Cap., Parágrafo
1 Pre, 5 | 5. É isso o que pretende a presente
2 Pre, 5 | DC) não contém tudo o que é ensinado sobre justificação
3 Pre, 6 | 6. Nossa DC não é uma exposição nova e independente,
4 1, 8 | Jo 3, 16). Esta Boa Nova é exposta de diferentes maneiras
5 1, 9 | paulinas o dom da salvação é descrito de diferentes modos,
6 1, 10| paulinas a justiça de Deus é simultaneamente o poder
7 1, 10| e isto não vem de vós, é dom de Deus; não de obras" (
8 1, 11| 11. Justificação é perdão dos pecados (cf.
9 1, 12| amor (cf. Gl 5, 6), o qual é fruto do Espírito (cf. Gl
10 1, 12| temor e tremor; porque Deus é quem efetua em vós tanto
11 2, 13| compreensão comum da justificação é fundamental e indispensável.
12 3, 15| 15. É nossa fé comum que a justificação
13 3, 15| comum que a justificação é obra do Deus uno e trino.
14 3, 15| significa que o próprio Cristo é nossa justiça, da qual nos
15 3, 16| própria fé, por sua vez, é presente de Deus através
16 3, 18| desdobra essa mensagem, não é apenas um aspecto parcial
17 3, 18| conexão interna entre si. Ela é um critério indispensável
18 4, 19| pessoas e coisas do mundo não é liberdade com relação à
19 4, 21| concepção luterana o ser humano é incapaz de cooperar em sua
20 4, 21| participação pessoal na fé, que é operada pela própria palavra
21 4, 22| que o ser humano, na fé, é unido com Cristo que em
22 4, 22| Cristo que em sua pessoa é nossa justiça (cf. 1 Cor
23 4, 23| que a justiça de Cristo é nossa justiça, querem sobretudo
24 4, 23| pelo anúncio do perdão, é representada a justiça perante
25 4, 23| em Cristo e que sua vida é renovada somente em união
26 4, 23| dizem que a graça de Deus é amor que perdoa ("favor
27 4, 24| enfatizam que ao crente é presenteada a renovação
28 4, 25| Confessamos juntos que o pecador é justificado pela fé na ação
29 4, 25| Cristo; essa salvação lhe é presenteada pelo Espírito
30 4, 25| livre presente da fé não é fundamento da justificação
31 4, 26| comunhão com ele. Deus mesmo é quem opera a fé ao produzir
32 4, 26| qual não pode haver fé, é distinguida da justificação,
33 4, 26| da justificação, mas não é separada dela. Com isso
34 4, 26| separada dela. Com isso é indicado, antes, o fundamento
35 4, 26| renovação. Do amor de Deus, que é presenteado ao ser humano
36 4, 27| compreensão católica a fé é fundamental para a justificação,
37 4, 27| palavra e crente o ser humano é justificado por meio do
38 4, 27| justificação do pecador é perdão dos pecados e ato
39 4, 28| cf. Mt 6, 12; 1 Jo 1, 9), é chamada constantemente à
40 4, 29| sentido de que a pessoa cristã é "ao mesmo tempo justa e
41 4, 29| tempo justa e pecadora": ela é totalmente justa porque
42 4, 29| 40). Essa oposição a Deus é, como tal, verdadeiramente
43 4, 29| pecado está rompido: já não é pecado que "domina" a pessoa
44 4, 29| que a pessoa justificada é também pecadora e que sua
45 4, 29| que sua oposição a Deus é verdadeiramente pecado,
46 4, 29| Cristo e que seu pecado é pecado dominado. Neste último
47 4, 30| batismo apaga tudo o que é "realmente" pecado, o que
48 4, 30| realmente" pecado, o que é "digno de condenação" (Rm
49 4, 30| para a humanidade nem que é objetivamente oposição a
50 4, 30| palavra do perdão que lhe é conferida por força da obra
51 4, 31| juntos que o ser humano é justificado na fé no evangelho "
52 4, 32| correlação de lei e evangelho é essencial para a compreensão
53 4, 32| lei, em seu uso teológico, é exigência e acusação às
54 4, 32| cristã, na medida em que é pecadora; e a lei põe a
55 4, 33| podem dizer que Cristo não é um legislador à maneira
56 4, 33| que a pessoa justificada é obrigada a observar os mandamentos
57 4, 33| que a graça da vida eterna é misericordiosamente prometida
58 4, 37| conseqüência da justificação é ao mesmo tempo uma obrigação
59 4, 38| justiça recebida de Deus é conservada e a comunhão
60 4, 39| justiça de Cristo, sempre é perfeita; mas dizem ao mesmo
61 5, 41| apresentada nesta Declaração não é atingida pelas condenações
62 5, 44| aquela unidade visível que é a vontade de Cristo.~ ~
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