutrina da justificação conservou essa
9 Pre, 3 | e justificação" (1994)5, da Comissão Mista católica
10 Pre, 3 | Evangélico-Luterana Unida da Alemanha, juntamente com
11 Pre, 4 | revelam em seu tratamento da doutrina da justificação,
12 Pre, 4 | seu tratamento da doutrina da justificação, alto grau
13 Pre, 5 | consenso em verdades básicas da doutrina da justificação
14 Pre, 5 | verdades básicas da doutrina da justificação e mostra que
15 Pre, 7 | nem desautoriza o passado da própria Igreja. Repousa,
16 Pre, 7 | convicção de que no decorrer da história nossas Igrejas
17 1 | 1. A mensagem bíblica da justificação~~
18 1, 9 | nas cartas paulinas o dom da salvação é descrito de diferentes
19 1, 9 | maneira especial no tempo da Reforma.~
20 1, 10 | seres humanos necessitam da justiça de Deus, "pois todos
21 1, 10 | todos pecaram e carecem da glória de Deus" (Rm 3, 23;
22 1, 11 | poder dominante do pecado e da morte (cf. Rm 5, 12-21)
23 1, 11 | morte (cf. Rm 5, 12-21) e da maldição da lei (cf. Gl
24 1, 11 | 5, 12-21) e da maldição da lei (cf. Gl 3, 10-14). Ela
25 1, 12 | justificadas vivem a partir da fé que provém da palavra
26 1, 12 | partir da fé que provém da palavra de Cristo (cf. Rm
27 1, 12 | Gl 2, 20). Por intermédio da obra justa de Cristo haverá
28 2 | 2. A doutrina da justificação como problema
29 2, 13 | aplicação contrastantes da mensagem bíblica da justificação
30 2, 13 | contrastantes da mensagem bíblica da justificação constituíram
31 2, 13 | uma das causas principais da divisão da Igreja ocidental,
32 2, 13 | causas principais da divisão da Igreja ocidental, o que
33 2, 13 | Igreja, uma compreensão comum da justificação é fundamental
34 2, 13 | indispensável. Acolhendo resultados da pesquisa bíblica e percepções
35 2, 13 | pesquisa bíblica e percepções da história da teologia e dos
36 2, 13 | e percepções da história da teologia e dos dogmas, desenvolveu-se
37 2, 13 | diz respeito à doutrina da justificação, de modo que
38 2, 13 | consenso em verdades básicas da doutrina da justificação
39 2, 13 | verdades básicas da doutrina da justificação a cuja luz
40 3 | 3. A compreensão comum da justificação~
41 3, 14 | 14. O ouvir comum da Boa Nova proclamada nas
42 3, 14 | concordância na compreensão da justificação. Ela abarca
43 3, 15 | fundamento e pressuposto da justificação. Por isso justificação
44 3, 15 | Cristo é nossa justiça, da qual nos tornamos participantes
45 3, 17 | convicção de que a mensagem da justificação nos remete
46 3, 17 | testemunho neotestamentário da ação salvífica de Deus em
47 3, 18 | 18. Por isso a doutrina da justificação, que assume
48 3, 18 | apenas um aspecto parcial da doutrina cristã. Ela se
49 3, 18 | essencial com todas as verdades da fé, as quais devem ser vistas
50 3, 18 | toda a doutrina e prática da Igreja incessantemente para
51 3, 18 | importância de todas as verdades da fé. Quando católicos se
52 3, 18 | negam a função especial da mensagem da justificação.
53 3, 18 | função especial da mensagem da justificação. Luteranos
54 4 | 4. O desdobramento da compreensão comum da justificação~
55 4 | desdobramento da compreensão comum da justificação~
56 4, 19 | salvação, depende completamente da graça salvadora de Deus.
57 4, 20 | no preparo e na aceitação da justificação por assentir
58 4, 20 | assentimento pessoal um efeito da graça, e não uma ação humana
59 4, 21 | possa rejeitar a atuação da graça. Quando sublinham
60 4, 22 | ativo. Ambos os aspectos da ação graciosa de Deus não
61 4, 23 | negam com isso a renovação da vida do cristão, mas querem
62 4, 24 | presenteada a renovação da pessoa interior pelo recebimento
63 4, 24 | interior pelo recebimento da graça,13 querem assegurar
64 4, 24 | negam com isso que o dom da graça divina na justificação
65 4, 25 | segue ao livre presente da fé não é fundamento da justificação
66 4, 25 | presente da fé não é fundamento da justificação nem a faz merecer.~
67 4, 26 | afeta todas as dimensões da pessoa e conduz a uma vida
68 4, 26 | amor. Assim, na doutrina da "justificação somente pela
69 4, 26 | somente pela fé", a renovação da conduta de vida que necessariamente
70 4, 26 | haver fé, é distinguida da justificação, mas não é
71 4, 26 | justificação, provém a renovação da vida. A justificação e a
72 4, 27 | justificação. Como ouvinte da palavra e crente o ser humano
73 4, 27 | que torna justo através da graça justificadora, que
74 4, 27 | e fica sempre dependente da atuação criadora de salvação
75 4, 27 | se acentua a renovação da vida através da graça justificadora,
76 4, 27 | renovação da vida através da graça justificadora, essa
77 4, 27 | esperança e amor sempre depende da graça inescrutável de Deus
78 4, 27 | contribuição para a justificação da qual pudéssemos orgulhar-nos
79 4, 28 | incessantemente dependente da graça de Deus que justifica
80 4, 28 | 14), não estando isenta da luta vitalícia contra a
81 4, 29 | concede a justiça de Cristo, da qual ela se apropria pela
82 4, 29 | porém, para si mesma através da lei, ela reconhece que continua
83 4, 29 | na compreensão do pecado da pessoa justificada.~
84 4, 29(15)| Cf. Apologia da Confissao de Ausburgo II,
85 4, 30 | precisa receber, no sacramento da reconciliação, perdão e
86 4, 30 | lhe é conferida por força da obra reconciliadora de Deus
87 4, 31 | independentemente de obras da lei" (Rm 3, 28). Cristo
88 4, 32 | essencial para a compreensão da justificação. A lei, em
89 4, 33 | negam com isso que a graça da vida eterna é misericordiosamente
90 4, 34 | Cristo - na promessa eficaz da graça de Deus em palavra
91 4, 36 | Católicos podem compartilhar da preocupação dos reformadores
92 4, 36 | fé na realidade objetiva da promessa de Cristo, desconsiderando
93 4, 36 | liberta das trevas do pecado e da morte e nos desperta para
94 4, 36 | divina. Ninguém deve duvidar da misericórdia de Deus e do
95 4 | 4.7. As boas obras da pessoa justificada~
96 4, 37 | justificação e são frutos da justificação. Quando a pessoa
97 4, 37 | fruto. Essa conseqüência da justificação é ao mesmo
98 4, 38 | sempre presente imerecido da graça.~
99 4, 39 | idéia de uma preservação da graça e de um crescimento
100 4, 39 | a justiça como aceitação da parte de Deus e participação
101 4, 39 | Quando vêem as boas obras da pessoa cristã como "frutos"
102 4, 39 | como "frutos" e "sinais" da justificação, não como "
103 4, 39 | no sentido do cumprimento da promessa divina aos crentes.~
104 5, 40 | 40. A compreensão da doutrina da justificação
105 5, 40 | compreensão da doutrina da justificação exposta nesta
106 5, 40 | consenso em verdades básicas da doutrina da justificação.
107 5, 40 | verdades básicas da doutrina da justificação. À luz desse
108 5, 40 | articulação teológica e na ênfase da compreensão da justificação
109 5, 40 | na ênfase da compreensão da justificação descritas nos
110 5, 41 | dizem respeito à doutrina da justificação, aparecem sob
111 5, 41 | luteranos não atingem a doutrina da Igreja católica romana exposta
112 5, 42 | Com isso não se tira nada da seriedade das condenações
113 5, 42 | doutrinais referentes à doutrina da justificação. Algumas delas
114 5, 43 | consenso em verdades básicas da doutrina da justificação
115 5, 43 | verdades básicas da doutrina da justificação precisa surtir
116 5, 43 | como a doutrina a respeito da Igreja, da autoridade na
117 5, 43 | doutrina a respeito da Igreja, da autoridade na Igreja, de
118 5, 43 | e finalmente a doutrina da relação entre justificação
119 5, 44 | decisivo rumo à superação da divisão da Igreja. Rogamos
120 5, 44 | rumo à superação da divisão da Igreja. Rogamos ao Espírito
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