Capitolo, Capoverso
1 2, 16 | vigorosamente a realidade dos bens futuros já presentes no
2 2, 29 | a propriedade de nossos bens, a capacidade de adquirir
3 2, 29 | a administração de seus bens a quem desejar e disporá
4 2, 29 | Provincial, administrar bens pertencentes a outras pessoas
5 2, 29 | mesmo com seus próprios bens (c 672; c 285,4).~29.10.
6 2, 32 | periodicamente o uso que faz de seus bens. Examina seu estilo de vida
7 2, 34 | responsáveis no uso dos bens que devemos partilhar com
8 2, 35 | interior. O desapego dos bens terrenos liberta-nos de
9 9, 137| finanças e da administração dos bens do Instituto. Caso o Irmão
10 9, 143| e pela administração dos bens. Mantém a união entre os
11 9, 148| Irmãos e na administração dos bens.~
12 9, 150| 8º) alienar ou adquirir bens imóveis, autorizar qualquer
13 10 | Capítulo 10 ADMINISTRAÇÃO DOS BENS~~
14 10 | Bens do Instituto~~
15 10, 155| possuir, alienar e administrar bens materiais, conforme seus
16 10, 156| para a administração dos bens do Instituto não são proprietários,
17 10, 156| mas, administradores de bens da Igreja. Em sua gestão,
18 10, 156| encarregados de administrar os bens do Instituto zelam para
19 10 | Uso e gestão dos bens~~
20 10, 158| para a administração dos bens do Instituto e controla
21 10, 158| particulares, determina o uso dos bens e a maneira de administrá-los.
22 10, 158| trabalho dos Irmãos são bens do Instituto, comuns a todos
23 10, 160| necessários para a gestão dos bens do Instituto.~ ~160.1.
24 10, 161| perpétuo. Administra os bens da Província e exerce sua
25 10, 162| 162. Para administrar os bens da comunidade, o Irmão Provincial
26 10, 162| perpétuo.~ Administra os bens da comunidade, sob o controle
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