1-500 | 501-908
negrito = Texto principal
Capitolo, Capoverso cinza = comentário
501 5, 87 | pastoral, em sintonia com a comunidade eclesial. Tal
502 5, 87 | sacramentos.~87.2. Ensinamos a doutrina social da Igreja
503 5, 87 | os problemas que afetam a sociedade. Leva-mos nossos
504 5, 88 | participação, ajudamos os jovens a se tornarem agentes de sua
505 5, 88 | Continuamos ligados a nossos antigos alunos247
506 5, 88 | oportunamente, e os encorajamos a se engajar no serviço da
507 5, 88 | nossas escolas, devemos dar a nossos funcionários retribuição
508 5, 88 | dos meios de comunicação a serviço da educação (cf.
509 5, 89 | papel, contribuímos para a construção da sociedade
510 5, 89 | Reino de Deus trabalhando a serviço da cultura iluminada
511 5, 89 | que o Instituto não tem a responsabilidade está obrigado
512 5, 89 | responsabilidade está obrigado a ser, pela qualidade de sua
513 5, 90 | devemos ter alma missionária, a exemplo do Padre Champagnat250
514 5, 90 | Instituto. Após entendimento com a Igreja local, estabelecemo-nos
515 5, 90 | levamos os jovens e adultos a descobrirem a verdadeira
516 5, 90 | e adultos a descobrirem a verdadeira face de Jesus
517 5, 91 | missionários, que o Senhor envia a levar a Boa Nova, devem
518 5, 91 | que o Senhor envia a levar a Boa Nova, devem preparar-se
519 5, 91 | desses valores, afirmam a qualidade década cultura.
520 5, 91 | sua integração nos países a que são enviados255. Como
521 5, 91 | assumir, progressivamente, a plena responsabilidade de
522 5, 91 | sua plenitude.~ ~91.1. A Província tem o dever de
523 5, 91 | enviados.~91.2. Os Irmãos têm a preocupação de despertar
524 5, 91 | Superiores maiores favorecem a criação e o desenvolvimento
525 5, 91 | e de meios para estudar a língua local, durante os
526 6, 92 | permanece para cada um o caminho a seguir. Como Igreja, descobrimos
527 6, 93 | sacerdotal. Convidamo-los a estarem atentos às necessidades
528 6, 93 | necessidades dos homens, a abrirem o coração261 à vontade
529 6, 93 | coração261 à vontade do Pai, a crescerem numa atitude marial
530 6, 93 | disponibilidade262.~ ~93,.1. A pastoral vocacional está
531 6, 93 | organizada em sintonia com a diocese. Estende-se às famílias,
532 6, 93 | às famílias, convidadas a refletir sobre os diversos
533 6, 93 | diversos estados de vida e a orar pelo desabrochar das
534 6, 94 | Cristo. Convidamos os jovens a descobrirem nossa vida de
535 6, 94 | de Irmão e de apóstolo e a assumi-la263.~ Rogamos ao
536 6, 94 | Marcelino Champagnat, Maria é a inspiradora de nossa pastoral
537 6, 95 | 95. A vitalidade de nossa família
538 6, 95 | nossa família religiosa e a fidelidade a sua missão
539 6, 95 | religiosa e a fidelidade a sua missão dependem, em
540 6, 95 | dedicarem toda sua vida a Deus numa comunidade apostólica
541 6, 95 | apostólica Marista.~ Sob a ação do Espírito Santo,
542 6, 95 | ação do Espírito Santo, com a ajuda dos formadores, cada
543 6, 96 | humana e cristã. Ajudamo-los a se conhecerem, aceitarem,
544 6, 96 | responsável ajuda sua família a entender a vocação marista.~
545 6, 96 | ajuda sua família a entender a vocação marista.~96.6. A
546 6, 96 | a vocação marista.~96.6. A duração do postulado será
547 6, 96 | anexarão um relatório sobre a idoneidade do postulante.
548 6, 97 | colaboradores, discerne a vontade de Deus sobre si
549 6, 97 | evangélicos, ele se põe a seguir o Cristo, 269 do
550 6, 97 | vida do Instituto e aprende a viver segundo as Constituições.~
551 6, 97 | formação prepara o noviço para a profissão religiosa como
552 6, 98 | ao dom total de si mesmo a Deus e aos homens.~ Inicia-se
553 6, 98 | e aos homens.~ Inicia-se a viver em intimidade com
554 6, 98 | espiritual facilita-lhe a abertura do coração e interiorização
555 6, 99 | comunitária, toma como modelo a vida simples dos primeiros
556 6 | A casa do noviciado~~
557 6, 100 | 100. O noviciado, sob a direção do Mestre dos noviços,
558 6, 100 | noviciado para sua validade274.~ A ausência da casa do noviciado
559 6, 100 | torna o noviciado inválido. A ausência que ultrapassar
560 6, 100 | compensada275.~ ~100.1. A casa do noviciado é estabelecida
561 6, 100 | local que permita atingir a finalidade desta etapa da
562 6, 100 | própria para reflexão, a oração e a vida comunitária.~
563 6, 100 | para reflexão, a oração e a vida comunitária.~100.2.
564 6, 100 | autorizar o grupo de noviços a morar, durante certos períodos,
565 6, 101 | trabalho esteja de acordo com a finalidade do Instituto
566 6, 101 | maturidade do noviço; ~2º) a comunidade que recebe o
567 6, 101 | o estágio seja feito sob a responsabilidade do Mestre
568 6, 102 | do noviciado termina com a profissão temporária277
569 6, 102 | Expõe os motivos que o levam a dar-se a Deus, no Instituto.
570 6, 102 | motivos que o levam a dar-se a Deus, no Instituto. Esse
571 6, 102 | O Irmão Provincial fixa a duração do retiro e o local
572 6, 102 | jurídico se o noviço recuperar a saúde.~ ~
573 6, 103 | 103. Até a profissão perpétua, a formação
574 6, 103 | Até a profissão perpétua, a formação dos Irmãos deve
575 6, 103 | 1. Depois do noviciado, a formação do Irmão professo
576 6, 103 | especificamente estruturada, sob a direção do Irmão nomeado
577 6, 103 | comunidade apostólica, até a profissão perpétua.~ 103.
578 6, 103 | profissão perpétua.~ 103.2. A primeira etapa tem a duração
579 6, 103 | 2. A primeira etapa tem a duração de três anos. Faz-se
580 6, 104 | 104. A primeira etapa que segue
581 6, 104 | noviciado é orientada para a formação à missão. Para
582 6, 104 | atividades apostólicas com a vida de oração e de comunidade.
583 6, 104 | período, o Irmão não se dedica a nenhum trabalho nem função
584 6, 104 | Superiores devem estar atentos a isso (c 660,2).~104.3. O
585 6, 104 | formação numa Província que não a própria conforma-se às diretivas,
586 6, 105 | Prepara-se seriamente para a profissão perpétua. Durante
587 6, 105 | Irmão durante esta etapa. A comunidade que o acolhe
588 6, 105 | consagrar-se-á tempo conveniente a uma preparação espiritual
589 6, 107 | 107. Dada a importância de sua função,
590 6, 107 | trabalhar em equipe e conquistar a confiança dos jovens.~No
591 6, 107 | permanecem em íntima comunhão com a Província e o Instituto.
592 6, 108 | espiritual e preparados para a formação dos jovens à vida
593 6, 108 | e atualização periódica, a fim de que possam bem desempenhar
594 6, 109 | maiores devem facilitar a cada um o prosseguimento
595 6, 109 | cada um o prosseguimento ou a atualização da formação
596 6, 109 | Irmão Provincial concede a cada Irmão tempo necessário
597 6, 109 | Superiores maiores assegurar a formação necessária aos
598 6, 109 | acordo com suas aptidões e a missão apostólica da Província.~
599 6, 109 | Acolhida oferece aos Irmãos a possibilidade de uma experiência
600 6, 110 | em Cristo284. Eis por que a necessidade de uma formação
601 6, 110 | estende-se à vida inteira e a todas as suas dimensões.
602 6, 110 | continuar nossa formação, a fim de responder aos apelos
603 6, 110 | os meios habituais postos a nossa disposição. Por um
604 6, 110 | um lado, o estudo pessoa, a oração perseverante, a revisão
605 6, 110 | a oração perseverante, a revisão de vida à luz do
606 6, 110 | em comunidade.~ ~110.1. A comunidade é o lugar privilegiado
607 6, 110 | privilegiado onde se exerce a co-responsabilidade na formação
608 6, 110 | Igreja e à do Instituto, a formação permanente leva
609 6, 110 | estas três prioridades; a catequese, a ação pela justiça,
610 6, 110 | prioridades; a catequese, a ação pela justiça, o fato
611 7, 111 | 111. A admissão no Instituto é
612 7, 111 | Deus e vontade sincera de a ele responder, segundo os
613 7 (286)| cc 641 a 645~
614 7, 113 | pelo Irmão Superior Geral.~ A profissão temporária é feita
615 7, 113 | quatro anos288. Termina com a profissão perpétua.~ ~113.
616 7, 113 | for possível.~113.2. Para a validade da profissão temporária,
617 7, 113 | feito validamente; ~3º) a admissão tenha sido feita
618 7, 113 | Irmão Superior Geral; ~4º) a profissão seja expressa
619 7, 113 | 5º) o Irmão Provincial a receba pessoalmente ou através
620 7, 113 | Geral (c 656).~ 113.3. Para a validade da profissão perpétua,
621 7, 113 | de quatro anos completos. A profissão perpétua pode
622 7, 113 | uma comunicação escrita a seu respeito. Esta, enviada
623 7, 113 | normalmente, de um retiro anual a outro.~113.7. Em casos excepcionais,
624 7, 113 | formulários adequados.~113.9. A pedido do Irmão Provincial
625 7, 113 | Superior Geral determina a prova conveniente, antes
626 7, 113 | profissão temporária, e a duração dos votos, antes
627 7, 114 | 114. A fórmula da profissão conterá
628 7, 114 | por três anos ou por toda a minha vida), segundo as
629 7, 114 | ou uma conclusão pessoal a esta fórmula, essa deverá
630 8, 115 | valer-se do discernimento, com a ajuda dos Superiores e de
631 8, 115 | Se o discernimento leva a concluir pela conveniência
632 8, 116 | Instituto dará andamento a seu pedido por intermédio
633 8, 116 | implica de pleno direito a dispensa dos votos e de
634 8, 116 | decorrentes da profissão, a menos que, no momento da
635 8, 117 | Instituto para trânsito a outro Instituto, 293 exclaustração, 294
636 8, 117 | dificuldade, compete-lhe expor a situação ao Irmão Provincial
637 8, 117 | Conselho, decide de que modo a Província pode ajudá-lo.~
638 8, 117 | material e espiritualmente a integrar-se em outra forma
639 8 (295)| cc 694 a 703~
640 9, 118 | escolhidos para desempenhar a função de ensinar, santificar
641 9, 118 | santificar e governar, a fim de que cada um realize
642 9, 119 | co-responsabilidade exprime-se conforme a diversidade das tarefas
643 9, 119 | segundo as Constituições.~ A instância superior só intervém
644 9, 119 | superior só intervém quando a situação o exige.~Ficam
645 9, 120 | 120. Reconhecemos a pertença do Instituto a
646 9, 120 | a pertença do Instituto a Maria, que fez tudo entre
647 9, 120 | Superiora303. Obedecemos a Deus nos seus representantes,
648 9, 120 | do jeito de Maria, com a disponibilidade total que
649 9, 120 | espírito da Serva do Senhor304. A seu exemplo, 305 ouvem,
650 9, 120 | Irmãos. Confiantes, recorrem a ela em todas as circunstâncias.~
651 9, 120 | circunstâncias.~O Padre Champagnat e a autoridade~
652 9, 121 | procurando com eles a vontade de Deus. Reza demoradamente
653 9, 124 | periodicamente. Governam com a ajuda de seu Conselho, conforme
654 9, 125 | Tais agrupamentos oferecem a possibilidade de estabelecer
655 9, 125 | diminutos, podem ser unidas a outra ou ligadas diretamente
656 9, 126 | 126. A Província é uma unidade
657 9, 128 | uma estrutura de governo, a unidade administrativa constitui
658 9, 128 | Irmão Superior Geral, que a une à Igreja universal.~~
659 9 | A Comunidade~~
660 9, 129 | 129. A comunidade é a célula de
661 9, 129 | 129. A comunidade é a célula de base do Instituto.
662 9, 129 | dirigida por um Superior. A supressão de uma casa compete
663 9, 129 | contrato estabelecido entre a Província ou os Distritos
664 9, 129 | Administração Geral. Não pertencem a nenhuma Província. Seu superior
665 9, 129 | Capítulo Geral, e consulta para a nomeação do Irmão Provincial.
666 9, 130 | acompanha-os na fidelidade a seus compromissos. Com eles
667 9, 130 | discerne o que favorece a adaptação de seu apostolado
668 9, 131 | por voto secreto e com a maioria absoluta dos Irmãos
669 9, 131 | deposição compete à Santa Sé. A eleição se faz da seguinte
670 9, 135 | Superior Geral. Continua a governar o Instituto até
671 9, 136 | eleger, no mínimo quatro, e a maneira de elegê-los. No
672 9, 136 | Capítulo Geral ordinário a outro.~ ~136.1. Se for
673 9, 137 | vez ao ano, para avaliar a situação do Instituto, definir
674 9, 137 | situação do Instituto, definir a política de conjunto de
675 9, 137 | supressão de uma casa, a pedido do Irmão Provincial (
676 9, 137 | Distrito; ~4º) autorização a um candidato, em caso particular
677 9, 137 | comunidade do Instituto que não a do Noviciado, sob a responsabilidade
678 9, 137 | não a do Noviciado, sob a responsabilidade de um religioso
679 9, 137 | experimentado que exercerá a função de Mestre dos noviços (
680 9, 137 | por três anos no máximo, a um Irmão professo perpétuo (
681 9, 137 | indulto de saída do Instituto a um Irmão professo temporário (
682 9, 137 | para as Províncias, com a licença da Santa Sé, quando
683 9, 137 | para um período inferior a seis meses; ~4º) nomeação
684 9, 137 | os documentos relativos a essas causas e organiza
685 9, 137 | essas causas e organiza a divulgação de quanto pode
686 9, 137 | de quanto pode levá-las a bom termo.~137.8. O Irmão
687 9, 137 | estatísticas, as pesquisas sobre a História do Instituto, as
688 9, 138 | todo o Instituto. Exprime a participação de todos os
689 9, 138 | Capítulo Geral Ordinário a cada oito anos.~Por razões
690 9, 139 | Instituto e de lhe promover a renovação e adaptação, salvaguardando-lhe
691 9, 140 | Geral será de 15 Irmãos a mais do que o total dos
692 9, 140 | Administrativa, isto é, a relação entre o número de
693 9, 140 | 1 o número de Delegados a eleger na Unidade que aparece
694 9, 140 | primeiro lugar. Refaz-se então a classificação, assim recomeçando,
695 9, 140 | decorrer do Capítulo, passam a ser membros, se já não o
696 9, 142 | Instituto.~ ~CONFERÊNCIA GERAL~A Conferência Geral é uma
697 9, 142 | finalidade: ~ ~1º) consolidar a unidade do Instituto e permitir
698 9, 142 | O Irmão Superior Geral a reúne entre dois Capítulos
699 9, 143 | Irmão Provincial governa com a ajuda de seu Conselho. É
700 9, 143 | administração dos bens. Mantém a união entre os Irmãos e
701 9, 143 | Provincial confia uma missão a cada Irmão de sua Província.
702 9, 143 | possível, as aptidões e a situação de cada Irmão.~
703 9, 143 | se necessário for.~143.4. A transferência temporária
704 9, 143 | respectivos Provinciais. A transferência definitiva
705 9, 143 | uma despesa não superior a 10% da quantia autorizada
706 9, 143 | quantia autorizada para a Província.~143.6. O Irmão
707 9, 144 | Conselho, 330 após consulta a todos os Irmãos da província331.
708 9, 144 | excepcional333.~ ~144.1 A consulta para a sua nomeação
709 9, 144 | 144.1 A consulta para a sua nomeação é feita conforme
710 9, 144 | razões, uma Província, com a aprovação do Irmão Superior
711 9, 144 | do Irmão Provincial. Para a validade, essa eleição deve
712 9, 145 | delegado, avalia com os Irmãos a qualidade da vida religiosa
713 9, 149 | vez por mês. As questões a tratar são mandadas aos
714 9, 149 | assinadas por todos. Para a validade das decisões, o
715 9, 149 | deve atingir, ao menos, a metade mais um dos membros
716 9, 149 | mas sempre sem direito a voto.~ ~
717 9, 150 | 1º) autorizar um Irmão a emitir o voto de Estabilidade,
718 9, 150 | para autorizar um Irmão a renunciar a seu patrimônio (
719 9, 150 | autorizar um Irmão a renunciar a seu patrimônio (c 668,4); ~
720 9, 150 | c 668,4); ~5º) convocar a Assembléia Provincial.~
721 9, 150 | temporária e perpétua, com a aprovação do Irmão Superior
722 9, 150 | Geral (c 656,3); ~2º) dar a um Irmão permissão de ausência
723 9, 150 | do Irmão Superior Geral a filiação de um membro ao
724 9, 150 | montante não ultrapasse a quantia autorizada para
725 9, 150 | quantia autorizada para a Província. Se o montante
726 9, 150 | Se o montante ultrapassar a soma autorizada, a aprovação
727 9, 150 | ultrapassar a soma autorizada, a aprovação do Irmão Superior
728 9, 150 | relativas ao modo de viver a pobreza, segundo o costume
729 9, 150 | ao Irmão Superior Geral a supressão de uma obra ou
730 9, 150 | moram na mesma casa, se a situação o exigir; ~16º)
731 9, 150 | financeiros; ~18º) fixar a data de abertura do Capítulo
732 9, 150 | aceitação da demissão, ou a deposição de Conselheiros
733 9, 150 | aceitação da demissão, ou a destituição, por razões
734 9, 151 | assembléia representativa de toda a Província. Exprime a participação
735 9, 151 | toda a Província. Exprime a participação de todos os
736 9, 151 | 61.3); ~4º) determinar a maneira de designar os Superiores
737 9, 151 | grandes linhas de orientação a seguir, levando em conta
738 9, 151 | seguir, levando em conta a situação da Província, os
739 9, 151 | cf 85.1; 88.5).~151.3. A composição do Capítulo Provincial
740 9, 151 | convoca-o e preside-lhe a abertura. Depois da posse
741 9, 151 | 8. Se, temporariamente, a Província não pode reunir
742 9, 151 | Provincial. É uma reunião aberta a todos os Irmãos, para favorecer
743 9, 152 | Superior de comunidade339 está a serviço de seus coirmãos
744 9, 152 | comunitária e apostólica. Oferece a cada um o apoio de sua colaboração,
745 9, 152 | autoridade. Governa com a ajuda de um Conselho. Nas
746 9, 152 | pelo Irmão Provincial, com a aprovação de seu Conselho.
747 9, 152 | Onde não houver Conselho, a comunidade toda o substitui.~ ~
748 9, 152 | O Superior está atento a cada um de seus Irmãos.
749 9, 152 | sua competência.~152.3 Tem a responsabilidade de reunir
750 9, 152 | de reunir periodicamente a comunidade.~152.4. Garante
751 9, 152 | tempo, um Irmão ou toda a comunidade, de um ponto
752 9, 152 | Esse convite pode ser feito a toda a comunidade. Esses
753 9, 152 | convite pode ser feito a toda a comunidade. Esses Ir mãos
754 9, 152 | Ir mãos não têm direito a voto.~152.9. As atas das
755 9, 153 | terceiro mandato, requer-se a autorização do Irmão Superior
756 9, 153 | antes de se lhe confiar a responsabilidade de uma
757 9, 154 | pode ser vantajoso que a função de Superior da comunidade
758 9, 154 | Superior da comunidade e a de Diretor da obra seja
759 9, 154 | ostentação, cuidam para que a simplicidade marista seja
760 9, 154 | decisões poderiam comprometer a responsabilidade do Instituto.
761 9, 154 | Instituto. Por isso agirão com a necessária prudência e nos
762 10, 155 | possuir nem alienar.~ ~155.1. A fim de proteger os interesses
763 10, 155 | disponíveis e as imobilizações.~A administração dos fundos
764 10, 155 | conforme o caso. Essa é a administração ordinária.~
765 10, 155 | administração ordinária.~A administração do patrimônio
766 10, 155 | montante autorizado para a Província. Em nível de Administração
767 10, 155 | Sé, se necessário. Essa é a administração extraordinária (
768 10, 155 | Províncias mantêm juntas a gestão de uma obra, devem,
769 10, 156 | Os Irmãos escolhidos para a administração dos bens do
770 10, 156 | preocupação com o bem comum, a justiça, a pobreza, a caridade,
771 10, 156 | o bem comum, a justiça, a pobreza, a caridade, e estão
772 10, 156 | comum, a justiça, a pobreza, a caridade, e estão atentos
773 10, 156 | vantagens sociais, de acordo com a justiça (c 1286,2; cf. 88.
774 10, 157 | últimas será normalmente a do Irmão Superior ou do
775 10, 157 | Ecônomo. Isto se aplica a todas as administrações:
776 10, 158 | Geral dá as diretivas para a administração dos bens do
777 10, 158 | do Instituto e controla a gestão financeira da Administração
778 10, 158 | determina o uso dos bens e a maneira de administrá-los.
779 10, 158 | administrá-los. Controla-lhe, também, a gestão.~ ~158.1. O Irmão
780 10, 158 | gastar sem autorização. A pedido do Irmão Provincial
781 10, 158 | bens do Instituto, comuns a todos os seus membros.~158.
782 10, 159 | Províncias podem capitalizar. A capitalização347 deve harmonizar-se
783 10, 160 | as medidas adequadas para a justa aplicação dos recursos
784 10, 160 | Exerce seu mandato sob a orientação do Irmão Superior
785 10, 160 | documentos necessários para a gestão dos bens do Instituto.~ ~
786 10, 160 | Irmão Ecônomo Geral tem a faculdade de verificar os
787 10, 160 | Conselho Econômico, com a freqüência necessária, devem
788 10, 160 | para verificar e atualizar a política de investimentos.~
789 10, 160 | Ecônomo Geral, constituem a Comissão para Assuntos Econômicos.
790 10, 161 | e exerce sua função sob a dependência do Irmão provincial
791 10, 161 | Ecônomo Provincial, constituem a comissão para os assuntos
792 10, 161 | Ecônomo Provincial, com a ajuda da comissão para assuntos
793 10, 161 | assuntos econômicos, estabelece a previsão orçamentária da
794 10, 161 | balanço financeiro, resumindo a situação das casas, das
795 10, 161 | contábeis das casas e define a data em que a prestação
796 10, 161 | casas e define a data em que a prestação de contas deve
797 10, 161 | para fins de controle, a apresentação dos livros
798 10, 161 | circunstâncias do país.~161.9. A contratação de um leigo,
799 10, 161 | cf. 150.2.17).~161.10. Se a Província gere uma empresa
800 10, 161 | o cuidado de acompanhar a contabilidade e apresentar
801 10, 161 | cf. 137.3.11).~161.12. A Província que contraiu dívidas
802 10, 161 | Superiores, está obrigada a saldá-las ( c639, 1). O
803 10, 161 | responsável por elas. O Instituto, a Província ou a casa não
804 10, 161 | Instituto, a Província ou a casa não podem ser obrigadas
805 10, 161 | não podem ser obrigadas a saldá-las (c 639,2,3).~161.
806 10, 161 | responsáveis analisarão a situação financeira da Província
807 10, 161 | Irmão Provincial, mesmo se a despesa decorrente fique
808 10, 162 | necessidades de cada um. Se a comunidade é pouco numerosa,
809 10, 162 | 162.2. Em nível local, a contabilidade das obras
810 10, 162 | 150.2.9).~162.4. Garantida a administração ordinária,
811 10, 162 | fundadores de uma obra e a Província, só o Irmão provincial
812 10, 162 | modificar-lhe as condições, com a aprovação do Irmão Superior
813 11 | Vivenciar a fidelidade de Deus~~
814 11, 163 | nossa história, fazemos a experiência do amor e da
815 11, 164 | fraternas, são um apelo a viver conforme o espírito
816 11, 164 | particularmente os jovens, a construírem uma sociedade
817 11, 164 | mais justa357 e revelam a todos o sentido da existência
818 11, 164 | coordena pesquisas sobre a vida, a obra e a época do
819 11, 164 | pesquisas sobre a vida, a obra e a época do Fundador
820 11, 164 | pesquisas sobre a vida, a obra e a época do Fundador e sobre
821 11, 164 | época do Fundador e sobre a história do Instituto (PC
822 11, 164 | família religiosa.~164.4. A Família Marista, extensão
823 11, 165 | 165. A atualidade do carisma de
824 11, 165 | expressão do amor de Cristo a sua Igreja, os membros sadios
825 11, 165 | inteiro se preocupa com a vitalidade de cada Província
826 11, 165 | Província e Distrito.~ ~165.1. A comunicação escrita relativa
827 11, 165 | para nós meio de exercer a responsabilidade. Cumprimos
828 11, 167 | 167. A experiência ensina que a
829 11, 167 | A experiência ensina que a vitalidade de uma família
830 11, 167 | maneira como ela pratica a pobreza evangélica.~Dada
831 11, 167 | pobreza evangélica.~Dada a tendência natural ao conforto
832 11, 167 | riqueza, cuidamos de conservar a simplicidade em nosso estilo
833 11, 168 | 168. A fidelidade a nossa missão
834 11, 168 | 168. A fidelidade a nossa missão exige atenção
835 11, 168 | Esta atenção facilita-nos a adaptação das estruturas
836 11, 168 | adaptação das estruturas e a tomada de decisões corajosas,
837 11, 168 | corajosas, por vezes, inéditas.~A escolha de nossas opções
838 11, 168 | discernimento comunitário e com a mediação dos Superiores.~~
839 11, 169 | comprometemos livremente a vivê-las368. Freqüentemente
840 11, 170 | 170. Atingindo a idade em que percebemos
841 11, 170 | em que percebemos melhor a harmonia entre nossa vocação
842 11, 170 | no-lo inspirar, requerer a emissão no Voto de Estabilidade.~
843 11, 170 | nossa gratidão para com a Virgem Maria e o Instituto.
844 11, 170 | esse voto, comprometemo-nos a marcar com adesão mais profunda
845 11, 170 | nossa fidelidade ao Senhor, a promover comunidades fervorosas
846 11, 170 | ao despertar de vocações, a fazer tudo o que estiver
847 11, 170 | fazer tudo o que estiver a nosso alcance para orientar
848 11, 170 | do carisma do Fundador, a perseverar ainda nas circunstâncias
849 11, 170 | perpétua. Para tanto, pedimos a autorização ao Irmão Provincial,
850 11, 170 | Superiores animam os Irmãos a solicitarem a emissão do
851 11, 170 | os Irmãos a solicitarem a emissão do Voto de Estabilidade.
852 11, 170 | Eucaristia que congregue toda a comunidade. Antes de comungar,
853 11, 170 | comungar, o Irmão pronuncia a fórmula seguinte ou outra
854 11, 170 | amada vossa Mãe; manter a finalidade e o espírito
855 11, 171 | 171. A vitalidade do Instituo mede-se
856 11, 171 | qualidade de nossa resposta a Deus. Atualizando o carisma
857 11, 171 | sobretudo os jovens, um convite a encarnar o Evangelho do
858 Apend | Embora não seja obrigado a segui-lo, ele não deve agir
859 Apend | unânime de seu Conselho, a menos que tenha sérias razões.
860 Apend | convocá-lo. Estudado o assunto, a decisão do Conselho é normalmente
861 Apend | é normalmente tomada com a maioria absoluta dos votos
862 Apend | com igualdade de direito. A decisão é tomada por maioria
863 Apend | colegiado, pode dirimir a igualdade (c 113 a 128;
864 Apend | dirimir a igualdade (c 113 a 128; c 617 a 631). ~~
865 Apend | igualdade (c 113 a 128; c 617 a 631). ~~
866 Testam | querendo deixar conhecida a todos os Irmãos de Maria
867 Testam | todos os Irmãos de Maria a expressão de meus últimos
868 Testam | com todos os membros que a compõem, especialmente com
869 Testam | inferiores encarem nos superiores a pessoa de Jesus Cristo,
870 Testam | pessoa de Jesus Cristo, a eles obedeçam de coração
871 Testam | contará vitórias e de que a obediência é que é principalmente
872 Testam | obediência é que é principalmente a base e o sustentáculo de
873 Testam | primeiros superiores, mas também a todos aqueles que forem
874 Testam | queridos Irmãos, com toda a afeição de minha alma e
875 Testam | procedais sempre de tal modo que a santa caridade se mantenha
876 Testam | do mesmo corpo se estenda a todas as outras congregações.
877 Testam | daqueles que o bom Deus chama a trabalhar como vós, no estado
878 Testam | juventude. Sede os primeiros a vos alegrardes por seus
879 Testam | muitas vezes ao bom Deus e a sua Divina Mãe; cedei-lhes
880 Testam | Não deis nunca atenção a conversas capazes de prejudicá-los.
881 Testam | capazes de prejudicá-los. A glória de Deus e a honra
882 Testam | prejudicá-los. A glória de Deus e a honra de Maria sejam unicamente
883 Testam | unicamente vosso objetivo e toda a vossa ambição. ~Como vossas
884 Testam | pressurosamente todas as vezes que a isso fordes solicitados.
885 Testam | um mesmo amor vos ligue a eles como ramos a um mesmo
886 Testam | ligue a eles como ramos a um mesmo tronco e como filhos
887 Testam | filhos de uma só família a uma boa mãe, Maria. O Superior
888 Testam | Superior Geral encontre sempre a mesma obediência da parte
889 Testam | é o meu e sua vontade é a minha. Encaro essa concordância
890 Testam | essa inteira submissão como a base e o sustentáculo da
891 Testam | Irmãos de Maria.~Peço ainda a Deus e desejo com todo o
892 Testam | e de todas as virtudes. A humildade e a simplicidade
893 Testam | virtudes. A humildade e a simplicidade sejam sempre
894 Testam | simplicidade sejam sempre a característica dos Pequenos
895 Testam | vos for possível. Ela é a primeira Superiora de toda
896 Testam | primeira Superiora de toda a Sociedade. ~Juntai à devoção
897 Testam | Sociedade. ~Juntai à devoção a Maria, a devoção ao glorioso
898 Testam | Juntai à devoção a Maria, a devoção ao glorioso são
899 Testam | confiados: rendei também a estes puros espíritos um
900 Testam | de pobreza e de desapego. A observância diária de vossas
901 Testam | exige-se sacrifício; mas a graça suaviza tudo. Jesus
902 Testam | Maria vos ajudarão; aliás, a vida é bem curta e a eternidade
903 Testam | aliás, a vida é bem curta e a eternidade jamais acabará.
904 Testam | Deus, lembrar-se de que a gente viveu sob os auspícios
905 Testam | multiplicar e santificar!...~A graça de Nosso Senhor Jesus
906 Testam | Cristo, o amor de Deus e a comunicação do Espírito
907 Testam | última expressa vontade, para a glória de Jesus e de Maria.~
908 Testam | Nossa Senhora de l'Hermitage a 18 de maio de 1840, na presença
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