1-500 | 501-788
Capitolo, Capoverso
1 Dedic | para nossa vida marista e o sentido carismático do nosso
2 Dedic | vitalidade, que nos propõe o XIX Capítulo Geral.~Maria,
3 Apres | feliz em lhes apresentar o texto de nossas Constituições
4 Apres | normativos, a fim de tornar o conteúdo mais conforme ao
5 Apres | e apresentamos à Igreja o fruto de nossos trabalhos.
6 Apres | autenticado, uma vez mais, o carisma de nosso Fundador
7 Apres | para nossos tempos, como o era a Regra escrita pelo
8 Decr | apresentaram à Santa Sé o projeto estabelecido segundo
9 Decr | Seculares reconheceu nos textos o apelo feito aos Irmãos para
10 Abrev | Actuositatem (Decreto sobre o apostolado dos leigos -
11 Abrev | Marialis Cultus, Paulo VI (O culto marial hoje, 1974).~~
12 1, 1 | em 2 de janeiro de 1817, o Instituto religioso laical
13 1, 1 | nome de origem, dava-nos o de Irmãos Maristas das Escolas (
14 1, 2 | seu zelo apostólico. Ela o torna sensível às necessidades
15 1, 2 | uma criança, sem sentir o desejo de ensinar-lhe o
16 1, 2 | o desejo de ensinar-lhe o catecismo, sem desejar fazer-lhe
17 1, 3 | 3. O amor que o Espírito Santo
18 1, 3 | 3. O amor que o Espírito Santo derrama em
19 1, 3 | esta única meta: SEGUIR O CRISTO, COMO MARIA, em sua
20 1, 4 | 4. Dando-nos o nome de Maria, o Padre Champagnat
21 1, 4 | Dando-nos o nome de Maria, o Padre Champagnat quis que
22 1, 5 | Igreja e do mundo, fazendo o bem sem alarde.~Conscientes
23 1, 5 | em Maria, podemos, como o Fundador, empreender e levar
24 1, 6 | nossa conduta, de modo que o irradiamos onde nos encontramos.
25 1, 7 | Somente de Deus esperamos o êxito de nosso trabalho,
26 1, 7 | persuadidos de que: "Se o Senhor não constrói a casa,
27 1, 8 | 8. O Instituto é formado por
28 1, 8 | de favores semelhantes.~O Instituto está dividido
29 1, 9 | 9. O Instituto, espalhado pelo
30 1, 9 | constrói sua unidade sobre o patrimônio espiritual herdado
31 1, 9 | apostólica coordenada e o serviço da autoridade em
32 1, 10 | seio do povo de Deus, damos o testemunho profético e alegre
33 1, 10 | diretivas da Igreja.~Conforme o desejo do Fundador, nossa
34 1, 10 | queremos irradiar na Igreja o espírito de Maria que nos
35 2, 11 | coração 28. Aqueles que o escutam, ele os põe à parte.
36 2, 11 | que Deus se dá ao homem e o homem a Deus, aliança que
37 2, 12 | pela unção do Espírito 31 e o enviou para dar a vida ao
38 2, 12 | construção do Reino de Deus.~O seguimento de Cristo 34
39 2, 13 | 13. O chamado a praticar os conselhos
40 2, 13 | Cristo: Fitando-o, Jesus o amou" 36. Esse olhar de
41 2, 15 | Engaja-nos a viver conforme o direito universal e o direito
42 2, 15 | conforme o direito universal e o direito próprio do Instituto43.~
43 2, 15 | como membros e nos assegura o necessário para atingir
44 2, 15 | necessário para atingir o fim de nossa vocação.~ ~
45 2, 15 | uma vez por ano, durante o retiro anual ou no dia da
46 2, 15 | 15.2 A Província garante o que é necessário aos Irmãos.
47 2, 18 | pertencer totalmente, é o modelo de nossa consagração.
48 2, 18 | total confiança no Pai, até o pé da cruz. Na glória de
49 2, 18 | outros. Sua vida nos lembra o ideal que propunha aos seus
50 2, 19 | e bom, capaz de suscitar o que há de melhor no coração
51 2 | O voto de castidade~~
52 2, 20 | irmãos universais51.~Emitindo o voto de castidade, aceitamos
53 2, 20 | de castidade, aceitamos o dom do Pai52 e nos comprometemos
54 2, 20 | único e sem reserva com o Cristo. Renunciamos ao amor
55 2, 21 | virgindade por causa de Cristo55. O Espírito Santo tornou-a
56 2, 21 | nossa casa56, aprendemos o modo de amar as pessoas
57 2, 22 | dessas núpcias, anunciando o advento de um mundo novo
58 2, 22 | esposos nos estimula a amar o Senhor com todo nosso ser.
59 2, 22 | de si mesmos àqueles que o Senhor chama à vida consagrada.~~
60 2, 23 | 23. Nossa comunidade é o lugar de aplicação mais
61 2, 23 | acolhida aos que nos procuram.~O amor para com nossos Irmãos
62 2, 23 | fraterna é excelente apoio para o aperfeiçoamento de nossa
63 2, 23 | nosso equilíbrio pessoal. O espírito de fé e a confiança
64 2, 24 | duplo escolho; esquecer que o voto é um apelo a amar,
65 2, 25 | nossa relação de amor com o Senhor, somos fiéis ao encontro
66 2, 25 | ao celibato.~Comungando o Corpo de Cristo, encontramos
67 2, 27 | sinal de contradição para o mundo. Atestamos valores
68 2, 27 | valores evangélicos praticando o respeito às pessoas, a pureza
69 2, 27 | pessoas, a pureza da vida, o amor misericordioso para
70 2, 27 | que a sociedade rejeita.~O celibato, vivido com generosidade,
71 2, 27 | pela intercessão de Maria, o dom da castidade. Continuamos
72 2 | O voto de pobreza~~
73 2, 29 | 29. O conselho evangélico de pobreza
74 2, 29 | acrescentar ao patrimônio o que ele pode render; mas
75 2, 29 | 29.1. Para usar dinheiro, o Irmão age sob a dependência
76 2, 29 | dinheiro ou em espécie, o Irmão precisa da autorização
77 2, 29 | 29.3. Antes da profissão, o noviço deve, uma vez por
78 2, 29 | Antes da profissão perpétua, o Irmão deve fazer um testamento
79 2, 29 | 668,2).~29.6. Tudo quanto o Irmão adquirir por seu trabalho
80 2, 29 | ser membro do Instituto, e o que receber a título de
81 2, 29 | Instituto (c 668,3).~29.7. O que o Irmão recebe por seus
82 2, 29 | Instituto (c 668,3).~29.7. O que o Irmão recebe por seus direitos
83 2, 29 | anos de profissão perpétua, o Irmão pode renunciar a seu
84 2, 29 | Provincial que, com seu parecer e o de seu Conselho, transmite
85 2, 29 | seu Conselho, transmite o pedido do Irmão ao Superior
86 2, 29 | c 672; c 285,4).~29.10. O Irmão recusa vantagens que
87 2, 29 | a vida em comum.~29.11. O Capítulo provincial deve
88 2, 29 | situações locais. Nesse caso, o Irmão Provincial, com seu
89 2, 29 | seu Conselho, consultará o Irmão Superior Geral (Cf
90 2, 30 | 30. O Magnificat73 revela-nos
91 2, 30 | Magnificat73 revela-nos o coração de Maria que, com
92 2, 30 | fidelidade do Senhor74. Com José, o carpinteiro, ela convive
93 2, 32 | talentos, partilhemos79 o que somos e o que temos,
94 2, 32 | partilhemos79 o que somos e o que temos, especialmente
95 2, 32 | comunidade avalia periodicamente o uso que faz de seus bens.
96 2, 34 | No início de seu mandato, o Irmão Provincial estabelece
97 2, 34 | e aumentar, se possível, o que a Província está realizando
98 2, 34 | dos necessitados. Comunica o plano ao Irmão Superior
99 2, 35 | 35. Seguindo o Salvador, caminhamos pela
100 2, 35 | do despojamento interior. O desapego dos bens terrenos
101 2, 35 | misericordiosos para com o próximo e abertos às maravilhas
102 2, 36 | tinha consciência de ser o Bem-amado. Responde a esse
103 2, 36 | fazer a vontade daquele que o enviou91. Assume a condição
104 2, 36 | servo92 e aprende, sofrendo, o preço da obediência93. Ressuscitado,
105 2, 36 | universal.~Jesus é para nós o exemplo perfeito que procuramos
106 2, 36 | Santo, buscamos em tudo o cumprimento da vontade do
107 2 | O voto de obediência~~
108 2, 37 | 37. O conselho evangélico de obediência,
109 2, 37 | Superiores legítimos que ocupam o lugar de Deus, quando ordenam
110 2, 37 | Por motivos pastorais, o Superior maior tem obrigação
111 2, 37 | tem obrigação de prevenir o Irmão, em caso de falta
112 2, 38 | vida inteira de Maria é o prolongamento de seu FIAT96.
113 2, 38 | seu convite: "Fazei tudo o que ele vos disser"98. Dela
114 2, 39 | 39. O Padre Champagnat, em tudo
115 2, 39 | nosso Fundador, colocamos o espírito de fé como fundamento
116 2, 39 | disponíveis para a tarefa que o Instituto nos confia101.~~
117 2, 40 | amor à vontade de Deus e o desejo de realizá-la ao
118 2, 40 | Igreja e agimos de acordo com o Bispo conforme o direito
119 2, 40 | acordo com o Bispo conforme o direito universal, na organização
120 2, 40 | obras apostólicas, e segundo o carisma e o direito próprio
121 2, 40 | apostólicas, e segundo o carisma e o direito próprio do Instituto (
122 2, 40 | Instituto (c 678).~40.2. O Irmão não aceitará, sem
123 2, 40 | apostolado externo ao Instituto, o Irmão permanece submisso
124 2, 41 | comunidade, requer de cada um o desenvolvimento do espírito
125 2, 41 | moções do Espírito Santo.~O discernimento espiritual, 105
126 2, 41 | discernimento espiritual, 105 o diálogo106 sincero e livre
127 2, 41 | diálogo106 sincero e livre com o Superior e entre nós são
128 2, 41 | próprio de ver, para aceitar o que a comunidade, de acordo
129 2, 41 | comunidade, de acordo com o Superior, considera ser
130 2, 42 | Chamado a ser Superior, o Irmão, após diálogo com
131 2, 42 | Irmão, após diálogo com o Superior maior, entregando-se
132 2, 42 | aceita-a com simplicidade107.~O Superior desempenhará seu
133 2, 42 | como um serviço108. Será o primeiro a obedecer às Constituições
134 2, 42 | animará seus Irmãos a seguirem o caminho traçado por Cristo.
135 2, 43 | comunidades, as Províncias e o Instituto, chamados a viver
136 2, 44 | apostólica112.~Vivenciamos o mistério da obediência através
137 2, 44 | das ocupações habituais. O caminho a percorrer é longo
138 2, 45 | 45. O exercício da obediência
139 2, 45 | Denunciamos a busca e o abuso do poder116 e as ideologias
140 2, 45 | soberania de Jesus Cristo117, o Servo obediente em quem
141 2, 46 | juntos, dia após dia, com o coração cheio de gratidão,
142 3, 47 | 47. O amor trinitário é a fonte
143 3, 47 | fonte da vida comunitária. O Pai quer que todos os homens
144 3, 47 | que sejamos um, como ele e o Pai122.~Respondemos ao chamado
145 3, 48 | compreender melhor que formamos o Corpo de Cristo125.~Como
146 3, 49 | 49. O Padre Champagnat fez da
147 3, 49 | à Boa Mãe, aprofundavam o sentido da fraternidade,
148 3, 49 | gerações de Irmãos, realizamos o desejo do Fundador, levando
149 3, 49 | 49.1. Para alimentar o espírito de família,~ ~
150 3, 50 | A castidade, libertando o coração das formas possessivas
151 3, 50 | comunidade para a busca e o cumprimento da vontade de
152 3, 50 | vontade de Deus.~ ~50.1. O projeto de vida comunitária
153 3, 50 | procura da vontade de Deus. O Capítulo Provincial decide
154 3, 50 | Cf. 150.2.7).~50.2. Onde o projeto de vida comunitária
155 3, 50 | comunitária não é obrigatório, o Capítulo Provincial indicará
156 3, 51 | coração que sabe reconhecer o coirmão em dificuldade e
157 3, 51 | recebemos com simplicidade o aviso fraterno134. Sabemos
158 3 | O Superior na comunidade~~
159 3, 52 | 52. O Superior representa o Cristo
160 3, 52 | 52. O Superior representa o Cristo no seio da comunidade137.
161 3, 52 | Irmãos. Estimula e coordena o esforço coletivo e assegura
162 3, 52 | 52.1. A entrevista com o Superior favorece a compreensão
163 3, 52 | crescimento espiritual. O Superior recebe periodicamente
164 3, 53 | 53. Seguindo o exemplo e as instruções
165 3, 53 | a comunidade considera o Irmão jovem como graça de
166 3, 53 | de êxitos e de fracassos, o Irmão investe na comunidade
167 3 | O Irmão doente ou sofredor~~
168 3, 54 | estado exige.~Por sua vez, o Irmão busca força no Senhor
169 3, 54 | Redentor, completa em sua carne o que falta aos sofrimentos
170 3 | O Irmão agonizante~~
171 3, 55 | grande solicitude para com o coirmão chegado ao termo
172 3, 55 | seus membros assegura-lhe o reconforto de sua presença
173 3, 55 | consumar sua consagração. O Irmão prova, assim, a felicidade
174 3, 55 | celebrar uma missa e recita o ofício dos defuntos.~55.
175 3, 55 | celebrar uma missa e recita o ofício dos defuntos.~55.
176 3, 55 | celebrar trinta missas e recita o ofício dos defuntos.~55.
177 3, 55 | celebrar uma missa e recita o ofício dos defuntos.~55.
178 3, 55 | benfeitores.~55.6. Durante o retiro anual, mandamos celebrar
179 3, 55 | aniversário e recitamos o ofício dos defuntos.~55.
180 3, 55 | pelo Irmão Provincial ou o Irmão Superior, conforme
181 3, 55 | Irmão Superior, conforme o costume local.~ ~
182 3, 56 | profundo e mais delicado o amor que nutrimos por nossos
183 3, 57 | dos coirmãos. Ela unifica o que constitui a trama cotidiana
184 3, 58 | à ação pastoral, faz seu o trabalho apostólico de cada
185 3, 59 | As exigências dos votos, o dever cotidiano, o serviço
186 3, 59 | votos, o dever cotidiano, o serviço aos Irmãos e os
187 3, 60 | lazeres comunitários reforçam o espírito de família. Comunicando-nos
188 3, 60 | partilhamos com nossos irmãos o melhor de nós mesmos.~A
189 3, 60 | construir-se.~Apreciamos o silêncio que nos abre à
190 3, 60 | atualizarem os meios para cultivar o espírito apostólico.~60.
191 3, 60 | fixamos os momentos em que o silêncio deve ser respeitado
192 3, 60 | caridade. Fixamos também, com o necessário discernimento,
193 3, 60 | necessário discernimento, o uso dos meios de comunicação
194 3, 60 | província, a comunidade organiza o tempo de férias e prevê
195 3, 61 | comum.~Qualquer que seja o tipo de residência e o local
196 3, 61 | seja o tipo de residência e o local de sua inserção, os
197 3, 61 | simplicidade marista, usamos o hábito de nosso Instituto,
198 3, 61 | 61.1. Por justa razão, o Irmão Provincial, com o
199 3, 61 | o Irmão Provincial, com o consentimento do seu Conselho,
200 3, 61 | residência há um oratório. É o lugar habitual da oração
201 3, 61 | presença eucarística faz dele o centro da comunidade (c
202 3, 61 | Nosso hábito é a batina com o colarinho romano ou o "rabat",
203 3, 61 | com o colarinho romano ou o "rabat", o cordão e, para
204 3, 61 | colarinho romano ou o "rabat", o cordão e, para os professos
205 3, 61 | os professos perpétuos, o crucifixo, ou um traje que
206 3, 61 | pormenores.~Seja qual for o traje usado, procuramos
207 4, 64 | Jesus, conversando com o Pai, 157 ensina-nos a escutar
208 4, 64 | Voltado constantemente para o Pai159 na aceitação de sua
209 4 | O Espírito Santo reza em nós~~
210 4, 65 | nos permite exclamar como o Filho: Abba! Pai! 161~O
211 4, 65 | o Filho: Abba! Pai! 161~O recolhimento e o silêncio
212 4, 65 | Pai! 161~O recolhimento e o silêncio interior são necessários
213 4, 66 | perene de nossa oração. O trabalho, os acontecimentos,
214 4 | Com o Padre Champagnat~~
215 4, 68 | 68. O Padre Champagnat, vivendo
216 4, 68 | presença de Deus, (1) atingiu o estado de oração perfeita,
217 4, 68 | ousaria empreender algo sem o haver demoradamente recomendado
218 4, 68 | a oração que chamava de "o ponto capital"174. Seu exemplo
219 4, 69 | 69. A Eucaristia é o coração de nossa vida consagrada.
220 4, 69 | ouvimos a Palavra e comungamos o Corpo de Cristo177 e adoramos
221 4, 69 | de Cristo177 e adoramos o Senhor presente no santo
222 4, 69 | durante a qual comungamos o Corpo de Cristo.~69.2. É
223 4, 69 | manifestar nossa unidade com o povo de Deus, em torno do
224 4 | Rezar com o Povo de Deus.~~
225 4, 70 | 70. O Cristo garante sua presença
226 4, 70 | Igreja, tributamos a Deus o louvor em nome de toda a
227 4, 70 | participamos da intercessão que o Filho apresenta ao Pai184.~
228 4, 70 | começamos habitualmente o dia pela salve-rainha ou
229 4, 71 | Nossa relação de amor com o Cristo, Mestre e Senhor
230 4, 71 | oração, encontro pessoal com o Senhor, 187 aprendemos gradativamente
231 4, 71 | e os acontecimentos com o olhar de fé. Nela encontramos
232 4, 71 | e a prolongamos, durante o dia, pelo exercício da presença
233 4, 72 | nosso coração de quanto o impede de ser de Deus.~Cada
234 4, 72 | ajudam-nos a compreender melhor o sentido do sacramento da
235 4, 72 | Fazemos desse encontro com o Cristo um ato de conversão191.~ ~
236 4, 72 | desejo de reconciliação com o Senhor e com nossos Irmãos.~ ~
237 4, 73 | A leitura espiritual e o estudo religioso, 192 feitos
238 4, 73 | a catequese. Cada um tem o direito e o dever de consagrar-lhes
239 4, 73 | Cada um tem o direito e o dever de consagrar-lhes
240 4, 73 | consagrar-lhes tempo suficiente.~ O acompanhamento pessoal é
241 4, 73 | certas etapas da vida.~ O retiro anual193 oferece
242 4, 73 | um ocasião de revitalizar o espírito de sua consagração.
243 4, 73 | 73.1. A comunidade prevê o tempo e os meios de assegurar
244 4, 73 | assegurar a leitura espiritual e o estudo religioso.~73.2.
245 4, 73 | oração e de recolhimento; o último dia do ano é consagrado
246 4, 74 | Nosso culto marial, como o da Igreja, 194 exprime-se
247 4, 74 | liturgia.~74.2. Celebramos o mês de Maria comunitariamente
248 4, 75 | fervor, para agradecer a Deus o haver dado à Igreja um apóstolo
249 4, 75 | escritos maristas.~75.2. O dia 6 de junho, festa de
250 4, 75 | excelente ocasião para promover o conhecimento de sua pessoa
251 4, 75 | 2 de janeiro, celebramos o aniversário de fundação,
252 4, 76 | Instituto200. Ele nos ensina o esquecimento de si próprio
253 4, 77 | tampouco se identifica com o trabalho apostólico. Ela
254 4, 77 | cercam.~ Cada um de nós é o primeiro responsável por
255 5, 78 | Pai, 206 é a fonte207 e o modelo de nossos apostolado.
256 5, 78 | servidor de seus irmãos até o dom total da vida210. Morrer
257 5, 79 | obra: revelar aos homens o rosto do Deus-amor e o sentido
258 5, 79 | homens o rosto do Deus-amor e o sentido da vida.~Pelo batismo
259 5, 79 | todos chamados a seguir o Cristo e a continuar sua
260 5 | O Instituto enviado pela Igreja~~
261 5, 80 | pela Igreja216. Continuando o Padre Champagnat, evangeliza,
262 5, 80 | enviada pelo Instituto, exerce o apostolado em comunhão com
263 5, 80 | social, permanecemos no país, o quanto possível, por fidelidade
264 5, 80 | agem de comum acordo com o Bispo diocesano, conforme
265 5, 80 | Bispo diocesano, conforme o direito canônico. Quando
266 5, 80 | visitas às comunidades, o Irmão Provincial entra em
267 5, 81 | 81. O Padre Champagnat encarna
268 5, 81 | na oração que torna dócil o coração dos alunos. O exemplo
269 5, 81 | dócil o coração dos alunos. O exemplo e a presença prolongada222
270 5, 81 | igual zelo, continuamos o carisma do Fundador respondendo
271 5, 83 | de si.~Apresentamos-lhes o Cristo, a Verdade que liberta, 229
272 5, 84 | leva Cristo ao Precursor e o revela aos pastores e aos
273 5, 84 | porém, a intervir para obter o primeiro sinal que suscita
274 5, 84 | da Igreja231.~Orientamos o coração dos jovens para
275 5, 85 | todo apostolado consoante o carisma de sua fundação,
276 5, 85 | avaliação periódicos.~ ~85.1. O Capítulo provincial discerne
277 5, 85 | Província pode atender. O Irmão Provincial, com seu
278 5, 85 | 151.2).~85.2. Cada um tem o dever de adquirir os conhecimentos
279 5, 85 | necessários às tarefas que o Instituto lhe confia.~ ~
280 5, 86 | trabalho (cf. c 831).~86.4. O Instituto colabora na formação
281 5, 87 | comunhão entre os homens e o saber como dever de serviço241.~
282 5, 87 | nossas escolas promovem o diálogo entre as pessoas
283 5, 87 | leva em conta, sobretudo, o que se refere aos movimentos
284 5, 87 | desenvolvendo neles, sobretudo, o senso crítico nessa área.~
285 5, 88 | educativa. Por seus serviços, o pessoal não docente colabora
286 5, 88 | Suscitamos e entretemos o engajamento cristão de nossos
287 5, 88 | promoção humana. Para tanto, o Irmão Provincial, com seu
288 5, 88 | e de intercâmbio.~88.5. O Capítulo Provincial suscita
289 5, 89 | outros educadores. Fazemos o possível para que se estabeleça
290 5, 89 | iluminada pela fé248.~ ~89. 1. O Irmão que trabalha em obras
291 5, 89 | trabalha em obras de que o Instituto não tem a responsabilidade
292 5, 89 | de Jesus Cristo. Em todo o caso, seu engajamento profissional
293 5, 91 | Irmãos missionários, que o Senhor envia a levar a Boa
294 5, 91 | contribuem para nelas purificar o que estiver em desacordo
295 5, 91 | estiver em desacordo com o Evangelho. Pela maneira
296 5, 91 | Distrito. É através deles que o enraizamento da vida marista
297 5, 91 | 91.1. A Província tem o dever de manter o espírito
298 5, 91 | Província tem o dever de manter o espírito missionário entre
299 5, 91 | maiores favorecem a criação e o desenvolvimento de centros
300 6 | O desígnio de Deus~~
301 6, 92 | Cristo permanece para cada um o caminho a seguir. Como Igreja,
302 6, 92 | Como Igreja, descobrimos o ideal evangélico e o fazemos
303 6, 92 | descobrimos o ideal evangélico e o fazemos acontecer.~~
304 6, 93 | necessidades dos homens, a abrirem o coração261 à vontade do
305 6, 94 | no despertar de vocações. O testemunho de nossa consagração,
306 6, 94 | solidária com os pobres é o melhor convite ao seguimento
307 6, 94 | desenvolva sua obra265.~ ~94.1. O Irmão Provincial é o primeiro
308 6, 94 | 1. O Irmão Provincial é o primeiro responsável pela
309 6, 95 | formação de seus membros266. O Instituto zela para que
310 6, 95 | dos formadores, cada um é o artífice principal da própria
311 6, 95 | formação inicial e permanente. O Irmão Provincial, com seu
312 6, 95 | seu Conselho, determina o plano de ação e acompanha
313 6, 95 | execução, de acordo com o Guia da Formação (c 659,
314 6, 95 | admissão dos candidatos.~95.3. O entendimento entre formadores
315 6, 96 | para que percebam melhor o chamado do Senhor. Com eles,
316 6, 96 | Irmão Marista267.~ ~96.1. O pré-noviciado comporta duas
317 6, 96 | tempo de postulado.~96.2. O pré-noviciado normalmente
318 6, 96 | país de origem. Deste modo o candidato continua em contato
319 6, 96 | livre e responsável.~96.4. O Irmão Provincial, com seu
320 6, 96 | Serão organizados para o cultivo de vocações maristas.~
321 6, 96 | maristas.~96.5. Durante o postulado, o candidato prepara-se
322 6, 96 | 5. Durante o postulado, o candidato prepara-se para
323 6, 96 | comunitária. Ao mesmo tempo, o responsável ajuda sua família
324 6, 96 | menos, seis meses.~96.7. O postulado é sediado, normalmente,
325 6, 96 | noviciado e de acordo com o plano provincial.~96.8.
326 6, 96 | provincial.~96.8. Quando o postulado se fizer numa
327 6, 96 | se fizer numa comunidade, o Irmão Provincial nomeará
328 6, 96 | formação.~96.9. Aproximando-se o final do postulado, o candidato
329 6, 96 | Aproximando-se o final do postulado, o candidato dirige, por escrito,
330 6, 96 | Provincial, pode começar o noviciado (cf. 165.1).~ ~
331 6, 97 | 97. O noviciado é um tempo de
332 6, 97 | vida religiosa marista268. O noviço, ajudado pelo Mestre
333 6, 97 | evangélicos, ele se põe a seguir o Cristo, 269 do jeito de
334 6, 97 | jeito de Maria. Experimenta o gênero de vida do Instituto
335 6, 97 | são escolhidos objetivando o aprofundamento da fé e do
336 6, 97 | tempo de formação prepara o noviço para a profissão
337 6, 97 | chamado de Deus.~ ~97.1. O noviço não se ocupará com
338 6, 98 | 98. O noviço cultiva virtudes
339 6, 98 | da Liturgia das Horas.~ O acompanhamento espiritual
340 6, 99 | de Marcelino Champagnat, o noviço descobre o espírito
341 6, 99 | Champagnat, o noviço descobre o espírito marista e o assimila,
342 6, 99 | descobre o espírito marista e o assimila, esforçando-se
343 6, 99 | simples dos primeiros Irmãos. O trabalho manual, no espírito
344 6, 99 | origens, contribui para o equilíbrio da sua formação272.
345 6, 100| 100. O noviciado, sob a direção
346 6, 100| seguidos ou não, torna o noviciado inválido. A ausência
347 6, 100| vida comunitária.~100.2. O Irmão Provincial pode autorizar
348 6, 100| Provincial pode autorizar o grupo de noviços a morar,
349 6, 100| Em casos particulares, o Irmão Provincial poderá
350 6, 100| Provincial poderá prorrogar o tempo do noviciado, mas
351 6, 100| seis meses (c 653,2).~100.4.O modo de funcionamento de
352 6, 101| dos noviços, de acordo com o Irmão Provincial276.~ ~
353 6, 101| cuidar para que: ~ 1º) o gênero de trabalho esteja
354 6, 101| a comunidade que recebe o noviço compreenda os objetivos
355 6, 101| dê sua colaboração; ~3º) o estágio seja feito sob a
356 6, 102| aproximação do fim do noviciado, o noviço solicita por escrito,
357 6, 102| admissão à profissão. ~ O tempo do noviciado termina
358 6, 102| antes do fim do noviciado, o noviço, em seu pedido de
359 6, 102| vida. Expõe os motivos que o levam a dar-se a Deus, no
360 6, 102| seus colaboradores.~102.2. O Irmão Provincial fixa a
361 6, 102| fixa a duração do retiro e o local da primeira profissão.~
362 6, 102| primeira profissão.~102.3. O Irmão Provincial pode admitir
363 6, 102| pode admitir à profissão o noviço gravemente enfermo.
364 6, 102| terá efeito jurídico se o noviço recuperar a saúde.~ ~
365 6, 103| capacidades pessoais, conforme o carisma do Instituto279.~
366 6, 103| Durante esse tempo, o Irmão continua o aprofundamento
367 6, 103| tempo, o Irmão continua o aprofundamento do sentido
368 6, 103| Faz-se imediatamente após o noviciado. (cf. PC 18,1
369 6, 103| exigirem outro proceder, o Irmão Provincial, com seu
370 6, 103| com seu Conselho, estuda o melhor modo para atingir
371 6, 103| melhor modo para atingir o objetivo de cada etapa.~ ~
372 6, 104| primeira etapa que segue o noviciado é orientada para
373 6, 104| tirar proveito dessa etapa, o jovem professo deve ser
374 6, 104| realizar em profundidade o ideal da consagração religiosa280.~ ~
375 6, 104| 2. Durante esse período, o Irmão não se dedica a nenhum
376 6, 104| a isso (c 660,2).~104.3. O Irmão que prossegue sua
377 6, 105| atividade apostólica são, para o Irmão professo temporário,
378 6, 105| acompanhamento pessoal.~ ~105.1. O Irmão Provincial pode nomear
379 6, 105| nomear um Irmão que não o Superior local para acompanhar
380 6, 105| Superior local para acompanhar o jovem Irmão durante esta
381 6, 105| etapa. A comunidade que o acolhe deve sentir-se responsável
382 6, 107| comunhão com a Província e o Instituto. Escolhem Maria
383 6, 108| formadores, particularmente o Mestre dos noviços, serão
384 6, 108| sua função281.~ ~108.1. O Mestre dos noviços e o Responsável
385 6, 108| O Mestre dos noviços e o Responsável pelo pós-noviciado
386 6, 109| Champagnat preocupava-se com o aperfeiçoamento integral
387 6, 109| devem facilitar a cada um o prosseguimento ou a atualização
388 6, 109| adequados283.~ ~109.1. O Irmão Provincial concede
389 6, 109| sua formação permanente. O plano de formação prevê
390 6, 109| 3. Discernindo junto com o Superior Provincial, o Irmão
391 6, 109| com o Superior Provincial, o Irmão escolhe o campo de
392 6, 109| Provincial, o Irmão escolhe o campo de especialização
393 6, 109| vocação marista e de renovarem o dinamismo de sua vida apostólica.
394 6, 109| expectativas da Igreja.~109.5. O Centro Champagnat destina-se,
395 6, 109| Senhora de l'Hermitage é o santuário de nossas origens
396 6, 109| nossas origens Maristas. O Centro de Acolhida oferece
397 6, 110| dimensões. Temos, pois, o grave dever de continuar
398 6, 110| disposição. Por um lado, o estudo pessoa, a oração
399 6, 110| experiência adquirida; por outro, o diálogo com os Superiores,
400 6, 110| diálogo com os Superiores, o acompanhamento espiritual
401 6, 110| 110.1. A comunidade é o lugar privilegiado onde
402 6, 110| catequese, a ação pela justiça, o fato cultural dos meios
403 7, 112| 112. É o Irmão Provincial quem admite
404 7, 112| Ele se certifica de que o postulante goza de saúde
405 7, 112| 112. 1. Para começar o Noviciado, o postulante
406 7, 112| Para começar o Noviciado, o postulante deve ser de condição
407 7, 112| dezessete anos feitos.~112. 2. O Mestre dos noviços determina
408 7, 113| 113. O Irmão Provincial, com o
409 7, 113| O Irmão Provincial, com o consentimento de seu Conselho,
410 7, 113| por um ou três anos287. O tempo de profissão temporária
411 7, 113| 113.1. Antes da profissão, o noviço, ou o Irmão, faz
412 7, 113| profissão, o noviço, ou o Irmão, faz um pedido de
413 7, 113| temporária, requer-se que: ~ 1º) o noviço tenha pelo menos
414 7, 113| dezoito anos feitos; ~2º) o noviciado tenha sido feito
415 7, 113| temor grave ou dolo; ~5º) o Irmão Provincial a receba
416 7, 113| meses (c 658).~ 113.4. O Irmão só será admitido à
417 7, 113| temporário, os Irmãos que o conhecem, especialmente
418 7, 113| 165.1; 150.2.1).~113.6. O ano de profissão temporária
419 7, 113| Em casos excepcionais, o Irmão Superior Geral pode
420 7, 113| Superior Geral pode prolongar o período de profissão temporária
421 7, 113| Provincial com seu Conselho o Irmão Superior Geral pode
422 7, 113| sem obrigação de repetir o noviciado, um membro do
423 7, 113| Instituto que, tendo feito o noviciado ou, depois da
424 7, 113| tenha saído legitimamente.~O Irmão Superior Geral determina
425 7, 114| Maristas das Escolas).~Se o Irmão deseja acrescentar
426 8, 115| questionar nossa vocação. O Irmão que as enfrenta com
427 8, 115| e do chamado de Deus. Se o discernimento leva a concluir
428 8, 115| sua saída do Instituto, o Irmão poderá fazer o pedido
429 8, 115| Instituto, o Irmão poderá fazer o pedido na paz e no abandono
430 8, 116| 116. O Irmão professo temporário
431 8, 116| grave, pede para deixar o Instituto, no decurso da
432 8, 116| Irmão Superior Geral, com o voto favorável de seu Conselho,
433 8, 116| favorável de seu Conselho, o indulto de saída290.~ No
434 8, 116| pelo Irmão Provincial, com o parecer de seu Conselho291.~
435 8, 116| parecer de seu Conselho291.~ O Irmão professo perpétuo
436 8, 116| diante do Senhor. Encaminha o pedido ao Irmão Superior
437 8, 116| Irmão Superior Geral que o transmite à Santa Sé, com
438 8, 116| transmite à Santa Sé, com o seu parecer e o do seu Conselho292.~ ~
439 8, 116| Sé, com o seu parecer e o do seu Conselho292.~ ~116.
440 8, 116| seu Conselho292.~ ~116.1. O Irmão que resolve sair do
441 8, 116| Irmão Provincial.~116.2. O indulto de saída, legitimamente
442 8, 116| momento da notificação, o Irmão tenha recusado o indulto (
443 8, 116| o Irmão tenha recusado o indulto (c 692).~ ~
444 8, 117| direito canônico.~ ~117.1. O Irmão exclaustrado provê
445 8, 117| Província pode ajudá-lo.~117.2. O Instituto não esquecerá
446 8, 117| caridade para com aquele que o abandona. Embora o Irmão
447 8, 117| aquele que o abandona. Embora o Irmão nada possa reclamar
448 8, 117| pelos serviços prestados, o Instituto ajudá-lo-á material
449 9 | O serviço da autoridade~~
450 9, 118| 118. O Pai entregou toda autoridade
451 9, 118| fim de que cada um realize o desígnio de Deus sobre ele.~
452 9, 118| função na Igreja, exercendo o serviço da autoridade299
453 9, 118| da autoridade299 que une o esforço dos Irmãos, anima-o,
454 9, 118| orienta-o e, por vezes, o corrige, conforme o fim
455 9, 118| vezes, o corrige, conforme o fim do Instituto.~~
456 9, 119| direito próprio301.~ Segundo o princípio de subsidiariedade,
457 9, 119| intervém quando a situação o exige.~Ficam assim respeitados
458 9, 120| todas as circunstâncias.~O Padre Champagnat e a autoridade~
459 9, 121| 121. Nosso Fundador deu o exemplo de prudência, dinamismo
460 9, 122| 122. Os Superiores aceitam o cargo como serviço309. Irmãos
461 9, 122| bom grado e favorecendo o entendimento para o bem
462 9, 122| favorecendo o entendimento para o bem do Instituto e da Igreja.
463 9, 122| Reservam-se entretanto o direito de mandar, 311 quando
464 9, 123| São Superiores Maiores: o Irmão Superior Geral, o
465 9, 123| o Irmão Superior Geral, o Irmão Vigário Geral e os
466 9 | Os Superiores e o Conselho~~
467 9, 124| de seu Conselho, conforme o direito canônico e o direito
468 9, 124| conforme o direito canônico e o direito próprio314. Os Estatutos
469 9, 124| quais não podem agir sem o consentimento ou o parecer
470 9, 124| agir sem o consentimento ou o parecer do Conselho315.~~
471 9, 127| 127. O Distrito é uma unidade administrativa
472 9, 127| Superior de Distrito.~ ~127.1. O Superior de Distrito governa
473 9, 127| Distrito governa conforme o Estatuto aprovado pelo Irmão
474 9, 128| e de apostolado. Encarna o Instituto em Igrejas locais
475 9, 129| pelo Irmão Provincial com o consentimento do Bispo diocesano318.
476 9, 129| superior maior imediato é o Irmão Superior Geral. Têm
477 9, 129| Irmão Provincial. Durante o tempo reservado ao serviço
478 9, 129| feita na sua Província. O Irmão Provincial poderá
479 9 | O Irmão Superior Geral~~
480 9, 130| 130. Sucessor do Fundador, o Irmão Superior Geral reúne
481 9, 130| compromissos. Com eles discerne o que favorece a adaptação
482 9, 130| necessidades dos tempos, conforme o carisma do Instituto. Tem
483 9, 130| Constituições.~ ~130.1. O Irmão Superior Geral deve
484 9, 131| Capítulo Geral, conforme o direito canônico, por voto
485 9, 131| dois mais idosos; se, após o 4º escrutínio, os candidatos
486 9, 131| candidatos ficam empatados, o mais idoso será considerado
487 9 | O Vigário Geral~~
488 9, 132| 132. O Irmão Vigário Geral é o
489 9, 132| O Irmão Vigário Geral é o mais próximo colaborador
490 9, 132| exercer seu encargo.~ ~132.1. O Irmão Vigário Geral não
491 9, 133| condições e da mesma maneira que o Irmão Superior Geral. ~
492 9, 134| impossibilidade de exercer o cargo durante seu mandato,
493 9, 134| cargo durante seu mandato, o Irmão Superior Geral, 324
494 9, 135| 135. Se o Irmão Superior Geral estiver
495 9, 135| impossibilidade de exercer o cargo durante seu mandato,
496 9, 135| cargo durante seu mandato, o Irmão Vigário Geral torna-se
497 9, 135| Geral. Continua a governar o Instituto até o próximo
498 9, 135| governar o Instituto até o próximo Capítulo Geral.
499 9, 135| Conselho, deve convocar o Capítulo no prazo de um
500 9, 135| prazo de um ano. ~ ~135.1. O Irmão Superior Geral e o
1-500 | 501-788 |