negrito = Texto principal
Cap., Parágrafo cinza = comentário
1 Pre, 1 | século XVI. Era considerada o "primeiro e principal artigo"1
2 Pre, 1 | prospectiva reformatória, residia o cerne de todas as confrontações.
3 Pre, 1(3)| Confissão de Ausburgo e o Catecismo Menor de Lutero.
4 Pre, 2 | especial. Por isso, desde o início, ela também ocupou
5 Pre, 3 | especial aos relatórios "O evangelho e a Igreja" (1972)4
6 Pre, 3(4)| NACIONAL CATÓLICO-LUTERANA, O evangelho e a Igreja, s.d.~
7 Pre, 3 | Exemplo importante constitui o posicionamento compromissivo
8 Pre, 3 | Evangélica na Alemanha, com o máximo grau possível de
9 Pre, 4 | precisão e brevidade, sobre o resultado geral desse diálogo
10 Pre, 5 | 5. É isso o que pretende a presente
11 Pre, 5 | Comum (DC) não contém tudo o que é ensinado sobre justificação
12 Pre, 7 | condenações nem desautoriza o passado da própria Igreja.
13 1, 8 | Sagradas. Juntos ouvimos o evangelho de que "Deus amou
14 1, 8 | evangelho de que "Deus amou o mundo de tal maneira que
15 1, 8 | unigênito, para que todo o que nele crê não pereça,
16 1, 8 | cf. 53, 11]; Jr 9, 24) e o juízo de Deus (cf. Ecl 12,
17 1, 9 | Também nas cartas paulinas o dom da salvação é descrito
18 1, 10 | 10. Paulo descreve o evangelho como poder de
19 1, 10 | do ser humano caído sob o poder do pecado: como mensagem
20 1, 10 | aplicar ao Senhor ressuscitado o que Jeremias disse acerca
21 1, 10 | fé no Deus que justifica o pecador (cf. Rm 4, 5) e
22 1, 10 | pecador (cf. Rm 4, 5) e invoca o testemunho do Antigo Testamento
23 1, 10 | confiam na promessa de Deus. "O justo viverá pela fé" (Hab
24 1, 10 | de Deus é simultaneamente o poder de Deus para cada
25 1, 12 | atua no amor (cf. Gl 5, 6), o qual é fruto do Espírito (
26 1, 12 | vontade de Deus. Por isso o apóstolo diz às pessoas
27 1, 12 | quem efetua em vós tanto o querer quanto o realizar,
28 1, 12 | vós tanto o querer quanto o realizar, segundo a sua
29 2, 13 | divisão da Igreja ocidental, o que também se expressou
30 2, 13 | diálogo ecumênico desde o Concílio Vaticano II uma
31 3, 14 | 14. O ouvir comum da Boa Nova
32 3, 15 | obra do Deus uno e trino. O Pai enviou seu Filho ao
33 3, 15 | justificação significa que o próprio Cristo é nossa justiça,
34 3, 15 | aceitos por Deus e recebemos o Espírito Santo, que nos
35 3, 18 | e católicos compartilham o alvo comum de confessar
36 4 | 4. O desdobramento da compreensão
37 4, 19 | Confessamos juntos que o ser humano, no concernente
38 4, 19 | pecador, ele se encontra sob o juízo de Deus, sendo por
39 4, 20 | Quando católicos dizem que o ser humano "coopera" no
40 4, 21 | Segundo a concepção luterana o ser humano é incapaz de
41 4, 21 | Luteranos não negam que o ser humano possa rejeitar
42 4, 21 | graça. Quando sublinham que o ser humano pode tão-somente
43 4, 22 | graça, perdoa ao ser humano o pecado, e o liberta ao mesmo
44 4, 22 | ao ser humano o pecado, e o liberta ao mesmo tempo do
45 4, 22 | nova vida em Cristo. Quando o ser humano tem parte em
46 4, 22 | correlacionados de tal maneira que o ser humano, na fé, é unido
47 4, 22 | cf. 1 Cor 1, 30): tanto o perdão dos pecados quanto
48 4, 24 | mas não negam com isso que o dom da graça divina na justificação
49 4, 25 | Confessamos juntos que o pecador é justificado pela
50 4, 25 | cristã. Na fé justificadora o ser humano confia na promessa
51 4, 25 | compreendidos a esperança em Deus e o amor a Ele. Essa fé atua
52 4, 25 | atua pelo amor; por isso o cristão não pode e não deve
53 4, 25 | ficar sem obras. Mas tudo o que, no ser humano, precede
54 4, 26 | luterana, Deus justifica o pecador somente na fé (sola
55 4, 26 | na fé (sola fide). Na fé o ser humano confia inteiramente
56 4, 26 | isso é indicado, antes, o fundamento do qual provém
57 4, 27 | ouvinte da palavra e crente o ser humano é justificado
58 4, 27 | fiel a si mesmo e no qual o ser humano pode por isso
59 4, 28 | Confessamos juntos que no batismo o Espírito Santo une a pessoa
60 4, 28 | no Pai Nosso, a cada dia, o perdão de Deus (cf. Mt 6,
61 4, 28 | arrependimento e recebe continuamente o perdão.~
62 4, 29 | e sacramento, lhe perdoa o pecado e lhe concede a justiça
63 4, 29 | totalmente pecadora, que o pecado ainda habita nela (
64 4, 29 | graças ao mérito de Cristo, o poder escravizante do pecado
65 4, 29 | dominado" por Cristo, com o qual a pessoa justificada
66 4, 30 | concedida no batismo apaga tudo o que é "realmente" pecado,
67 4, 30 | que é "realmente" pecado, o que é "digno de condenação" (
68 4, 30 | conforme a convicção católica, o surgimento dos pecados humanos
69 4, 30 | contrária a Deus não merece o castigo de morte eterna17
70 4, 31 | Confessamos juntos que o ser humano é justificado
71 4, 36 | Mt 16, 19; 18, 18). Com o Concílio Vaticano II os
72 4, 37 | medida em que luta contra o pecado durante a vida toda;
73 4, 38 | Quando católicos sustentam o caráter "meritório" das
74 4, 38 | querem dizer que, segundo o testemunho bíblico, essas
75 4, 38 | mas não contestar com isso o caráter de presente das
76 4, 39 | a vida eterna, conforme o Novo Testamento, como "galardão"
77 5 | 5. O significado e o alcance
78 5 | 5. O significado e o alcance do consenso obtido~~
79 5, 40 | para a outra e não anulam o consenso nas verdades básicas.~
80 5, 42 | elas conservam para nós "o significado de advertências
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