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Instituto dos Irmãos Maristas das Escolas
ou Pequenos Irmãos de Maria
Constituições e Estatutos (FMS)

IntraText - Concordâncias

de
1-500 | 501-1000 | 1001-1235

     Capitolo, Capoverso
1 Dedic | sejam recebidas como um hino de louvor e de agradecimento 2 Dedic | como um hino de louvor e de agradecimento a Deus e a 3 Dedic | nossa Boa Mãe pelos cem anos de graças e de proteção, assim 4 Dedic | pelos cem anos de graças e de proteção, assim como pela 5 Dedic | fidelidade e tenacidade de tantos Irmãos que nos precederam 6 Dedic | precederam na construção de tão grande patrimônio espiritual 7 Dedic | elegante apresentação externa de nosso documento maior encontrasse 8 Dedic | tal acolhida no coração de vocês, a ponto de poder 9 Dedic | coração de vocês, a ponto de poder ser lido na vida e 10 Dedic | na vida e no testemunho de cada um.~Nas Constituições 11 Dedic | nosso agir como seguidores de Jesus, ao estilo de Marcelino. 12 Dedic | seguidores de Jesus, ao estilo de Marcelino. Nelas podemos 13 Dedic | necessários para essa "nova etapa" de fidelidade e de vitalidade, 14 Dedic | nova etapa" de fidelidade e de vitalidade, que nos propõe 15 Dedic | cristã e perfeita seguidora de Jesus, nossa Boa Mãe e primeira 16 Dedic | ternura materna seus esforços de fidelidade, no seguimento 17 Dedic | fidelidade, no seguimento de Jesus.~Com profunda estima 18 Apres | lhes apresentar o texto de nossas Constituições e Estatutos 19 Apres | a um tempo, um ponto de chegada e um ponto de partida. ~ 20 Apres | ponto de chegada e um ponto de partida. ~Um ponto de chegada, 21 Apres | ponto de partida. ~Um ponto de chegada, após longa caminhada 22 Apres | livros normativos, a fim de tornar o conteúdo mais conforme 23 Apres | suscitar a renovação espiritual de seus membros. Fizemos essa 24 Apres | com seriedade, num esforço de fidelidade, de abertura 25 Apres | num esforço de fidelidade, de abertura e de escuta, e 26 Apres | fidelidade, de abertura e de escuta, e apresentamos à 27 Apres | apresentamos à Igreja o fruto de nossos trabalhos. Recebemos 28 Apres | experimentamos a alegria de ver autenticado, uma vez 29 Apres | uma vez mais, o carisma de nosso Fundador transmitido 30 Apres | enriquecido com a fidelidade de milhares de Irmãos chegados 31 Apres | a fidelidade de milhares de Irmãos chegados ao final 32 Apres | Capítulo Geral. ~Um ponto de partida também. Com efeito, 33 Apres | como Maria e nas pegadas de Marcelino Champagnat. Trata-se 34 Apres | Champagnat. Trata-se aqui de uma conversão sempre retomada, 35 Apres | consciência que tivermos de que as Constituições e os 36 Apres | texto destaca,1 uma Regra de vida para nossos tempos, 37 Apres | os traços particulares de nosso rosto único no seio 38 Apres | rosto único no seio do Povo de Deus, e tornaremos atraente, 39 Apres | Constituições e Estatutos, a fim de quepara além de todo legalismo, 40 Apres | a fim de quepara além de todo legalismo, possamos 41 Apres | possamos realizar a finalidade de nossas vidas: amar e fazer 42 Decr | DECRETO~~ De acordo com as disposições 43 Decr | Escolas fizeram a revisão de suas Constituições e apresentaram 44 Decr | diretivas do Capítulo Geral de 1985. ~Depois de um exame 45 Decr | Capítulo Geral de 1985. ~Depois de um exame atento do documento, 46 Decr | Maria, perfeita discípula de Cristo, e para torná-la 47 Decr | consagração religiosa no seio de uma comunidade fraterna, 48 Decr | fraterna, a exemplo da família de Nazaré; eles se entregam 49 Decr | escolas e em outros campos de educação. ~Pelo presente 50 Decr | dispositivo não derroga, de nenhuma maneira, as exigências 51 Decr | todos os Pequenos Irmãos de Maria espalhados pelo mundo 52 Decr | a atualidade do carisma de Marcelino Champagnat, apóstolo 53 Decr | Passado em Roma, a 7 de outubro de 1986, festa de 54 Decr | em Roma, a 7 de outubro de 1986, festa de Nossa Senhora 55 Decr | de outubro de 1986, festa de Nossa Senhora do Rosário. ~~ ~ 56 Abrev | Vaticano II).~~c Código de Direito Canônico - número 57 Abrev | evangelização dos homens de nosso tempo, 1975).~~ES 58 Abrev | Marcelino Champagnat por um de seus primeiros discípulos, 59 1, 1 | Champagnat fundava, em 2 de janeiro de 1817, o Instituto 60 1, 1 | fundava, em 2 de janeiro de 1817, o Instituto religioso 61 1, 1 | laical dos Pequenos Irmãos de Maria2. Considera-o como 62 1, 1 | como um ramo da Sociedade de Maria 3. A Santa aprovava-nos 63 1, 1 | como Instituto autônomo e de direito pontifício. Ao mesmo 64 1, 1 | que respeitava nosso nome de origem, dava-nos o de Irmãos 65 1, 1 | nome de origem, dava-nos o de Irmãos Maristas das Escolas ( 66 1, 2 | Champagnat foi cativado pelo amor de Jesus e Maria para com ele 67 1, 2 | pessoas, está na origem de sua espiritualidade e de 68 1, 2 | de sua espiritualidade e de seu zelo apostólico. Ela 69 1, 2 | sensível às necessidades de seu tempo, especialmente 70 1, 2 | religiosa e às situações de pobreza da juventude.~Sua 71 1, 2 | juventude.~Sua e desejo de cumprir a vontade de Deus 72 1, 2 | desejo de cumprir a vontade de Deus revelam-lhe sua missão: " 73 1, 2 | criança, sem sentir o desejo de ensinar-lhe o catecismo, 74 1 | Discípulos de Marcelino Champagnat~~ 75 1, 3 | participantes do carisma de Marcelino Champagnat e orienta 76 1, 3 | COMO MARIA, em sua vida de amor ao Pai e aos homens 9. 77 1, 3 | Pela profissão dos votos de castidade, de pobreza e 78 1, 3 | dos votos de castidade, de pobreza e de obediência, 79 1, 3 | castidade, de pobreza e de obediência, comprometemo-nos 80 1, 3 | evangélicos. Tal engajamento faz de nós testemunhas e servidores 81 1, 3 | testemunhas e servidores do Reino de Deus.~Nosso caráter de Irmão 82 1, 3 | Reino de Deus.~Nosso caráter de Irmão é um apelo específico 83 1, 3 | com todos, a fraternidade de Cristo, especialmente para 84 1, 3 | guiam-nos na realização de nossa consagração e na fidelidade 85 1, 4 | 4. Dando-nos o nome de Maria, o Padre Champagnat 86 1, 4 | seu espírito. Convencido de que ela tudo fez entre nós, 87 1, 4 | Contemplamos a vida de nossa Mãe e Modelo para 88 1, 4 | Modelo para impregnar-nos de seu espírito. Suas atitudes 89 1, 4 | espírito. Suas atitudes de perfeita discípula de Cristo 90 1, 4 | atitudes de perfeita discípula de Cristo inspiram e pautam 91 1, 4 | inspiram e pautam nossa maneira de ser e de agir 12.~Havendo 92 1, 4 | pautam nossa maneira de ser e de agir 12.~Havendo Deus dado 93 1, 5 | As três virtudes mariais de humildade, simplicidade 94 1, 5 | simplicidade e modéstia nos vêm de Marcelino Champagnat 14. 95 1, 5 | com quem nos relacionamos.~De bom grado, colocamos nossa 96 1, 5 | sem alarde.~Conscientes de nossas limitações, mas confiantes 97 1 | Espírito de família~~ 98 1, 6 | uma família unida no amor de Cristo 16.~Nosso espírito 99 1, 6 | Cristo 16.~Nosso espírito de família espelha-se no lar 100 1, 6 | família espelha-se no lar de Nazaré. É feito de amor 101 1, 6 | no lar de Nazaré. É feito de amor e perdão, entreajuda 102 1, 6 | entreajuda e apoio, esquecimento de si, de abertura aos outros 103 1, 6 | apoio, esquecimento de si, de abertura aos outros e de 104 1, 6 | de abertura aos outros e de alegria 17.~Esse espírito 105 1, 6 | atitudes e nossa conduta, de modo que o irradiamos onde 106 1, 6 | Exprime-se e constrói-se de maneira especial pelo amor 107 1, 7 | apostólica. Brota do amor de Deus, desenvolve-se pelo 108 1, 7 | desenvolve-se pelo dom de nós mesmos aos outros e 109 1, 7 | vida. Nossa ação, como a de Maria, permanece discreta, 110 1, 7 | Fundador, vivemos na presença de Deus 19 e haurimos nosso 111 1, 7 | Cruz e do Altar 20. Somente de Deus esperamos o êxito de 112 1, 7 | de Deus esperamos o êxito de nosso trabalho, persuadidos 113 1, 7 | nosso trabalho, persuadidos de que: "Se o Senhor não constrói 114 1, 8 | profissão religiosa. Irmãos de uma mesma família, estamos 115 1, 8 | das vantagens espirituais de nossa família religiosa.~ 116 1, 8 | Instituto e se beneficiar de favores semelhantes.~O Instituto 117 1, 9 | unidade exige a comunhão de oração e de vida fraterna, 118 1, 9 | exige a comunhão de oração e de vida fraterna, ação apostólica 119 1, 9 | Formamos Comunidade em torno de Maria, nossa boa Mãe 23, 120 1, 9 | boa Mãe 23, como membros de sua família. Esforçamo-nos 121 1, 9 | permanecer fiéis ao Espírito de Jesus ressuscitado que nos 122 1, 9 | primitiva Igreja, a graça de viver de um coração e 123 1, 9 | Igreja, a graça de viver de um coração e de uma 124 1, 9 | viver de um coração e de uma alma 24.~~ 125 1, 10 | consagração religiosa nos une de maneira especial à Igreja 126 1, 10 | ministério. No seio do povo de Deus, damos o testemunho 127 1, 10 | testemunho profético e alegre de uma vida inteiramente dedicada 128 1, 10 | para a unidade do Corpo de Cristo por nossa adesão 129 1, 10 | famílias oriundas da Sociedade de Maria com as quais queremos 130 1, 10 | irradiar na Igreja o espírito de Maria que nos é comum.~~ 131 2, 11 | Nasce assim uma aliança de amor em que Deus se ao 132 2, 12 | 12. Deus consagrou Jesus de Nazaré pela unção do Espírito 31 133 2, 12 | aliança: associamo-nos à morte de Cristo para comungar em 134 2, 12 | trabalhamos na construção do Reino de Deus.~O seguimento de Cristo 34 135 2, 12 | Reino de Deus.~O seguimento de Cristo 34 é a lei suprema 136 2, 12 | Cristo 34 é a lei suprema de nossa consagração batismal, 137 2, 12 | consagração batismal, a condição de nosso desabrochar no amor 138 2, 12 | participação no mistério de Jesus encaminha-nos rumo 139 2, 12 | encaminha-nos rumo à perfeição de nosso ser e faz de nossa 140 2, 12 | perfeição de nosso ser e faz de nossa existência um culto 141 2, 12 | nossa existência um culto de amor a Deus.~~ 142 2 | Chamado divino, resposta de amor~~ 143 2, 13 | passa pelo amor pessoal de Cristo: Fitando-o, Jesus 144 2, 13 | Jesus o amou" 36. Esse olhar de eleição, sobre cada um de 145 2, 13 | de eleição, sobre cada um de nós, é um convite a viver 146 2, 13 | Espírito Santo no seguimento de Cristo, pobre e obediente. 147 2, 13 | Superiores, nossa resposta de amor purifica-se progressivamente; 148 2, 13 | associamos a oblação total de nós mesmos ao sacrifício 149 2, 14 | missão da Igreja, esposa de Cristo40.~Essa consagração, 150 2, 14 | apostólica, aviva a graça de nossa confirmação. A fidelidade 151 2, 15 | dos conselhos evangélicos de castidade, pobreza e obediência41. 152 2, 15 | necessário para atingir o fim de nossa vocação.~ ~15.1 Renovamos 153 2, 15 | Assunção, ou então por ocasião de outra festa marial.~15.2 154 2, 15 | Atende a suas necessidades de saúde e os filia à previdência 155 2, 16 | à realização do desígnio de Deus.~Vivendo no meio do 156 2, 17 | especialmente aos jovens, a fim de revelar-lhes Jesus Cristo. 157 2, 17 | pertence à própria natureza de nossa família religiosa46.~ 158 2, 17 | a obediência nos confia, de acordo com a finalidade 159 2, 17 | apostólica, procedendo sempre de íntima união com Deus, a 160 2, 18 | pertencer totalmente, é o modelo de nossa consagração. Na Anunciação, 161 2, 18 | Espírito Santo, pelo dom total de si mesma.~Seu coração de 162 2, 18 | de si mesma.~Seu coração de mulher e de mãe conheceu 163 2, 18 | Seu coração de mulher e de mãe conheceu as alegrias 164 2, 18 | provações da vida. Ao lado de Jesus, viveu em total confiança 165 2, 18 | oda cruz. Na glória de Cristo ressuscitado, ela 166 2, 18 | Cristo ressuscitado, ela é, de modo singular, a mãe de 167 2, 18 | de modo singular, a mãe de todos os que se consagram 168 2, 18 | Consagrados a Maria, e certos de que ela intercede por nossa 169 2, 18 | coração agradecido pela graça de nossa vocação.~Nosso Fundador, 170 2, 18 | Fundador, que tanto aprendeu de Maria, permanece para nós 171 2, 18 | permanece para nós um modelo de doação sem reserva a Deus 172 2 | CONSELHO EVANGÉLICO DE CASTIDADE~~ 173 2 | No seguimento de Cristo casto~~ 174 2, 19 | Deus e a universalidade de seu amor redentor.~Em suas 175 2, 19 | comparação às tradições de seu ambiente49, Jesus revela-se 176 2, 19 | Descobrimo-lo, simples e bom, capaz de suscitar o que de melhor 177 2, 19 | capaz de suscitar o que de melhor no coração daqueles 178 2 | O voto de castidade~~ 179 2, 20 | Pelo conselho evangélico de castidade, Jesus convida-nos 180 2, 20 | universais51.~Emitindo o voto de castidade, aceitamos o dom 181 2, 20 | comprometemos numa relação de amor único e sem reserva 182 2 | Nas pegadas de Maria~~ 183 2, 21 | guia e apoio no aprendizado de uma vida casta54. Ela é 184 2, 21 | viveu a virgindade por causa de Cristo55. O Espírito Santo 185 2, 21 | casa56, aprendemos o modo de amar as pessoas e nos tornamos, 186 2, 21 | vivos da ternura do Pai. De coração aberto e disponível, 187 2, 22 | 22. Nosso voto de castidade nos insere mais 188 2, 22 | núpcias, anunciando o advento de um mundo novo em que Deus 189 2, 22 | Leva também ao dom total de si mesmos àqueles que o 190 2 | No seio de uma comunidade~~ 191 2, 23 | Nossa comunidade é o lugar de aplicação mais imediato 192 2, 23 | apoio para o aperfeiçoamento de nossa caridade59. Nos momentos 193 2, 23 | contar com a compreensão de seus irmãos. A amizade deles 194 2, 23 | equilíbrio pessoal. O espírito de e a confiança recíproca 195 2, 23 | simples e prudente, decidida de comum acordo. Os tempos 196 2, 23 | comum acordo. Os tempos de oração, de trabalho e de 197 2, 23 | acordo. Os tempos de oração, de trabalho e de repouso, indispensáveis 198 2, 23 | de oração, de trabalho e de repouso, indispensáveis 199 2, 24 | corações à amizade, graça de Deus que empresta um rosto 200 2, 24 | satisfazer nossa necessidade de amor.~Conscientes de nossa 201 2, 24 | necessidade de amor.~Conscientes de nossa fragilidade, estimamos 202 2, 24 | humanas e nos resguardamos de toda amizade exclusiva ou 203 2, 24 | 24.1. Em nossa vida de castidade, temos de evitar 204 2, 24 | vida de castidade, temos de evitar um duplo escolho; 205 2, 24 | um apelo a amar, e perder de vista a especificidade do 206 2, 24 | a especificidade do amor de um consagrado.~Por um lado, 207 2, 24 | consagrado.~Por um lado, temos de lutar contra a tendência 208 2, 24 | dos outros, sobretudo à de nossos coirmãos. De outro, 209 2, 24 | sobretudo à de nossos coirmãos. De outro, temos de exercitar 210 2, 24 | coirmãos. De outro, temos de exercitar a prudência; é 211 2, 24 | guiar nossas relações, a fim de que nossas amizades sejam 212 2, 25 | alimentar nossa relação de amor com o Senhor, somos 213 2, 25 | celibato.~Comungando o Corpo de Cristo, encontramos a força 214 2, 25 | lutas, abrimo-nos à ação de Cristo, que cura nossas 215 2, 25 | nossas feridas, liberta-nos de nossos desejos egoístas, 216 2, 25 | da reconciliação, fontes de amor renovado.~~ 217 2, 26 | lúcidos e prudentes na escolha de nossos lazeres e no uso 218 2, 26 | lazeres e no uso dos meios de comunicação social64. Conformamos 219 2, 26 | com equilíbrio nosso voto de castidade, empregamos meios 220 2 | Testemunho de vida~~ 221 2, 27 | celibato consagrado, é sinal de contradição para o mundo. 222 2, 27 | leva-nos para a realização de nosso ser e torna-se fonte 223 2, 27 | torna-se fonte particular de fecundidade espiritual para 224 2, 27 | os consagrados, a graça de a ela serem fiéis a fim 225 2, 27 | a ela serem fiéis a fim de saborear a alegria prometida 226 2, 27 | especial, ou praticamos um ato de caridade, a fim de obter, 227 2, 27 | um ato de caridade, a fim de obter, pela intercessão 228 2, 27 | obter, pela intercessão de Maria, o dom da castidade. 229 2 | CONSELHO EVANGÉLICO DE POBREZA~~ 230 2, 28 | amor por nós, Cristo, que de rico fez-se pobre, 67 nos 231 2, 28 | impele a que participemos de sua pobreza. Nasce em penúria, 68 232 2, 28 | bem-aventurados. Consciente de que tudo recebeu do Pai, 233 2, 28 | em suas mãos e despoja-se de si mesmo, a ponto de morrer 234 2, 28 | despoja-se de si mesmo, a ponto de morrer numa cruz.~Por amor, 235 2, 28 | na renúncia, nosso voto de pobreza.~~ 236 2 | O voto de pobreza~~ 237 2, 29 | 29. O conselho evangélico de pobreza implica uma vida 238 2, 29 | pobreza implica uma vida pobre de fato e de espírito70. Renunciamos 239 2, 29 | uma vida pobre de fato e de espírito70. Renunciamos 240 2, 29 | Renunciamos a usar e a dispor de qualquer dinheiro ou de 241 2, 29 | de qualquer dinheiro ou de outro bem material, de algum 242 2, 29 | ou de outro bem material, de algum valor, 71 sem autorização.~ 243 2, 29 | entretanto, a propriedade de nossos bens, a capacidade 244 2, 29 | nossos bens, a capacidade de adquirir outros e a de acrescentar 245 2, 29 | capacidade de adquirir outros e a de acrescentar ao patrimônio 246 2, 29 | Irmão age sob a dependência de seu Superior imediato. Presta-lhe 247 2, 29 | dispor.~29.2. Para dispor de um presente em dinheiro 248 2, 29 | todas, ceder a administração de seus bens a quem desejar 249 2, 29 | desejar e disporá livremente de seu uso e de seu usufruto ( 250 2, 29 | livremente de seu uso e de seu usufruto (c 668,1).civil ( 251 2, 29 | e o que receber a título de aposentadorias, subvenções, 252 2, 29 | As normas da Província, de acordo com a legislação 253 2, 29 | desses direitos.~29.8. Depois de dez anos de profissão perpétua, 254 2, 29 | 29.8. Depois de dez anos de profissão perpétua, o Irmão 255 2, 29 | que, com seu parecer e o de seu Conselho, transmite 256 2, 29 | viagens, estadas, objetos de valor. Pois, embora nada 257 2, 29 | normas relativas aos objetos de uso pessoal, assim como 258 2 | Nas pegadas de Maria~~ 259 2, 30 | Magnificat73 revela-nos o coração de Maria que, com os pobres 260 2, 30 | Maria que, com os pobres de Israel, põe sua confiança 261 2, 30 | convive com as pessoas simples de Nazaré75. Da Anunciação 262 2, 30 | ativo a todas as formas de desapego que Deus lhe pede76.~ 263 2, 31 | Superior, pela aceitação de nossas limitações e da ajuda 264 2, 32 | que deve marcar nosso modo de ser, nosso estilo de vida 265 2, 32 | modo de ser, nosso estilo de vida e nossa ação apostólica.~ 266 2, 32 | periodicamente o uso que faz de seus bens. Examina seu estilo 267 2, 32 | bens. Examina seu estilo de vida e de residência, a 268 2, 32 | Examina seu estilo de vida e de residência, a fim de ver 269 2, 32 | vida e de residência, a fim de ver em que grau testemunha 270 2, 32 | tradição marista e por espírito de pobreza e de solidariedade 271 2, 32 | por espírito de pobreza e de solidariedade com os pobres, 272 2, 33 | 33. A pobreza de coração do Padre Marcelino 273 2, 33 | Providência80. A fundação de nosso Instituto é a prova, 274 2, 33 | é a prova, sempre atual, de que a permite todas as 275 2, 33 | quis enviar-nos a eles, de preferência, 81 sem excluir 276 2, 33 | La Valla82 é para cada um de nós convite a viver na simplicidade 277 2, 33 | sem queixa as situações de pobreza que nos oferecem 278 2, 33 | que nos oferecem ocasião de pôr nossa confiança em Deus. 279 2, 34 | os pobres84. Prediletos de Deus, eles atraem sobre 280 2, 34 | Guiados pela voz da Igreja, 85 de acordo com nossa vocação 281 2, 34 | aproveitamos das ocasiões de contato com a realidade 282 2, 34 | leva-nos a descobrir as causas de sua miséria e a libertar-nos 283 2, 34 | miséria e a libertar-nos de qualquer preconceito ou 284 2, 34 | escandalizá-los com um teor de vida demasiado confortável86.~ 285 2, 34 | confortável86.~Nossa missão de educadores junto aos jovens 286 2, 34 | justiça.~ ~34.1. No início de seu mandato, o Irmão Provincial 287 2, 34 | prevê a parte dos pobres, de acordo com diretrizes do 288 2, 34 | ampliar tal parte, privando-se de coisas úteis ou até necessárias ( 289 2 | Testemunhas de uma Igreja pobre e serva. ~~ 290 2, 35 | bens terrenos liberta-nos de preocupações excessivas87. 291 2, 35 | Para ser testemunhas dignas de crédito, 88 renuncia-mos 292 2, 35 | evangélica.~Nesse caminho de pobreza, tornamo-nos cada 293 2, 35 | e abertos às maravilhas de Deus.~Nossa vida simples 294 2, 35 | e dedicada revela a face de uma Igreja pobre e serva, 295 2, 35 | prometida aos que têm um coração de pobre89.~~ 296 2 | CONSELHO EVANGÉLICO DE OBEDIENCIA~~ 297 2 | No seguimento de Cristo obediente~~ 298 2, 36 | 36. Toda a existência de Jesus foi comunhão com a 299 2, 36 | comunhão com a vontade do Pai90 de quem tinha consciência de 300 2, 36 | de quem tinha consciência de ser o Bem-amado. Responde 301 2, 36 | enviou91. Assume a condição de servo92 e aprende, sofrendo, 302 2, 36 | por Deus, tornou-se causa de salvação universal.~Jesus 303 2 | O voto de obediência~~ 304 2, 37 | 37. O conselho evangélico de obediência, assumido em 305 2, 37 | obediência, assumido em espírito de e de amor no seguimento 306 2, 37 | assumido em espírito de e de amor no seguimento de Cristo 307 2, 37 | e de amor no seguimento de Cristo obediente até a morte, 308 2, 37 | legítimos que ocupam o lugar de Deus, quando ordenam segundo 309 2, 37 | Superior maior tem obrigação de prevenir o Irmão, em caso 310 2, 37 | prevenir o Irmão, em caso de falta grave, com admoestação 311 2, 38 | 38. A vida inteira de Maria é o prolongamento 312 2, 38 | Maria é o prolongamento de seu FIAT96. Por sua obediência, 313 2, 38 | obediência, torna-se Mãe de Deus e coopera na missão 314 2, 38 | coopera na missão redentora de seu Filho. Ela é bem-aventurada 315 2, 39 | primeiro lugar, a vontade de Deus buscada na oração, 316 2, 39 | próprio Jesus.~A exemplo de nosso Fundador, colocamos 317 2, 39 | Fundador, colocamos o espírito de como fundamento da obediência100 318 2, 40 | 40. A amor à vontade de Deus e o desejo de realizá-la 319 2, 40 | vontade de Deus e o desejo de realizá-la ao longo de nossa 320 2, 40 | desejo de realizá-la ao longo de nossa vida fazem-nos aceitar 321 2, 40 | fazem-nos aceitar um conjunto de mediações.~Cada um de nós 322 2, 40 | conjunto de mediações.~Cada um de nós é obrigado a obedecer 323 2, 40 | em razão do sagrado laço de obediência102. Entre outras 324 2, 40 | devemos exercer a mediação de maneira recíproca, conforme 325 2, 40 | pastores da Igreja e agimos de acordo com o Bispo conforme 326 2, 40 | 671).~40.3. No exercício de um apostolado externo ao 327 2, 41 | obediência, em comunidade, requer de cada um o desenvolvimento 328 2, 41 | desenvolvimento do espírito de comunhão e fidelidade interior 329 2, 41 | busca, teremos muitas vezes de abandonar nosso modo próprio 330 2, 41 | abandonar nosso modo próprio de ver, para aceitar o que 331 2, 41 | aceitar o que a comunidade, de acordo com o Superior, considera 332 2, 41 | considera ser a vontade de Deus.~~ 333 2, 43 | buscam sem cessar a vontade de Deus. Pode tornar-se difícil 334 2, 43 | vontade, sobretudo em períodos de mudanças profundas e de 335 2, 43 | de mudanças profundas e de renovação. Discernimo-la 336 2, 43 | para chegar a decisões, de acordo com os Superiores110.~ 337 2, 43 | Espírito Santo exige espírito de , escuta da Palavra, fidelidade 338 2, 43 | e renúncia a interesses de pessoas ou de grupos.~~ 339 2, 43 | interesses de pessoas ou de grupos.~~ 340 2, 44 | como Cristo, servidores de nossos Irmãos. Cada um, 341 2, 44 | pondo seus dotes a serviço de todos e da missão apostólica112.~ 342 2, 44 | chegaremos à unificação de nossa pessoa no amor e à 343 2, 44 | na liberdade dos filhos de Deus113. A aceitação da 344 2, 44 | morte será nosso último ato de obediência filial114.~~ 345 2, 45 | evangélica é a expressão de nossa liberdade e de nossa 346 2, 45 | expressão de nossa liberdade e de nossa disponibilidade para 347 2, 45 | da pessoa ou qualificam de absoluta a autonomia individual. 348 2, 45 | mesmo tempo, a soberania de Jesus Cristo117, o Servo 349 2, 45 | Deus realizou seu desígnio de salvação.~~ 350 2 | NOSSA CAMINHADA DE CONSAGRADOS~~ 351 2, 46 | 46. Nossa vida de consagrados é uma caminhada 352 2, 46 | Jesus interpelou cada um de nós118. Ouvimos a palavra: " 353 2, 46 | dia, com o coração cheio de gratidão, encorajados pelo 354 2, 46 | encorajados pelo testemunho de fidelidade dos Irmãos que 355 2, 46 | dúvida, a tibieza, a secura de coração e mesmo desvios 356 2, 46 | e mesmo desvios em busca de falsas consolações. Deles 357 2, 46 | recurso a Maria e com a ajuda de nossos Irmãos.~Certos da 358 2, 46 | Irmãos.~Certos da fidelidade de Deus, 120 não questionamos 359 2, 46 | Desfrutamos então a alegria de viver verdadeiramente a 360 3 | A Trindade fonte de vida comunitária~~ 361 3, 47 | chamado do Cristo pela vontade de viver unidos numa comunidade 362 3, 47 | viver unidos numa comunidade de pessoas consagradas. Nossa 363 3 | Comunidade em torno de Maria~~ 364 3, 48 | no Espírito Santo no dia de Pentecostes, sentimos entre 365 3, 48 | sentimos entre nós a presença de Maria, 124 Mãe da Igreja. 366 3, 48 | melhor que formamos o Corpo de Cristo125.~Como Maria, na 367 3 | Comunidade no espírito de nossas origens~~ 368 3, 49 | transmitida por gerações de Irmãos, realizamos o desejo 369 3, 49 | Fundador, levando nossa vida de comunidade num grande espírito 370 3, 49 | comunidade num grande espírito de família: "Amem-se uns aos 371 3, 49 | Para alimentar o espírito de família,~ ~1. Vivemos 372 3, 49 | exprimimos nosso senso de fraternidade, sobretudo 373 3, 49 | sobretudo por ocasião das festas de família; jubileus, aniversários, 374 3, 49 | consagramos tempo para trabalhos de limpeza e conservação da 375 3 | Comunidade de consagrados.~~ 376 3, 50 | 50. Os votos, expressão de nosso amor ao Senhor, são 377 3, 50 | amor ao Senhor, são fator de união da comunidade marista. 378 3, 50 | o cumprimento da vontade de Deus.~ ~50.1. O projeto 379 3, 50 | Deus.~ ~50.1. O projeto de vida comunitária é u meio 380 3, 50 | corresponsabilidade na procura da vontade de Deus. O Capítulo Provincial 381 3, 50 | pontos das Constituições de acordo com a situação concreta 382 3, 50 | 7).~50.2. Onde o projeto de vida comunitária não é obrigatório, 383 3, 50 | Provincial indicará um modo de substituí-lo.~ ~ 384 3 | Comunidade, lugar de partilha e crescimento~~ 385 3, 51 | e pedir perdão, tratando de eliminar de nosso coração 386 3, 51 | perdão, tratando de eliminar de nosso coração qualquer ressentimento135. 387 3, 51 | comunidade torna-se então lugar de amizade e de partilha, onde 388 3, 51 | então lugar de amizade e de partilha, onde se expandem 389 3, 51 | humanas e os dons espirituais de cada Irmãos136.~~ 390 3, 52 | contribui para criar um clima de entendimento e de harmonia 391 3, 52 | clima de entendimento e de harmonia entre os Irmãos. 392 3, 52 | continuidade e sintonia de ação de todos.~É, sobretudo, 393 3, 52 | continuidade e sintonia de ação de todos.~É, sobretudo, pelo 394 3, 52 | harmonia na comunidade. É fator de animação e de crescimento 395 3, 52 | comunidade. É fator de animação e de crescimento espiritual. 396 3, 53 | o Irmão jovem como graça de Deus e atenção de Maria139. 397 3, 53 | graça de Deus e atenção de Maria139. Ele lhe traz as 398 3, 53 | Ele lhe traz as riquezas de seu espírito e de seu coração, 399 3, 53 | riquezas de seu espírito e de seu coração, especialmente 400 3, 53 | seu entusiasmo e desejo de autenticidade. Acolhido 401 3, 53 | favorável ao fortalecimento de sua vocação.~Chegado à maturidade, 402 3, 53 | enriquecido pela experiência de êxitos e de fracassos, o 403 3, 53 | experiência de êxitos e de fracassos, o Irmão investe 404 3, 53 | ativa.~Pela oração e oferta de suas enfermidades, exerce 405 3, 53 | apostolado. A comunidade cerca-o de respeito e afeto.~~ 406 3, 54 | doente ou sofredor motivo de bênção140. Trata de dar-lhe 407 3, 54 | motivo de bênção140. Trata de dar-lhe cuidados e a assistência 408 3, 54 | Senhor e em Maria. Lembra-se de que por seus sofrimentos, 409 3, 54 | Superiores, mostram-se cheios de bondade e de paciência com 410 3, 54 | mostram-se cheios de bondade e de paciência com os coirmãos 411 3, 54 | e no abandono à vontade de Deus (Tg 5, 14).~ ~ 412 3, 55 | coirmão chegado ao termo de sua vida. Cada um de seus 413 3, 55 | termo de sua vida. Cada um de seus membros assegura-lhe 414 3, 55 | assegura-lhe o reconforto de sua presença e de sua prece. 415 3, 55 | reconforto de sua presença e de sua prece. A Eucaristia 416 3, 55 | prova, assim, a felicidade de morrer na família de Maria142. 417 3, 55 | felicidade de morrer na família de Maria142. Oramos freqüentemente 418 3, 55 | do Irmão Superior Geral, de um antigo Superior Geral 419 3, 55 | antigo Superior Geral ou de um membro ou antigo membro 420 3, 55 | defuntos.~55.2. A morte de um noviço ou de um Irmão, 421 3, 55 | A morte de um noviço ou de um Irmão, cada comunidade 422 3, 55 | defuntos.~55.3. A morte de um noviço ou de um Irmão, 423 3, 55 | A morte de um noviço ou de um Irmão, sua comunidade 424 3, 55 | 55.4. A morte dos pais de um Irmão, sua comunidade 425 3, 55 | mandamos celebrar uma missa de aniversário e recitamos 426 3, 56 | estende-se também a cada uma de nossas famílias. Exprime-se 427 3, 56 | oração, sobretudo por ocasião de eventos felizes ou dolorosos144. 428 3, 56 | sobretudo as visitas, são de terminadas pelas Normas 429 3, 57 | marista. Reunida na em nome de Jesus, é primordialmente 430 3, 57 | constitui a trama cotidiana de nossas vidas. É principalmente 431 3, 58 | testemunho do amor fraterno de pessoas consagradas, 432 3, 58 | seu o trabalho apostólico de cada um de seus membros. 433 3, 58 | trabalho apostólico de cada um de seus membros. Por sua vez, 434 3, 58 | caridade.~ ~58.1. No início de cada ano, por questão de 435 3, 58 | de cada ano, por questão de fidelidade a nossa missão, 436 3, 59 | comum, inevitáveis por causa de nossas limitações, dão a 437 3, 59 | limitações, dão a cada um ocasião de renunciar-se e carregar 438 3, 60 | comunitários reforçam o espírito de família. Comunicando-nos 439 3, 60 | com nossos irmãos o melhor de nós mesmos.~A reunião comunitária, 440 3, 60 | tensões, tomamos consciência de que a comunidade precisa 441 3, 60 | que a comunidade precisa de tempo para construir-se.~ 442 3, 60 | amor aos Irmãos, os tempos de oração, trabalho e descanso.~ ~ 443 3, 60 | Irmãos tomarem consciência de sua responsabilidade na 444 3, 60 | e na alegria, como sinal de amizade e comunhão. Nossa 445 3, 60 | qualquer requinte por espírito de pobreza. Por vezes, privamo-nos 446 3, 60 | Por vezes, privamo-nos de alguma coisa, a fim de partilhá-la 447 3, 60 | privamo-nos de alguma coisa, a fim de partilhá-la com os pobres.~ 448 3, 60 | discernimento, o uso dos meios de comunicação social.~60.4. 449 3, 60 | comunidade organiza o tempo de férias e prevê como passar 450 3, 61 | Por nossos compromisso de vida em comum, devemos residir 451 3, 61 | Qualquer que seja o tipo de residência e o local de 452 3, 61 | de residência e o local de sua inserção, os locais 453 3, 61 | sempre limpos e mobiliados de forma a demonstrar pobreza.~ 454 3, 61 | exclusiva da comunidade, a fim de preservar a privacidade 455 3, 61 | fraterna150.~Como sinal de nossa consagração e testemunho 456 3, 61 | consagração e testemunho de pobreza e simplicidade marista, 457 3, 61 | marista, usamos o hábito de nosso Instituto, de acordo 458 3, 61 | hábito de nosso Instituto, de acordo com a forma descrita 459 3, 61 | a concederá, porém, além de um ano, salvo por razões 460 3, 61 | um ano, salvo por razões de saúde, estudo ou apostolado 461 3, 61 | identifique nosso estado de consagrados, num Instituto 462 3, 62 | pessoa, 152 vivendo assim, de maneira concreta, a fraternidade 463 3, 63 | incessantemente renovado de reconciliação e de comunhão, 464 3, 63 | renovado de reconciliação e de comunhão, tornamo-nos sinal 465 3, 63 | comunhão, tornamo-nos sinal de unidade para os que nos 466 3, 63 | Entretanto, não deixamos de perceber a defasagem entre 467 3, 63 | oferecida e a realidade de nossa vida.~Por isso é que 468 4 | Capítulo 4 VIDA DE ORAÇÃO~~ 469 4 | Unidos à oração de Cristo~~ 470 4, 64 | para o Pai159 na aceitação de sua condição de Filho encarnado 471 4, 64 | aceitação de sua condição de Filho encarnado e do desígnio 472 4, 64 | encarnado e do desígnio de salvação que deve cumprir, 473 4, 64 | amor, seu louvor e sua ação de graças, sua angústia e sua 474 4, 64 | nossa oração como uma graça de participação na oração do 475 4, 65 | Toda oração cristã brota de um coração à escuta do Espírito 476 4 | Fontes de nossa oração~~ 477 4, 66 | 66. A Palavra de Deus, meditada na Sagrada 478 4, 66 | Liturgia, é fonte perene de nossa oração. O trabalho, 479 4, 66 | acontecimentos, os apelos de nossos Irmãos, da Igreja 480 4, 67 | Maria é para nós modelo de oração. Virgem da Anunciação, 481 4, 67 | Anunciação, acolhe a palavra de Deus165. Mulher bendita 482 4, 67 | bendita entre todas, exulta de alegria em Deus, seu Salvador166. 483 4, 67 | orando com Maria, comungamos de seu louvor, de sua ação 484 4, 67 | comungamos de seu louvor, de sua ação de graças, de sua 485 4, 67 | seu louvor, de sua ação de graças, de sua intercessão.~~ 486 4, 67 | de sua ação de graças, de sua intercessão.~~ 487 4, 68 | Champagnat, vivendo na presença de Deus, (1) atingiu o estado 488 4, 68 | Deus, (1) atingiu o estado de oração perfeita, mesmo em 489 4, 68 | sensivelmente a presença de Jesus. Dirigia-se a Maria 490 4, 68 | a Maria com a confiança de uma criança173. Na formação 491 4, 68 | sobre a oração que chamava de "o ponto capital"174. Seu 492 4, 68 | exemplo ensina-nos a fazer de nossa vida uma oração perene.~~ 493 4, 69 | A Eucaristia é o coração de nossa vida consagrada. Nela 494 4, 69 | Palavra e comungamos o Corpo de Cristo177 e adoramos o Senhor 495 4, 69 | qual comungamos o Corpo de Cristo.~69.2. É muito desejável 496 4, 69 | no domingo, participemos de uma missa paroquial para 497 4, 69 | nossa unidade com o povo de Deus, em torno do Cristo 498 4 | Rezar com o Povo de Deus.~~ 499 4, 70 | vibrar em uníssono com a de Jesus, especialmente com 500 4, 70 | a Deus o louvor em nome de toda a criação, e participamos


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