Índice | Palavras: Alfabética - Freqüência - Invertidas - Tamanho - Estatísticas | Ajuda | Biblioteca IntraText
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473 do
Instituto dos Irmãos Maristas das Escolas
ou Pequenos Irmãos de Maria
Constituições e Estatutos (FMS)

IntraText - Concordâncias

a
1-500 | 501-908

                                                        negrito = Texto principal
    Capitolo, Capoverso                                 cinza = comentário
1 Dedic | louvor e de agradecimento a Deus e a nossa Boa Mãe pelos 2 Dedic | de agradecimento a Deus e a nossa Boa Mãe pelos cem 3 Dedic | acolhida no coração de vocês, a ponto de poder ser lido 4 Dedic | Nas Constituições buscamos a seiva para nossa vida marista 5 Dedic | XIX Capítulo Geral.~Maria, a primeira cristã e perfeita 6 Dedic | primeira Superiora, continue a abençoar a obra marista, 7 Dedic | Superiora, continue a abençoar a obra marista, no Brasil, 8 Apres | Esse texto representa, a um tempo, um ponto de 9 Apres | vinte anos faz, quando a Igreja do Vaticano II pedia 10 Apres | Igreja do Vaticano II pedia a todas as famílias religiosas 11 Apres | seus livros normativos, a fim de tornar o conteúdo 12 Apres | dos Fundadores, com vistas a suscitar a renovação espiritual 13 Apres | Fundadores, com vistas a suscitar a renovação espiritual de 14 Apres | reconhecimento e experimentamos a alegria de ver autenticado, 15 Apres | discípulos, enriquecido com a fidelidade de milhares de 16 Apres | formam um todo unitário que a própria disposição do texto 17 Apres | nossos tempos, como o era a Regra escrita pelo Padre 18 Apres | Constituições e Estatutos, a fim de quepara além de 19 Apres | legalismo, possamos realizar a finalidade de nossas vidas: 20 Decr | Maristas das Escolas fizeram a revisão de suas Constituições 21 Decr | feitas algumas modificações, a Congregação para os Religiosos 22 Decr | amada como caminho para ir a Jesus. Eles vivem sua consagração 23 Decr | uma comunidade fraterna, a exemplo da família de Nazaré; 24 Decr | entregam pelo Reino mediante a evangelização dos jovens, 25 Decr | Pelo presente decreto, a Santa concede, pois, 26 Decr | Santa concede, pois, a aprovação solicitada. Este 27 Decr | Direito universal. ~Que a fidelidade a pôr em prática 28 Decr | universal. ~Que a fidelidade a pôr em prática estas Constituições, 29 Decr | temos, mas por amor, permita a todos os Pequenos Irmãos 30 Decr | espalhados pelo mundo seguir a Cristo com sua Mãe e confirmar 31 Decr | com sua Mãe e confirmar a atualidade do carisma de 32 Decr | contrário. ~~Passado em Roma, a 7 de outubro de 1986, festa 33 Abrev | Ad Gentes (Decreto sobre a atividade missionária da 34 Abrev | Evangelii Nuntiandi, Paulo VI, (A evangelização dos homens 35 Abrev | Educationis, (Declaração sobre a educação cristã - Vaticano 36 Abrev | Constituição pastoral sobre a Igreja no mundo do nosso 37 Abrev | Gentium, (Constituição sobre a Igreja - Vaticano II).~~ 38 Abrev | 1978.~~OF Orientações sobre a Formação nos Institutos 39 Abrev | Caritatis, (Decreto sobre a vida religiosa - Vaticano 40 Abrev | Sacrosanctum Concilium, (A Santa Liturgia - Vaticano 41 Abrev | Gerais.~~cf. Referência a outros números das Constituições 42 1, 1 | da Sociedade de Maria 3. A Santa aprovava-nos em 43 1, 1 | F.M.S. - Fratres Maristæ a Scholis) 4.~~ 44 1, 2 | Sua e desejo de cumprir a vontade de Deus revelam-lhe 45 1, 2 | compreender quanto Jesus Cristo a amou" 6. Neste espírito, 46 1, 2 | fundou nosso Instituto para a educação cristã dos jovens, 47 1, 3 | obediência, comprometemo-nos a viver os conselhos evangélicos. 48 1, 3 | Irmão é um apelo específico a viver, para com todos, a 49 1, 3 | a viver, para com todos, a fraternidade de Cristo, 50 1, 4 | Superiora 11.~Contemplamos a vida de nossa Mãe e Modelo 51 1, 4 | amada como caminho que leva a Jesus. Atualizamos assim 52 1, 4 | assim nosso lema: "Tudo a Jesus por Maria, tudo a 53 1, 4 | a Jesus por Maria, tudo a Maria para Jesus" 13.~~ 54 1, 5 | autenticidade e benevolência a nossas relações com os Irmãos 55 1, 5 | nossa vida e nossos talentos a serviço da Igreja e do mundo, 56 1, 5 | Fundador, empreender e levar a bom termo trabalhos difíceis 15.~~ 57 1, 6 | Irmãos, afirmamos pertencer a uma família unida no amor 58 1, 7 | 7. A espiritualidade legada por 59 1, 7 | nossa vida. Nossa ação, como a de Maria, permanece discreta, 60 1, 7 | respeitosa para com as pessoas.~A exemplo do Fundador, vivemos 61 1, 7 | Se o Senhor não constrói a casa, os construtores trabalham 62 1, 8 | Superior e seu Conselho, sob a autoridade do Irmão Superior 63 1, 9 | discípulos 22. Essa unidade exige a comunhão de oração e de 64 1, 9 | cristãos da primitiva Igreja, a graça de viver de um 65 1 | Em comunhão com a Igreja~~ 66 1, 10 | 10. A consagração religiosa nos 67 1, 10 | maneira especial à Igreja e a seu ministério. No seio 68 1, 10 | vida inteiramente dedicada a Deus e aos homens 25. Fiéis 69 1, 10 | nossa e cooperamos para a unidade do Corpo de Cristo 70 1, 10 | nossa caridade estende-se a todos os outros Institutos 27. 71 2, 11 | se ao homem e o homem a Deus, aliança que a Escritura 72 2, 11 | homem a Deus, aliança que a Escritura compara a esponsais 30.~ 73 2, 11 | que a Escritura compara a esponsais 30.~É no coração 74 2, 11 | dessa aliança que se situa a dinâmica da consagração.~~ 75 2, 12 | Espírito 31 e o enviou para dar a vida ao mundo 32. Por seu 76 2, 12 | pascal, ele consagra toda a humanidade ao Pai, estabelecendo 77 2, 12 | Pai, estabelecendo assim a Nova Aliança.~Pelo batismo, 78 2, 12 | seguimento de Cristo 34 é a lei suprema de nossa consagração 79 2, 12 | nossa consagração batismal, a condição de nosso desabrochar 80 2, 12 | desabrochar no amor trinitário. A participação no mistério 81 2, 12 | existência um culto de amor a Deus.~~ 82 2, 13 | 13. O chamado a praticar os conselhos evangélicos 83 2, 13 | um de nós, é um convite a viver mais radicalmente 84 2, 13 | viver mais radicalmente a graça batismal 37.~Maravilhados 85 2, 13 | pela profissão, associamos a oblação total de nós mesmos 86 2, 14 | 14. A consagração religiosa torna-nos 87 2, 14 | torna-nos participantes, a título novo, da vida, santidade 88 2, 14 | fraterna e apostólica, aviva a graça de nossa confirmação. 89 2, 14 | graça de nossa confirmação. A fidelidade renovada sem 90 2, 15 | 15. A Deus, que nos consagra pelo 91 2, 15 | pelo Superior. Engaja-nos a viver conforme o direito 92 2, 15 | outra festa marial.~15.2 A Província garante o que 93 2, 15 | necessário aos Irmãos. Provê a sua formação humana, espiritual 94 2, 15 | inicial e permanente. Atende a suas necessidades de saúde 95 2, 16 | 16. Renunciando por votos a certos valores terrestres, 96 2, 16 | afirmamos vigorosamente a realidade dos bens futuros 97 2, 16 | tempo44. Testemunhamos assim a força da graça que nos desapega 98 2, 17 | especialmente aos jovens, a fim de revelar-lhes Jesus 99 2, 17 | revelar-lhes Jesus Cristo. A ação apostólica pertence 100 2, 17 | inteiramente à tarefa que a obediência nos confia, de 101 2, 17 | nos confia, de acordo com a finalidade do Instituto 102 2, 17 | Instituto e em comunhão com a Igreja. Cuidamos para que 103 2, 17 | de íntima união com Deus, a fortifique e a favoreça.~~ 104 2, 17 | com Deus, a fortifique e a favoreça.~~ 105 2, 18 | Anunciação, ela acolhe na a palavra do Senhor; abandona-se 106 2, 18 | ela é, de modo singular, a mãe de todos os que se consagram 107 2, 18 | todos os que se consagram a Deus47.~Consagrados a Maria, 108 2, 18 | consagram a Deus47.~Consagrados a Maria, e certos de que ela 109 2, 18 | modelo de doação sem reserva a Deus e dedicação aos outros. 110 2, 18 | Fazer-se Irmão é comprometer-se a se tornar santo"48.~~ 111 2, 19 | Manifestava assim seu dom total a Deus e a universalidade 112 2, 19 | assim seu dom total a Deus e a universalidade de seu amor 113 2, 19 | respeitoso com todos, sensível a toda miséria. Descobrimo-lo, 114 2, 20 | castidade, Jesus convida-nos a viver como ele, totalmente 115 2, 20 | Reino dos céus"50 é resposta a esse apelo e um anúncio 116 2, 20 | Reino; realiza na terra a união com Deus sem a mediação 117 2, 20 | terra a união com Deus sem a mediação do cônjuge e nos 118 2, 20 | paternidade humana, e vivemos a continência perfeita no 119 2, 21 | uma vida casta54. Ela é a mulher que, por primeiro, 120 2, 21 | que, por primeiro, viveu a virgindade por causa de 121 2, 21 | inspira-nos resposta gratuita a seus apelos e constante 122 2, 22 | as núpcias entre Cristo e a Igreja57; por nosso celibato, 123 2, 22 | nosso celibato, exprimimos a realidade dessas núpcias, 124 2, 22 | Deus será tudo em todos58.~A fidelidade dos esposos nos 125 2, 22 | dos esposos nos estimula a amar o Senhor com todo nosso 126 2, 22 | vivido na alegria os encoraja a permanecer unidos até a 127 2, 22 | a permanecer unidos até a morte. Por outra parte, 128 2, 23 | bastante generoso para nos doar a todos.~A vida fraterna é 129 2, 23 | generoso para nos doar a todos.~A vida fraterna é excelente 130 2, 23 | caridade59. Nos momentos em que a solidão do celibato nos 131 2, 23 | um deve poder contar com a compreensão de seus irmãos. 132 2, 23 | compreensão de seus irmãos. A amizade deles favorece nosso 133 2, 23 | pessoal. O espírito de e a confiança recíproca facilitam 134 2, 23 | confiança recíproca facilitam a abertura, a partilha e, 135 2, 23 | recíproca facilitam a abertura, a partilha e, se preciso for, 136 2, 23 | partilha e, se preciso for, a interpelação.~ ~23. 1. 137 2, 23 | interpelação.~ ~23. 1. A acolhida na comunidade será 138 2, 24 | 24. A castidade bem vivida abre 139 2, 24 | empresta um rosto humano a seu amor60. Como consagrados, 140 2, 24 | estimamos em seu justo valor a reserva e a vigilância em 141 2, 24 | justo valor a reserva e a vigilância em nossas relações 142 2, 24 | esquecer que o voto é um apelo a amar, e perder de vista 143 2, 24 | amar, e perder de vista a especificidade do amor de 144 2, 24 | lado, temos de lutar contra a tendência a subtrair-nos 145 2, 24 | lutar contra a tendência a subtrair-nos à amizade dos 146 2, 24 | outro, temos de exercitar a prudência; é ela que deve 147 2, 24 | deve guiar nossas relações, a fim de que nossas amizades 148 2, 24 | amizades sejam coerentes com a castidade consagrada e não 149 2, 24 | comunicamos ao Superior a situação que nos causa dificuldade.~ ~ 150 2, 25 | podemos assumir em paz a solidão inerente ao celibato.~ 151 2, 25 | Corpo de Cristo, encontramos a força para prosseguir nossa 152 2, 26 | 26. A ascese cristã, pelas renúncias62 153 2, 26 | renúncias62 que supõe, ajuda-nos a atingir a maturidade no 154 2, 26 | supõe, ajuda-nos a atingir a maturidade no amor.~Buscamos 155 2, 26 | Purificamos nosso coração, a fim sermos inteiramente 156 2, 27 | praticando o respeito às pessoas, a pureza da vida, o amor misericordioso 157 2, 27 | misericordioso para com aqueles que a sociedade rejeita.~O celibato, 158 2, 27 | generosidade, leva-nos para a realização de nosso ser 159 2, 27 | fecundidade espiritual para a família humana65. Torna-nos 160 2, 27 | Torna-nos mais disponíveis e a nosso amor toda sua plenitude.~ 161 2, 27 | sua plenitude.~Sabendo que a castidade é fruto do Espírito 162 2, 27 | para todos os consagrados, a graça de a ela serem fiéis 163 2, 27 | consagrados, a graça de a ela serem fiéis a fim de 164 2, 27 | graça de a ela serem fiéis a fim de saborear a alegria 165 2, 27 | fiéis a fim de saborear a alegria prometida aos corações 166 2, 27 | praticamos um ato de caridade, a fim de obter, pela intercessão 167 2, 27 | práticas particularmente caras a nosso Fundador, como a devoção 168 2, 27 | caras a nosso Fundador, como a devoção à Imaculada Conceição 169 2, 27 | à Imaculada Conceição e a consagração a Maria.~ ~ 170 2, 27 | Conceição e a consagração a Maria.~ ~ 171 2, 28 | fez-se pobre, 67 nos impele a que participemos de sua 172 2, 28 | mãos, anuncia aos pobres a Boa Nova69 e proclama-os 173 2, 28 | despoja-se de si mesmo, a ponto de morrer numa cruz.~ 174 2, 29 | espírito70. Renunciamos a usar e a dispor de qualquer 175 2, 29 | Renunciamos a usar e a dispor de qualquer dinheiro 176 2, 29 | Conservamos, entretanto, a propriedade de nossos bens, 177 2, 29 | propriedade de nossos bens, a capacidade de adquirir outros 178 2, 29 | capacidade de adquirir outros e a de acrescentar ao patrimônio 179 2, 29 | pode render; mas cedemos a administração a outros.~ 180 2, 29 | cedemos a administração a outros.~Também, com a permissão 181 2, 29 | administração a outros.~Também, com a permissão dos Superiores, 182 2, 29 | Superiores, podemos renunciar a esse patrimônio72.~ ~29. 183 2, 29 | dinheiro, o Irmão age sob a dependência de seu Superior 184 2, 29 | regularmente das quantias postas a seu dispor.~29.2. Para dispor 185 2, 29 | uma vez por todas, ceder a administração de seus bens 186 2, 29 | administração de seus bens a quem desejar e disporá livremente 187 2, 29 | Instituto, e o que receber a título de aposentadorias, 188 2, 29 | Província, de acordo com a legislação do país, determinarão 189 2, 29 | regulamentar tudo quanto se diz a respeito desses direitos.~ 190 2, 29 | o Irmão pode renunciar a seu patrimônio. Dirige-se 191 2, 29 | Irmão ao Superior Geral, a quem compete a decisão ( 192 2, 29 | Superior Geral, a quem compete a decisão (c 668,4; Cf 150. 193 2, 29 | administrar bens pertencentes a outras pessoas físicas ou 194 2, 29 | vantagens que lhe são oferecidas a título pessoal: viagens, 195 2, 29 | comunidade, podem ferir a pobreza e a vida em comum.~ 196 2, 29 | podem ferir a pobreza e a vida em comum.~29.11. O 197 2, 30 | seu consentimento ativo a todas as formas de desapego 198 2, 30 | amarras terrestres, consoante a vontade purificadora do 199 2, 31 | 31. A pobreza espiritual nos mantém 200 2, 31 | cessar à oração que reanima a coragem e a confiança. Coloca-nos 201 2, 31 | que reanima a coragem e a confiança. Coloca-nos na 202 2, 32 | 32. Vivemos concretamente a pobreza pessoal e comunitária 203 2, 32 | tempo pessoal.~ ~32.1. A comunidade avalia periodicamente 204 2, 32 | de vida e de residência, a fim de ver em que grau testemunha 205 2, 32 | ver em que grau testemunha a pobreza religiosa (cf PJ, 206 2, 32 | procuramos salvaguardar a simplicidade.~ ~ 207 2 | A exemplo do Fundador~~ 208 2, 33 | 33. A pobreza de coração do Padre 209 2, 33 | confiança na Providência80. A fundação de nosso Instituto 210 2, 33 | fundação de nosso Instituto é a prova, sempre atual, de 211 2, 33 | prova, sempre atual, de que a permite todas as audácias.~ 212 2, 33 | Fundador quis enviar-nos a eles, de preferência, 81 213 2, 33 | para cada um de nós convite a viver na simplicidade e 214 2, 33 | das províncias83.~ ~33.1. A exemplo do Padre Champagnat, 215 2, 34 | 34. Por fidelidade a Cristo e ao Fundador, amamos 216 2, 34 | que nos permitem partilhar a condição deles e aproveitamos 217 2, 34 | ocasiões de contato com a realidade da vida cotidiana 218 2, 34 | vida cotidiana dos mesmos.~A preocupação pelos pobres 219 2, 34 | preocupação pelos pobres leva-nos a descobrir as causas de sua 220 2, 34 | causas de sua miséria e a libertar-nos de qualquer 221 2, 34 | aos jovens compromete-nos a trabalhar pela promoção 222 2, 34 | aumentar, se possível, o que a Província está realizando 223 2, 34 | Em seu orçamento anual, a comunidade prevê a parte 224 2, 34 | anual, a comunidade prevê a parte dos pobres, de acordo 225 2, 35 | privilégios que sufocam a liberdade evangélica.~Nesse 226 2, 35 | simples e dedicada revela a face de uma Igreja pobre 227 2, 35 | pobre e serva, e testemunha a alegria prometida aos que 228 2, 36 | 36. Toda a existência de Jesus foi 229 2, 36 | de Jesus foi comunhão com a vontade do Pai90 de quem 230 2, 36 | ser o Bem-amado. Responde a esse amor pela total disponibilidade 231 2, 36 | redentora. Seu alimento é fazer a vontade daquele que o enviou91. 232 2, 36 | daquele que o enviou91. Assume a condição de servo92 e aprende, 233 2, 37 | de Cristo obediente até a morte, obriga-nos à submissão 234 2 | Com a Virgem do Fiat~~ 235 2, 38 | 38. A vida inteira de Maria é 236 2, 38 | bem-aventurada porque ouve e cumpre a palavra do Senhor97.~Irmãos 237 2, 38 | do Senhor e responde-mos a seu convite: "Fazei tudo 238 2, 39 | realizar. Em primeiro lugar, a vontade de Deus buscada 239 2, 39 | contradições e oposições, obedece a seus Superiores, vendo neles 240 2, 39 | Superiores, vendo neles a pessoa do próprio Jesus.~ 241 2, 39 | pessoa do próprio Jesus.~A exemplo de nosso Fundador, 242 2, 39 | nos torna disponíveis para a tarefa que o Instituto nos 243 2, 40 | 40. A amor à vontade de Deus e 244 2, 40 | Cada um de nós é obrigado a obedecer ao Papa, em razão 245 2, 40 | outras mediações figuram a hierarquia da Igreja, 103 246 2, 40 | Superiores104. Recorremos a essas mediações, sobretudo 247 2, 40 | do carisma do Fundador. A esse título, devemos exercer 248 2, 40 | título, devemos exercer a mediação de maneira recíproca, 249 2, 40 | maneira recíproca, conforme a graça que recebemos e a 250 2, 40 | a graça que recebemos e a função que exercemos.~ ~ 251 2, 40 | exercemos.~ ~40.1. Ouvimos a voz dos pastores da Igreja 252 2, 40 | Irmão permanece submisso a seus Superiores e fiel à 253 2, 41 | 41. A obediência, em comunidade, 254 2, 41 | ver, para aceitar o que a comunidade, de acordo com 255 2, 41 | Superior, considera ser a vontade de Deus.~~ 256 2, 42 | 42. Chamado a ser Superior, o Irmão, após 257 2, 42 | serviço108. Será o primeiro a obedecer às Constituições 258 2, 42 | Constituições e animará seus Irmãos a seguirem o caminho traçado 259 2, 43 | e o Instituto, chamados a viver a obediência evangélica 260 2, 43 | Instituto, chamados a viver a obediência evangélica em 261 2, 43 | Reino, buscam sem cessar a vontade de Deus. Pode tornar-se 262 2, 43 | Discernimo-la na oração para chegar a decisões, de acordo com 263 2, 43 | dos tempos111 e renúncia a interesses de pessoas ou 264 2, 44 | 44. A submissão ao Pai torna-nos, 265 2, 44 | comunidade, pondo seus dotes a serviço de todos e da missão 266 2, 44 | ocupações habituais. O caminho a percorrer é longo e as dificuldades 267 2, 44 | longo e as dificuldades a vencer não nos devem desanimar. 268 2, 44 | liberdade dos filhos de Deus113. A aceitação da morte será 269 2, 45 | obediência evangélica é a expressão de nossa liberdade 270 2, 45 | nossa disponibilidade para a missão da Igreja. Torna-nos 271 2, 45 | fraqueza115.~Denunciamos a busca e o abuso do poder116 272 2, 45 | ou qualificam de absoluta a autonomia individual. Anunciamos, 273 2, 45 | Anunciamos, ao mesmo tempo, a soberania de Jesus Cristo117, 274 2, 46 | cada um de nós118. Ouvimos a palavra: "Não temais"119. 275 2, 46 | pode acontecer que sintamos a dúvida, a tibieza, a secura 276 2, 46 | acontecer que sintamos a dúvida, a tibieza, a secura de coração 277 2, 46 | sintamos a dúvida, a tibieza, a secura de coração e mesmo 278 2, 46 | sobretudo pelo recurso a Maria e com a ajuda de nossos 279 2, 46 | pelo recurso a Maria e com a ajuda de nossos Irmãos.~ 280 2, 46 | chamamentos.~Desfrutamos então a alegria de viver verdadeiramente 281 2, 46 | de viver verdadeiramente a doação total a Deus e aos 282 2, 46 | verdadeiramente a doação total a Deus e aos outros.~~ 283 3 | A Trindade fonte de vida comunitária~~ 284 3, 47 | 47. O amor trinitário é a fonte da vida comunitária. 285 3, 48 | 48. A exemplo da comunidade dos 286 3, 48 | Pentecostes, sentimos entre nós a presença de Maria, 124 Mãe 287 3, 48 | da Igreja. Ela nos ajuda a viver fraternalmente, fazendo-nos 288 3, 49 | verdadeira família128. Partilhou a vida deles em La Valla129 289 3, 49 | Hermitage. Dedicou-se totalmente a eles. "Sabem", dizia-lhes, " 290 3, 49 | verdadeiro que eu não peça a Deus cada dia e que não 291 3, 49 | que não esteja disposto a proporcionar-lhes à custa 292 3, 49 | os Irmãos amavam-no como a um pai131. Em convívio, 293 3, 49 | dedicação e da abnegação a serviço dos outros.~Fiéis 294 3, 49 | serviço dos outros.~Fiéis a essa herança transmitida 295 3, 50 | união da comunidade marista. A castidade, libertando o 296 3, 50 | possessivas do afeto, dá-lhe a dimensão e a energia do 297 3, 50 | afeto, dá-lhe a dimensão e a energia do amor universal. 298 3, 50 | energia do amor universal. A pobreza põe à disposição 299 3, 50 | temos e tudo quanto somos. A obediência orienta a comunidade 300 3, 50 | somos. A obediência orienta a comunidade para a busca 301 3, 50 | orienta a comunidade para a busca e o cumprimento da 302 3, 50 | importante para construir a comunidade Marista. Permite 303 3, 50 | Marista. Permite exercer a corresponsabilidade na procura 304 3, 50 | Constituições de acordo com a situação concreta da comunidade. 305 3, 51 | dos outros. Desenvolvemos a delicadeza, a inteligência 306 3, 51 | Desenvolvemos a delicadeza, a inteligência do coração 307 3, 52 | animação do Superior que a comunidade permanece unida 308 3, 52 | viva do Instituto.~ ~52.1. A entrevista com o Superior 309 3, 52 | com o Superior favorece a compreensão e a harmonia 310 3, 52 | favorece a compreensão e a harmonia na comunidade. 311 3, 53 | instruções do padre Champagnat, a comunidade considera o Irmão 312 3, 53 | plenamente sua vocação.~A perseverança do Irmão idoso 313 3, 53 | do Irmão idoso testemunha a fidelidade do Senhor. Ele 314 3, 53 | exerce eficaz apostolado. A comunidade cerca-o de respeito 315 3, 54 | 54. A comunidade, a exemplo do 316 3, 54 | 54. A comunidade, a exemplo do Fundador, vê 317 3, 54 | Trata de dar-lhe cuidados e a assistência espiritual que 318 3, 54 | sofrimentos do Cristo141 para a salvação do mundo.~ ~54. 319 3, 54 | animam-nos e rezam por eles. A comunidade Marista está 320 3, 54 | está atenta em proporcionar a ajuda do sacramento dos 321 3, 55 | 55. A comunidade manifesta grande 322 3, 55 | presença e de sua prece. A Eucaristia recebida como 323 3, 55 | recebida como viático ajuda-o a consumar sua consagração. 324 3, 55 | consagração. O Irmão prova, assim, a felicidade de morrer na 325 3, 55 | santos, sentimo-nos unidos a nossos coirmãos na casa 326 3, 55 | casa do Pai143.~ ~55.1.A morte do Irmão Superior 327 3, 55 | ofício dos defuntos.~55.2. A morte de um noviço ou de 328 3, 55 | ofício dos defuntos.~55.3. A morte de um noviço ou de 329 3, 55 | ofício dos defuntos.~55.4. A morte dos pais de um Irmão, 330 3 | A família dos Irmãos~~ 331 3, 56 | fraterno estende-se também a cada uma de nossas famílias. 332 3, 56 | felizes ou dolorosos144. A consagração religiosa torna 333 3, 56 | 56.1. As relações com a família, sobretudo as visitas, 334 3, 56 | Província, levando em conta a diversidade das culturas 335 3, 57 | 57. A oração em comum145 é elemento 336 3, 57 | unifica o que constitui a trama cotidiana de nossas 337 3, 57 | principalmente na Eucaristia que a oração da comunidade encontra 338 3, 58 | 58. A comunidade, pelo testemunho 339 3, 58 | local. Além disso, oferece a seus membros os meios adequados 340 3, 58 | comunidade para que cresça a caridade.~ ~58.1. No início 341 3, 58 | por questão de fidelidade a nossa missão, examinamos 342 3, 58 | prioridades da Província e a preferência do Fundador 343 3, 59 | Irmãos Maristas, vivenciamos a compreensão, a afabilidade, 344 3, 59 | vivenciamos a compreensão, a afabilidade, a tolerância 345 3, 59 | compreensão, a afabilidade, a tolerância mútua e as outras " 346 3, 59 | pelo Fundador para manter a união na comunidade.~As 347 3, 59 | de nossas limitações, dão a cada um ocasião de renunciar-se 348 3, 59 | carregar sua cruz em seguimento a Cristo148.~~ 349 3, 60 | o melhor de nós mesmos.~A reunião comunitária, favorecendo 350 3, 60 | comunitária, favorecendo a palavra e a escuta, é meio 351 3, 60 | favorecendo a palavra e a escuta, é meio eficaz para 352 3, 60 | meio eficaz para construir a comunidade. Dela participamos 353 3, 60 | tomamos consciência de que a comunidade precisa de tempo 354 3, 60 | compreensão, prepara e prolonga a comunicação dos corações; 149 355 3, 60 | corações; 149 dispõe cada qual a respeitar, por amor aos 356 3, 60 | trabalho e descanso.~ ~60.1. A comunidade determina a periodicidade 357 3, 60 | A comunidade determina a periodicidade da reunião 358 3, 60 | exposições ou intercâmbios a partir, principalmente, 359 3, 60 | privamo-nos de alguma coisa, a fim de partilhá-la com os 360 3, 60 | respeitado para favorecer a vida interior e a caridade. 361 3, 60 | favorecer a vida interior e a caridade. Fixamos também, 362 3, 60 | as Normas da província, a comunidade organiza o tempo 363 3, 61 | residir em nossa casa e não a deixamos sem licença do 364 3, 61 | limpos e mobiliados de forma a demonstrar pobreza.~Uma 365 3, 61 | exclusiva da comunidade, a fim de preservar a privacidade 366 3, 61 | comunidade, a fim de preservar a privacidade necessária à 367 3, 61 | Instituto, de acordo com a forma descrita nos Estatutos151.~ ~ 368 3, 61 | ausência prolongada. Não a concederá, porém, além de 369 3, 61 | saúde, estudo ou apostolado a ser exercido em nome do 370 3, 61 | habitual da oração comunitária. A presença eucarística faz 371 3, 61 | 608).~61.3. Nosso hábito é a batina com o colarinho romano 372 3, 62 | 62. A comunidade marista acolhe 373 3, 62 | marista acolhe aqueles que a procuram como se recebesse 374 3, 62 | assim, de maneira concreta, a fraternidade universal153. 375 3, 62 | ao mesmo tempo, abrir-se a toda a humanidade, na oração 376 3, 62 | mesmo tempo, abrir-se a toda a humanidade, na oração e 377 3, 63 | 63. A comunidade é uma graça do 378 3, 63 | não deixamos de perceber a defasagem entre essa graça 379 3, 63 | graça sempre oferecida e a realidade de nossa vida.~ 380 4, 64 | com o Pai, 157 ensina-nos a escutar a Deus e a responder-lhe158. 381 4, 64 | ensina-nos a escutar a Deus e a responder-lhe158. 382 4, 64 | ensina-nos a escutar a Deus e a responder-lhe158. Voltado 383 4, 66 | 66. A Palavra de Deus, meditada 384 4, 67 | Virgem da Anunciação, acolhe a palavra de Deus165. Mulher 385 4, 67 | fiel, ela vive seu SIM até a Cruz167. Mãe, confronta 386 4, 68 | Recorria sem cessar a Deus. "Nunca", dizia, "ousaria 387 4, 68 | demoradamente recomendado a Deus"172. Quando celebrava 388 4, 68 | Deus"172. Quando celebrava a Eucaristia e durante suas 389 4, 68 | quase que sensivelmente a presença de Jesus. Dirigia-se 390 4, 68 | presença de Jesus. Dirigia-se a Maria com a confiança de 391 4, 68 | Dirigia-se a Maria com a confiança de uma criança173. 392 4, 68 | voltava muitas vezes sobre a oração que chamava de "o 393 4, 68 | Seu exemplo ensina-nos a fazer de nossa vida uma 394 4, 69 | 69. A Eucaristia é o coração de 395 4, 69 | dinamismo e comunga com a Igreja visível e invisível.~ 396 4, 69 | em comunidade. ouvimos a Palavra e comungamos o Corpo 397 4, 69 | celebração da Palavra durante a qual comungamos o Corpo 398 4, 70 | seu nome181.~Celebrando a Liturgia das Horas, 182 399 4, 70 | oração vibrar em uníssono com a de Jesus, especialmente 400 4, 70 | Como Igreja, tributamos a Deus o louvor em nome de 401 4, 70 | o louvor em nome de toda a criação, e participamos 402 4, 70 | conosco.~Laudes constituem a oração da manhã, e Vésperas, 403 4, 70 | oração da manhã, e Vésperas, a da tarde.~ ~70. 1. Fiéis 404 4, 70 | utilizamos os meios que a facilitem.~70. 3. Ocasionalmente, 405 4, 70 | outras comunidades religiosas a partilharem de nossa oração.~ ~ 406 4 | A oração em nossa vida de 407 4, 71 | diariamente. Assim também, a eficácia de nosso trabalho 408 4, 71 | aprendemos gradativamente a ver nossa vida, as pessoas 409 4, 71 | inspiração e força para continuar a ação a que Jesus nos chama. 410 4, 71 | força para continuar a ação a que Jesus nos chama. Esta, 411 4, 71 | dia, ao menos meia hora e a prolongamos, durante o dia, 412 4, 71 | que ajudem seus membros a aproveitar do tempo diário 413 4, 72 | 72. A oração e a ascese desapegam 414 4, 72 | 72. A oração e a ascese desapegam progressivamente 415 4, 72 | nosso dia190.~Agradecemos a Deus as provas de seu amor, 416 4, 72 | em comunidade, ajudam-nos a compreender melhor o sentido 417 4, 73 | 73. A leitura espiritual e o estudo 418 4, 73 | religiosa e capacitam-nos para a catequese. Cada um tem o 419 4, 73 | necessário para nos ajudar a superar as provações de 420 4, 73 | retiro anual193 oferece a cada um ocasião de revitalizar 421 4, 73 | de recolhimento renovam a unidade interior de nossa 422 4, 73 | nossa vida ativa.~ ~73.1. A comunidade prevê o tempo 423 4, 73 | e os meios de assegurar a leitura espiritual e o estudo 424 4, 73 | tradição, no Instituto, a Sexta-feira Santa é dia 425 4, 74 | exprime-se pelo amor, a confiança e a admiração; 426 4, 74 | pelo amor, a confiança e a admiração; e tende à imitação 427 4, 74 | e para com os homens195.~A exemplo do Padre Marcelino 428 4, 74 | Marcelino Champagnat, vamos a Maria como a criança vai 429 4, 74 | Champagnat, vamos a Maria como a criança vai a sua mãe196. 430 4, 74 | Maria como a criança vai a sua mãe196. Procuramos aprofundar 431 4, 74 | celebrações, particularmente a Assunção, festa patronal 432 4, 74 | Mãe.~Cada dia, louvamos a Mãe de Deus pelo terço ou 433 4, 74 | Igreja197.~ ~74.1. Tomamos a peito preparar as festas 434 4, 75 | intercessão198. Estudamos-lhe a vida, a fim de compreender 435 4, 75 | Estudamos-lhe a vida, a fim de compreender suas 436 4, 75 | com fervor, para agradecer a Deus o haver dado à Igreja 437 4, 75 | religioso, recordamos, cada dia, a lembrança de nossos Irmãos 438 4, 75 | outros Institutos maristas e a comunidade eclesial.~75. 439 4, 76 | 76. Conforme a vontade do Fundador, honramos 440 4, 76 | faça partilhar de seu amor a Jesus e a Maria.~Tributamos, 441 4, 76 | partilhar de seu amor a Jesus e a Maria.~Tributamos, outrossim, " 442 4, 77 | 77. A oração é para nós de absoluta 443 4, 77 | atenção aos outros. Pouco a pouco, ela unifica nossa 444 4, 77 | unifica nossa vida e tende a tornar-se contínua, 205 445 4, 77 | oração comunitária.~ ~77.1. A comunidade organiza sua 446 4, 77 | membros. Permanece aberta a outras formas de oração 447 5, 78 | Jesus, enviado do Pai, 206 é a fonte207 e o modelo de nossos 448 5, 78 | se uniu, de certo modo, a cada homem208. Consagrado 449 5, 78 | Espírito Santo, anuncia a Boa Nova do Reino209. Faz-se 450 5, 78 | para congregar na unidade a família de Deus211. Ressuscitado, 451 5, 78 | Ressuscitado, consagra toda a criação e a conduz à plenitude212.~~ 452 5, 78 | consagra toda a criação e a conduz à plenitude212.~~ 453 5 | A Igreja enviada pelo Cristo.~~ 454 5, 79 | imagem do Pai, 213 envia a Igreja, 214 na qual permanece 455 5, 79 | da vida.~Pelo batismo e a confirmação, somos todos 456 5, 79 | confirmação, somos todos chamados a seguir o Cristo e a continuar 457 5, 79 | chamados a seguir o Cristo e a continuar sua missão215.~~ 458 5, 80 | particularmente os mais abandonados.~A comunidade, enviada pelo 459 5, 80 | possível, por fidelidade a nossa missão.~ ~80. 1 Para 460 5, 81 | dar respostas adequadas a problemas concreto219.~Sente-se 461 5, 81 | concreto219.~Sente-se chamado a formar religiosos para a 462 5, 81 | a formar religiosos para a educação cristã dos pequenos 463 5, 81 | ninguém se ocupa220. Para ele, a missão do Irmão consiste 464 5, 81 | as crianças e os jovens a se tornarem "bons cristãos 465 5, 81 | dos alunos. O exemplo e a presença prolongada222 são 466 5, 82 | vivida em comunidade. Toda a comunidade mostra-se solidária; 467 5, 82 | animada pelo Espírito for a comunidade.~Quando nossa 468 5, 83 | talvez inexplorados, onde a espera de Cristo se revela 469 5, 83 | Apresentamos-lhes o Cristo, a Verdade que liberta, 229 470 5, 83 | liberta, 229 ele que chama a cada um pelo nome. Ajudamo-los 471 5, 83 | um pelo nome. Ajudamo-los a descobrir sua vocação na 472 5, 83 | vidas e que nos impulsiona a ações corajosas.~~ 473 5, 84 | maternidade espiritual.~Nós a contemplamos, desconhecida 474 5, 84 | e oculta no mundo, fiel a sua missão de dar Deus aos 475 5, 84 | magos. Com paciência, espera a hora de Deus, pronta, porém, 476 5, 84 | de Deus, pronta, porém, a intervir para obter o primeiro 477 5, 84 | primeiro sinal que suscita a dos discípulos. Depois 478 5, 84 | desaparece para deixar espaço a Jesus. Mas junta-se a ele 479 5, 84 | espaço a Jesus. Mas junta-se a ele no sofrimento e na humilhação 480 5, 84 | dos jovens para Maria, 232 a perfeita discípula Cristo; 481 5, 84 | amada como caminho para ir a Jesus. Confiamos-lhe aqueles 482 5, 84 | responsáveis; 233 levamo-los a rezar muitas vezes a essa 483 5, 84 | levamo-los a rezar muitas vezes a essa Boa Mãe234 e a imitá-la.~ ~ 484 5, 84 | vezes a essa Boa Mãe234 e a imitá-la.~ ~84.1. Por fidelidade 485 5, 85 | Nosso Instituto, aberto a todo apostolado consoante 486 5, 85 | dedicamo-nos, pelo Reino, a serviço da pessoa humana.~ 487 5, 85 | exercerem tais funções.~A adaptação de nossos engajamentos 488 5, 85 | necessidades da Igreja local a que a Província pode atender. 489 5, 85 | necessidades da Igreja local a que a Província pode atender. 490 5 | A serviço da evangelização~~ 491 5, 86 | Dedicamo-nos inteiramente a esse ministério, conforme 492 5, 86 | profundos que existem entre a evangelização e a promoção 493 5, 86 | entre a evangelização e a promoção humana, 240 ajudamos 494 5, 86 | sacramental e os ajudamos a se inserir numa comunidade 495 5, 86 | apresentam para anunciar a Boa Nova de Jesus Cristo. 496 5, 87 | 87. A escola Marista oferece às 497 5, 87 | abertura aos outros. Apresenta a cultura como meio de comunhão 498 5, 87 | dos jovens. Disponíveis a todos, damos atenção especial 499 5, 87 | em dificuldade.~Abertas a todas as famílias que aceitam 500 5, 87 | as famílias que aceitam a proposta educativa, nossas


1-500 | 501-908

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