1-500 | 501-1000 | 1001-1235
Capitolo, Capoverso
501 4, 70 | religiosas a partilharem de nossa oração.~ ~
502 4 | A oração em nossa vida de apóstolos~~
503 4, 71 | 71. Nossa relação de amor com o Cristo, Mestre
504 4, 71 | Cristo, Mestre e Senhor de nossas vidas, deve ser cultivada
505 4, 71 | Assim também, a eficácia de nosso trabalho apostólico
506 4, 71 | acontecimentos com o olhar de fé. Nela encontramos inspiração
507 4, 71 | pelo exercício da presença de Deus189.~ ~71.1. Cabe à
508 4, 71 | buscamos momentos gratuitos de recolhimento, de preferência
509 4, 71 | gratuitos de recolhimento, de preferência diante do Santíssimo
510 4, 72 | progressivamente nosso coração de quanto o impede de ser de
511 4, 72 | coração de quanto o impede de ser de Deus.~Cada tarde,
512 4, 72 | de quanto o impede de ser de Deus.~Cada tarde, tomamos
513 4, 72 | Agradecemos a Deus as provas de seu amor, pedimos perdão
514 4, 72 | seu amor, pedimos perdão de nossas faltas e renovamos
515 4, 72 | e renovamos nosso desejo de fidelidade com um ato de
516 4, 72 | de fidelidade com um ato de abandono filial.~Essa revisão
517 4, 72 | encontro com o Cristo um ato de conversão191.~ ~72.1. As
518 4, 72 | juntos, num mesmo desejo de reconciliação com o Senhor
519 4, 73 | feitos em espírito de oração, são meios indispensáveis
520 4, 73 | tem o direito e o dever de consagrar-lhes tempo suficiente.~
521 4, 73 | ajudar a superar as provações de certas etapas da vida.~
522 4, 73 | oferece a cada um ocasião de revitalizar o espírito de
523 4, 73 | de revitalizar o espírito de sua consagração. Periodicamente,
524 4, 73 | consagração. Periodicamente, dias de recolhimento renovam a unidade
525 4, 73 | renovam a unidade interior de nossa vida ativa.~ ~73.
526 4, 73 | prevê o tempo e os meios de assegurar a leitura espiritual
527 4, 73 | anualmente, retiro espiritual de uma semana, conforme as
528 4, 73 | Irmão Provincial. Os dias de recolhimento são fixados
529 4, 73 | Sexta-feira Santa é dia de oração e de recolhimento;
530 4, 73 | Santa é dia de oração e de recolhimento; o último dia
531 4, 73 | ano é consagrado ao pedido de perdão e à ação de graças (
532 4, 73 | pedido de perdão e à ação de graças (V 369; V 349).~ ~
533 4, 74 | admiração; e tende à imitação de Maria em suas atitudes para
534 4, 74 | Cada dia, louvamos a Mãe de Deus pelo terço ou outra
535 4, 74 | pelo terço ou outra prática de piedade marial conforme
536 4, 74 | 74.2. Celebramos o mês de Maria comunitariamente e,
537 4, 75 | Estudamos-lhe a vida, a fim de compreender suas intenções
538 4, 75 | intenções e penetrar-nos de seu espírito199. Sua festa
539 4, 75 | recordamos, cada dia, a lembrança de nossos Irmãos falecidos,
540 4, 75 | Instituto e as citações de nossos escritos maristas.~
541 4, 75 | maristas.~75.2. O dia 6 de junho, festa de Marcelino
542 4, 75 | O dia 6 de junho, festa de Marcelino Champagnat, é
543 4, 75 | promover o conhecimento de sua pessoa e de sua obra.
544 4, 75 | conhecimento de sua pessoa e de sua obra. Celebramo-la com
545 4, 75 | nossos alunos, com os membros de outros Institutos maristas
546 4, 75 | eclesial.~75.3. No dia 2 de janeiro, celebramos o aniversário
547 4, 75 | celebramos o aniversário de fundação, em reconhecimento
548 4, 75 | Instituto à Igreja e pelo de nossa vocação.~75.4. No
549 4, 75 | vocação.~75.4. No dia 22 de janeiro, fazemos memória
550 4, 76 | nos ensina o esquecimento de si próprio no serviço. Rogamos-lhe
551 4, 76 | Rogamos-lhe nos faça partilhar de seu amor a Jesus e a Maria.~
552 4, 76 | Tributamos, outrossim, "culto de amor, respeito e confiança"
553 4, 76 | mostram algum traço do rosto de Jesus, 203 único modelo.~~
554 4 | Homens de oração~~
555 4, 77 | 77. A oração é para nós de absoluta necessidade204.
556 4, 77 | se limita aos exercícios de piedade, nem tampouco se
557 4, 77 | que nos cercam.~ Cada um de nós é o primeiro responsável
558 4, 77 | periodicamente suas opções de oração em vista do crescimento
559 4, 77 | do crescimento espiritual de seus membros. Permanece
560 4, 77 | Permanece aberta a outras formas de oração capazes de promover
561 4, 77 | formas de oração capazes de promover esse crescimento.~
562 4, 77 | férias, prevemos tempos de oração comunitária.~77.3.
563 4, 77 | Aproveitamos das férias e de certos períodos da vida -
564 5, 78 | é a fonte207 e o modelo de nossos apostolado. Pela
565 5, 78 | encarnação, ele se uniu, de certo modo, a cada homem208.
566 5, 78 | Reino209. Faz-se servidor de seus irmãos até o dom total
567 5, 78 | congregar na unidade a família de Deus211. Ressuscitado, consagra
568 5, 80 | tarefa218.~Em situações de perseguição religiosa ou
569 5, 80 | perseguição religiosa ou de crise social, permanecemos
570 5, 80 | Irmãos, os Superiores agem de comum acordo com o Bispo
571 5, 80 | direito canônico. Quando de suas visitas às comunidades,
572 5, 81 | bons cidadãos"221.~Homem de fé, acredita primeiro na
573 5, 81 | Irmãos Maristas, animados de igual zelo, continuamos
574 5, 81 | necessidades dos jovens de hoje.~~
575 5 | Numa comunidade de apóstolos~~
576 5, 82 | Começa pelo testemunho224 de nossa vida consagrada, vivida
577 5, 82 | despertamos nos jovens vontade de se engajarem no seguimento
578 5, 82 | engajarem no seguimento de Cristo.~~
579 5, 83 | inexplorados, onde a espera de Cristo se revela na pobreza
580 5, 83 | simplicidade e esquecimento de si.~Apresentamos-lhes o
581 5, 83 | interpela através das realidades de suas vidas e que nos impulsiona
582 5, 84 | 84. Maria, educadora de Jesus em Nazaré, 230 inspira
583 5, 84 | mundo, fiel a sua missão de dar Deus aos homens. Com
584 5, 84 | paciência, espera a hora de Deus, pronta, porém, a intervir
585 5, 84 | humilhação da cruz, antes de assumir seu papel de mãe
586 5, 84 | antes de assumir seu papel de mãe no seio da Igreja231.~
587 5, 85 | apostolado consoante o carisma de sua fundação, faz do anúncio
588 5, 85 | anúncio direto da Palavra de Deus elemento essencial
589 5, 85 | Deus elemento essencial de sua missão235.~Engajados
590 5, 85 | ou em outras estruturas de educação, 236 dedicamo-nos,
591 5, 85 | Os Irmãos encarregados de trabalhos manuais ou ocupados
592 5, 85 | Instituto, pelo fato mesmo de exercerem tais funções.~
593 5, 85 | tais funções.~A adaptação de nossos engajamentos às necessidades
594 5, 85 | 85.2. Cada um tem o dever de adquirir os conhecimentos
595 5, 86 | 86. Nosso serviço de evangelização visa formar
596 5, 86 | formar verdadeiros discípulos de Jesus Cristo. Cumprimo-lo
597 5, 86 | primordialmente pelo testemunho de nossa vida e pelos contatos
598 5, 86 | exercemos nossa capacidade de escuta e de diálogo237.~
599 5, 86 | nossa capacidade de escuta e de diálogo237.~ Damos preferência
600 5, 86 | do Senhor e na proteção de Maria. Vemos com particular
601 5, 86 | os movimentos apostólicos de jovens, 239 que constituem
602 5, 86 | linguagem e os símbolos de sua cultura são caminhos
603 5, 86 | Irmãos, trabalhando nos meios de comunicação social, aproveitam
604 5, 86 | para anunciar a Boa Nova de Jesus Cristo. Adaptam-se
605 5, 86 | Adaptam-se às obrigações de direito universal inerentes
606 5, 87 | cultura e vida, na óptica de Marcelino Champagnat. Essa
607 5, 87 | proposta insiste nos valores de esquecimento de si mesmo
608 5, 87 | valores de esquecimento de si mesmo e de abertura aos
609 5, 87 | esquecimento de si mesmo e de abertura aos outros. Apresenta
610 5, 87 | Apresenta a cultura como meio de comunhão entre os homens
611 5, 87 | homens e o saber como dever de serviço241.~Em nossas escolas,
612 5, 87 | escolas, ambiente privilegiado de educação cristã, 242 damos
613 5, 87 | diálogo entre as pessoas de culturas e confissões diferentes243.~ ~
614 5, 87 | nossos alunos à prática de atividades caritativas que
615 5, 87 | em contato com situações de pobreza (PJ, prop. 2).~87.
616 5, 87 | nossos alunos pelos meios de comunicação social, desenvolvendo
617 5, 87 | contatos com os jovens através de atividades paraescolares.~ ~
618 5, 88 | que reine na escola clima de cordialidade e de participação,
619 5, 88 | clima de cordialidade e de participação, ajudamos os
620 5, 88 | jovens a se tornarem agentes de sua própria formação246.~
621 5, 88 | e pela oração. Aceitamos de boa vontade, sua cooperação
622 5, 88 | Favorecemos as associações de pais de alunos e solicitamos
623 5, 88 | Favorecemos as associações de pais de alunos e solicitamos sua
624 5, 88 | entretemos o engajamento cristão de nossos colaboradores leigos
625 5, 88 | apostólicos, nos grupos de oração e na pastoral das
626 5, 88 | retribuição justa e os meios de sua promoção humana. Para
627 5, 88 | 6; 156.1).~88.4. Fazemos de nossas escolas locais de
628 5, 88 | de nossas escolas locais de acolhida para encontros
629 5, 88 | encontros culturais, reuniões de amizade e de intercâmbio.~
630 5, 88 | culturais, reuniões de amizade e de intercâmbio.~88.5. O Capítulo
631 5, 88 | respeito à utilização dos meios de comunicação a serviço da
632 5, 89 | com uma equipe educativa de leigos, participamos da
633 5, 89 | da sociedade e do Reino de Deus trabalhando a serviço
634 5, 89 | Irmão que trabalha em obras de que o Instituto não tem
635 5, 89 | obrigado a ser, pela qualidade de sua vida e de seu serviço,
636 5, 89 | qualidade de sua vida e de seu serviço, testemunha
637 5, 89 | seu serviço, testemunha de Jesus Cristo. Em todo o
638 5, 89 | profissional respeitará seu caráter de religioso marista (cf. 40.
639 5, 90 | Igreja, sacramento universal de salvação249. Como ela, nosso
640 5, 90 | descobrirem a verdadeira face de Jesus Cristo e de sua Igreja.~~
641 5, 90 | verdadeira face de Jesus Cristo e de sua Igreja.~~
642 5, 91 | missionária marista. Seu modo de vida facilita sua integração
643 5, 91 | a plena responsabilidade de sua Província ou Distrito.
644 5, 91 | A Província tem o dever de manter o espírito missionário
645 5, 91 | Irmãos têm a preocupação de despertar os espírito missionário
646 5, 91 | marista deve ser informado de que pode tornar-se missionário.~
647 5, 91 | criação e o desenvolvimento de centros Maristas regionais
648 5, 91 | missionários devem dispor de tempo e de meios para estudar
649 5, 91 | devem dispor de tempo e de meios para estudar a língua
650 5, 91 | durante os primeiros anos de sua~~ ~
651 6 | O desígnio de Deus~~
652 6, 92 | para cada homem um desígnio de amor256 que lhe revela através
653 6, 92 | que lhe revela através de chamados257 sucessivos.
654 6 | Despertar de vocações~~
655 6, 93 | no desabrochar da graça de seu batismo259 por um compromisso
656 6, 93 | crescerem numa atitude marial de disponibilidade262.~ ~93,.
657 6, 93 | sobre os diversos estados de vida e a orar pelo desabrochar
658 6, 94 | empenham-se no despertar de vocações. O testemunho de
659 6, 94 | de vocações. O testemunho de nossa consagração, de nossa
660 6, 94 | testemunho de nossa consagração, de nossa vida simples e alegre
661 6, 94 | melhor convite ao seguimento de Cristo. Convidamos os jovens
662 6, 94 | a descobrirem nossa vida de Irmão e de apóstolo e a
663 6, 94 | descobrirem nossa vida de Irmão e de apóstolo e a assumi-la263.~
664 6, 94 | Champagnat, Maria é a inspiradora de nossa pastoral vocacional.
665 6, 94 | conselheiros dos jovens em busca de sua vocação. Nossas comunidades
666 6, 95 | 95. A vitalidade de nossa família religiosa
667 6, 95 | grande parte, da formação de seus membros266. O Instituto
668 6, 95 | objetivado: formar homens capazes de dedicarem toda sua vida
669 6, 95 | Conselho, determina o plano de ação e acompanha de perto
670 6, 95 | plano de ação e acompanha de perto sua execução, de acordo
671 6, 95 | acompanha de perto sua execução, de acordo com o Guia da Formação (
672 6, 95 | plano prevê os critérios de admissão dos candidatos.~
673 6, 96 | aprofundem sua experiência de vida humana e cristã. Ajudamo-los
674 6, 96 | comporta duas etapas: um tempo de busca e um tempo de postulado.~
675 6, 96 | tempo de busca e um tempo de postulado.~96.2. O pré-noviciado
676 6, 96 | normalmente é feito no país de origem. Deste modo o candidato
677 6, 96 | organizados para o cultivo de vocações maristas.~96.5.
678 6, 96 | ambiente e faz uma experiência de vida comunitária. Ao mesmo
679 6, 96 | duração do postulado será de, ao menos, seis meses.~96.
680 6, 96 | distinta daquela do noviciado e de acordo com o plano provincial.~
681 6, 96 | Provincial, um pedido motivado de admissão ao noviciado. Seus
682 6, 97 | O noviciado é um tempo de iniciação à exigências da
683 6, 97 | noviço, ajudado pelo Mestre de noviços e de seus colaboradores,
684 6, 97 | pelo Mestre de noviços e de seus colaboradores, discerne
685 6, 97 | colaboradores, discerne a vontade de Deus sobre si mesmo e verifica
686 6, 97 | seguir o Cristo, 269 do jeito de Maria. Experimenta o gênero
687 6, 97 | Maria. Experimenta o gênero de vida do Instituto e aprende
688 6, 97 | do conhecimento amoroso de Deus.~ Esse tempo de formação
689 6, 97 | amoroso de Deus.~ Esse tempo de formação prepara o noviço
690 6, 97 | como resposta ao chamado de Deus.~ ~97.1. O noviço
691 6, 98 | renúncia270 e ao dom total de si mesmo a Deus e aos homens.~
692 6, 99 | Através da pessoa e da obra de Marcelino Champagnat, o
693 6, 99 | trabalho manual, no espírito de nossas origens, contribui
694 6, 99 | vida Marista, são objeto de estudo aprofundado.~~
695 6, 100| e quatro, dos quais doze de presença na comunidade do
696 6, 100| da casa do noviciado além de três meses, seguidos ou
697 6, 100| Provincial pode autorizar o grupo de noviços a morar, durante
698 6, 100| noviciado, mas não além de seis meses (c 653,2).~100.
699 6, 100| c 653,2).~100.4.O modo de funcionamento de um noviciado
700 6, 100| O modo de funcionamento de um noviciado interprovincial
701 6, 100| interprovincial é definido, de comum acordo, pelos Irmãos
702 6 | Períodos de atividade apostólica~~
703 6, 101| 101. Um ou vários períodos de atividade apostólica, fora
704 6, 101| Irmão Mestre dos noviços, de acordo com o Irmão Provincial276.~ ~
705 6, 101| 101.1. Os períodos de atividade apostólica só
706 6, 101| decorridos ao menos seis meses de presença no noviciado. Devem
707 6, 101| para que: ~ 1º) o gênero de trabalho esteja de acordo
708 6, 101| gênero de trabalho esteja de acordo com a finalidade
709 6, 102| temporária277 precedida de um retiro.~ ~102.1. Três
710 6, 102| o noviço, em seu pedido de admissão à profissão, presta
711 6, 102| profissão, presta contas de sua experiência de vida.
712 6, 102| contas de sua experiência de vida. Expõe os motivos que
713 6, 102| informe do Irmão Mestre de noviços e de seus colaboradores.~
714 6, 102| Irmão Mestre de noviços e de seus colaboradores.~102.
715 6, 103| deve ter prosseguimento de maneira sistemática e equilibrada278.
716 6, 103| aprofundamento do sentido de sua consagração.~ ~103.
717 6, 103| primeira etapa tem a duração de três anos. Faz-se imediatamente
718 6, 103| para atingir o objetivo de cada etapa.~ ~
719 6, 104| professo deve ser capaz de harmonizar os estudos e
720 6, 104| atividades apostólicas com a vida de oração e de comunidade.
721 6, 104| apostólicas com a vida de oração e de comunidade. Sua vida assim
722 6, 104| professo temporário, por meio de estudos teológicos e profissionais,
723 6, 104| conforma-se às diretivas, tomadas de comum acordo pelos respectivos
724 6, 105| 105. Os primeiros anos de atividade apostólica são,
725 6, 105| importante. Esse Irmão assume de maneira responsável sua
726 6 | Participação de todos~~
727 6, 106| interesse pelos jovens das casas de formação e pelos Irmãos
728 6, 107| 107. Dada a importância de sua função, os Irmãos formadores
729 6, 107| Serão abertos, capazes de trabalhar em equipe e conquistar
730 6, 107| dos jovens.~No exercício de sua tarefa, permanecem em
731 6, 107| Escolhem Maria como inspiradora de sua missão, aprendendo dela
732 6, 108| dos noviços, serão homens de oração, experimentados no
733 6, 108| atualização periódica, a fim de que possam bem desempenhar
734 6, 108| pós-noviciado serão liberados de quaisquer responsabilidades
735 6, 108| responsabilidades que os impeçam de cumprir sua função. Devem
736 6, 108| ter, ao menos, dez anos de profissão perpétua (c 651).~ ~
737 6, 109| formação permanente. O plano de formação prevê atividades
738 6, 109| Irmãos que exercem encargos de autoridade.~109.3. Discernindo
739 6, 109| o Irmão escolhe o campo de especialização ou de estudos
740 6, 109| campo de especialização ou de estudos de acordo com suas
741 6, 109| especialização ou de estudos de acordo com suas aptidões
742 6, 109| Província.~109.4. Os Centros de espiritualidade marista
743 6, 109| oferecem aos Irmãos ocasião de redescobrirem sua vocação
744 6, 109| redescobrirem sua vocação marista e de renovarem o dinamismo de
745 6, 109| de renovarem o dinamismo de sua vida apostólica. Esses
746 6, 109| formadores.~109.6. Nossa Senhora de l'Hermitage é o santuário
747 6, 109| Hermitage é o santuário de nossas origens Maristas.
748 6, 109| origens Maristas. O Centro de Acolhida oferece aos Irmãos
749 6, 109| aos Irmãos a possibilidade de uma experiência de revitalização
750 6, 109| possibilidade de uma experiência de revitalização no espírito
751 6, 110| Eis por que a necessidade de uma formação permanente
752 6, 110| Temos, pois, o grave dever de continuar nossa formação,
753 6, 110| continuar nossa formação, a fim de responder aos apelos divinos
754 6, 110| divinos sempre renovados e de viver mais profundamente
755 6, 110| perseverante, a revisão de vida à luz do Evangelho
756 6, 110| espiritual e as ocasiões de enriquecimento mútuo em
757 6, 110| co-responsabilidade na formação permanente de cada membro. Graças ao apoio
758 6, 110| estimulados em seu esforço de crescimento.~110.2. Por
759 6, 110| fato cultural dos meios de comunicação social.~ ~
760 7, 111| recebem aqueles que dão sinais de autêntico chamado de Deus
761 7, 111| sinais de autêntico chamado de Deus e vontade sincera de
762 7, 111| de Deus e vontade sincera de a ele responder, segundo
763 7, 112| Noviciado. Ele se certifica de que o postulante goza de
764 7, 112| de que o postulante goza de saúde suficiente, juízo
765 7, 112| senso religioso, capacidade de viver em comunidade e das
766 7, 112| Noviciado, o postulante deve ser de condição laical e ter pelo
767 7, 113| Provincial, com o consentimento de seu Conselho, admite à profissão
768 7, 113| ou três anos287. O tempo de profissão temporária deve
769 7, 113| ou o Irmão, faz um pedido de admissão, escrito e motivado,
770 7, 113| sua resposta por ocasião de uma entrevista pessoal,
771 7, 113| expressa e emitida fora de qualquer violência, temor
772 7, 113| pessoalmente ou através de um delegado, em nome do
773 7, 113| requerem-se: ~ 1º) idade mínima de vinte e quatro anos completos; ~
774 7, 113| profissão temporária com duração de quatro anos completos. A
775 7, 113| Provincial, não porém além de três meses (c 658).~ 113.
776 7, 113| cumprido ao menos dois anos de vida apostólica numa comunidade
777 7, 113| 5. Por ocasião do pedido de renovação da profissão ou
778 7, 113| incorporação definitiva de um professo temporário,
779 7, 113| conhecem, especialmente os de sua comunidade, emitem uma
780 7, 113| 150.2.1).~113.6. O ano de profissão temporária estende-se,
781 7, 113| estende-se, normalmente, de um retiro anual a outro.~
782 7, 113| pode prolongar o período de profissão temporária até
783 7, 113| 657, 2).~113.8. As atas de admissão ao Noviciado e
784 7, 113| readmitir, sem obrigação de repetir o noviciado, um
785 7, 114| evangélicos pelos votos de castidade, pobreza e obediência,
786 7, 114| Instituto dos Pequenos Irmãos de Maria (ou Irmãos Maristas
787 8, 115| 115. Conscientes do valor de nossa consagração, nós nos
788 8, 115| oportunidade para uma reafirmação de sua vocação e de fidelidade
789 8, 115| reafirmação de sua vocação e de fidelidade renovada.~ Entretanto,
790 8, 115| a ajuda dos Superiores e de outras pessoas competentes,
791 8, 115| dentro do maior respeito de sua pessoa e do chamado
792 8, 115| sua pessoa e do chamado de Deus. Se o discernimento
793 8, 115| concluir pela conveniência de sua saída do Instituto,
794 8, 116| temporário que, ao final de sua profissão, quer sair
795 8, 116| do Instituto está livre de fazê-lo, após ter refletido
796 8, 116| Geral, com o voto favorável de seu Conselho, o indulto
797 8, 116| seu Conselho, o indulto de saída290.~ No final de sua
798 8, 116| indulto de saída290.~ No final de sua profissão temporária,
799 8, 116| Provincial, com o parecer de seu Conselho291.~ O Irmão
800 8, 116| Provincial.~116.2. O indulto de saída, legitimamente concedido
801 8, 116| comunicado ao Irmão, implica de pleno direito a dispensa
802 8, 116| direito a dispensa dos votos e de todas as obrigações decorrentes
803 8 | Outros casos de separação~~
804 8, 117| próprio seu sustento. Em caso de dificuldade, compete-lhe
805 8, 117| com seu Conselho, decide de que modo a Província pode
806 8, 117| não esquecerá seu dever de caridade para com aquele
807 8, 117| integrar-se em outra forma de vida. Os Irmãos manterão
808 8, 117| Irmãos manterão relações de amizade com os antigos membros
809 9, 118| ao Cristo, 296 princípio de unidade e de paz, que se
810 9, 118| princípio de unidade e de paz, que se fez servo297.
811 9, 118| Entre os membros do povo de Deus, alguns são escolhidos
812 9, 118| para desempenhar a função de ensinar, santificar e governar,
813 9, 118| santificar e governar, a fim de que cada um realize o desígnio
814 9, 118| cada um realize o desígnio de Deus sobre ele.~ Nossos
815 9, 119| Segundo o princípio de subsidiariedade, as atribuições
816 9, 119| subsidiariedade, as atribuições de cada instância devem ser
817 9, 119| e respeitadas. Os órgãos de governo tomam as decisões
818 9, 119| tomam as decisões que são de sua competência, segundo
819 9, 120| representantes, do jeito de Maria, com a disponibilidade
820 9, 120| atenta do Espírito em vista de um compromisso responsável.~
821 9, 121| Nosso Fundador deu o exemplo de prudência, dinamismo e compreensão
822 9, 121| Como um Pai, está perto de cada um e se faz tudo para
823 9, 121| procurando com eles a vontade de Deus. Reza demoradamente
824 9, 121| Reza demoradamente antes de tomar uma decisão308. Acompanha
825 9, 122| das pessoas, ouvindo-os de bom grado e favorecendo
826 9, 122| Reservam-se entretanto o direito de mandar, 311 quando for necessário.~
827 9, 122| convenientemente, às necessidades de cada um e mostram-se pacientes
828 9, 122| qual Deus seja amado acima de tudo.~~
829 9, 124| periodicamente. Governam com a ajuda de seu Conselho, conforme o
830 9, 125| oferecem a possibilidade de estabelecer estatutos que,
831 9, 126| constituída por um conjunto de casas, cujo pessoal e recursos
832 9, 127| constituída por um grupo de casas com interesses comuns,
833 9, 127| administrado por um Superior de Distrito.~ ~127.1. O Superior
834 9, 127| Distrito.~ ~127.1. O Superior de Distrito governa conforme
835 9, 128| 128. Além de uma estrutura de governo,
836 9, 128| 128. Além de uma estrutura de governo, a unidade administrativa
837 9, 128| constitui uma grande comunidade de vida, de oração e de apostolado.
838 9, 128| grande comunidade de vida, de oração e de apostolado.
839 9, 128| comunidade de vida, de oração e de apostolado. Encarna o Instituto
840 9, 129| A comunidade é a célula de base do Instituto. Vive
841 9, 129| um Superior. A supressão de uma casa compete ao Irmão
842 9, 129| 129.1. Toda fundação de casa se faz mediante um
843 9, 129| pelo Irmão Superior Geral, de acordo com os Irmãos Provinciais
844 9, 129| Irmãos continuam membros de sua Província. Nelas têm
845 9, 129| Administração Geral, estão privados de voz passiva para qualquer
846 9, 130| Irmãos do Instituto em torno de Cristo. Guia-os e acompanha-os
847 9, 130| que favorece a adaptação de seu apostolado às necessidades
848 9, 130| comunidade ou uma Província de pontos particulares, de
849 9, 130| de pontos particulares, de ordem disciplinar, das Constituições.~ ~
850 9, 131| deve ter no mínimo dez anos de profissão perpétua322. Seu
851 9, 131| perpétua322. Seu mandato é de oito anos. Só pode ser reeleito
852 9, 132| parcialmente, estiver impedido de exercer seu encargo.~ ~
853 9, 134| estiver na impossibilidade de exercer o cargo durante
854 9, 135| estiver na impossibilidade de exercer o cargo durante
855 9, 135| convocar o Capítulo no prazo de um ano. ~ ~135.1. O Irmão
856 9, 135| Generalícia. Se tiverem de ausentar-se ao mesmo tempo,
857 9, 136| Capítulo Geral fixa o número de Conselheiros Gerais que
858 9, 136| mínimo quatro, e a maneira de elegê-los. No momento de
859 9, 136| de elegê-los. No momento de sua eleição, devem ter,
860 9, 136| ter, no mínimo, dez anos de profissão perpétua. Seu
861 9, 136| Seu mandato estende-se de um Capítulo Geral ordinário
862 9, 137| Instituto, definir a política de conjunto de seu governo
863 9, 137| definir a política de conjunto de seu governo e examinar as
864 9, 137| parecer do Conselho antes de transmitir à autoridade
865 9, 137| autoridade competente o pedido de indulto de saída de um Irmão
866 9, 137| competente o pedido de indulto de saída de um Irmão professo
867 9, 137| pedido de indulto de saída de um Irmão professo perpétuo (
868 9, 137| agir sem o consentimento de seu Conselho, cujo quorum
869 9, 137| para: ~ 1º) supressão de uma casa, a pedido do Irmão
870 9, 137| transferência e supressão de uma casa de Noviciado (c
871 9, 137| e supressão de uma casa de Noviciado (c 647,1); ~3º)
872 9, 137| sob a responsabilidade de um religioso experimentado
873 9, 137| experimentado que exercerá a função de Mestre dos noviços (c 647,
874 9, 137| c 647,2); ~5º) trânsito de um Irmão professo perpétuo
875 9, 137| outro Instituto e admissão de um professo perpétuo proveniente
876 9, 137| professo perpétuo proveniente de outro Instituto (c 684); ~
877 9, 137| 6º) concessão do indulto de exclaustração por três anos
878 9, 137| 7º) concessão do indulto de saída do Instituto a um
879 9, 137| cf. 113.9); ~9º) filiação de uma pessoa ao Instituto; ~
880 9, 137| triênio; ~11º) autorização de construções, de empréstimos,
881 9, 137| autorização de construções, de empréstimos, de compras,
882 9, 137| construções, de empréstimos, de compras, de alienação de
883 9, 137| empréstimos, de compras, de alienação de imóveis e de
884 9, 137| de compras, de alienação de imóveis e de objetos preciosos,
885 9, 137| de alienação de imóveis e de objetos preciosos, que ultrapassem
886 9, 137| modificação ou supressão de Províncias e Distritos (
887 9, 137| do Irmão Vigário Geral e de Conselheiros Gerais, fora
888 9, 137| do Irmão Vigário Geral ou de um Conselheiro geral; ~4º)
889 9, 137| Capítulo Geral e convocação de um Capítulo extraordinário; ~
890 9, 137| nomeação dos membros da "mesa" de verificação dos poderes
891 9, 137| Distritos e dos agrupamentos de Províncias, assim como dos
892 9, 137| Conselho, para: ~ 1º) nomeação de Irmãos Provinciais, assim
893 9, 137| Provinciais, assim como de Superiores de Distritos
894 9, 137| assim como de Superiores de Distritos dependentes do
895 9, 137| Superior Geral; ~2º) aceitação de demissão, ou deposição dos
896 9, 137| prorrogação do mandato de um Superior Provincial ou
897 9, 137| um Superior Provincial ou de Distrito dependente do Irmão
898 9, 137| serviços gerais; ~5º) exclusão de um Irmão, de acordo com
899 9, 137| 5º) exclusão de um Irmão, de acordo com o direito canônico.~
900 9, 137| Procurador Geral é o encarregado de negócios acreditado junto
901 9, 137| o encarregado das causas de beatificação e de canonização
902 9, 137| causas de beatificação e de canonização do Instituto.
903 9, 137| e organiza a divulgação de quanto pode levá-las a bom
904 9, 137| Irmãos são encarregados de serviços ligados à Administração
905 9, 138| assembléia representativa de todo o Instituto. Exprime
906 9, 138| Exprime a participação de todos os Irmãos na vida
907 9, 138| graves e com o consentimento de seu Conselho, pode também
908 9, 138| qualquer Irmão ou grupo de Irmãos pode livremente enviar
909 9, 139| direito próprio; ~2. tratar de assuntos de maior importância
910 9, 139| 2. tratar de assuntos de maior importância que dizem
911 9, 139| espírito do Instituto e de lhe promover a renovação
912 9, 140| Capítulo Geral compõe-se329 de membros de direito e de
913 9, 140| compõe-se329 de membros de direito e de membros eleitos
914 9, 140| de membros de direito e de membros eleitos pelas Províncias
915 9, 140| superior ao dos membros de direito. O direito próprio
916 9, 140| determina quais são os membros de direito e fixa as modalidades
917 9, 140| eleições.~ ~140.1. São membros de direito do Capítulo Geral: ~
918 9, 140| Delegados ao Capítulo Geral será de 15 Irmãos a mais do que
919 9, 140| que o total dos membros de direito. Entre os Delegados
920 9, 140| Administrativa. O número de Irmãos professos de um Distrito
921 9, 140| número de Irmãos professos de um Distrito dependente de
922 9, 140| de um Distrito dependente de uma Província é subtraído
923 9, 140| Província é subtraído do número de Irmãos da Província, para
924 9, 140| última.~2º) As eleições de outros Irmãos, nas Unidades
925 9, 140| Calcula-se o coeficiente de representatividade de cada
926 9, 140| coeficiente de representatividade de cada Unidade Administrativa,
927 9, 140| a relação entre o número de Capitulares já determninado
928 9, 140| determninado e o número de Irmãos dessa Unidade. Entre
929 9, 140| Unidade. Entre os membros de direito contados nesse cálculo,
930 9, 140| classificadas em ordem crescente de seus coeficientes respectivos.
931 9, 140| respectivos. Aumenta-se de 1 o número de Delegados
932 9, 140| Aumenta-se de 1 o número de Delegados a eleger na Unidade
933 9, 140| recomeçando, até que o número de Delegados seja preenchido. ~
934 9, 140| preciso esperá-lo antes de prosseguir os trabalhos
935 9, 141| se encontram em situação de exclaustrados ou em trânsito
936 9, 142| pelos Irmãos Superiores de Distritos.~ ~Tem por finalidade: ~ ~
937 9, 142| Superior Geral e os membros de seu Conselho; ~2º) estudar
938 9, 142| 2º) estudar as questões de interesse geral e propor
939 9, 143| Provincial governa com a ajuda de seu Conselho. É o primeiro
940 9, 143| irmão Provincial cerca-se de colaboradores. Quando necessário,
941 9, 143| uma missão a cada Irmão de sua Província. Forma as
942 9, 143| as aptidões e a situação de cada Irmão.~143.3. Excepcionalmente,
943 9, 143| transferência temporária de um Irmão de uma Província
944 9, 143| transferência temporária de um Irmão de uma Província para outra
945 9, 143| transferência definitiva de um Irmão deve ser confirmada
946 9, 144| província331. No momento de sua nomeação, deve ter ao
947 9, 144| deve ter ao menos dez anos de profissão perpétua332. Pode
948 9, 145| vida religiosa e apostólica de cada um. Reserva, para cada
949 9, 145| Irmão ou uma comunidade de sua Província de pontos
950 9, 145| comunidade de sua Província de pontos particulares, de
951 9, 145| de pontos particulares, de ordem disciplinar, das Constituições.~ ~
952 9, 147| casas336 e toda publicação de Irmãos referente à Religião
953 9, 148| Conselho Provincial é um grupo de Irmãos que, com o Irmão
954 9, 148| Provincial, forma o organismo de reflexão, consulta e decisão
955 9, 149| Conselho Provincial é composto de pelo menos quatro Irmãos.
956 9, 149| sempre que o Conselho tratar de assuntos financeiros. Ocasionalmente,
957 9, 150| deve solicitar o parecer de seu Conselho para: ~ 1º)
958 9, 150| um Irmão a emitir o voto de Estabilidade, autorização
959 9, 150| 3º) prorrogar o tempo de provação para um noviço (
960 9, 150| agir sem o consentimento de seu Conselho para: ~ 1º)
961 9, 150| dar a um Irmão permissão de ausência prolongada (c 665,
962 9, 150| 3º) determinar o processo de exclusão de um Irmão de
963 9, 150| determinar o processo de exclusão de um Irmão de acordo com o
964 9, 150| de exclusão de um Irmão de acordo com o direito canônico (
965 9, 150| Superior Geral a filiação de um membro ao Instituto; ~
966 9, 150| 7º) aprovar o projeto de vida das comunidades; ~8º)
967 9, 150| Província relativas ao modo de viver a pobreza, segundo
968 9, 150| Superior Geral a supressão de uma obra ou de uma casa,
969 9, 150| supressão de uma obra ou de uma casa, após consulta
970 9, 150| contratos com os fundadores de uma obra (cf.162.5); ~15º)
971 9, 150| financeiros; ~18º) fixar a data de abertura do Capítulo Provincial; ~
972 9, 150| estabelecer o Estatuto de um Distrito (cf. 127.1); ~
973 9, 150| se necessário, o Estatuto de um Setor (cf.143.3).~ 150.
974 9, 150| conselho para: ~ 1º) eleição de Conselheiros Provinciais
975 9, 150| demissão, ou a deposição de Conselheiros Provinciais,
976 9, 150| após consulta aos Irmãos, de um Superior de Distrito
977 9, 150| aos Irmãos, de um Superior de Distrito ou de um Responsável
978 9, 150| Superior de Distrito ou de um Responsável de Setor; ~
979 9, 150| Distrito ou de um Responsável de Setor; ~4º) nomeação dos
980 9, 150| dos Noviços, dos Diretores de Centros de Formação, do
981 9, 150| dos Diretores de Centros de Formação, do Ecônomo Provincial,
982 9, 150| dos Diretores e Ecônomos de obras e dos Ecônomos locais; ~
983 9, 150| destituição, por razões graves, de um dos Irmãos acima nomeados.~ ~
984 9, 151| assembléia representativa de toda a Província. Exprime
985 9, 151| Exprime a participação de todos os Irmãos em seu governo.
986 9, 151| em que seu desempenho é de ordem deliberativa ou consultiva.~ ~
987 9, 151| Regimento; ~2º) fixar o número de Conselheiros Provinciais
988 9, 151| Superior Geral com o voto de seu Conselho (cf 29.7; 29.
989 9, 151| 4º) determinar a maneira de designar os Superiores Adjuntos
990 9, 151| agir com o consentimento de seu Conselho.~ 151.2. O
991 9, 151| Sugere as grandes linhas de orientação a seguir, levando
992 9, 151| Provincial é composto por membros de direito e membros eleitos.
993 9, 151| compreender também outros membros de direito, cujo total será
994 9, 151| procede-se à eleição dos membros de seu Conselho e ao exame
995 9, 151| e suscitar o interesse de todos pelo exame dos assuntos
996 9 | O Superior de comunidade~~
997 9, 152| 152. O Superior de comunidade339 está a serviço
998 9, 152| comunidade339 está a serviço de seus coirmãos no cumprimentos
999 9, 152| coirmãos no cumprimentos de sua vocação pessoal, comunitária
1000 9, 152| Oferece a cada um o apoio de sua colaboração, de seus
1-500 | 501-1000 | 1001-1235 |