Capitolo, Capoverso
1 Dedic | tenacidade de tantos Irmãos que nos precederam na construção
2 Dedic | fidelidade e de vitalidade, que nos propõe o XIX Capítulo Geral.~
3 Apres | partida também. Com efeito, se nos deixarmos, dia após dia,
4 Apres | por igual um desafio que nos é lançado: encarnar esse
5 Apres | para os jovens aos quais nos dedicamos. ~Que Maria, nossa
6 Decr | Institutos Seculares reconheceu nos textos o apelo feito aos
7 Abrev | Orientações sobre a Formação nos Institutos Religiosos. Roma,
8 1, 5 | simplicidade e modéstia nos vêm de Marcelino Champagnat 14.
9 1, 5 | Irmãos e com aqueles com quem nos relacionamos.~De bom grado,
10 1, 6 | os Irmãos que ele mesmo nos dá. Impregna nossas atitudes
11 1, 6 | modo que o irradiamos onde nos encontramos. Exprime-se
12 1, 6 | amor ao trabalho que sempre nos caraterizou 18.~~
13 1, 7 | nós mesmos aos outros e nos conduz ao Pai. Assim nossa
14 1, 7 | haurimos nosso dinamismo nos mistérios do Presépio, da
15 1, 9 | de Jesus ressuscitado que nos dá, como cristãos da primitiva
16 1, 10 | A consagração religiosa nos une de maneira especial
17 1, 10 | Entretanto, laços particulares nos unem às diversas famílias
18 1, 10 | o espírito de Maria que nos é comum.~~
19 2, 15 | 15. A Deus, que nos consagra pelo ministério
20 2, 15 | Instituto43.~Por sua vez, este nos acolhe como membros e nos
21 2, 15 | nos acolhe como membros e nos assegura o necessário para
22 2, 16 | assim a força da graça que nos desapega desses valores
23 2, 17 | tarefa que a obediência nos confia, de acordo com a
24 2, 18 | dedicação aos outros. Sua vida nos lembra o ideal que propunha
25 2, 20 | a mediação do cônjuge e nos faz viver como irmãos universais51.~
26 2, 20 | aceitamos o dom do Pai52 e nos comprometemos numa relação
27 2, 21 | modo de amar as pessoas e nos tornamos, por nossa vez,
28 2, 21 | acolhemos os jovens que nos são confiados. Maria inspira-nos
29 2, 22 | Nosso voto de castidade nos insere mais profundamente
30 2, 22 | A fidelidade dos esposos nos estimula a amar o Senhor
31 2, 23 | do amor universal no qual nos engajamos. Este amor exprime-se
32 2, 23 | também na acolhida aos que nos procuram.~O amor para com
33 2, 23 | bastante generoso para nos doar a todos.~A vida fraterna
34 2, 23 | aperfeiçoamento de nossa caridade59. Nos momentos em que a solidão
35 2, 23 | que a solidão do celibato nos pesa, cada um deve poder
36 2, 24 | nossas relações humanas e nos resguardamos de toda amizade
37 2, 24 | castidade consagrada e não nos afastem da oração, do apostolado
38 2, 24 | Superior a situação que nos causa dificuldade.~ ~
39 2, 26 | e formação psicológicas nos domínios da sexualidade,
40 2, 28 | de rico fez-se pobre, 67 nos impele a que participemos
41 2, 31 | 31. A pobreza espiritual nos mantém em total dependência
42 2, 33 | situações de pobreza que nos oferecem ocasião de pôr
43 2, 33 | Evitamos confiar demais nos meios humanos.~ ~
44 2, 34 | nós os favores divinos e nos evangelizam.~Guiados pela
45 2, 34 | nossa vocação própria, nós nos solidarizamos com os pobres
46 2, 34 | lugares e das casas que nos permitem partilhar a condição
47 2, 39 | fundamento da obediência100 que nos torna disponíveis para a
48 2, 39 | a tarefa que o Instituto nos confia101.~~
49 2, 44 | dificuldades a vencer não nos devem desanimar. Com humilde
50 2, 46 | e nossas hesitações para nos comprometer no seu seguimento.~
51 2, 46 | fidelidade dos Irmãos que nos precederam.~Pelo caminho,
52 3, 48 | Mãe da Igreja. Ela nos ajuda a viver fraternalmente,
53 3, 60 | Apreciamos o silêncio que nos abre à compreensão, prepara
54 3, 61 | acordo com a forma descrita nos Estatutos151.~ ~61.1. Por
55 3, 63 | Espírito Santo154. Reunidos sem nos ter escolhido, acolhemo-nos
56 3, 63 | sinal de unidade para os que nos vêem viver155.~Entretanto,
57 4, 65 | escuta do Espírito Santo, que nos introduz na intimidade da
58 4, 65 | intimidade da Trindade e nos permite exclamar como o
59 4, 69 | pelos outros180.~ ~69.1. Nos dias em que não temos missa,
60 4, 71 | intimamente unidos ao Deus que nos envia186.~Na oração, encontro
61 4, 71 | continuar a ação a que Jesus nos chama. Esta, por sua vez,
62 4, 71 | chama. Esta, por sua vez, nos reconduz à oração portadora
63 4, 72 | comunidade, são ocasiões para nos reconhecer pecadores, juntos,
64 4, 73 | espiritual. É necessário para nos ajudar a superar as provações
65 4, 75 | Francisco, aos Irmãos que nos precederam, aos membros
66 4, 76 | patrono do Instituto200. Ele nos ensina o esquecimento de
67 4, 76 | no serviço. Rogamos-lhe nos faça partilhar de seu amor
68 4, 76 | Santos e as Santas202. Eles nos mostram algum traço do rosto
69 4, 77 | refletindo-se sobre os que nos cercam.~ Cada um de nós
70 4, 77 | esse crescimento.~77.2. Nos dias feriados e durante
71 5, 82 | esperança cristãs, despertamos nos jovens vontade de se engajarem
72 5, 83 | disponíveis ao Espírito Santo que nos interpela através das realidades
73 5, 83 | realidades de suas vidas e que nos impulsiona a ações corajosas.~~
74 5, 86 | nossa vida e pelos contatos nos quais exercemos nossa capacidade
75 5, 86 | 86.1. Os jovens que nos são confiados recebem ensino
76 5, 86 | Os Irmãos, trabalhando nos meios de comunicação social,
77 5, 87 | Champagnat. Essa proposta insiste nos valores de esquecimento
78 5, 88 | colaboradores leigos na catequese, nos movimentos apostólicos,
79 5, 88 | movimentos apostólicos, nos grupos de oração e na pastoral
80 5, 90 | conforme nosso carisma252.~Nos países descristianizados,
81 5, 91 | facilita sua integração nos países a que são enviados255.
82 6, 93 | Animamos movimentos apostólicos nos quais os jovens podem encontrar
83 6, 96 | 96. Aos jovens que nos procuram, propomos que aprofundem
84 6, 110| batizados, esforçamo-nos por nos tornar adultos em Cristo284.
85 8, 115| de nossa consagração, nós nos comprometemos para sempre.
86 9, 120| Superiora303. Obedecemos a Deus nos seus representantes, do
87 9, 120| responsável.~ Aqueles que nos governam deixam-se guiar
88 9, 124| com seu Conselho e aqueles nos quais não podem agir sem
89 9, 151| previstos no Estatuto 152.6, nos quais o Superior local deve
90 9, 152| despesas pessoais dos Irmãos, nos limites de sua competência.~
91 9, 152| e reformas importantes, nos limites do orçamento aprovado; ~
92 9, 152| os Irmãos interessados nos assuntos em pauta são convocados
93 9, 154| a necessária prudência e nos estritos limites de suas
94 10, 155| compete ao Irmão Provincial, nos limites do direito canônico
95 10, 160| dos recursos do Instituto nos limites de seu poder. Exerce
96 10, 160| Ecônomo Geral conserva, nos arquivos, um extrato registrado
97 10, 161| conserva, em lugar seguro, nos arquivos da província: ~
98 10, 162| Irmão Provincial.~162.5. Nos caos em que o contrato tenha
99 11, 164| apostólico encorajam aqueles que nos cercam, mais particularmente
100 11, 164| 2.1; cf. 137.8).~164.2. Nos diversos países e culturas
101 11, 164| Superiores. Essas leituras nos permitem conhecer melhor
102 11, 166| remova os obstáculos que nos impedem de acolhê-lo plenamente
103 11, 166| Senhor de nossas vidas e nos faz produzir frutos duradouros362.~~
104 11, 169| de Deus sobre nós. Elas nos obrigam porque, pela profissão
105 11, 169| pela profissão religiosa, nos comprometemos livremente
106 11, 170| à família religiosa que nos nutriu de sua vida, podemos,
107 Testam | da Sociedade de Maria e nos sentimentos da mais perfeita
108 Testam | que os inferiores encarem nos superiores a pessoa de Jesus
109 Testam | Deixo-vos todos, confiante, nos sagrados corações de Jesus
110 Testam | Jesus e Maria, esperando que nos possamos reunir todos juntos
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