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Pontifício Conselho para as Comunicações Sociais
Ética nas comunicações sociais

IntraText - Concordâncias

é

   Chapter, Paragraph
1 1, 1 | Para eles, a questão ética é particularmente subtil: 2 1, 2 | sociedade da informação é uma verdadeira revolução 3 1, 3 | também sabe que ela mesma é uma communio, uma comunhão 4 1, 3 | alcança a humanidade: o Filho é o Verbo, eternamente " pronunciado " 5 1, 4 | meios de comunicação social é fundamentalmente positiva, 6 1, 4 | verdadeiramente melhor, isto é, mais amadurecido do ponto 7 1, 4 | que querem fazer o que é correcto. Funcionários públicos, 8 1, 4 | estas opções sejam justas, é necessário que se " conheçam 9 1, 5 | 36-48). Uma parte disto é um substancial e crescente 10 1, 5 | cuja orientação teológica é um importante correctivo 11 1, 5 | das comunicações sociais, é " precisamente aquela visão 12 2, 7 | Económicos. O mercado não é uma norma de moralidade 13 2, 9 | herança cultural que lhes é própria. Assim como os artistas, 14 2, 11| religiosa de muitas pessoas é grandemente enriquecida 15 2, 12| tornarmos irmãos e irmãs, é necessário conhecermo-nos. 16 2, 12| Para nos conhecermos... é muito importante comunicarmo-nos 17 2, 12| comunidade genuína " não é apenas exprimir ideais ou 18 2, 12| mais profundo significado, é doação de si mesmo, por 19 2, 12| este bem comum. Portanto, é imperativo que os participantes 20 2, 12| à verdade acerca do que é bom. Este é o modo como 21 2, 12| acerca do que é bom. Este é o modo como os mass media 22 3, 13| eles "; apresentando o que é vil e degradante numa luz 23 3, 13| subestima com frequência o que é genuinamente novo e importante, 24 3, 14| avareza. O neoliberalismo é um bom exemplo: " Apoiado 25 3, 14| de graves injustiças, não é suficiente que os comunicadores 26 3, 14| elas são. Sem dúvida, este é o seu trabalho. Mas algumas 27 3, 15| de sistemas democráticos, é demasiado comum que os líderes 28 3, 16| mesquinhos e humilhantes. Não é uma desculpa dizer que os 29 3, 16| sexualidade e da violência. É enormemente irresponsável 30 3, 16| meios de comunicação social é também um problema sério 31 3, 16| própria herança cultural.~É para desejar que a comunicação 32 3, 17| querem que elas recebam. Isto é uma perversão da educação 33 3, 18| parâmetros seculares daquilo que é apropriado, e favorecer 34 3, 19| para o bem ou para o malé uma questão de escolha. " 35 3, 19| através dos mass media não é um exercício utilitarista, 36 3, 19| persuadir ou vender. Tampouco é um veículo para ideologias. 37 4, 20| sincera, dado que a verdade é essencial para a liberdade 38 4, 20| boa vontade, nem sempre é imediatamente claro o modo 39 4, 21| princípio ético fundamental é este: a pessoa e a comunidade 40 4, 22| 22. O segundo princípio é complementar do primeiro: 41 4, 22| materiais entre o Norte e o Sul é exacerbada peladistribuição 42 4, 22| Centesimus annus, 33).~Então, é claro que necessidade 43 4, 23| responsabilidade pública. É necessário relevar a este 44 4, 23| ética, esta presunção não é uma norma absoluta e irrevocável. 45 4, 24| certo ponto, a abordagem é legítima. Mas a diversificação 46 4, 25| com os filhos — verão que é útil reunir-se em grupos 47 4, 26| possa ter, a não ser quando é oportunamente designado; 48 4, 26| formados em comunicação. Isto é verdade não para os seminaristas, 49 4, 26| missionário de vanguarda ", e é importante que eles sejam " 50 4, 26| na realidade, por vezes é obrigada — de praticar o 51 4, 26| correcta na comunicação é um dos modos de concretizar 52 5, 27| outros campos.~Esta rede é directamente acessível a 53 5, 27| enfim, onde quer que seja. É um lugar-comum assistir 54 5, 28| do bem e do mal. A opção é nossa. Os mass media não 55 5, 28| novas circunstâncias. E esta é uma tarefa em que todos 56 5, 29| humana tem sérias limitações, é mais ou menos imperfeita 57 5, 29| em perigo de fracassar. É difícil que as pessoas se 58 5, 30| necessidade destas duas visões é particularmente premente " 59 5, 30| particularmente premente " quando se é obrigado a constatar o carácter 60 5, 32| católicos, ao concluí-las é oportuno falar de Jesus 61 5, 32| ensinou que a comunicação é um acto moral: " Pois a 62 5, 32| Dizei apenas "sim", quando é "sim"; e "não", quando é " 63 5, 32| é "sim"; e "não", quando é "não". O que disserdes além 64 5, 33| 33. Jesus é o modelo e o paradigma da 65 5, 33| outra função, a conclusão é óbvia: " Por isso, abandonai


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