Índice | Palavras: Alfabética - Freqüência - Invertidas - Tamanho - Estatísticas | Ajuda | Biblioteca IntraText
Alfabética    [«  »]
normalmente 5
normas 12
normativos 1
nos 110
nós 31
nossa 132
nossas 46
Freqüência    [«  »]
118 uma
112 se
111 3
110 nos
107 deus
98 cf
97 conselho
Instituto dos Irmãos Maristas das Escolas
ou Pequenos Irmãos de Maria
Constituições e Estatutos (FMS)

IntraText - Concordâncias

nos
    Capitolo, Capoverso
1 Dedic | tenacidade de tantos Irmãos que nos precederam na construção 2 Dedic | fidelidade e de vitalidade, que nos propõe o XIX Capítulo Geral.~ 3 Apres | partida também. Com efeito, se nos deixarmos, dia após dia, 4 Apres | por igual um desafio que nos é lançado: encarnar esse 5 Apres | para os jovens aos quais nos dedicamos. ~Que Maria, nossa 6 Decr | Institutos Seculares reconheceu nos textos o apelo feito aos 7 Abrev | Orientações sobre a Formação nos Institutos Religiosos. Roma, 8 1, 5 | simplicidade e modéstia nos vêm de Marcelino Champagnat 14. 9 1, 5 | Irmãos e com aqueles com quem nos relacionamos.~De bom grado, 10 1, 6 | os Irmãos que ele mesmo nos . Impregna nossas atitudes 11 1, 6 | modo que o irradiamos onde nos encontramos. Exprime-se 12 1, 6 | amor ao trabalho que sempre nos caraterizou 18.~~ 13 1, 7 | nós mesmos aos outros e nos conduz ao Pai. Assim nossa 14 1, 7 | haurimos nosso dinamismo nos mistérios do Presépio, da 15 1, 9 | de Jesus ressuscitado que nos , como cristãos da primitiva 16 1, 10 | A consagração religiosa nos une de maneira especial 17 1, 10 | Entretanto, laços particulares nos unem às diversas famílias 18 1, 10 | o espírito de Maria que nos é comum.~~ 19 2, 15 | 15. A Deus, que nos consagra pelo ministério 20 2, 15 | Instituto43.~Por sua vez, este nos acolhe como membros e nos 21 2, 15 | nos acolhe como membros e nos assegura o necessário para 22 2, 16 | assim a força da graça que nos desapega desses valores 23 2, 17 | tarefa que a obediência nos confia, de acordo com a 24 2, 18 | dedicação aos outros. Sua vida nos lembra o ideal que propunha 25 2, 20 | a mediação do cônjuge e nos faz viver como irmãos universais51.~ 26 2, 20 | aceitamos o dom do Pai52 e nos comprometemos numa relação 27 2, 21 | modo de amar as pessoas e nos tornamos, por nossa vez, 28 2, 21 | acolhemos os jovens que nos são confiados. Maria inspira-nos 29 2, 22 | Nosso voto de castidade nos insere mais profundamente 30 2, 22 | A fidelidade dos esposos nos estimula a amar o Senhor 31 2, 23 | do amor universal no qual nos engajamos. Este amor exprime-se 32 2, 23 | também na acolhida aos que nos procuram.~O amor para com 33 2, 23 | bastante generoso para nos doar a todos.~A vida fraterna 34 2, 23 | aperfeiçoamento de nossa caridade59. Nos momentos em que a solidão 35 2, 23 | que a solidão do celibato nos pesa, cada um deve poder 36 2, 24 | nossas relações humanas e nos resguardamos de toda amizade 37 2, 24 | castidade consagrada e não nos afastem da oração, do apostolado 38 2, 24 | Superior a situação que nos causa dificuldade.~ ~ 39 2, 26 | e formação psicológicas nos domínios da sexualidade, 40 2, 28 | de rico fez-se pobre, 67 nos impele a que participemos 41 2, 31 | 31. A pobreza espiritual nos mantém em total dependência 42 2, 33 | situações de pobreza que nos oferecem ocasião de pôr 43 2, 33 | Evitamos confiar demais nos meios humanos.~ ~ 44 2, 34 | nós os favores divinos e nos evangelizam.~Guiados pela 45 2, 34 | nossa vocação própria, nós nos solidarizamos com os pobres 46 2, 34 | lugares e das casas que nos permitem partilhar a condição 47 2, 39 | fundamento da obediência100 que nos torna disponíveis para a 48 2, 39 | a tarefa que o Instituto nos confia101.~~ 49 2, 44 | dificuldades a vencer não nos devem desanimar. Com humilde 50 2, 46 | e nossas hesitações para nos comprometer no seu seguimento.~ 51 2, 46 | fidelidade dos Irmãos que nos precederam.~Pelo caminho, 52 3, 48 | Mãe da Igreja. Ela nos ajuda a viver fraternalmente, 53 3, 60 | Apreciamos o silêncio que nos abre à compreensão, prepara 54 3, 61 | acordo com a forma descrita nos Estatutos151.~ ~61.1. Por 55 3, 63 | Espírito Santo154. Reunidos sem nos ter escolhido, acolhemo-nos 56 3, 63 | sinal de unidade para os que nos vêem viver155.~Entretanto, 57 4, 65 | escuta do Espírito Santo, que nos introduz na intimidade da 58 4, 65 | intimidade da Trindade e nos permite exclamar como o 59 4, 69 | pelos outros180.~ ~69.1. Nos dias em que não temos missa, 60 4, 71 | intimamente unidos ao Deus que nos envia186.~Na oração, encontro 61 4, 71 | continuar a ação a que Jesus nos chama. Esta, por sua vez, 62 4, 71 | chama. Esta, por sua vez, nos reconduz à oração portadora 63 4, 72 | comunidade, são ocasiões para nos reconhecer pecadores, juntos, 64 4, 73 | espiritual. É necessário para nos ajudar a superar as provações 65 4, 75 | Francisco, aos Irmãos que nos precederam, aos membros 66 4, 76 | patrono do Instituto200. Ele nos ensina o esquecimento de 67 4, 76 | no serviço. Rogamos-lhe nos faça partilhar de seu amor 68 4, 76 | Santos e as Santas202. Eles nos mostram algum traço do rosto 69 4, 77 | refletindo-se sobre os que nos cercam.~ Cada um de nós 70 4, 77 | esse crescimento.~77.2. Nos dias feriados e durante 71 5, 82 | esperança cristãs, despertamos nos jovens vontade de se engajarem 72 5, 83 | disponíveis ao Espírito Santo que nos interpela através das realidades 73 5, 83 | realidades de suas vidas e que nos impulsiona a ações corajosas.~~ 74 5, 86 | nossa vida e pelos contatos nos quais exercemos nossa capacidade 75 5, 86 | 86.1. Os jovens que nos são confiados recebem ensino 76 5, 86 | Os Irmãos, trabalhando nos meios de comunicação social, 77 5, 87 | Champagnat. Essa proposta insiste nos valores de esquecimento 78 5, 88 | colaboradores leigos na catequese, nos movimentos apostólicos, 79 5, 88 | movimentos apostólicos, nos grupos de oração e na pastoral 80 5, 90 | conforme nosso carisma252.~Nos países descristianizados, 81 5, 91 | facilita sua integração nos países a que são enviados255. 82 6, 93 | Animamos movimentos apostólicos nos quais os jovens podem encontrar 83 6, 96 | 96. Aos jovens que nos procuram, propomos que aprofundem 84 6, 110| batizados, esforçamo-nos por nos tornar adultos em Cristo284. 85 8, 115| de nossa consagração, nós nos comprometemos para sempre. 86 9, 120| Superiora303. Obedecemos a Deus nos seus representantes, do 87 9, 120| responsável.~ Aqueles que nos governam deixam-se guiar 88 9, 124| com seu Conselho e aqueles nos quais não podem agir sem 89 9, 151| previstos no Estatuto 152.6, nos quais o Superior local deve 90 9, 152| despesas pessoais dos Irmãos, nos limites de sua competência.~ 91 9, 152| e reformas importantes, nos limites do orçamento aprovado; ~ 92 9, 152| os Irmãos interessados nos assuntos em pauta são convocados 93 9, 154| a necessária prudência e nos estritos limites de suas 94 10, 155| compete ao Irmão Provincial, nos limites do direito canônico 95 10, 160| dos recursos do Instituto nos limites de seu poder. Exerce 96 10, 160| Ecônomo Geral conserva, nos arquivos, um extrato registrado 97 10, 161| conserva, em lugar seguro, nos arquivos da província: ~ 98 10, 162| Irmão Provincial.~162.5. Nos caos em que o contrato tenha 99 11, 164| apostólico encorajam aqueles que nos cercam, mais particularmente 100 11, 164| 2.1; cf. 137.8).~164.2. Nos diversos países e culturas 101 11, 164| Superiores. Essas leituras nos permitem conhecer melhor 102 11, 166| remova os obstáculos que nos impedem de acolhê-lo plenamente 103 11, 166| Senhor de nossas vidas e nos faz produzir frutos duradouros362.~~ 104 11, 169| de Deus sobre nós. Elas nos obrigam porque, pela profissão 105 11, 169| pela profissão religiosa, nos comprometemos livremente 106 11, 170| à família religiosa que nos nutriu de sua vida, podemos, 107 Testam | da Sociedade de Maria e nos sentimentos da mais perfeita 108 Testam | que os inferiores encarem nos superiores a pessoa de Jesus 109 Testam | Deixo-vos todos, confiante, nos sagrados corações de Jesus 110 Testam | Jesus e Maria, esperando que nos possamos reunir todos juntos


IntraText® (V89) Copyright 1996-2007 EuloTech SRL