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Instituto dos Irmãos Maristas das Escolas
ou Pequenos Irmãos de Maria
Constituições e Estatutos (FMS)

IntraText - Concordâncias

do
    Capitolo, Capoverso
1 Dedic | Constituições no marco celebrativo do primeiro centenário da chegada 2 Dedic | e o sentido carismático do nosso agir como seguidores 3 Apres | anos faz, quando a Igreja do Vaticano II pedia a todas 4 Apres | mais conforme ao espírito do Concílio e ao dos Fundadores, 5 Apres | Irmãos chegados ao final do caminho, e atualizado pelo 6 Apres | ao Evangelho, ao espírito do Fundador e aos sinais dos 7 Apres | tornarmo-nos testemunhas do Reino. ~Levantaremos tanto 8 Apres | que a própria disposição do texto destaca,1 uma Regra 9 Apres | nosso rosto único no seio do Povo de Deus, e tornaremos 10 Decr | acordo com as disposições do moto-próprio "Ecclesiæ Sanctæ" ( 11 Decr | estabelecido segundo as diretivas do Capítulo Geral de 1985. ~ 12 Decr | Depois de um exame atento do documento, ao qual foram 13 Decr | nenhuma maneira, as exigências do Direito universal. ~Que 14 Decr | e confirmar a atualidade do carisma de Marcelino Champagnat, 15 Decr | festa de Nossa Senhora do Rosário. ~~ ~F. Jerônimo 16 Abrev | Direito Canônico - número do cânon~~EN Evangelii Nuntiandi, 17 Abrev | sobre a Igreja no mundo do nosso tempo - Vaticano II).~~ 18 Abrev | Capítulo Geral, 1976.~~L Cartas do Padre Champagnat, Coleção, 19 Abrev | TS Testamento Espiritual do Pai Fundador.~~V Vida do 20 Abrev | do Pai Fundador.~~V Vida do VER Marcelino Champagnat 21 1 | Origem do Instituto~~ 22 1 | Carisma do Fundador~~ 23 1, 3 | torna-nos participantes do carisma de Marcelino Champagnat 24 1, 3 | testemunhas e servidores do Reino de Deus.~Nosso caráter 25 1, 3 | fidelidade às intenções do Fundador.~~ 26 1, 4 | Champagnat quis que vivêssemos do seu espírito. Convencido 27 1, 5 | talentos a serviço da Igreja e do mundo, fazendo o bem sem 28 1, 6 | haure força e fervor no amor do Senhor para com os Irmãos 29 1, 7 | marial e apostólica. Brota do amor de Deus, desenvolve-se 30 1, 7 | com as pessoas.~A exemplo do Fundador, vivemos na presença 31 1, 7 | dinamismo nos mistérios do Presépio, da Cruz e do Altar 20. 32 1, 7 | mistérios do Presépio, da Cruz e do Altar 20. Somente de Deus 33 1 | Membros e estruturas do Instituto~~ 34 1, 8 | Conselho, sob a autoridade do Irmão Superior Geral e seu 35 1 | Unidade do Instituto~~ 36 1, 9 | patrimônio espiritual herdado do Padre Champagnat e transmitido 37 1, 10 | seu ministério. No seio do povo de Deus, damos o testemunho 38 1, 10 | homens 25. Fiéis ao carisma do Instituto, colaboramos na 39 1, 10 | cooperamos para a unidade do Corpo de Cristo por nossa 40 1, 10 | Igreja.~Conforme o desejo do Fundador, nossa caridade 41 2, 12 | Jesus de Nazaré pela unção do Espírito 31 e o enviou para 42 2, 12 | trabalhamos na construção do Reino de Deus.~O seguimento 43 2, 13 | numa família religiosa vem do Pai 35 e passa pelo amor 44 2, 13 | livremente, na , ao chamado do Senhor: "Vem, segue-me" 38. 45 2, 13 | ao sacrifício eucarístico do Filho39.~~ 46 2, 15 | universal e o direito próprio do Instituto43.~Por sua vez, 47 2 | Anúncio do mundo futuro~~ 48 2, 16 | humanas, se opõe à realização do desígnio de Deus.~Vivendo 49 2, 16 | de Deus.~Vivendo no meio do mundo, sem serem do mundo45, 50 2, 16 | meio do mundo, sem serem do mundo45, nossas comunidades 51 2, 17 | acordo com a finalidade do Instituto e em comunhão 52 2, 18 | ela acolhe na a palavra do Senhor; abandona-se com 53 2, 18 | com alegria e amor à ação do Espírito Santo, pelo dom 54 2, 19 | celibato vivido por causa do Reino. Quis nascer da Virgem 55 2, 19 | viver consagrado às coisas do seu Pai. Manifestava assim 56 2, 20 | compromisso no celibato "por causa do Reino dos céus"50 é resposta 57 2, 20 | com Deus sem a mediação do cônjuge e nos faz viver 58 2, 20 | castidade, aceitamos o dom do Pai52 e nos comprometemos 59 2, 21 | sinais vivos da ternura do Pai. De coração aberto e 60 2, 23 | aplicação mais imediato do amor universal no qual nos 61 2, 23 | momentos em que a solidão do celibato nos pesa, cada 62 2, 24 | seu amor como expressão do amor do Senhor, embora sabendo 63 2, 24 | amor como expressão do amor do Senhor, embora sabendo que 64 2, 24 | de vista a especificidade do amor de um consagrado.~Por 65 2, 24 | não nos afastem da oração, do apostolado ou da comunidade. 66 2, 25 | da direção espiritual e do sacramento da reconciliação, 67 2, 26 | ao domínio dos sentidos e do coração e assumir com equilíbrio 68 2, 27 | que a castidade é fruto do Espírito Santo, pedimos, 69 2 | No seguimento do Cristo pobre.~~ 70 2, 28 | Nasce em penúria, 68 vive do trabalho das próprias mãos, 71 2, 28 | Consciente de que tudo recebeu do Pai, livremente abandona-se 72 2, 29 | Irmão precisa da autorização do Superior.~29.3. Antes da 73 2, 29 | atos, precisa da licença do Irmão Provincial ou, em 74 2, 29 | Provincial ou, em casos urgentes, do Superior local (c 668,2).~ 75 2, 29 | trabalho ou por ser membro do Instituto, e o que receber 76 2, 29 | acordo com a legislação do país, determinarão as modalidades 77 2, 29 | Conselho, transmite o pedido do Irmão ao Superior Geral, 78 2, 29 | Irmãos não podem, sem licença do Irmão Provincial, administrar 79 2, 30 | confiança na fidelidade do Senhor74. Com José, o carpinteiro, 80 2, 30 | consoante a vontade purificadora do Senhor que molda em nós 81 2, 31 | mantém em total dependência do Pai. Manifesta-se pelo recurso 82 2, 31 | confiança. Coloca-nos na paz do pobre que se abandona à 83 2, 32 | laboriosa e sóbria, sem busca do supérfluo78.~Nossa pobreza 84 2 | A exemplo do Fundador~~ 85 2, 33 | 33. A pobreza de coração do Padre Marcelino Champagnat 86 2, 33 | províncias83.~ ~33.1. A exemplo do Padre Champagnat, aceitamos 87 2, 34 | de acordo com diretrizes do Irmão Provincial. Procura 88 2, 35 | Salvador, caminhamos pela via do despojamento interior. O 89 2, 36 | foi comunhão com a vontade do Pai90 de quem tinha consciência 90 2, 36 | o cumprimento da vontade do Pai, unindo-nos assim ao 91 2, 36 | assim ao mistério pascal do Filho94.~~ 92 2, 37 | Ordem formal em virtude do voto pode ser dada por  93 2 | Com a Virgem do Fiat~~ 94 2, 38 | ouve e cumpre a palavra do Senhor97.~Irmãos Maristas, 95 2, 38 | aprendemos na escola da Serva do Senhor e responde-mos a 96 2 | Obediência do Fundador~~ 97 2, 39 | Superiores, vendo neles a pessoa do próprio Jesus.~A exemplo 98 2, 40 | obedecer ao Papa, em razão do sagrado laço de obediência102. 99 2, 40 | não, somos depositários do carisma do Fundador. A esse 100 2, 40 | depositários do carisma do Fundador. A esse título, 101 2, 40 | carisma e o direito próprio do Instituto (c 678).~40.2. 102 2, 40 | não aceitará, sem licença do Irmão Provincial, empregos 103 2, 40 | empregos ou funções fora do Instituto (c 671).~40.3. 104 2, 40 | Superiores e fiel à disciplina do Instituto (c 678,2; Cf. 105 2, 41 | cada um o desenvolvimento do espírito de comunhão e fidelidade 106 2, 41 | fidelidade interior às moções do Espírito Santo.~O discernimento 107 2, 41 | corresponder aos desígnios do Pai. Nessa busca, teremos 108 2 | Obediência do Superior~~ 109 2, 42 | Irmãos, ficará atento à ação do Espírito109. Por ocasião 110 2, 42 | discernirá com cada um os desejos do Senhor.~~ 111 2, 43 | obediência evangélica em vista do Reino, buscam sem cessar 112 2, 43 | Palavra, fidelidade ao carisma do Instituto, interpretação 113 2, 45 | Denunciamos a busca e o abuso do poder116 e as ideologias 114 3, 47 | Respondemos ao chamado do Cristo pela vontade de viver 115 3, 47 | Santo, 123 é mais forte do que nossas limitações humanas.~~ 116 3, 48 | necessidades da comunidade e do mundo. Como ela em Nazaré, 117 3, 49 | Irmãos, realizamos o desejo do Fundador, levando nossa 118 3, 49 | coirmãos da Província e do Instituto; ~3. exprimimos 119 3, 50 | coração das formas possessivas do afeto, dá-lhe a dimensão 120 3, 50 | dá-lhe a dimensão e a energia do amor universal. A pobreza 121 3, 50 | segundo as orientações do Capítulo. Deve ser aprovado 122 3, 51 | delicadeza, a inteligência do coração que sabe reconhecer 123 3, 52 | intermédio e pela animação do Superior que a comunidade 124 3, 52 | Província e se torna célula viva do Instituto.~ ~52.1. A entrevista 125 3, 53 | exemplo e as instruções do padre Champagnat, a comunidade 126 3, 53 | vocação.~A perseverança do Irmão idoso testemunha a 127 3, 53 | testemunha a fidelidade do Senhor. Ele não julga cumprida 128 3, 53 | procura servir na medida do possível e interessa-se 129 3, 54 | A comunidade, a exemplo do Fundador, vê no Irmão doente 130 3, 54 | sofrimentos, unidos aos do Redentor, completa em sua 131 3, 54 | que falta aos sofrimentos do Cristo141 para a salvação 132 3, 54 | Cristo141 para a salvação do mundo.~ ~54.1. Todos os 133 3, 54 | em proporcionar a ajuda do sacramento dos enfermos 134 3, 55 | nossos coirmãos na casa do Pai143.~ ~55.1.A morte 135 3, 55 | Pai143.~ ~55.1.A morte do Irmão Superior Geral, de 136 3, 55 | membro ou antigo membro do Conselho Geral, cada comunidade 137 3, 55 | Na primeira segunda-feira do mês, cada comunidade manda 138 3, 58 | comunidade, pelo testemunho do amor fraterno de pessoas 139 3, 58 | meios adequados à finalidade do Instituto.~Aberta à ação 140 3, 58 | Província e a preferência do Fundador para os mais abandonados.~ ~ 141 3, 60 | principalmente, dos textos do Instituto. Permite também 142 3, 60 | como passar juntos parte do mesmo (cf. 151.1.3).~ ~ 143 3, 61 | não a deixamos sem licença do Superior.~Nossa moradia 144 3, 61 | Provincial, com o consentimento do seu Conselho, pode autorizar 145 3, 61 | apostolado a ser exercido em nome do Instituto (c 665, 1; cf. 146 3, 63 | A comunidade é uma graça do Espírito Santo154. Reunidos 147 3, 63 | uns aos outros como dádiva do Senhor.~Juntos, num esforço 148 3, 63 | permanecer unidos156 em nome do Senhor Jesus.~~ 149 4, 64 | condição de Filho encarnado e do desígnio de salvação que 150 4, 64 | de participação na oração do Cristo.~~ 151 4, 65 | brota de um coração à escuta do Espírito Santo, que nos 152 4, 66 | nossos Irmãos, da Igreja e do mundo164 alimentam também 153 4, 67 | em seu coração as ações do Filho com as palavras da 154 4 | Junto à mesa do Senhor~~ 155 4, 69 | invisível.~Participamos cada dia do sacrifício Eucarístico, 176 156 4, 69 | o povo de Deus, em torno do Cristo ressuscitado.~ ~ 157 4, 70 | invocações em uso no Instituto e do oferecimento do dia (RC 158 4, 70 | Instituto e do oferecimento do dia (RC 1852, IX,3; V 390).~ 159 4, 71 | caminho.~Certos da ternura do Pai, perseveramos na meditação 160 4, 71 | seus membros a aproveitar do tempo diário da meditação.~ 161 4, 71 | meditação.~71.2. Ao longo do dia, buscamos momentos gratuitos 162 4, 71 | recolhimento, de preferência diante do Santíssimo Sacramento, para 163 4 | Conversão do coração~~ 164 4, 72 | compreender melhor o sentido do sacramento da reconciliação, 165 4, 73 | conforme as indicações do Irmão Provincial. Os dias 166 4, 73 | recolhimento; o último dia do ano é consagrado ao pedido 167 4, 74 | os homens195.~A exemplo do Padre Marcelino Champagnat, 168 4, 74 | Assunção, festa patronal do Instituto, são tempos privilegiados 169 4, 75 | 75. Discípulos do Padre Champagnat, exprimimos-lhe 170 4, 75 | aos membros e às obras do Instituto.~ ~75.1. Por 171 4, 75 | Instituto.~ ~75.1. Por meio do calendário religioso, recordamos, 172 4, 75 | falecidos, as datas importantes do Instituto e as citações 173 4, 75 | reconhecimento pelo dom do Instituto à Igreja e pelo 174 4, 75 | janeiro, fazemos memória do Irmão Francisco.~ ~ 175 4, 76 | 76. Conforme a vontade do Fundador, honramos são José, 176 4, 76 | são José, primeiro patrono do Instituto200. Ele nos ensina 177 4, 76 | nos mostram algum traço do rosto de Jesus, 203 único 178 4, 77 | opções de oração em vista do crescimento espiritual de 179 5 | Jesus enviado Jesus enviado do Pai.~~ 180 5, 78 | 78. Jesus, enviado do Pai, 206 é a fonte207 e 181 5, 78 | Santo, anuncia a Boa Nova do Reino209. Faz-se servidor 182 5, 79 | Por sua vez, Jesus, imagem do Pai, 213 envia a Igreja, 214 183 5, 79 | revelar aos homens o rosto do Deus-amor e o sentido da 184 5, 81 | ocupa220. Para ele, a missão do Irmão consiste em ajudar 185 5, 81 | zelo, continuamos o carisma do Fundador respondendo aos 186 5, 85 | carisma de sua fundação, faz do anúncio direto da Palavra 187 5, 85 | cooperam, no apostolado do Instituto, pelo fato mesmo 188 5, 86 | aptidões, confiantes na ajuda do Senhor e na proteção de 189 5, 88 | engajar no serviço da Igreja e do mundo.~ ~88. 1. Favorecemos 190 5, 89 | participamos da educação integral do homem na escola. Respeitamos 191 5, 89 | fazer-se ouvir. Testemunhas do Evangelho no meio escolar, 192 5, 89 | construção da sociedade e do Reino de Deus trabalhando 193 5 | Engajamento missionário do Instituto~~ 194 5, 90 | alma missionária, a exemplo do Padre Champagnat250 que 195 5, 90 | afirmava: "Todas as dioceses do mundo entram em nossos planos"251.~ 196 5, 90 | são objeto da solicitude do Instituto. Após entendimento 197 5, 91 | os setores missionários do Instituto. As exigências 198 6, 93 | abrirem o coração261 à vontade do Pai, a crescerem numa atitude 199 6, 93 | sua resposta ao chamado do Senhor.~ ~ 200 6, 94 | da messe envie operários do Evangelho264. Como para 201 6, 95 | são marcadas pela unidade do fim objetivado: formar homens 202 6, 95 | apostólica Marista.~ Sob a ação do Espírito Santo, com a ajuda 203 6, 96 | percebam melhor o chamado do Senhor. Com eles, discernimos 204 6, 96 | marista.~96.6. A duração do postulado será de, ao menos, 205 6, 96 | numa casa distinta daquela do noviciado e de acordo com 206 6, 96 | Aproximando-se o final do postulado, o candidato dirige, 207 6, 96 | relatório sobre a idoneidade do postulante. Este, obtida 208 6, 96 | obtida resposta favorável do Irmão Provincial, pode começar 209 6, 97 | põe a seguir o Cristo, 269 do jeito de Maria. Experimenta 210 6, 97 | Experimenta o gênero de vida do Instituto e aprende a viver 211 6, 97 | o aprofundamento da e do conhecimento amoroso de 212 6, 98 | facilita-lhe a abertura do coração e interiorização 213 6, 98 | assim, mais sensível à ação do Espírito Santo em sua vida271.~~ 214 6, 99 | Constituições, aplicação do Evangelho à vida Marista, 215 6 | A casa do noviciado~~ 216 6, 100| noviciado, sob a direção do Mestre dos noviços, faz-se 217 6, 100| de presença na comunidade do noviciado para sua validade274.~ 218 6, 100| A ausência da casa do noviciado além de três meses, 219 6, 100| compensada275.~ ~100.1. A casa do noviciado é estabelecida 220 6, 100| períodos, em outra casa do Instituto por ele designada ( 221 6, 100| poderá prorrogar o tempo do noviciado, mas não além 222 6, 101| apostólica, fora da comunidade do noviciado, podem ser organizados 223 6, 101| acordo com a finalidade do Instituto e à maturidade 224 6, 101| Instituto e à maturidade do noviço; ~) a comunidade 225 6, 101| compreenda os objetivos do estágio e lhessua colaboração; ~ 226 6, 101| feito sob a responsabilidade do Mestre dos noviços.~ ~ 227 6 | Final do noviciado~~ 228 6, 102| 102. Na aproximação do fim do noviciado, o noviço 229 6, 102| 102. Na aproximação do fim do noviciado, o noviço solicita 230 6, 102| admissão à profissão. ~ O tempo do noviciado termina com a 231 6, 102| 102.1. Três meses antes do fim do noviciado, o noviço, 232 6, 102| Três meses antes do fim do noviciado, o noviço, em 233 6, 102| Esse pedido vem acompanhado do informe do Irmão Mestre 234 6, 102| vem acompanhado do informe do Irmão Mestre de noviços 235 6, 102| Provincial fixa a duração do retiro e o local da primeira 236 6 | Finalidade do pós-noviciado~~ 237 6, 103| pessoais, conforme o carisma do Instituto279.~Durante esse 238 6, 103| continua o aprofundamento do sentido de sua consagração.~ ~ 239 6, 103| consagração.~ ~103.1. Depois do noviciado, a formação do 240 6, 103| do noviciado, a formação do Irmão professo temporário 241 6, 103| estruturada, sob a direção do Irmão nomeado pelo Irmão 242 6, 104| para tarefas apostólicas do Instituto.~104.2. Durante 243 6, 109| revitalização no espírito do Fundador e dos primeiros 244 6, 110| a revisão de vida à luz do Evangelho e da experiência 245 6, 110| fidelidade à missão da Igreja e à do Instituto, a formação permanente 246 7, 111| responder, segundo os critérios do Guia da Formação.~~ 247 7, 112| determina as modalidade práticas do início do Noviciado. Nessa 248 7, 112| modalidade práticas do início do Noviciado. Nessa oportunidade, 249 7, 113| de um delegado, em nome do Irmão Superior Geral (c 250 7, 113| Marista.~113.5. Por ocasião do pedido de renovação da profissão 251 7, 113| comunitária e apostólica do Irmão (cf. 165.1; 150.2. 252 7, 113| adequados.~113.9. A pedido do Irmão Provincial com seu 253 7, 113| repetir o noviciado, um membro do Instituto que, tendo feito 254 7, 114| Irmão........... delegado do Irmão Superior geral), profissão 255 7, 114| segundo as Constituições do Instituto dos Pequenos Irmãos 256 8 | Capítulo 8 DESLIGAMENTO DO INSTITUTO~~ 257 8, 115| 115. Conscientes do valor de nossa consagração, 258 8, 115| Entretanto, se os esforços do Irmão não derem resultado, 259 8, 115| será conveniente valer-se do discernimento, com a ajuda 260 8, 115| pessoas competentes, dentro do maior respeito de sua pessoa 261 8, 115| respeito de sua pessoa e do chamado de Deus. Se o discernimento 262 8, 115| conveniência de sua saída do Instituto, o Irmão poderá 263 8 | Saída do Instituto~~ 264 8, 116| sua profissão, quer sair do Instituto está livre de 265 8, 116| profissão temporária, pode obter do Irmão Superior Geral, com 266 8, 116| maduramente ponderadas diante do Senhor. Encaminha o pedido 267 8, 116| , com o seu parecer e o do seu Conselho292.~ ~116. 268 8, 116| O Irmão que resolve sair do Instituto dará andamento 269 8, 116| seu pedido por intermédio do Irmão Provincial.~116.2. 270 8, 117| diz respeito à separação do Instituto para trânsito 271 8, 117| seguimos as prescrições do direito canônico.~ ~117. 272 8, 117| amizade com os antigos membros do Instituto (c 702).~ ~ 273 9 | Capítulo 9 GOVERNO DO INSTITUTO~~ 274 9, 118| Apóstolos298.~ Entre os membros do povo de Deus, alguns são 275 9, 118| corrige, conforme o fim do Instituto.~~ 276 9, 119| na realização da missão do Instituto.~~ 277 9, 120| Reconhecemos a pertença do Instituto a Maria, que fez 278 9, 120| nos seus representantes, do jeito de Maria, com a disponibilidade 279 9, 120| passiva, mas escuta atenta do Espírito em vista de um 280 9, 120| guiar pelo espírito da Serva do Senhor304. A seu exemplo, 305 281 9, 120| refletem e agem em vista do crescimento espiritual dos 282 9, 122| entendimento para o bem do Instituto e da Igreja. Reservam-se 283 9, 124| consentimento ou o parecer do Conselho315.~~ 284 9, 125| 125.2. Por iniciativa do Irmão Superior Geral, após 285 9, 127| Província. Depende diretamente do Superior Geral ou do Superior 286 9, 127| diretamente do Superior Geral ou do Superior Provincial. É administrado 287 9, 129| comunidade é a célula de base do Instituto. Vive numa casa 288 9, 129| Provincial com o consentimento do Bispo diocesano318. É dirigida 289 9, 129| consulta para a nomeação do Irmão Provincial. Durante 290 9, 129| será submetida à decisão do Irmão Superior Geral (cf. 291 9, 130| 130. Sucessor do Fundador, o Irmão Superior 292 9, 130| Geral reúne todos os Irmãos do Instituto em torno de Cristo. 293 9, 130| tempos, conforme o carisma do Instituto. Tem autoridade 294 9, 132| mais próximo colaborador do Irmão Superior Geral. Substitui-o 295 9, 137| colaboradores imediatos do Irmão Superior Geral no 296 9, 137| Superior Geral no governo do Instituto. Ficam à disposição 297 9, 137| Instituto. Ficam à disposição do Irmão Superior Geral para 298 9, 137| para avaliar a situação do Instituto, definir a política 299 9, 137| deve solicitar o parecer do Conselho antes de transmitir 300 9, 137| supressão de uma casa, a pedido do Irmão Provincial (c 616, 301 9, 137| Noviciado numa comunidade do Instituto que não a do Noviciado, 302 9, 137| comunidade do Instituto que não a do Noviciado, sob a responsabilidade 303 9, 137| c 684); ~) concessão do indulto de exclaustração 304 9, 137| c 686); ~) concessão do indulto de saída do Instituto 305 9, 137| concessão do indulto de saída do Instituto a um Irmão professo 306 9, 137| exigiriam o consentimento do Conselho conforme o direito 307 9, 137| 581; c 585); ~) eleição do Irmão Vigário Geral e de 308 9, 137| Conselheiros Gerais, fora do tempo do Capítulo Geral; ~ 309 9, 137| Conselheiros Gerais, fora do tempo do Capítulo Geral; ~) aceitação 310 9, 137| da demissão, ou deposição do Irmão Vigário Geral ou de 311 9, 137| Conselheiro geral; ~) nomeação do Irmão Secretário Geral, 312 9, 137| Irmão Secretário Geral, do Irmão Ecônomo Geral, do 313 9, 137| do Irmão Ecônomo Geral, do Irmão Procurador Geral e 314 9, 137| Irmão Procurador Geral e do Irmão Postulador Geral; ~ 315 9, 137| para os assuntos econômicos do Instituto (c 1280; cf. 160. 316 9, 137| 4); ~) fixação da data do Capítulo Geral e convocação 317 9, 137| da comissão preparatória do Capítulo Geral; ~) nomeação 318 9, 137| membros da "mesa" provisória do Capítulo Geral; ~10º) fixação 319 9, 137| Capítulo Geral; ~10º) fixação do montante máximo que uma 320 9, 137| montante; ~11º) aprovação do balanço financeiro da Administração 321 9, 137| ao menos quatro membros do Conselho, para: ~ ) nomeação 322 9, 137| de Distritos dependentes do Irmão Superior Geral; ~) 323 9, 137| nomeados; ~) prorrogação do mandato de um Superior Provincial 324 9, 137| ou de Distrito dependente do Irmão Superior Geral para 325 9, 137| beatificação e de canonização do Instituto. Prepara os documentos 326 9, 137| Geral garante o secretariado do Conselho Geral. É responsável 327 9, 137| responsável pelas atas das sessões do Conselho e pela correspondência 328 9, 137| correspondência oficial em nome do Instituto.~137.9. O Irmão 329 9, 137| Ecônomo Geral é o encarregado do serviço das finanças e da 330 9, 137| da administração dos bens do Instituto. Caso o Irmão 331 9, 137| pesquisas sobre a História do Instituto, as publicações 332 9, 138| Irmãos na vida e na missão do Instituto, assim como sua 333 9 | Funções do Capítulo~~ 334 9, 139| 1. proceder à eleição do Irmão Superior Geral, do 335 9, 139| do Irmão Superior Geral, do Irmão Vigário geral e dos 336 9, 139| Vigário geral e dos membros do Conselho Geral, conforme 337 9, 139| natureza, ao fim e ao espírito do Instituto e de lhe promover 338 9 | Composição do Capítulo~~ 339 9, 140| São membros de direito do Capítulo Geral: ~ ) o 340 9, 140| Gerais em função na abertura do Capítulo; ~) os Irmãos 341 9, 140| será de 15 Irmãos a mais do que o total dos membros 342 9, 140| uma Província é subtraído do número de Irmãos da Província, 343 9, 140| Conselheiros Gerais, no decorrer do Capítulo, passam a ser membros, 344 9, 140| prosseguir os trabalhos do Capítulo.~ ~ 345 9, 142| Provinciais e, se o Estatuto do Distrito o prevê, pelos 346 9, 142| ) consolidar a unidade do Instituto e permitir contatos 347 9, 144| Província, com a aprovação do Irmão Superior Geral, pode 348 9, 144| pode proceder à eleição do Irmão Provincial. Para a 349 9, 146| Irmãos da Província, em nome do Irmão Superior Geral335.~ 350 9, 149| Seu mandato termina com o do Superior, cujo Conselho 351 9, 149| metade mais um dos membros do Conselho.~149.3. O Irmão 352 9, 150| perpétua, com a aprovação do Irmão Superior Geral (c 353 9, 150| ) submeter à aprovação do Irmão Superior Geral a filiação 354 9, 150| autorizada, a aprovação do Irmão Superior Geral é necessária ( 355 9, 150| pobreza, segundo o costume do país (cf 29,11); ~11º) autorizar 356 9, 150| viagens longas e estadas fora do país, conforme as Normas 357 9, 150| o consentimento escrito do Bispo Diocesano (c 609,1); ~ 358 9, 150| necessário, as atribuições do Irmão Diretor e dos outros 359 9, 150| para administrar uma obra do Instituto ou para verificar 360 9, 150| fixar a data de abertura do Capítulo Provincial; ~19º) 361 9, 150| Conselheiros Provinciais fora do tempo do Capítulo Provincial; ~ 362 9, 150| Provinciais fora do tempo do Capítulo Provincial; ~) 363 9, 150| nomeação dos Superiores locais, do Mestre dos Noviços, dos 364 9, 150| de Centros de Formação, do Ecônomo Provincial, dos 365 9, 151| reunir-se por ocasião da posse do Irmão Provincial. É convocado 366 9, 151| Igreja local e as diretrizes do Capítulo geral (cf 85.1; 367 9, 151| 5).~151.3. A composição do Capítulo Provincial é fixada 368 9, 151| as eleições dos membros do Capítulo, convoca-o e preside-lhe 369 9, 151| abertura. Depois da posse do novo Irmão Provincial, procede-se 370 9, 151| regularmente constantes da ordem do dia.~151.6. Os relatórios 371 9, 151| dia.~151.6. Os relatórios do Capítulo provincial são 372 9, 151| Geral.~151.7. Um resumo do Capítulo Provincial será 373 9, 151| poderes que são da competência do Capítulo Provincial passam 374 9, 152| Irmãos. Acompanha-os na busca do bem comum, mostra-se disponível 375 9, 152| agir sem o consentimento do seu Conselho para: ~ ) 376 9, 152| as decisões resultantes do projeto de vida comunitária; ~ 377 9, 152| importantes, nos limites do orçamento aprovado; ~) 378 9, 152| são convocados à sessão do Conselho. Esse convite pode 379 9, 152| 152.9. As atas das sessões do Conselho são aprovadas e 380 9, 152| Um resumo das decisões do Conselho é liberado á comunidade.~ ~ 381 9, 153| requer-se a autorização do Irmão Superior Geral.~O 382 9, 153| razões sérias, em vista do serviço à Província343.~ ~ 383 9, 154| mandato e as atribuições do Irmão Diretor da obra serão 384 9, 154| Eles são os animadores do espírito apostólico da obra 385 9, 154| comprometer a responsabilidade do Instituto. Por isso agirão 386 10 | Bens do Instituto~~ 387 10, 155| de proteger os interesses do Instituto, convém que este, 388 10, 155| jurídicas civis, quando as leis do país o obriguem ou permitam. 389 10, 155| 4.12).~155.2. Os ativos do Instituto compreendem os 390 10, 155| disponíveis compete ao encargo do Irmão Ecônomo, de acordo 391 10, 155| ordinária.~A administração do patrimônio estável do Instituto 392 10, 155| administração do patrimônio estável do Instituto compete ao Irmão 393 10, 155| Provincial, nos limites do direito canônico e do montante 394 10, 155| limites do direito canônico e do montante autorizado para 395 10, 156| a administração dos bens do Instituto não são proprietários, 396 10, 156| encarregados de administrar os bens do Instituto zelam para que 397 10, 156| salários de acordo com as leis do país e para que se beneficiem 398 10, 157| últimas será normalmente a do Irmão Superior ou do Irmão 399 10, 157| normalmente a do Irmão Superior ou do Irmão Ecônomo. Isto se aplica 400 10, 158| a administração dos bens do Instituto e controla a gestão 401 10, 158| sem autorização. A pedido do Irmão Provincial ou do Irmão 402 10, 158| pedido do Irmão Provincial ou do Irmão Superior do Distrito, 403 10, 158| Provincial ou do Irmão Superior do Distrito, esse montante 404 10, 158| comunidades podem fazer e o fruto do trabalho dos Irmãos são 405 10, 158| trabalho dos Irmãos são bens do Instituto, comuns a todos 406 10, 158| sem autorização, subtrair do fundo comum qualquer recurso, 407 10, 159| atentos às necessidades do mundo, utilizam uma parte 408 10, 160| justa aplicação dos recursos do Instituto nos limites de 409 10, 160| mandato sob a orientação do Irmão Superior Geral e o 410 10, 160| necessários para a gestão dos bens do Instituto.~ ~160.1. Cada 411 10, 160| títulos de cada propriedade do Instituto. Para esse fim, 412 10, 160| fornece às Províncias o modelo do documento pedido (cf. 161. 413 10, 160| presidente. As reuniões do Conselho Econômico, com 414 10, 160| 137.4.5).~160.6. Antes do início do ano contábil, 415 10, 160| 160.6. Antes do início do ano contábil, o Irmão Ecônomo 416 10, 161| função sob a dependência do Irmão provincial e de seu 417 10, 161| 161.1. O mandato do Irmão Ecônomo Provincial 418 10, 161| cf.150.2.5).~161.3. Antes do início do ano contábil, 419 10, 161| 161.3. Antes do início do ano contábil, o Irmão Ecônomo 420 10, 161| estas não sejam propriedade do Instituto (c 681,2).~ 161. 421 10, 161| necessidades e as circunstâncias do país.~161.9. A contratação 422 10, 161| para administrar uma obra do Instituto ou para verificar-lhe 423 10, 161| empréstimo ou dá-lo acima do montante autorizado, o Irmão 424 10, 161| pedido indicará as condições do empréstimo (tomado ou concedido) 425 10, 161| tomado ou concedido) e as do reembolso (c 638,3; cf. 426 10, 161| da Província e os meios do financiamento. O projeto 427 10, 161| empreendidas sem autorização do Irmão Provincial, mesmo 428 10, 161| limites das atribuições do responsável local (cf. 150. 429 10, 162| comunidade, sob o controle do Irmão Superior. Mostra-se 430 10, 162| administração.~ ~162.1. O mandato do Irmão Ecônomo local é de 431 10, 162| aprovação, ao menos um mês antes do início do exercício financeiro ( 432 10, 162| menos um mês antes do início do exercício financeiro (cf. 433 10, 162| provincial, segundo as diretivas do Irmão Provincial.~162.5. 434 10, 162| condições, com a aprovação do Irmão Superior Geral, quando 435 10, 162| apresentadas conforme indicações do Irmão Ecônomo Provincial ( 436 11 | Capítulo 11 VITALIDADE DO INSTITUTO~~ 437 11, 163| história, fazemos a experiência do amor e da fidelidade de 438 11, 163| na origem da vitalidade do Instituto. Vitalidade que 439 11 | Atualidade do carisma marista~~ 440 11, 164| 164. Nosso Instituto, dom do Espírito Santo à Igreja, 441 11, 164| a vida, a obra e a época do Fundador e sobre a história 442 11, 164| Fundador e sobre a história do Instituto (PC 2.1; cf. 137. 443 11, 164| mantemos vivo o conhecimento do Fundador, dos primeiros 444 11, 164| primeiros Irmãos e da história do Instituto para conservar, 445 11, 164| publicações e os documentos do Instituto, especialmente 446 11, 164| e coordena as atividades do movimento, criando estruturas 447 11, 165| 165. A atualidade do carisma de Marcelino Champagnat 448 11, 165| família religiosa, expressão do amor de Cristo a sua Igreja, 449 11, 165| e de caridade, em vista do bem do Instituto (cf. 96. 450 11, 165| caridade, em vista do bem do Instituto (cf. 96.9; 113. 451 11, 167| conformamo-nos à recomendação do Fundador: "Conservem-se 452 11, 169| Constituições como aplicação do Evangelho e um guia seguro367 453 11, 169| autorização e após votos do Capítulo Geral, com maioria 454 11, 169| que traduzem as obrigações do direito canônico370.~ ~ 455 11, 170| orientar o Instituto no sentido do carisma do Fundador, a perseverar 456 11, 170| Instituto no sentido do carisma do Fundador, a perseverar ainda 457 11, 170| a solicitarem a emissão do Voto de Estabilidade. Oportunamente, 458 11 | Operários do Reino~~ 459 11, 171| 171. A vitalidade do Instituo mede-se pela qualidade 460 11, 171| convite a encarnar o Evangelho do jeito de Maria.~Nosso Fundador 461 11, 171| seus filhos, um operário do Reino, escolhido pelo Pai 462 Apend | aprovados pelas autoridades do Instituto (c 119). ~~NOTA 463 Apend | prescreve que o Superior precisa do consentimento de seu Conselho, 464 Apend | Estudado o assunto, a decisão do Conselho é normalmente tomada 465 Apend | absoluta dos votos dos membros do Conselho presentes. O Superior 466 Apend | seu voto, como presidente do colegiado, pode dirimir 467 Testam | PADRE SUPERIOR E FUNDADOR DO INSTITUTO DOS PEQUENOS IRMÃOS 468 Testam | junho de 1840. ~~Em nome do Pai, do Filho e do Espírito 469 Testam | 1840. ~~Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. 470 Testam | nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém.~Aqui, 471 Testam | todos juntos como membros do mesmo corpo se estenda a 472 Testam | de Deus e a comunicação do Espírito Santo estejam sempre 473 Testam | espiritual será entregue às mãos do Pe. Colin, Superior Geral


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