1-500 | 501-908
negrito = Texto principal
Capitolo, Capoverso cinza = comentário
1 Dedic | louvor e de agradecimento a Deus e a nossa Boa Mãe pelos
2 Dedic | de agradecimento a Deus e a nossa Boa Mãe pelos cem
3 Dedic | acolhida no coração de vocês, a ponto de poder ser lido
4 Dedic | Nas Constituições buscamos a seiva para nossa vida marista
5 Dedic | XIX Capítulo Geral.~Maria, a primeira cristã e perfeita
6 Dedic | primeira Superiora, continue a abençoar a obra marista,
7 Dedic | Superiora, continue a abençoar a obra marista, no Brasil,
8 Apres | Esse texto representa, a um só tempo, um ponto de
9 Apres | vinte anos faz, quando a Igreja do Vaticano II pedia
10 Apres | Igreja do Vaticano II pedia a todas as famílias religiosas
11 Apres | seus livros normativos, a fim de tornar o conteúdo
12 Apres | dos Fundadores, com vistas a suscitar a renovação espiritual
13 Apres | Fundadores, com vistas a suscitar a renovação espiritual de
14 Apres | reconhecimento e experimentamos a alegria de ver autenticado,
15 Apres | discípulos, enriquecido com a fidelidade de milhares de
16 Apres | formam um todo unitário que a própria disposição do texto
17 Apres | nossos tempos, como o era a Regra escrita pelo Padre
18 Apres | Constituições e Estatutos, a fim de que, para além de
19 Apres | legalismo, possamos realizar a finalidade de nossas vidas:
20 Decr | Maristas das Escolas fizeram a revisão de suas Constituições
21 Decr | feitas algumas modificações, a Congregação para os Religiosos
22 Decr | amada como caminho para ir a Jesus. Eles vivem sua consagração
23 Decr | uma comunidade fraterna, a exemplo da família de Nazaré;
24 Decr | entregam pelo Reino mediante a evangelização dos jovens,
25 Decr | Pelo presente decreto, a Santa Sé concede, pois,
26 Decr | Santa Sé concede, pois, a aprovação solicitada. Este
27 Decr | Direito universal. ~Que a fidelidade a pôr em prática
28 Decr | universal. ~Que a fidelidade a pôr em prática estas Constituições,
29 Decr | temos, mas por amor, permita a todos os Pequenos Irmãos
30 Decr | espalhados pelo mundo seguir a Cristo com sua Mãe e confirmar
31 Decr | com sua Mãe e confirmar a atualidade do carisma de
32 Decr | contrário. ~~Passado em Roma, a 7 de outubro de 1986, festa
33 Abrev | Ad Gentes (Decreto sobre a atividade missionária da
34 Abrev | Evangelii Nuntiandi, Paulo VI, (A evangelização dos homens
35 Abrev | Educationis, (Declaração sobre a educação cristã - Vaticano
36 Abrev | Constituição pastoral sobre a Igreja no mundo do nosso
37 Abrev | Gentium, (Constituição sobre a Igreja - Vaticano II).~~
38 Abrev | 1978.~~OF Orientações sobre a Formação nos Institutos
39 Abrev | Caritatis, (Decreto sobre a vida religiosa - Vaticano
40 Abrev | Sacrosanctum Concilium, (A Santa Liturgia - Vaticano
41 Abrev | Gerais.~~cf. Referência a outros números das Constituições
42 1, 1 | da Sociedade de Maria 3. A Santa Sé aprovava-nos em
43 1, 1 | F.M.S. - Fratres Maristæ a Scholis) 4.~~
44 1, 2 | Sua fé e desejo de cumprir a vontade de Deus revelam-lhe
45 1, 2 | compreender quanto Jesus Cristo a amou" 6. Neste espírito,
46 1, 2 | fundou nosso Instituto para a educação cristã dos jovens,
47 1, 3 | obediência, comprometemo-nos a viver os conselhos evangélicos.
48 1, 3 | Irmão é um apelo específico a viver, para com todos, a
49 1, 3 | a viver, para com todos, a fraternidade de Cristo,
50 1, 4 | Superiora 11.~Contemplamos a vida de nossa Mãe e Modelo
51 1, 4 | amada como caminho que leva a Jesus. Atualizamos assim
52 1, 4 | assim nosso lema: "Tudo a Jesus por Maria, tudo a
53 1, 4 | a Jesus por Maria, tudo a Maria para Jesus" 13.~~
54 1, 5 | autenticidade e benevolência a nossas relações com os Irmãos
55 1, 5 | nossa vida e nossos talentos a serviço da Igreja e do mundo,
56 1, 5 | Fundador, empreender e levar a bom termo trabalhos difíceis 15.~~
57 1, 6 | Irmãos, afirmamos pertencer a uma família unida no amor
58 1, 7 | 7. A espiritualidade legada por
59 1, 7 | nossa vida. Nossa ação, como a de Maria, permanece discreta,
60 1, 7 | respeitosa para com as pessoas.~A exemplo do Fundador, vivemos
61 1, 7 | Se o Senhor não constrói a casa, os construtores trabalham
62 1, 8 | Superior e seu Conselho, sob a autoridade do Irmão Superior
63 1, 9 | discípulos 22. Essa unidade exige a comunhão de oração e de
64 1, 9 | cristãos da primitiva Igreja, a graça de viver de um só
65 1 | Em comunhão com a Igreja~~
66 1, 10 | 10. A consagração religiosa nos
67 1, 10 | maneira especial à Igreja e a seu ministério. No seio
68 1, 10 | vida inteiramente dedicada a Deus e aos homens 25. Fiéis
69 1, 10 | nossa fé e cooperamos para a unidade do Corpo de Cristo
70 1, 10 | nossa caridade estende-se a todos os outros Institutos 27.
71 2, 11 | se dá ao homem e o homem a Deus, aliança que a Escritura
72 2, 11 | homem a Deus, aliança que a Escritura compara a esponsais 30.~
73 2, 11 | que a Escritura compara a esponsais 30.~É no coração
74 2, 11 | dessa aliança que se situa a dinâmica da consagração.~~
75 2, 12 | Espírito 31 e o enviou para dar a vida ao mundo 32. Por seu
76 2, 12 | pascal, ele consagra toda a humanidade ao Pai, estabelecendo
77 2, 12 | Pai, estabelecendo assim a Nova Aliança.~Pelo batismo,
78 2, 12 | seguimento de Cristo 34 é a lei suprema de nossa consagração
79 2, 12 | nossa consagração batismal, a condição de nosso desabrochar
80 2, 12 | desabrochar no amor trinitário. A participação no mistério
81 2, 12 | existência um culto de amor a Deus.~~
82 2, 13 | 13. O chamado a praticar os conselhos evangélicos
83 2, 13 | um de nós, é um convite a viver mais radicalmente
84 2, 13 | viver mais radicalmente a graça batismal 37.~Maravilhados
85 2, 13 | pela profissão, associamos a oblação total de nós mesmos
86 2, 14 | 14. A consagração religiosa torna-nos
87 2, 14 | torna-nos participantes, a título novo, da vida, santidade
88 2, 14 | fraterna e apostólica, aviva a graça de nossa confirmação.
89 2, 14 | graça de nossa confirmação. A fidelidade renovada sem
90 2, 15 | 15. A Deus, que nos consagra pelo
91 2, 15 | pelo Superior. Engaja-nos a viver conforme o direito
92 2, 15 | outra festa marial.~15.2 A Província garante o que
93 2, 15 | necessário aos Irmãos. Provê a sua formação humana, espiritual
94 2, 15 | inicial e permanente. Atende a suas necessidades de saúde
95 2, 16 | 16. Renunciando por votos a certos valores terrestres,
96 2, 16 | afirmamos vigorosamente a realidade dos bens futuros
97 2, 16 | tempo44. Testemunhamos assim a força da graça que nos desapega
98 2, 17 | especialmente aos jovens, a fim de revelar-lhes Jesus
99 2, 17 | revelar-lhes Jesus Cristo. A ação apostólica pertence
100 2, 17 | inteiramente à tarefa que a obediência nos confia, de
101 2, 17 | nos confia, de acordo com a finalidade do Instituto
102 2, 17 | Instituto e em comunhão com a Igreja. Cuidamos para que
103 2, 17 | de íntima união com Deus, a fortifique e a favoreça.~~
104 2, 17 | com Deus, a fortifique e a favoreça.~~
105 2, 18 | Anunciação, ela acolhe na fé a palavra do Senhor; abandona-se
106 2, 18 | ela é, de modo singular, a mãe de todos os que se consagram
107 2, 18 | todos os que se consagram a Deus47.~Consagrados a Maria,
108 2, 18 | consagram a Deus47.~Consagrados a Maria, e certos de que ela
109 2, 18 | modelo de doação sem reserva a Deus e dedicação aos outros.
110 2, 18 | Fazer-se Irmão é comprometer-se a se tornar santo"48.~~
111 2, 19 | Manifestava assim seu dom total a Deus e a universalidade
112 2, 19 | assim seu dom total a Deus e a universalidade de seu amor
113 2, 19 | respeitoso com todos, sensível a toda miséria. Descobrimo-lo,
114 2, 20 | castidade, Jesus convida-nos a viver como ele, totalmente
115 2, 20 | Reino dos céus"50 é resposta a esse apelo e um anúncio
116 2, 20 | Reino; realiza na terra a união com Deus sem a mediação
117 2, 20 | terra a união com Deus sem a mediação do cônjuge e nos
118 2, 20 | paternidade humana, e vivemos a continência perfeita no
119 2, 21 | uma vida casta54. Ela é a mulher que, por primeiro,
120 2, 21 | que, por primeiro, viveu a virgindade por causa de
121 2, 21 | inspira-nos resposta gratuita a seus apelos e constante
122 2, 22 | as núpcias entre Cristo e a Igreja57; por nosso celibato,
123 2, 22 | nosso celibato, exprimimos a realidade dessas núpcias,
124 2, 22 | Deus será tudo em todos58.~A fidelidade dos esposos nos
125 2, 22 | dos esposos nos estimula a amar o Senhor com todo nosso
126 2, 22 | vivido na alegria os encoraja a permanecer unidos até a
127 2, 22 | a permanecer unidos até a morte. Por outra parte,
128 2, 23 | bastante generoso para nos doar a todos.~A vida fraterna é
129 2, 23 | generoso para nos doar a todos.~A vida fraterna é excelente
130 2, 23 | caridade59. Nos momentos em que a solidão do celibato nos
131 2, 23 | um deve poder contar com a compreensão de seus irmãos.
132 2, 23 | compreensão de seus irmãos. A amizade deles favorece nosso
133 2, 23 | pessoal. O espírito de fé e a confiança recíproca facilitam
134 2, 23 | confiança recíproca facilitam a abertura, a partilha e,
135 2, 23 | recíproca facilitam a abertura, a partilha e, se preciso for,
136 2, 23 | partilha e, se preciso for, a interpelação.~ ~23. 1.
137 2, 23 | interpelação.~ ~23. 1. A acolhida na comunidade será
138 2, 24 | 24. A castidade bem vivida abre
139 2, 24 | empresta um rosto humano a seu amor60. Como consagrados,
140 2, 24 | estimamos em seu justo valor a reserva e a vigilância em
141 2, 24 | justo valor a reserva e a vigilância em nossas relações
142 2, 24 | esquecer que o voto é um apelo a amar, e perder de vista
143 2, 24 | amar, e perder de vista a especificidade do amor de
144 2, 24 | lado, temos de lutar contra a tendência a subtrair-nos
145 2, 24 | lutar contra a tendência a subtrair-nos à amizade dos
146 2, 24 | outro, temos de exercitar a prudência; é ela que deve
147 2, 24 | deve guiar nossas relações, a fim de que nossas amizades
148 2, 24 | amizades sejam coerentes com a castidade consagrada e não
149 2, 24 | comunicamos ao Superior a situação que nos causa dificuldade.~ ~
150 2, 25 | podemos assumir em paz a solidão inerente ao celibato.~
151 2, 25 | Corpo de Cristo, encontramos a força para prosseguir nossa
152 2, 26 | 26. A ascese cristã, pelas renúncias62
153 2, 26 | renúncias62 que supõe, ajuda-nos a atingir a maturidade no
154 2, 26 | supõe, ajuda-nos a atingir a maturidade no amor.~Buscamos
155 2, 26 | Purificamos nosso coração, a fim sermos inteiramente
156 2, 27 | praticando o respeito às pessoas, a pureza da vida, o amor misericordioso
157 2, 27 | misericordioso para com aqueles que a sociedade rejeita.~O celibato,
158 2, 27 | generosidade, leva-nos para a realização de nosso ser
159 2, 27 | fecundidade espiritual para a família humana65. Torna-nos
160 2, 27 | Torna-nos mais disponíveis e dá a nosso amor toda sua plenitude.~
161 2, 27 | sua plenitude.~Sabendo que a castidade é fruto do Espírito
162 2, 27 | para todos os consagrados, a graça de a ela serem fiéis
163 2, 27 | consagrados, a graça de a ela serem fiéis a fim de
164 2, 27 | graça de a ela serem fiéis a fim de saborear a alegria
165 2, 27 | fiéis a fim de saborear a alegria prometida aos corações
166 2, 27 | praticamos um ato de caridade, a fim de obter, pela intercessão
167 2, 27 | práticas particularmente caras a nosso Fundador, como a devoção
168 2, 27 | caras a nosso Fundador, como a devoção à Imaculada Conceição
169 2, 27 | à Imaculada Conceição e a consagração a Maria.~ ~
170 2, 27 | Conceição e a consagração a Maria.~ ~
171 2, 28 | fez-se pobre, 67 nos impele a que participemos de sua
172 2, 28 | mãos, anuncia aos pobres a Boa Nova69 e proclama-os
173 2, 28 | despoja-se de si mesmo, a ponto de morrer numa cruz.~
174 2, 29 | espírito70. Renunciamos a usar e a dispor de qualquer
175 2, 29 | Renunciamos a usar e a dispor de qualquer dinheiro
176 2, 29 | Conservamos, entretanto, a propriedade de nossos bens,
177 2, 29 | propriedade de nossos bens, a capacidade de adquirir outros
178 2, 29 | capacidade de adquirir outros e a de acrescentar ao patrimônio
179 2, 29 | pode render; mas cedemos a administração a outros.~
180 2, 29 | cedemos a administração a outros.~Também, com a permissão
181 2, 29 | administração a outros.~Também, com a permissão dos Superiores,
182 2, 29 | Superiores, podemos renunciar a esse patrimônio72.~ ~29.
183 2, 29 | dinheiro, o Irmão age sob a dependência de seu Superior
184 2, 29 | regularmente das quantias postas a seu dispor.~29.2. Para dispor
185 2, 29 | uma vez por todas, ceder a administração de seus bens
186 2, 29 | administração de seus bens a quem desejar e disporá livremente
187 2, 29 | Instituto, e o que receber a título de aposentadorias,
188 2, 29 | Província, de acordo com a legislação do país, determinarão
189 2, 29 | regulamentar tudo quanto se diz a respeito desses direitos.~
190 2, 29 | o Irmão pode renunciar a seu patrimônio. Dirige-se
191 2, 29 | Irmão ao Superior Geral, a quem compete a decisão (
192 2, 29 | Superior Geral, a quem compete a decisão (c 668,4; Cf 150.
193 2, 29 | administrar bens pertencentes a outras pessoas físicas ou
194 2, 29 | vantagens que lhe são oferecidas a título pessoal: viagens,
195 2, 29 | comunidade, podem ferir a pobreza e a vida em comum.~
196 2, 29 | podem ferir a pobreza e a vida em comum.~29.11. O
197 2, 30 | seu consentimento ativo a todas as formas de desapego
198 2, 30 | amarras terrestres, consoante a vontade purificadora do
199 2, 31 | 31. A pobreza espiritual nos mantém
200 2, 31 | cessar à oração que reanima a coragem e a confiança. Coloca-nos
201 2, 31 | que reanima a coragem e a confiança. Coloca-nos na
202 2, 32 | 32. Vivemos concretamente a pobreza pessoal e comunitária
203 2, 32 | tempo pessoal.~ ~32.1. A comunidade avalia periodicamente
204 2, 32 | de vida e de residência, a fim de ver em que grau testemunha
205 2, 32 | ver em que grau testemunha a pobreza religiosa (cf PJ,
206 2, 32 | procuramos salvaguardar a simplicidade.~ ~
207 2 | A exemplo do Fundador~~
208 2, 33 | 33. A pobreza de coração do Padre
209 2, 33 | confiança na Providência80. A fundação de nosso Instituto
210 2, 33 | fundação de nosso Instituto é a prova, sempre atual, de
211 2, 33 | prova, sempre atual, de que a fé permite todas as audácias.~
212 2, 33 | Fundador quis enviar-nos a eles, de preferência, 81
213 2, 33 | para cada um de nós convite a viver na simplicidade e
214 2, 33 | das províncias83.~ ~33.1. A exemplo do Padre Champagnat,
215 2, 34 | 34. Por fidelidade a Cristo e ao Fundador, amamos
216 2, 34 | que nos permitem partilhar a condição deles e aproveitamos
217 2, 34 | ocasiões de contato com a realidade da vida cotidiana
218 2, 34 | vida cotidiana dos mesmos.~A preocupação pelos pobres
219 2, 34 | preocupação pelos pobres leva-nos a descobrir as causas de sua
220 2, 34 | causas de sua miséria e a libertar-nos de qualquer
221 2, 34 | aos jovens compromete-nos a trabalhar pela promoção
222 2, 34 | aumentar, se possível, o que a Província está realizando
223 2, 34 | Em seu orçamento anual, a comunidade prevê a parte
224 2, 34 | anual, a comunidade prevê a parte dos pobres, de acordo
225 2, 35 | privilégios que sufocam a liberdade evangélica.~Nesse
226 2, 35 | simples e dedicada revela a face de uma Igreja pobre
227 2, 35 | pobre e serva, e testemunha a alegria prometida aos que
228 2, 36 | 36. Toda a existência de Jesus foi
229 2, 36 | de Jesus foi comunhão com a vontade do Pai90 de quem
230 2, 36 | ser o Bem-amado. Responde a esse amor pela total disponibilidade
231 2, 36 | redentora. Seu alimento é fazer a vontade daquele que o enviou91.
232 2, 36 | daquele que o enviou91. Assume a condição de servo92 e aprende,
233 2, 37 | de Cristo obediente até a morte, obriga-nos à submissão
234 2 | Com a Virgem do Fiat~~
235 2, 38 | 38. A vida inteira de Maria é
236 2, 38 | bem-aventurada porque ouve e cumpre a palavra do Senhor97.~Irmãos
237 2, 38 | do Senhor e responde-mos a seu convite: "Fazei tudo
238 2, 39 | realizar. Em primeiro lugar, a vontade de Deus buscada
239 2, 39 | contradições e oposições, obedece a seus Superiores, vendo neles
240 2, 39 | Superiores, vendo neles a pessoa do próprio Jesus.~
241 2, 39 | pessoa do próprio Jesus.~A exemplo de nosso Fundador,
242 2, 39 | nos torna disponíveis para a tarefa que o Instituto nos
243 2, 40 | 40. A amor à vontade de Deus e
244 2, 40 | Cada um de nós é obrigado a obedecer ao Papa, em razão
245 2, 40 | outras mediações figuram a hierarquia da Igreja, 103
246 2, 40 | Superiores104. Recorremos a essas mediações, sobretudo
247 2, 40 | do carisma do Fundador. A esse título, devemos exercer
248 2, 40 | título, devemos exercer a mediação de maneira recíproca,
249 2, 40 | maneira recíproca, conforme a graça que recebemos e a
250 2, 40 | a graça que recebemos e a função que exercemos.~ ~
251 2, 40 | exercemos.~ ~40.1. Ouvimos a voz dos pastores da Igreja
252 2, 40 | Irmão permanece submisso a seus Superiores e fiel à
253 2, 41 | 41. A obediência, em comunidade,
254 2, 41 | ver, para aceitar o que a comunidade, de acordo com
255 2, 41 | Superior, considera ser a vontade de Deus.~~
256 2, 42 | 42. Chamado a ser Superior, o Irmão, após
257 2, 42 | serviço108. Será o primeiro a obedecer às Constituições
258 2, 42 | Constituições e animará seus Irmãos a seguirem o caminho traçado
259 2, 43 | e o Instituto, chamados a viver a obediência evangélica
260 2, 43 | Instituto, chamados a viver a obediência evangélica em
261 2, 43 | Reino, buscam sem cessar a vontade de Deus. Pode tornar-se
262 2, 43 | Discernimo-la na oração para chegar a decisões, de acordo com
263 2, 43 | dos tempos111 e renúncia a interesses de pessoas ou
264 2, 44 | 44. A submissão ao Pai torna-nos,
265 2, 44 | comunidade, pondo seus dotes a serviço de todos e da missão
266 2, 44 | ocupações habituais. O caminho a percorrer é longo e as dificuldades
267 2, 44 | longo e as dificuldades a vencer não nos devem desanimar.
268 2, 44 | liberdade dos filhos de Deus113. A aceitação da morte será
269 2, 45 | obediência evangélica é a expressão de nossa liberdade
270 2, 45 | nossa disponibilidade para a missão da Igreja. Torna-nos
271 2, 45 | fraqueza115.~Denunciamos a busca e o abuso do poder116
272 2, 45 | ou qualificam de absoluta a autonomia individual. Anunciamos,
273 2, 45 | Anunciamos, ao mesmo tempo, a soberania de Jesus Cristo117,
274 2, 46 | cada um de nós118. Ouvimos a palavra: "Não temais"119.
275 2, 46 | pode acontecer que sintamos a dúvida, a tibieza, a secura
276 2, 46 | acontecer que sintamos a dúvida, a tibieza, a secura de coração
277 2, 46 | sintamos a dúvida, a tibieza, a secura de coração e mesmo
278 2, 46 | sobretudo pelo recurso a Maria e com a ajuda de nossos
279 2, 46 | pelo recurso a Maria e com a ajuda de nossos Irmãos.~
280 2, 46 | chamamentos.~Desfrutamos então a alegria de viver verdadeiramente
281 2, 46 | de viver verdadeiramente a doação total a Deus e aos
282 2, 46 | verdadeiramente a doação total a Deus e aos outros.~~
283 3 | A Trindade fonte de vida comunitária~~
284 3, 47 | 47. O amor trinitário é a fonte da vida comunitária.
285 3, 48 | 48. A exemplo da comunidade dos
286 3, 48 | Pentecostes, sentimos entre nós a presença de Maria, 124 Mãe
287 3, 48 | da Igreja. Ela nos ajuda a viver fraternalmente, fazendo-nos
288 3, 49 | verdadeira família128. Partilhou a vida deles em La Valla129
289 3, 49 | Hermitage. Dedicou-se totalmente a eles. "Sabem", dizia-lhes, "
290 3, 49 | verdadeiro que eu não peça a Deus cada dia e que não
291 3, 49 | que não esteja disposto a proporcionar-lhes à custa
292 3, 49 | os Irmãos amavam-no como a um pai131. Em convívio,
293 3, 49 | dedicação e da abnegação a serviço dos outros.~Fiéis
294 3, 49 | serviço dos outros.~Fiéis a essa herança transmitida
295 3, 50 | união da comunidade marista. A castidade, libertando o
296 3, 50 | possessivas do afeto, dá-lhe a dimensão e a energia do
297 3, 50 | afeto, dá-lhe a dimensão e a energia do amor universal.
298 3, 50 | energia do amor universal. A pobreza põe à disposição
299 3, 50 | temos e tudo quanto somos. A obediência orienta a comunidade
300 3, 50 | somos. A obediência orienta a comunidade para a busca
301 3, 50 | orienta a comunidade para a busca e o cumprimento da
302 3, 50 | importante para construir a comunidade Marista. Permite
303 3, 50 | Marista. Permite exercer a corresponsabilidade na procura
304 3, 50 | Constituições de acordo com a situação concreta da comunidade.
305 3, 51 | dos outros. Desenvolvemos a delicadeza, a inteligência
306 3, 51 | Desenvolvemos a delicadeza, a inteligência do coração
307 3, 52 | animação do Superior que a comunidade permanece unida
308 3, 52 | viva do Instituto.~ ~52.1. A entrevista com o Superior
309 3, 52 | com o Superior favorece a compreensão e a harmonia
310 3, 52 | favorece a compreensão e a harmonia na comunidade.
311 3, 53 | instruções do padre Champagnat, a comunidade considera o Irmão
312 3, 53 | plenamente sua vocação.~A perseverança do Irmão idoso
313 3, 53 | do Irmão idoso testemunha a fidelidade do Senhor. Ele
314 3, 53 | exerce eficaz apostolado. A comunidade cerca-o de respeito
315 3, 54 | 54. A comunidade, a exemplo do
316 3, 54 | 54. A comunidade, a exemplo do Fundador, vê
317 3, 54 | Trata de dar-lhe cuidados e a assistência espiritual que
318 3, 54 | sofrimentos do Cristo141 para a salvação do mundo.~ ~54.
319 3, 54 | animam-nos e rezam por eles. A comunidade Marista está
320 3, 54 | está atenta em proporcionar a ajuda do sacramento dos
321 3, 55 | 55. A comunidade manifesta grande
322 3, 55 | presença e de sua prece. A Eucaristia recebida como
323 3, 55 | recebida como viático ajuda-o a consumar sua consagração.
324 3, 55 | consagração. O Irmão prova, assim, a felicidade de morrer na
325 3, 55 | santos, sentimo-nos unidos a nossos coirmãos já na casa
326 3, 55 | casa do Pai143.~ ~55.1.A morte do Irmão Superior
327 3, 55 | ofício dos defuntos.~55.2. A morte de um noviço ou de
328 3, 55 | ofício dos defuntos.~55.3. A morte de um noviço ou de
329 3, 55 | ofício dos defuntos.~55.4. A morte dos pais de um Irmão,
330 3 | A família dos Irmãos~~
331 3, 56 | fraterno estende-se também a cada uma de nossas famílias.
332 3, 56 | felizes ou dolorosos144. A consagração religiosa torna
333 3, 56 | 56.1. As relações com a família, sobretudo as visitas,
334 3, 56 | Província, levando em conta a diversidade das culturas
335 3, 57 | 57. A oração em comum145 é elemento
336 3, 57 | unifica o que constitui a trama cotidiana de nossas
337 3, 57 | principalmente na Eucaristia que a oração da comunidade encontra
338 3, 58 | 58. A comunidade, pelo testemunho
339 3, 58 | local. Além disso, oferece a seus membros os meios adequados
340 3, 58 | comunidade para que cresça a caridade.~ ~58.1. No início
341 3, 58 | por questão de fidelidade a nossa missão, examinamos
342 3, 58 | prioridades da Província e a preferência do Fundador
343 3, 59 | Irmãos Maristas, vivenciamos a compreensão, a afabilidade,
344 3, 59 | vivenciamos a compreensão, a afabilidade, a tolerância
345 3, 59 | compreensão, a afabilidade, a tolerância mútua e as outras "
346 3, 59 | pelo Fundador para manter a união na comunidade.~As
347 3, 59 | de nossas limitações, dão a cada um ocasião de renunciar-se
348 3, 59 | carregar sua cruz em seguimento a Cristo148.~~
349 3, 60 | o melhor de nós mesmos.~A reunião comunitária, favorecendo
350 3, 60 | comunitária, favorecendo a palavra e a escuta, é meio
351 3, 60 | favorecendo a palavra e a escuta, é meio eficaz para
352 3, 60 | meio eficaz para construir a comunidade. Dela participamos
353 3, 60 | tomamos consciência de que a comunidade precisa de tempo
354 3, 60 | compreensão, prepara e prolonga a comunicação dos corações; 149
355 3, 60 | corações; 149 dispõe cada qual a respeitar, por amor aos
356 3, 60 | trabalho e descanso.~ ~60.1. A comunidade determina a periodicidade
357 3, 60 | A comunidade determina a periodicidade da reunião
358 3, 60 | exposições ou intercâmbios a partir, principalmente,
359 3, 60 | privamo-nos de alguma coisa, a fim de partilhá-la com os
360 3, 60 | respeitado para favorecer a vida interior e a caridade.
361 3, 60 | favorecer a vida interior e a caridade. Fixamos também,
362 3, 60 | as Normas da província, a comunidade organiza o tempo
363 3, 61 | residir em nossa casa e não a deixamos sem licença do
364 3, 61 | limpos e mobiliados de forma a demonstrar pobreza.~Uma
365 3, 61 | exclusiva da comunidade, a fim de preservar a privacidade
366 3, 61 | comunidade, a fim de preservar a privacidade necessária à
367 3, 61 | Instituto, de acordo com a forma descrita nos Estatutos151.~ ~
368 3, 61 | ausência prolongada. Não a concederá, porém, além de
369 3, 61 | saúde, estudo ou apostolado a ser exercido em nome do
370 3, 61 | habitual da oração comunitária. A presença eucarística faz
371 3, 61 | 608).~61.3. Nosso hábito é a batina com o colarinho romano
372 3, 62 | 62. A comunidade marista acolhe
373 3, 62 | marista acolhe aqueles que a procuram como se recebesse
374 3, 62 | assim, de maneira concreta, a fraternidade universal153.
375 3, 62 | ao mesmo tempo, abrir-se a toda a humanidade, na oração
376 3, 62 | mesmo tempo, abrir-se a toda a humanidade, na oração e
377 3, 63 | 63. A comunidade é uma graça do
378 3, 63 | não deixamos de perceber a defasagem entre essa graça
379 3, 63 | graça sempre oferecida e a realidade de nossa vida.~
380 4, 64 | com o Pai, 157 ensina-nos a escutar a Deus e a responder-lhe158.
381 4, 64 | ensina-nos a escutar a Deus e a responder-lhe158.
382 4, 64 | ensina-nos a escutar a Deus e a responder-lhe158. Voltado
383 4, 66 | 66. A Palavra de Deus, meditada
384 4, 67 | Virgem da Anunciação, acolhe a palavra de Deus165. Mulher
385 4, 67 | fiel, ela vive seu SIM até a Cruz167. Mãe, confronta
386 4, 68 | Recorria sem cessar a Deus. "Nunca", dizia, "ousaria
387 4, 68 | demoradamente recomendado a Deus"172. Quando celebrava
388 4, 68 | Deus"172. Quando celebrava a Eucaristia e durante suas
389 4, 68 | quase que sensivelmente a presença de Jesus. Dirigia-se
390 4, 68 | presença de Jesus. Dirigia-se a Maria com a confiança de
391 4, 68 | Dirigia-se a Maria com a confiança de uma criança173.
392 4, 68 | voltava muitas vezes sobre a oração que chamava de "o
393 4, 68 | Seu exemplo ensina-nos a fazer de nossa vida uma
394 4, 69 | 69. A Eucaristia é o coração de
395 4, 69 | dinamismo e comunga com a Igreja visível e invisível.~
396 4, 69 | em comunidade. Aí ouvimos a Palavra e comungamos o Corpo
397 4, 69 | celebração da Palavra durante a qual comungamos o Corpo
398 4, 70 | seu nome181.~Celebrando a Liturgia das Horas, 182
399 4, 70 | oração vibrar em uníssono com a de Jesus, especialmente
400 4, 70 | Como Igreja, tributamos a Deus o louvor em nome de
401 4, 70 | o louvor em nome de toda a criação, e participamos
402 4, 70 | conosco.~Laudes constituem a oração da manhã, e Vésperas,
403 4, 70 | oração da manhã, e Vésperas, a da tarde.~ ~70. 1. Fiéis
404 4, 70 | utilizamos os meios que a facilitem.~70. 3. Ocasionalmente,
405 4, 70 | outras comunidades religiosas a partilharem de nossa oração.~ ~
406 4 | A oração em nossa vida de
407 4, 71 | diariamente. Assim também, a eficácia de nosso trabalho
408 4, 71 | aprendemos gradativamente a ver nossa vida, as pessoas
409 4, 71 | inspiração e força para continuar a ação a que Jesus nos chama.
410 4, 71 | força para continuar a ação a que Jesus nos chama. Esta,
411 4, 71 | dia, ao menos meia hora e a prolongamos, durante o dia,
412 4, 71 | que ajudem seus membros a aproveitar do tempo diário
413 4, 72 | 72. A oração e a ascese desapegam
414 4, 72 | 72. A oração e a ascese desapegam progressivamente
415 4, 72 | nosso dia190.~Agradecemos a Deus as provas de seu amor,
416 4, 72 | em comunidade, ajudam-nos a compreender melhor o sentido
417 4, 73 | 73. A leitura espiritual e o estudo
418 4, 73 | religiosa e capacitam-nos para a catequese. Cada um tem o
419 4, 73 | necessário para nos ajudar a superar as provações de
420 4, 73 | retiro anual193 oferece a cada um ocasião de revitalizar
421 4, 73 | de recolhimento renovam a unidade interior de nossa
422 4, 73 | nossa vida ativa.~ ~73.1. A comunidade prevê o tempo
423 4, 73 | e os meios de assegurar a leitura espiritual e o estudo
424 4, 73 | tradição, no Instituto, a Sexta-feira Santa é dia
425 4, 74 | exprime-se pelo amor, a confiança e a admiração;
426 4, 74 | pelo amor, a confiança e a admiração; e tende à imitação
427 4, 74 | e para com os homens195.~A exemplo do Padre Marcelino
428 4, 74 | Marcelino Champagnat, vamos a Maria como a criança vai
429 4, 74 | Champagnat, vamos a Maria como a criança vai a sua mãe196.
430 4, 74 | Maria como a criança vai a sua mãe196. Procuramos aprofundar
431 4, 74 | celebrações, particularmente a Assunção, festa patronal
432 4, 74 | Mãe.~Cada dia, louvamos a Mãe de Deus pelo terço ou
433 4, 74 | Igreja197.~ ~74.1. Tomamos a peito preparar as festas
434 4, 75 | intercessão198. Estudamos-lhe a vida, a fim de compreender
435 4, 75 | Estudamos-lhe a vida, a fim de compreender suas
436 4, 75 | com fervor, para agradecer a Deus o haver dado à Igreja
437 4, 75 | religioso, recordamos, cada dia, a lembrança de nossos Irmãos
438 4, 75 | outros Institutos maristas e a comunidade eclesial.~75.
439 4, 76 | 76. Conforme a vontade do Fundador, honramos
440 4, 76 | faça partilhar de seu amor a Jesus e a Maria.~Tributamos,
441 4, 76 | partilhar de seu amor a Jesus e a Maria.~Tributamos, outrossim, "
442 4, 77 | 77. A oração é para nós de absoluta
443 4, 77 | atenção aos outros. Pouco a pouco, ela unifica nossa
444 4, 77 | unifica nossa vida e tende a tornar-se contínua, 205
445 4, 77 | oração comunitária.~ ~77.1. A comunidade organiza sua
446 4, 77 | membros. Permanece aberta a outras formas de oração
447 5, 78 | Jesus, enviado do Pai, 206 é a fonte207 e o modelo de nossos
448 5, 78 | se uniu, de certo modo, a cada homem208. Consagrado
449 5, 78 | Espírito Santo, anuncia a Boa Nova do Reino209. Faz-se
450 5, 78 | para congregar na unidade a família de Deus211. Ressuscitado,
451 5, 78 | Ressuscitado, consagra toda a criação e a conduz à plenitude212.~~
452 5, 78 | consagra toda a criação e a conduz à plenitude212.~~
453 5 | A Igreja enviada pelo Cristo.~~
454 5, 79 | imagem do Pai, 213 envia a Igreja, 214 na qual permanece
455 5, 79 | da vida.~Pelo batismo e a confirmação, somos todos
456 5, 79 | confirmação, somos todos chamados a seguir o Cristo e a continuar
457 5, 79 | chamados a seguir o Cristo e a continuar sua missão215.~~
458 5, 80 | particularmente os mais abandonados.~A comunidade, enviada pelo
459 5, 80 | possível, por fidelidade a nossa missão.~ ~80. 1 Para
460 5, 81 | dar respostas adequadas a problemas concreto219.~Sente-se
461 5, 81 | concreto219.~Sente-se chamado a formar religiosos para a
462 5, 81 | a formar religiosos para a educação cristã dos pequenos
463 5, 81 | ninguém se ocupa220. Para ele, a missão do Irmão consiste
464 5, 81 | as crianças e os jovens a se tornarem "bons cristãos
465 5, 81 | dos alunos. O exemplo e a presença prolongada222 são
466 5, 82 | vivida em comunidade. Toda a comunidade mostra-se solidária;
467 5, 82 | animada pelo Espírito for a comunidade.~Quando nossa
468 5, 83 | talvez inexplorados, onde a espera de Cristo se revela
469 5, 83 | Apresentamos-lhes o Cristo, a Verdade que liberta, 229
470 5, 83 | liberta, 229 ele que chama a cada um pelo nome. Ajudamo-los
471 5, 83 | um pelo nome. Ajudamo-los a descobrir sua vocação na
472 5, 83 | vidas e que nos impulsiona a ações corajosas.~~
473 5, 84 | maternidade espiritual.~Nós a contemplamos, desconhecida
474 5, 84 | e oculta no mundo, fiel a sua missão de dar Deus aos
475 5, 84 | magos. Com paciência, espera a hora de Deus, pronta, porém,
476 5, 84 | de Deus, pronta, porém, a intervir para obter o primeiro
477 5, 84 | primeiro sinal que suscita a fé dos discípulos. Depois
478 5, 84 | desaparece para deixar espaço a Jesus. Mas junta-se a ele
479 5, 84 | espaço a Jesus. Mas junta-se a ele no sofrimento e na humilhação
480 5, 84 | dos jovens para Maria, 232 a perfeita discípula Cristo;
481 5, 84 | amada como caminho para ir a Jesus. Confiamos-lhe aqueles
482 5, 84 | responsáveis; 233 levamo-los a rezar muitas vezes a essa
483 5, 84 | levamo-los a rezar muitas vezes a essa Boa Mãe234 e a imitá-la.~ ~
484 5, 84 | vezes a essa Boa Mãe234 e a imitá-la.~ ~84.1. Por fidelidade
485 5, 85 | Nosso Instituto, aberto a todo apostolado consoante
486 5, 85 | dedicamo-nos, pelo Reino, a serviço da pessoa humana.~
487 5, 85 | exercerem tais funções.~A adaptação de nossos engajamentos
488 5, 85 | necessidades da Igreja local a que a Província pode atender.
489 5, 85 | necessidades da Igreja local a que a Província pode atender.
490 5 | A serviço da evangelização~~
491 5, 86 | Dedicamo-nos inteiramente a esse ministério, conforme
492 5, 86 | profundos que existem entre a evangelização e a promoção
493 5, 86 | entre a evangelização e a promoção humana, 240 ajudamos
494 5, 86 | sacramental e os ajudamos a se inserir numa comunidade
495 5, 86 | apresentam para anunciar a Boa Nova de Jesus Cristo.
496 5, 87 | 87. A escola Marista oferece às
497 5, 87 | abertura aos outros. Apresenta a cultura como meio de comunhão
498 5, 87 | dos jovens. Disponíveis a todos, damos atenção especial
499 5, 87 | em dificuldade.~Abertas a todas as famílias que aceitam
500 5, 87 | as famílias que aceitam a proposta educativa, nossas
1-500 | 501-908 |