negrito = Texto principal
Cap., Parágrafo cinza = comentário
1 Pre, 1(3)| Estes escritos confessionais não contêm condenações doutrinais
2 Pre, 5 | Esta Declaração Comum (DC) não contém tudo o que é ensinado
3 Pre, 5 | distintos ainda existentes não constituem mais motivo de
4 Pre, 6 | 6. Nossa DC não é uma exposição nova e independente,
5 Pre, 7 | doutrinárias até agora vigentes não minimiza as divisões e condenações
6 Pre, 7 | ocorrem desdobramentos que não só lhes permitem, mas ao
7 1, 8 | que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida
8 1, 10 | salvos, mediante a fé; e isto não vem de vós, é dom de Deus;
9 1, 10 | vem de vós, é dom de Deus; não de obras" (Ef 2, 8 s.).~
10 2, 13 | doutrinais do século XVI não mais se aplicam ao parceiro
11 3, 14 | nas Sagradas Escrituras e, não por último, os diálogos
12 3, 15 | obra salvífica de Cristo, e não por causa de nosso mérito,
13 3, 18 | desdobra essa mensagem, não é apenas um aspecto parcial
14 3, 18 | singular desse critério, não negam a conexão e a importância
15 3, 18 | comprometidos com vários critérios, não negam a função especial
16 4, 19 | pessoas e coisas do mundo não é liberdade com relação
17 4, 20 | pessoal um efeito da graça, e não uma ação humana a partir
18 4, 21 | ação salvadora. Luteranos não negam que o ser humano possa
19 4, 21 | para sua justificação, mas não negam sua plena participação
20 4, 22 | parte em Cristo na fé, Deus não lhe imputa seu pecado e,
21 4, 22 | da ação graciosa de Deus não devem ser separados. Eles
22 4, 23 | perdoa ("favor de Deus")12, não negam com isso a renovação
23 4, 24 | efetiva em amor ativo; mas não negam com isso que o dom
24 4, 25 | amor; por isso o cristão não pode e não deve ficar sem
25 4, 25 | isso o cristão não pode e não deve ficar sem obras. Mas
26 4, 25 | ao livre presente da fé não é fundamento da justificação
27 4, 26 | justificação, e sem a qual não pode haver fé, é distinguida
28 4, 26 | distinguida da justificação, mas não é separada dela. Com isso
29 4, 27 | justificação, pois sem fé não pode haver justificação.
30 4, 27 | graça inescrutável de Deus e não representa qualquer contribuição
31 4, 28 | justifica e realmente a renova. Não obstante, a pessoa justificada
32 4, 28 | investidas (cf. Rm 6, 12-14), não estando isenta da luta vitalícia
33 4, 29 | confia em falsos deuses e não ama a Deus com aquele amor
34 4, 29 | verdadeiramente pecado. Não obstante, graças ao mérito
35 4, 29 | pecado está rompido: já não é pecado que "domina" a
36 4, 29 | E, a despeito do pecado, não está mais separada de Deus,
37 4, 29 | sorte que seu pecado já não lhe acarreta condenação
38 4, 29 | verdadeiramente pecado, não negam que, a despeito do
39 4, 30 | contrária a Deus, católicos não vêem nela pecado em sentido
40 4, 30 | sentido autêntico. Com isso não querem negar que essa inclinação
41 4, 30 | negar que essa inclinação não corresponde ao desígnio
42 4, 30 | inclinação contrária a Deus não merece o castigo de morte
43 4, 30 | castigo de morte eterna17 e não separa a pessoa justificada
44 4, 30 | voluntariamente de Deus, não basta voltar a observar
45 4, 33 | católicos podem dizer que Cristo não é um legislador à maneira
46 4, 33 | os mandamentos de Deus, não negam com isso que a graça
47 4, 35 | tribulação a pessoa crente não deve olhar para si mesma,
48 4, 36 | eterna.20 Neste sentido não se pode crer em Deus e,
49 4, 36 | Deus e, ao mesmo tempo, não considerar confiável a promessa
50 4, 38 | humano por seus atos, mas não contestar com isso o caráter
51 4, 39 | sinais" da justificação, não como "méritos" próprios,
52 4, 39 | como "méritos" próprios, não deixam, no entanto, de entender
53 5, 40 | abertas uma para a outra e não anulam o consenso nas verdades
54 5, 41 | apresentada nesta Declaração não é atingida pelas condenações
55 5, 41 | confessionais luteranos não atingem a doutrina da Igreja
56 5, 42 | 42. Com isso não se tira nada da seriedade
57 5, 42 | justificação. Algumas delas não eram simplesmente infundadas;
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