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Instituto dos Irmãos Maristas das Escolas
ou Pequenos Irmãos de Maria
Constituições e Estatutos (FMS)

IntraText - Concordâncias

e
1-500 | 501-857

                                                       negrito = Texto principal
    Capitolo, Capoverso                                cinza = comentário
1 Dedic | recebidas como um hino de louvor e de agradecimento a Deus 2 Dedic | de agradecimento a Deus e a nossa Boa Mãe pelos cem 3 Dedic | pelos cem anos de graças e de proteção, assim como 4 Dedic | assim como pela fidelidade e tenacidade de tantos Irmãos 5 Dedic | de poder ser lido na vida e no testemunho de cada um.~ 6 Dedic | para nossa vida marista e o sentido carismático do 7 Dedic | podemos haurir as forças e os estímulos necessários 8 Dedic | nova etapa" de fidelidade e de vitalidade, que nos propõe 9 Dedic | Maria, a primeira cristã e perfeita seguidora de Jesus, 10 Dedic | de Jesus, nossa Boa Mãe e primeira Superiora, continue 11 Dedic | obra marista, no Brasil, e acompanhe com ternura materna 12 Apres | de nossas Constituições e Estatutos em sua forma definitiva. 13 Apres | tempo, um ponto de chegada e um ponto de partida. ~Um 14 Apres | ao espírito do Concílio e ao dos Fundadores, com vistas 15 Apres | fidelidade, de abertura e de escuta, e apresentamos 16 Apres | de abertura e de escuta, e apresentamos à Igreja o 17 Apres | aprovação com reconhecimento e experimentamos a alegria 18 Apres | chegados ao final do caminho, e atualizado pelo XVIII Capítulo 19 Apres | semelhança com Jesus, como Maria e nas pegadas de Marcelino 20 Apres | ao espírito do Fundador e aos sinais dos tempos discernidos 21 Apres | na existência cotidiana e assim tornarmo-nos testemunhas 22 Apres | de que as Constituições e os Estatutos formam um todo 23 Apres | escrita pelo Padre Champagnat e seus primeiros Irmãos em 24 Apres | no seio do Povo de Deus, e tornaremos atraente, especialmente 25 Apres | Que Maria, nossa Boa Mãe e Primeira Superiora, seja 26 Apres | seja nossa inspiradora e nosso recurso na prática 27 Apres | prática dessas Constituições e Estatutos, a fim de que,  28 Apres | finalidade de nossas vidas: amar e fazer amado Jesus Cristo. ~ 29 Decr | revisão de suas Constituições e apresentaram à Santa 30 Decr | Congregação para os Religiosos e os Institutos Seculares 31 Decr | perfeita discípula de Cristo, e para torná-la conhecida 32 Decr | para torná-la conhecida e amada como caminho para 33 Decr | dos jovens, nas escolas e em outros campos de educação. ~ 34 Decr | seguir a Cristo com sua Mãe e confirmar a atualidade do 35 Abrev | números das Constituições e Estatutos.~~Cn Constituições - 36 Abrev | vol. 1, 1985.~~PJ Pobreza e Justiça, XVII Capítulo Geral, 37 1, 1 | como Instituto autônomo e de direito pontifício. Ao 38 1, 2 | cativado pelo amor de Jesus e Maria para com ele e para 39 1, 2 | Jesus e Maria para com ele e para com os outros. Esta 40 1, 2 | abertura aos acontecimentos e às pessoas, está na origem 41 1, 2 | origem de sua espiritualidade e de seu zelo apostólico. 42 1, 2 | especialmente à ignorância religiosa e às situações de pobreza 43 1, 2 | pobreza da juventude.~Sua e desejo de cumprir a vontade 44 1, 2 | missão: "Fazer conhecer e amar Jesus Cristo" 5. Dizia 45 1, 3 | de Marcelino Champagnat e orienta todas as nossas 46 1, 3 | sua vida de amor ao Pai e aos homens 9. Buscamos este 47 1, 3 | de castidade, de pobreza e de obediência, comprometemo-nos 48 1, 3 | engajamento faz de nós testemunhas e servidores do Reino de Deus.~ 49 1 (9) | PC 1 e 5~ 50 1, 3 | realização de nossa consagração e na fidelidade às intenções 51 1, 4 | chamava-a Recurso Habitual e Primeira Superiora 11.~Contemplamos 52 1, 4 | Contemplamos a vida de nossa Mãe e Modelo para impregnar-nos 53 1, 4 | discípula de Cristo inspiram e pautam nossa maneira de 54 1, 4 | pautam nossa maneira de ser e de agir 12.~Havendo Deus 55 1, 4 | queremos torná-la conhecida e amada como caminho que leva 56 1, 5 | humildade, simplicidade e modéstia nos vêm de Marcelino 57 1, 5 | virtudes imprimem autenticidade e benevolência a nossas relações 58 1, 5 | nossas relações com os Irmãos e com aqueles com quem nos 59 1, 5 | grado, colocamos nossa vida e nossos talentos a serviço 60 1, 5 | talentos a serviço da Igreja e do mundo, fazendo o bem 61 1, 5 | mas confiantes em Deus e em Maria, podemos, como 62 1, 5 | como o Fundador, empreender e levar a bom termo trabalhos 63 1 (14) | p. V, 1; Cn 1854, I, 8 e 11; TS~ 64 1, 6 | Nazaré. É feito de amor e perdão, entreajuda e apoio, 65 1, 6 | amor e perdão, entreajuda e apoio, esquecimento de si, 66 1, 6 | de abertura aos outros e de alegria 17.~Esse espírito 67 1, 6 | Esse espírito haure força e fervor no amor do Senhor 68 1, 6 | Impregna nossas atitudes e nossa conduta, de modo que 69 1, 6 | encontramos. Exprime-se e constrói-se de maneira especial 70 1, 7 | Marcelino Champagnat é marial e apostólica. Brota do amor 71 1, 7 | de nós mesmos aos outros e nos conduz ao Pai. Assim 72 1, 7 | vivemos na presença de Deus 19 e haurimos nosso dinamismo 73 1, 7 | mistérios do Presépio, da Cruz e do Altar 20. Somente de 74 1 | Membros e estruturas do Instituto~~ 75 1, 8 | Irmãos professos temporários e perpétuos. Tornamo-nos seus 76 1, 8 | estamos unidos pela caridade e pela obediência às Constituições.~ 77 1, 8 | ser filiadas ao Instituto e se beneficiar de favores 78 1, 8 | está dividido em Províncias e em Distritos que agrupam 79 1, 8 | ou Distrito, é animada e governada por um Superior 80 1, 8 | governada por um Superior e seu Conselho, sob a autoridade 81 1, 8 | do Irmão Superior Geral e seu Conselho.~~ 82 1, 9 | Instituto, espalhado pelo mundo e encarnado em diferentes 83 1, 9 | herdado do Padre Champagnat e transmitido por seus discípulos 22. 84 1, 9 | exige a comunhão de oração e de vida fraterna, ação apostólica 85 1, 9 | ação apostólica coordenada e o serviço da autoridade 86 1, 9 | de viver de um coração e de uma alma 24.~~ 87 1, 10 | maneira especial à Igreja e a seu ministério. No seio 88 1, 10 | damos o testemunho profético e alegre de uma vida inteiramente 89 1, 10 | inteiramente dedicada a Deus e aos homens 25. Fiéis ao 90 1, 10 | temos profundo respeito e amor ao Papa, em quem reconhecemos 91 1, 10 | Manifestamos nossa e cooperamos para a unidade 92 1, 10 | nossa adesão ao ensinamento e às diretivas da Igreja.~ 93 2 | Consagração e aliança.~~ 94 2, 11 | 11. Deus escolhe homens e os chama cada qual pessoalmente 95 2, 11 | para conduzi-los ao deserto e falar-lhes ao coração 28. 96 2, 11 | cessar por seu Espírito e os faz crescer em seu amor 97 2, 11 | que Deus se ao homem e o homem a Deus, aliança 98 2, 12 | pela unção do Espírito 31 e o enviou para dar a vida 99 2, 12 | ressurreição 33; caminhamos com ele e trabalhamos na construção 100 2, 12 | à perfeição de nosso ser e faz de nossa existência 101 2, 13 | religiosa vem do Pai 35 e passa pelo amor pessoal 102 2, 13 | batismal 37.~Maravilhados e reconhecidos, atendemos 103 2, 13 | seguimento de Cristo, pobre e obediente. Pelo acompanhamento 104 2, 13 | obediente. Pelo acompanhamento e discernimento dos Superiores, 105 2, 14 | novo, da vida, santidade e missão da Igreja, esposa 106 2, 14 | numa comunidade fraterna e apostólica, aviva a graça 107 2, 15 | evangélicos de castidade, pobreza e obediência41. Exprime-se 108 2, 15 | públicos42 feitos em Igreja e recebidos pelo Superior. 109 2, 15 | conforme o direito universal e o direito próprio do Instituto43.~ 110 2, 15 | nos acolhe como membros e nos assegura o necessário 111 2, 15 | formação humana, espiritual e profissional, inicial e 112 2, 15 | e profissional, inicial e permanente. Atende a suas 113 2, 15 | suas necessidades de saúde e os filia à previdência social ( 114 2 (43) | cf 169 e nota p. 169~ 115 2, 16 | desapega desses valores e denunciamos aquilo que, 116 2, 16 | partilha, ao amor gratuito e universal, à vida nova no 117 2, 17 | finalidade do Instituto e em comunhão com a Igreja. 118 2, 17 | união com Deus, a fortifique e a favoreça.~~ 119 2 | Com Maria e nosso Fundador~~ 120 2, 18 | abandona-se com alegria e amor à ação do Espírito 121 2, 18 | mesma.~Seu coração de mulher e de mãe conheceu as alegrias 122 2, 18 | mãe conheceu as alegrias e provações da vida. Ao lado 123 2, 18 | Consagrados a Maria, e certos de que ela intercede 124 2, 18 | doação sem reserva a Deus e dedicação aos outros. Sua 125 2, 19 | É Jesus quem sentido e valor ao celibato vivido 126 2, 19 | Quis nascer da Virgem Maria e viver consagrado às coisas 127 2, 19 | assim seu dom total a Deus e a universalidade de seu 128 2, 19 | revela-se perfeitamente casto e totalmente homem.~Vemo-lo, 129 2, 19 | Descobrimo-lo, simples e bom, capaz de suscitar o 130 2, 20 | ele, totalmente para Deus e para os outros. Nosso compromisso 131 2, 20 | é resposta a esse apelo e um anúncio desse Reino; 132 2, 20 | sem a mediação do cônjuge e nos faz viver como irmãos 133 2, 20 | aceitamos o dom do Pai52 e nos comprometemos numa relação 134 2, 20 | numa relação de amor único e sem reserva com o Cristo. 135 2, 20 | conjugal, à paternidade humana, e vivemos a continência perfeita 136 2, 21 | procuramos em Maria guia e apoio no aprendizado de 137 2, 21 | modo de amar as pessoas e nos tornamos, por nossa 138 2, 21 | do Pai. De coração aberto e disponível, acolhemos os 139 2, 21 | resposta gratuita a seus apelos e constante solicitude para 140 2, 22 | as núpcias entre Cristo e a Igreja57; por nosso celibato, 141 2, 23 | nossos Irmãos será simples e cordial, bastante atento 142 2, 23 | pessoal. O espírito de e a confiança recíproca facilitam 143 2, 23 | facilitam a abertura, a partilha e, se preciso for, a interpelação.~ ~ 144 2, 23 | comunidade será simples e prudente, decidida de comum 145 2, 23 | tempos de oração, de trabalho e de repouso, indispensáveis 146 2 | Castidade e amizade~~ 147 2, 24 | encontramos, como irmãos e irmãs em Cristo.~Acolhemos 148 2, 24 | seu justo valor a reserva e a vigilância em nossas relações 149 2, 24 | nossas relações humanas e nos resguardamos de toda 150 2, 24 | voto é um apelo a amar, e perder de vista a especificidade 151 2, 24 | com a castidade consagrada e não nos afastem da oração, 152 2, 25 | culturas, os temperamentos e as etapas da vida.~Nas tentações 153 2, 25 | etapas da vida.~Nas tentações e lutas, abrimo-nos à ação 154 2, 25 | também da direção espiritual e do sacramento da reconciliação, 155 2 | Castidade e ascese~~ 156 2, 26 | nosso equilíbrio físico e psíquico63. Somos lúcidos 157 2, 26 | psíquico63. Somos lúcidos e prudentes na escolha de 158 2, 26 | escolha de nossos lazeres e no uso dos meios de comunicação 159 2, 26 | sermos inteiramente dele e livres para amar aqueles 160 2, 26 | ao domínio dos sentidos e do coração e assumir com 161 2, 26 | dos sentidos e do coração e assumir com equilíbrio nosso 162 2, 26 | sobretudo: ~ - educação e formação psicológicas nos 163 2, 26 | sexualidade, da afetividade e das relações humanas; ~- 164 2, 26 | vida comunitária aberta e equilibrada.~ ~ 165 2, 27 | realização de nosso ser e torna-se fonte particular 166 2, 27 | Torna-nos mais disponíveis e a nosso amor toda sua 167 2, 27 | devoção à Imaculada Conceição e a consagração a Maria.~ ~ 168 2, 28 | aos pobres a Boa Nova69 e proclama-os bem-aventurados. 169 2, 28 | abandona-se em suas mãos e despoja-se de si mesmo, 170 2, 29 | implica uma vida pobre de fato e de espírito70. Renunciamos 171 2, 29 | espírito70. Renunciamos a usar e a dispor de qualquer dinheiro 172 2, 29 | capacidade de adquirir outros e a de acrescentar ao patrimônio 173 2, 29 | seus bens a quem desejar e disporá livremente de seu 174 2, 29 | disporá livremente de seu uso e de seu usufruto (c 668,1). 175 2, 29 | ser membro do Instituto, e o que receber a título de 176 2, 29 | Provincial que, com seu parecer e o de seu Conselho, transmite 177 2, 29 | comunidade, podem ferir a pobreza e a vida em comum.~29.11. 178 2 | Dependência e abandono~~ 179 2, 31 | aceitação de nossas limitações e da ajuda dos outros.~Faz-nos 180 2, 31 | oração que reanima a coragem e a confiança. Coloca-nos 181 2, 32 | concretamente a pobreza pessoal e comunitária levando vida 182 2, 32 | comunitária levando vida laboriosa e sóbria, sem busca do supérfluo78.~ 183 2, 32 | ser, nosso estilo de vida e nossa ação apostólica.~Requer 184 2, 32 | partilhemos79 o que somos e o que temos, especialmente 185 2, 32 | Examina seu estilo de vida e de residência, a fim de 186 2, 32 | Fiéis à tradição marista e por espírito de pobreza 187 2, 32 | por espírito de pobreza e de solidariedade com os 188 2, 32 | 32.3. Em nossas compras e construções, procuramos 189 2, 33 | a viver na simplicidade e no desapego, tanto no plano 190 2, 33 | como no das comunidades e das províncias83.~ ~33. 191 2, 34 | Por fidelidade a Cristo e ao Fundador, amamos os pobres84. 192 2, 34 | sobre nós os favores divinos e nos evangelizam.~Guiados 193 2, 34 | solidarizamos com os pobres e suas causas justas. Reservamos-lhes 194 2, 34 | onde quer que estejamos e qualquer que seja nosso 195 2, 34 | trabalho. Gostamos dos lugares e das casas que nos permitem 196 2, 34 | partilhar a condição deles e aproveitamos das ocasiões 197 2, 34 | as causas de sua miséria e a libertar-nos de qualquer 198 2, 34 | um plano para continuar e aumentar, se possível, o 199 2 | Testemunhas de uma Igreja pobre e serva. ~~ 200 2, 35 | misericordiosos para com o próximo e abertos às maravilhas de 201 2, 35 | Deus.~Nossa vida simples e dedicada revela a face de 202 2, 35 | face de uma Igreja pobre e serva, e testemunha a alegria 203 2, 35 | uma Igreja pobre e serva, e testemunha a alegria prometida 204 2, 36 | Assume a condição de servo92 e aprende, sofrendo, o preço 205 2, 37 | assumido em espírito de e de amor no seguimento de 206 2, 38 | obediência, torna-se Mãe de Deus e coopera na missão redentora 207 2, 38 | bem-aventurada porque ouve e cumpre a palavra do Senhor97.~ 208 2, 38 | escola da Serva do Senhor e responde-mos a seu convite: " 209 2, 38 | aprendemos docilidade ao Espírito e obediência lúcida e corajosa.~~ 210 2, 38 | Espírito e obediência lúcida e corajosa.~~ 211 2, 39 | mediação dos Superiores99 e atenção aos sinais dos tempos. 212 2, 39 | apesar das contradições e oposições, obedece a seus 213 2 | Obediência e mediações~~ 214 2, 40 | A amor à vontade de Deus e o desejo de realizá-la ao 215 2, 40 | hierarquia da Igreja, 103 e nossa família religiosa 216 2, 40 | Constituições, os Capítulos e os Superiores104. Recorremos 217 2, 40 | conforme a graça que recebemos e a função que exercemos.~ ~ 218 2, 40 | voz dos pastores da Igreja e agimos de acordo com o Bispo 219 2, 40 | organização das obras apostólicas, e segundo o carisma e o direito 220 2, 40 | apostólicas, e segundo o carisma e o direito próprio do Instituto ( 221 2, 40 | submisso a seus Superiores e fiel à disciplina do Instituto ( 222 2, 41 | do espírito de comunhão e fidelidade interior às moções 223 2, 41 | o diálogo106 sincero e livre com o Superior e entre 224 2, 41 | sincero e livre com o Superior e entre nós são meios importantes 225 2, 42 | obedecer às Constituições e animará seus Irmãos a seguirem 226 2, 42 | Cristo. Na oração assídua e na escuta dos Irmãos, ficará 227 2, 43 | comunidades, as Províncias e o Instituto, chamados a 228 2, 43 | períodos de mudanças profundas e de renovação. Discernimo-la 229 2, 43 | dos sinais dos tempos111 e renúncia a interesses de 230 2 | Obediência e vida cotidiana~~ 231 2, 44 | um, conforme seus meios e seja qual for seu emprego, 232 2, 44 | dotes a serviço de todos e da missão apostólica112.~ 233 2, 44 | através dos acontecimentos e das ocupações habituais. 234 2, 44 | caminho a percorrer é longo e as dificuldades a vencer 235 2, 44 | de nossa pessoa no amor e à maturidade espiritual 236 2, 45 | expressão de nossa liberdade e de nossa disponibilidade 237 2, 45 | Denunciamos a busca e o abuso do poder116 e as 238 2, 45 | busca e o abuso do poder116 e as ideologias que violam 239 2, 46 | caminhada na , na esperança e no amor.~Jesus interpelou 240 2, 46 | Superamos nossos receios e nossas hesitações para nos 241 2, 46 | tibieza, a secura de coração e mesmo desvios em busca de 242 2, 46 | sobretudo pelo recurso a Maria e com a ajuda de nossos Irmãos.~ 243 2, 46 | verdadeiramente a doação total a Deus e aos outros.~~ 244 3, 47 | homens formem uma família e se amem como irmãos121. 245 3, 47 | que sejamos um, como ele e o Pai122.~Respondemos ao 246 3, 47 | manifesta assim que Deus é amor e que esse amor, derramado 247 3, 48 | Como Maria, na Visitação126 e em Caná, 127 estamos atentos 248 3, 48 | necessidades da comunidade e do mundo. Como ela em Nazaré, 249 3, 48 | Nazaré, levamos vida simples e laboriosa.~~ 250 3, 49 | vida deles em La Valla129 e em l'Hermitage. Dedicou-se 251 3, 49 | não peça a Deus cada dia e que não esteja disposto 252 3, 49 | Em convívio, com ele e junto à Boa Mãe, aprofundavam 253 3, 49 | fraternidade, da dedicação e da abnegação a serviço dos 254 3, 49 | haja senão um coração e um espírito entre vocês"132.~ 255 3, 49 | alegria, respeito mútuo e cordialidade; ~2. damos 256 3, 49 | aos coirmãos da Província e do Instituto; ~3. exprimimos 257 3, 49 | para trabalhos de limpeza e conservação da residência 258 3, 49 | conservação da residência e da propriedade; ~5. participamos 259 3, 49 | participamos dos descansos e lazeres comunitários.~ ~ 260 3, 50 | afeto, dá-lhe a dimensão e a energia do amor universal. 261 3, 50 | outros tudo quanto temos e tudo quanto somos. A obediência 262 3, 50 | comunidade para a busca e o cumprimento da vontade 263 3 | Comunidade, lugar de partilha e crescimento~~ 264 3, 51 | Aceitamo-nos diferentes e complementares. Cada um 265 3, 51 | um se interessa pela vida e pelo trabalho dos outros. 266 3, 51 | o coirmão em dificuldade e ajudá-lo com tato133. Superando 267 3, 51 | Superando nosso egoísmo e nossa suscetibilidade, recebemos 268 3, 51 | fraterno134. Sabemos perdoar e pedir perdão, tratando de 269 3, 51 | torna-se então lugar de amizade e de partilha, onde se expandem 270 3, 51 | expandem as qualidades humanas e os dons espirituais de cada 271 3, 52 | Sua presença atenta e disponível138 contribui 272 3, 52 | um clima de entendimento e de harmonia entre os Irmãos. 273 3, 52 | entre os Irmãos. Estimula e coordena o esforço coletivo 274 3, 52 | coordena o esforço coletivo e assegura continuidade e 275 3, 52 | e assegura continuidade e sintonia de ação de todos.~ 276 3, 52 | sobretudo, pelo intermédio e pela animação do Superior 277 3, 52 | permanece unida à Província e se torna célula viva do 278 3, 52 | Superior favorece a compreensão e a harmonia na comunidade. 279 3, 52 | comunidade. É fator de animação e de crescimento espiritual. 280 3, 53 | 53. Seguindo o exemplo e as instruções do padre Champagnat, 281 3, 53 | jovem como graça de Deus e atenção de Maria139. Ele 282 3, 53 | riquezas de seu espírito e de seu coração, especialmente 283 3, 53 | especialmente seu entusiasmo e desejo de autenticidade. 284 3, 53 | autenticidade. Acolhido e encorajado, ele encontra 285 3, 53 | pela experiência de êxitos e de fracassos, o Irmão investe 286 3, 53 | comunidade seu dinamismo e seu equilíbrio. Em troca, 287 3, 53 | Em troca, recebe apoio e encorajamento para assumir 288 3, 53 | servir na medida do possível e interessa-se pelos Irmãos 289 3, 53 | Irmãos na ativa.~Pela oração e oferta de suas enfermidades, 290 3, 53 | comunidade cerca-o de respeito e afeto.~~ 291 3, 54 | Trata de dar-lhe cuidados e a assistência espiritual 292 3, 54 | Irmão busca força no Senhor e em Maria. Lembra-se de que 293 3, 54 | mostram-se cheios de bondade e de paciência com os coirmãos 294 3, 54 | Visitam-nos, animam-nos e rezam por eles. A comunidade 295 3, 54 | acolhem tal graça na e no abandono à vontade de 296 3, 55 | reconforto de sua presença e de sua prece. A Eucaristia 297 3, 55 | manda celebrar uma missa e recita o ofício dos defuntos.~ 298 3, 55 | manda celebrar uma missa e recita o ofício dos defuntos.~ 299 3, 55 | manda celebrar trinta missas e recita o ofício dos defuntos.~ 300 3, 55 | manda celebrar uma missa e recita o ofício dos defuntos.~ 301 3, 55 | antigos alunos, colaboradores e benfeitores.~55.6. Durante 302 3, 55 | uma missa de aniversário e recitamos o ofício dos defuntos.~ 303 3, 56 | cordial em nossas comunidades e pela oração, sobretudo por 304 3, 56 | religiosa torna mais profundo e mais delicado o amor que 305 3, 56 | diversidade das culturas e as exigências da vida religiosa 306 3, 57 | é ajudado pela presença e pelo exemplo dos coirmãos. 307 3, 58 | prioridades da Província e a preferência do Fundador 308 3 | Vida comum e ascese~~ 309 3, 59 | afabilidade, a tolerância mútua e as outras "pequenas virtudes"147 310 3, 59 | cotidiano, o serviço aos Irmãos e os aspectos penosos da vida 311 3, 59 | ocasião de renunciar-se e carregar sua cruz em seguimento 312 3 | Comunicação e silêncio~~ 313 3, 60 | 60. Nossos diálogos e lazeres comunitários reforçam 314 3, 60 | comunitária, favorecendo a palavra e a escuta, é meio eficaz 315 3, 60 | participamos com boa vontade e simplicidade. Sem desanimar 316 3, 60 | abre à compreensão, prepara e prolonga a comunicação dos 317 3, 60 | tempos de oração, trabalho e descanso.~ ~60.1. A comunidade 318 3, 60 | responsabilidade na comunidade e atualizarem os meios para 319 3, 60 | refeições na simplicidade e na alegria, como sinal de 320 3, 60 | alegria, como sinal de amizade e comunhão. Nossa comida é 321 3, 60 | favorecer a vida interior e a caridade. Fixamos também, 322 3, 60 | para refazer nossas forças e estreitar nossa união fraterna. 323 3, 60 | organiza o tempo de férias e prevê como passar juntos 324 3 | Moradia e vestuário.~~ 325 3, 61 | devemos residir em nossa casa e não a deixamos sem licença 326 3, 61 | seja o tipo de residência e o local de sua inserção, 327 3, 61 | comunidade serão sempre limpos e mobiliados de forma a demonstrar 328 3, 61 | sinal de nossa consagração e testemunho de pobreza e 329 3, 61 | e testemunho de pobreza e simplicidade marista, usamos 330 3, 61 | romano ou o "rabat", o cordão e, para os professos perpétuos, 331 3, 61 | ao mês tempo, sem vaidade e sem negligência (cf. 151. 332 3 | Comunidade e hospitalidade~~ 333 3, 62 | a humanidade, na oração e no apostolado (cf. 23.1).~~ 334 3, 63 | renovado de reconciliação e de comunhão, tornamo-nos 335 3, 63 | essa graça sempre oferecida e a realidade de nossa vida.~ 336 4, 64 | ensina-nos a escutar a Deus e a responder-lhe158. Voltado 337 4, 64 | condição de Filho encarnado e do desígnio de salvação 338 4, 64 | lhe comunica seu desejo e seu amor, seu louvor e sua 339 4, 64 | desejo e seu amor, seu louvor e sua ação de graças, sua 340 4, 64 | de graças, sua angústia e sua alegria no Espírito160.~ 341 4, 65 | na intimidade da Trindade e nos permite exclamar como 342 4, 65 | Pai! 161~O recolhimento e o silêncio interior são 343 4, 65 | Espírito que habita em nós162 e reza em nós163.~~ 344 4, 66 | meditada na Sagrada Escritura e celebrada na Liturgia, é 345 4, 66 | nossos Irmãos, da Igreja e do mundo164 alimentam também 346 4, 67 | Caná, 169 ela intercede e, no Cenáculo, 170 reza como 347 4, 68 | Quando celebrava a Eucaristia e durante suas numerosas visitas 348 4, 69 | haure seu dinamismo e comunga com a Igreja visível 349 4, 69 | comunga com a Igreja visível e invisível.~Participamos 350 4, 69 | comunidade. ouvimos a Palavra e comungamos o Corpo de Cristo177 351 4, 69 | comungamos o Corpo de Cristo177 e adoramos o Senhor presente 352 4, 69 | oferece continuamente ao Pai e, como ele, entregamos nossa 353 4, 70 | nome de toda a criação, e participamos da intercessão 354 4, 70 | em comunidade, sustenta e renova nossa oração pessoal185. 355 4, 70 | constituem a oração da manhã, e Vésperas, a da tarde.~ ~ 356 4, 70 | invocações em uso no Instituto e do oferecimento do dia ( 357 4, 70 | pela animação da oração e utilizamos os meios que 358 4, 71 | amor com o Cristo, Mestre e Senhor de nossas vidas, 359 4, 71 | ver nossa vida, as pessoas e os acontecimentos com o 360 4, 71 | Nela encontramos inspiração e força para continuar a ação 361 4, 71 | oração portadora das alegrias e dores, angústias e esperanças 362 4, 71 | alegrias e dores, angústias e esperanças daqueles que 363 4, 71 | perseveramos na meditação com e coragem, apesar das dificuldades 364 4, 71 | dia, ao menos meia hora e a prolongamos, durante o 365 4, 71 | reavivar nosso amor ao Cristo e nossa intimidade com ele ( 366 4, 72 | 72. A oração e a ascese desapegam progressivamente 367 4, 72 | perdão de nossas faltas e renovamos nosso desejo de 368 4, 72 | abandono filial.~Essa revisão e as celebrações penitenciais, 369 4, 72 | recebido freqüentemente e com . Fazemos desse encontro 370 4, 72 | reconciliação com o Senhor e com nossos Irmãos.~ ~ 371 4, 73 | 73. A leitura espiritual e o estudo religioso, 192 372 4, 73 | nossa cultura religiosa e capacitam-nos para a catequese. 373 4, 73 | catequese. Cada um tem o direito e o dever de consagrar-lhes 374 4, 73 | comunidade prevê o tempo e os meios de assegurar a 375 4, 73 | assegurar a leitura espiritual e o estudo religioso.~73.2. 376 4, 73 | Sexta-feira Santa é dia de oração e de recolhimento; o último 377 4, 73 | consagrado ao pedido de perdão e à ação de graças (V 369; 378 4, 74 | exprime-se pelo amor, a confiança e a admiração; e tende à imitação 379 4, 74 | confiança e a admiração; e tende à imitação de Maria 380 4, 74 | suas atitudes para com Deus e para com os homens195.~A 381 4, 74 | relação com ela pela oração e pelo estudo da doutrina 382 4, 74 | de Maria comunitariamente e, quando possível, com os 383 4, 75 | piedade filial pelo amor e pela confiança em sua intercessão198. 384 4, 75 | compreender suas intenções e penetrar-nos de seu espírito199. 385 4, 75 | precederam, aos membros e às obras do Instituto.~ ~ 386 4, 75 | importantes do Instituto e as citações de nossos escritos 387 4, 75 | conhecimento de sua pessoa e de sua obra. Celebramo-la 388 4, 75 | outros Institutos maristas e a comunidade eclesial.~75. 389 4, 75 | dom do Instituto à Igreja e pelo de nossa vocação.~75. 390 4, 76 | partilhar de seu amor a Jesus e a Maria.~Tributamos, outrossim, " 391 4, 76 | culto de amor, respeito e confiança" aos anjos da 392 4, 76 | Veneramos os Santos e as Santas202. Eles nos mostram 393 4, 77 | apostólico. Ela é presença e comunhão com Deus, tornado 394 4, 77 | ela unifica nossa vida e tende a tornar-se contínua, 205 395 4, 77 | penetrando nossa ação e refletindo-se sobre os que 396 4, 77 | responsável por sua oração pessoal e co-responsável pela oração 397 4, 77 | 77.2. Nos dias feriados e durante as férias, prevemos 398 4, 77 | Aproveitamos das férias e de certos períodos da vida - 399 5, 78 | do Pai, 206 é a fonte207 e o modelo de nossos apostolado. 400 5, 78 | cada homem208. Consagrado e guiado pelo Espírito Santo, 401 5, 78 | consagra toda a criação e a conduz à plenitude212.~~ 402 5, 79 | homens o rosto do Deus-amor e o sentido da vida.~Pelo 403 5, 79 | sentido da vida.~Pelo batismo e a confirmação, somos todos 404 5, 79 | chamados a seguir o Cristo e a continuar sua missão215.~~ 405 5, 80 | Pastores da Igreja local217 e em colaboração com outros 406 5, 80 | colaboração com outros religiosos e leigos dedicados à mesma 407 5, 81 | consiste em ajudar as crianças e os jovens a se tornarem " 408 5, 81 | tornarem "bons cristãos e bons cidadãos"221.~Homem 409 5, 81 | coração dos alunos. O exemplo e a presença prolongada222 410 5, 81 | respondendo aos anseios e às necessidades dos jovens 411 5, 82 | mostra-se solidária; sustenta e incentiva cada membro em 412 5, 82 | mais unida, 226 acolhedora e animada pelo Espírito for 413 5, 82 | vida irradia alegria227 e esperança cristãs, despertamos 414 5 | Atentos aos jovens e disponíveis ao Espírito~~ 415 5, 83 | revela na pobreza material e espiritual. Em nossos encontros, 416 5, 83 | humildade, simplicidade e esquecimento de si.~Apresentamos-lhes 417 5, 83 | descobrir sua vocação na Igreja e no mundo. Permanecemos disponíveis 418 5, 83 | realidades de suas vidas e que nos impulsiona a ações 419 5 | Maria e nosso apostolado~~ 420 5, 84 | contemplamos, desconhecida e oculta no mundo, fiel a 421 5, 84 | simplicidade, entusiasmo e caridade, ela leva Cristo 422 5, 84 | leva Cristo ao Precursor e o revela aos pastores e 423 5, 84 | e o revela aos pastores e aos magos. Com paciência, 424 5, 84 | junta-se a ele no sofrimento e na humilhação da cruz, antes 425 5, 84 | Cristo; fazemo-la conhecida e amada como caminho para 426 5, 84 | vezes a essa Boa Mãe234 e a imitá-la.~ ~84.1. Por 427 5, 85 | às necessidades da Igreja e da sociedade requer discernimento 428 5, 85 | sociedade requer discernimento e avaliação periódicos.~ ~ 429 5, 85 | os conhecimentos teóricos e práticos necessários às 430 5, 86 | testemunho de nossa vida e pelos contatos nos quais 431 5, 86 | nossa capacidade de escuta e de diálogo237.~ Damos preferência 432 5, 86 | confiantes na ajuda do Senhor e na proteção de Maria. Vemos 433 5, 86 | existem entre a evangelização e a promoção humana, 240 ajudamos 434 5, 86 | que passam necessidades e cooperamos com os construtores 435 5, 86 | construtores da justiça e da paz no mundo.~ ~86.1. 436 5, 86 | catequético estruturado e coerente. Nós os iniciamos 437 5, 86 | iniciamos à vida sacramental e os ajudamos a se inserir 438 5, 86 | 86.2. Os questionamentos e as aspirações daqueles que 439 5, 86 | catequizamos, sua linguagem e os símbolos de sua cultura 440 5, 86 | formação dos catequistas e dos professores cristãos, 441 5, 87 | se harmonizam , cultura e vida, na óptica de Marcelino 442 5, 87 | esquecimento de si mesmo e de abertura aos outros. 443 5, 87 | comunhão entre os homens e o saber como dever de serviço241.~ 444 5, 87 | entre as pessoas de culturas e confissões diferentes243.~ ~ 445 5, 87 | aos movimentos apostólicos e à educação da : catequese, 446 5, 87 | doutrina social da Igreja e despertamos as consciências 447 5, 88 | Partilhamos nossa espiritualidade e nossa pedagogia com os pais, 244 448 5, 88 | professores leigos245 e outros membros da comunidade 449 5, 88 | escola clima de cordialidade e de participação, ajudamos 450 5, 88 | antigos alunos247 pela afeição e pela oração. Aceitamos de 451 5, 88 | Aconselhamo-nos, oportunamente, e os encorajamos a se engajar 452 5, 88 | engajar no serviço da Igreja e do mundo.~ ~88. 1. Favorecemos 453 5, 88 | associações de pais de alunos e solicitamos sua participação 454 5, 88 | GE 6,3).~88.2. Suscitamos e entretemos o engajamento 455 5, 88 | apostólicos, nos grupos de oração e na pastoral das vocações.~ 456 5, 88 | funcionários retribuição justa e os meios de sua promoção 457 5, 88 | culturais, reuniões de amizade e de intercâmbio.~88.5. O 458 5, 88 | suscita iniciativas pastorais e pedagógicas, notadamente 459 5, 89 | construção da sociedade e do Reino de Deus trabalhando 460 5, 89 | pela qualidade de sua vida e de seu serviço, testemunha 461 5, 90 | Instituto é missionário, e devemos ter alma missionária, 462 5, 90 | países não evangelizados e as novas Igrejas são objeto 463 5, 90 | descristianizados, levamos os jovens e adultos a descobrirem a 464 5, 90 | verdadeira face de Jesus Cristo e de sua Igreja.~~ 465 5, 91 | Por suas atividades e seu testemunho, 254 contribuem 466 5, 91 | autóctones são preparados e encorajados para assumir, 467 5, 91 | maiores favorecem a criação e o desenvolvimento de centros 468 5, 91 | missionários devem dispor de tempo e de meios para estudar a 469 6, 92 | descobrimos o ideal evangélico e o fazemos acontecer.~~ 470 6, 93 | às necessidades da Igreja e organizada em sintonia com 471 6, 93 | diversos estados de vida e a orar pelo desabrochar 472 6, 94 | consagração, de nossa vida simples e alegre numa comunidade solidária 473 6, 94 | descobrirem nossa vida de Irmão e de apóstolo e a assumi-la263.~ 474 6, 94 | vida de Irmão e de apóstolo e a assumi-la263.~ Rogamos 475 6, 94 | vocacional. Pedimos-lhe conserve e desenvolva sua obra265.~ ~ 476 6, 94 | alegria, ser confidentes e conselheiros dos jovens 477 6, 94 | os animam, convidando-os e dando-lhes acolhida fraterna.~ ~ 478 6, 95 | nossa família religiosa e a fidelidade a sua missão 479 6, 95 | adaptada à sua personalidade e cultura. As etapas são marcadas 480 6, 95 | pela pastoral vocacional e pela formação inicial e 481 6, 95 | e pela formação inicial e permanente. O Irmão Provincial, 482 6, 95 | determina o plano de ação e acompanha de perto sua execução, 483 6, 95 | entendimento entre formadores e animadores da pastoral vocacional 484 6, 96 | experiência de vida humana e cristã. Ajudamo-los a se 485 6, 96 | conhecerem, aceitarem, superarem e se converterem ao Evangelho. ~ 486 6, 96 | Evangelho. ~Acompanhamo-los e montamos estruturas convenientes 487 6, 96 | etapas: um tempo de busca e um tempo de postulado.~96. 488 6, 96 | com seu ambiente cultural e consegue melhor adaptação 489 6, 96 | condições para uma decisão livre e responsável.~96.4. O Irmão 490 6, 96 | rupturas com seu ambiente e faz uma experiência de vida 491 6, 96 | distinta daquela do noviciado e de acordo com o plano provincial.~ 492 6, 97 | ajudado pelo Mestre de noviços e de seus colaboradores, discerne 493 6, 97 | vontade de Deus sobre si mesmo e verifica suas motivações 494 6, 97 | verifica suas motivações e aptidões relacionadas com 495 6, 97 | gênero de vida do Instituto e aprende a viver segundo 496 6, 97 | objetivando o aprofundamento da e do conhecimento amoroso 497 6, 97 | não se ocupará com estudos e encargos que não sirvam 498 6 | Formação humana e cristã~~ 499 6, 98 | cultiva virtudes humanas e cristãs. Exercita-se à renúncia270 500 6, 98 | Exercita-se à renúncia270 e ao dom total de si mesmo


1-500 | 501-857

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