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Instituto dos Irmãos Maristas das Escolas
ou Pequenos Irmãos de Maria
Constituições e Estatutos (FMS)

IntraText - Concordâncias

que
    Capitolo, Capoverso
1 Dedic | Irmãos em terras brasileiras. Que sejam recebidas como um 2 Dedic | tenacidade de tantos Irmãos que nos precederam na construção 3 Dedic | marista, no Brasil. Quisera que essa elegante apresentação 4 Dedic | fidelidade e de vitalidade, que nos propõe o XIX Capítulo 5 Apres | todas as famílias religiosas que revissem seus livros normativos, 6 Apres | É por igual um desafio que nos é lançado: encarnar 7 Apres | na medida da consciência que tivermos de que as Constituições 8 Apres | consciência que tivermos de que as Constituições e os Estatutos 9 Apres | formam um todo unitário que a própria disposição do 10 Apres | aos quais nos dedicamos. ~Que Maria, nossa Boa Mãe e Primeira 11 Apres | Constituições e Estatutos, a fim de quepara além de todo legalismo, 12 Decr | exigências do Direito universal. ~Que a fidelidade a pôr em prática 13 1, 1 | pontifício. Ao mesmo tempo em que respeitava nosso nome de 14 1, 3 | 3. O amor que o Espírito Santo derrama 15 1, 4 | o Padre Champagnat quis que vivêssemos do seu espírito. 16 1, 4 | espírito. Convencido de que ela tudo fez entre nós, 17 1, 4 | conhecida e amada como caminho que leva a Jesus. Atualizamos 18 1, 6 | Senhor para com os Irmãos que ele mesmo nos . Impregna 19 1, 6 | e nossa conduta, de modo que o irradiamos onde nos encontramos. 20 1, 6 | especial pelo amor ao trabalho que sempre nos caraterizou 18.~~ 21 1, 7 | trabalho, persuadidos de que: "Se o Senhor não constrói 22 1, 8 | Constituições.~Os Noviços que iniciam sua vida no Instituto 23 1, 8 | Províncias e em Distritos que agrupam as casas. Cada Província, 24 1, 9 | Espírito de Jesus ressuscitado que nos , como cristãos da 25 1, 10 | Igreja o espírito de Maria que nos é comum.~~ 26 2, 11 | falar-lhes ao coração 28. Aqueles que o escutam, ele os põe à 27 2, 11 | assim uma aliança de amor em que Deus se ao homem e o 28 2, 11 | o homem a Deus, aliança que a Escritura compara a esponsais 30.~ 29 2, 11 | no coração dessa aliança que se situa a dinâmica da consagração.~~ 30 2, 15 | 15. A Deus, que nos consagra pelo ministério 31 2, 15 | 2 A Província garante o que é necessário aos Irmãos. 32 2, 16 | Testemunhamos assim a força da graça que nos desapega desses valores 33 2, 16 | valores e denunciamos aquilo que, nas relações humanas, se 34 2, 17 | devotamo-nos inteiramente à tarefa que a obediência nos confia, 35 2, 17 | a Igreja. Cuidamos para que nossa ação apostólica, procedendo 36 2, 18 | singular, a mãe de todos os que se consagram a Deus47.~Consagrados 37 2, 18 | Consagrados a Maria, e certos de que ela intercede por nossa 38 2, 18 | vocação.~Nosso Fundador, que tanto aprendeu de Maria, 39 2, 18 | vida nos lembra o ideal que propunha aos seus primeiros 40 2, 19 | bom, capaz de suscitar o que de melhor no coração 41 2, 19 | melhor no coração daqueles que encontra.~~ 42 2, 21 | casta54. Ela é a mulher que, por primeiro, viveu a virgindade 43 2, 21 | disponível, acolhemos os jovens que nos são confiados. Maria 44 2, 22 | advento de um mundo novo em que Deus será tudo em todos58.~ 45 2, 22 | pode orientar as pessoas que, por circunstâncias da vida, 46 2, 22 | total de si mesmos àqueles que o Senhor chama à vida consagrada.~~ 47 2, 23 | exprime-se também na acolhida aos que nos procuram.~O amor para 48 2, 23 | caridade59. Nos momentos em que a solidão do celibato nos 49 2, 24 | à amizade, graça de Deus que empresta um rosto humano 50 2, 24 | consagrados, amamos aqueles que encontramos, como irmãos 51 2, 24 | do Senhor, embora sabendo que ele pode satisfazer nossa 52 2, 24 | duplo escolho; esquecer que o voto é um apelo a amar, 53 2, 24 | exercitar a prudência; é ela que deve guiar nossas relações, 54 2, 24 | nossas relações, a fim de que nossas amizades sejam coerentes 55 2, 24 | comunicamos ao Superior a situação que nos causa dificuldade.~ ~ 56 2, 25 | abrimo-nos à ação de Cristo, que cura nossas feridas, liberta-nos 57 2, 26 | cristã, pelas renúncias62 que supõe, ajuda-nos a atingir 58 2, 26 | amor.~Buscamos os meios que favorecem nosso equilíbrio 59 2, 27 | misericordioso para com aqueles que a sociedade rejeita.~O celibato, 60 2, 27 | toda sua plenitude.~Sabendo que a castidade é fruto do Espírito 61 2, 28 | seu amor por nós, Cristo, que de rico fez-se pobre, 67 62 2, 28 | fez-se pobre, 67 nos impele a que participemos de sua pobreza. 63 2, 28 | bem-aventurados. Consciente de que tudo recebeu do Pai, livremente 64 2, 29 | acrescentar ao patrimônio o que ele pode render; mas cedemos 65 2, 29 | membro do Instituto, e o que receber a título de aposentadorias, 66 2, 29 | Instituto (c 668,3).~29.7. O que o Irmão recebe por seus 67 2, 29 | então ao Irmão Provincial que, com seu parecer e o de 68 2, 29 | O Irmão recusa vantagens que lhe são oferecidas a título 69 2, 29 | também propor outras normas que julgue necessárias ou úteis 70 2, 30 | revela-nos o coração de Maria que, com os pobres de Israel, 71 2, 30 | todas as formas de desapego que Deus lhe pede76.~Com ela, 72 2, 30 | pede76.~Com ela, deixamos que se desfaçam, progressivamente, 73 2, 30 | vontade purificadora do Senhor que molda em nós um coração 74 2, 31 | recorrer sem cessar à oração que reanima a coragem e a confiança. 75 2, 31 | Coloca-nos na paz do pobre que se abandona à Providência 76 2, 32 | aparece também na simplicidade que deve marcar nosso modo de 77 2, 32 | talentos, partilhemos79 o que somos e o que temos, especialmente 78 2, 32 | partilhemos79 o que somos e o que temos, especialmente nosso 79 2, 32 | avalia periodicamente o uso que faz de seus bens. Examina 80 2, 32 | residência, a fim de ver em que grau testemunha a pobreza 81 2, 32 | pequenos trabalhos manuais que se apresentam em nossas 82 2, 33 | prova, sempre atual, de que a permite todas as audácias.~ 83 2, 33 | as situações de pobreza que nos oferecem ocasião de 84 2, 34 | nossa preferência, onde quer que estejamos e qualquer que 85 2, 34 | que estejamos e qualquer que seja nosso trabalho. Gostamos 86 2, 34 | dos lugares e das casas que nos permitem partilhar a 87 2, 34 | responsáveis no uso dos bens que devemos partilhar com os 88 2, 34 | aumentar, se possível, o que a Província está realizando 89 2, 35 | renuncia-mos aos privilégios que sufocam a liberdade evangélica.~ 90 2, 35 | a alegria prometida aos que têm um coração de pobre89.~~ 91 2, 36 | fazer a vontade daquele que o enviou91. Assume a condição 92 2, 36 | para nós o exemplo perfeito que procuramos seguir. Movidos 93 2, 37 | aos Superiores legítimos que ocupam o lugar de Deus, 94 2, 38 | seu convite: "Fazei tudo o que ele vos disser"98. Dela 95 2, 39 | fundamento da obediência100 que nos torna disponíveis para 96 2, 39 | disponíveis para a tarefa que o Instituto nos confia101.~~ 97 2, 40 | recíproca, conforme a graça que recebemos e a função que 98 2, 40 | que recebemos e a função que exercemos.~ ~40.1. Ouvimos 99 2, 41 | próprio de ver, para aceitar o que a comunidade, de acordo 100 2, 42 | entregando-se ao Senhor que lhe confia tal missão, aceita-a 101 2, 45 | poder116 e as ideologias que violam os direitos da pessoa 102 2, 46 | de fidelidade dos Irmãos que nos precederam.~Pelo caminho, 103 2, 46 | caminho, pode acontecer que sintamos a dúvida, a tibieza, 104 3, 47 | comunitária. O Pai quer que todos os homens formem uma 105 3, 47 | comunidade apostólica; rezou para que sejamos um, como ele e o 106 3, 47 | unidade manifesta assim que Deus é amor e que esse amor, 107 3, 47 | assim que Deus é amor e que esse amor, derramado em 108 3, 47 | Santo, 123 é mais forte do que nossas limitações humanas.~~ 109 3, 48 | fazendo-nos compreender melhor que formamos o Corpo de Cristo125.~ 110 3, 49 | eles. "Sabem", dizia-lhes, "que respiro por vocês, que 111 3, 49 | que respiro por vocês, que não bem verdadeiro que 112 3, 49 | que não bem verdadeiro que eu não peça a Deus cada 113 3, 49 | não peça a Deus cada dia e que não esteja disposto a proporcionar-lhes 114 3, 49 | como Jesus Cristo os amou. Que não haja senão um coração 115 3, 51 | inteligência do coração que sabe reconhecer o coirmão 116 3, 52 | pela animação do Superior que a comunidade permanece unida 117 3, 54 | a assistência espiritual que seu estado exige.~Por sua 118 3, 54 | e em Maria. Lembra-se de que por seus sofrimentos, unidos 119 3, 54 | completa em sua carne o que falta aos sofrimentos do 120 3, 56 | profundo e mais delicado o amor que nutrimos por nossos familiares.~ ~ 121 3, 57 | primordialmente na oração que essa comunidade se constrói 122 3, 57 | coirmãos. Ela unifica o que constitui a trama cotidiana 123 3, 57 | principalmente na Eucaristia que a oração da comunidade encontra 124 3, 58 | plenamente na comunidade para que cresça a caridade.~ ~58. 125 3, 60 | tomamos consciência de que a comunidade precisa de 126 3, 60 | construir-se.~Apreciamos o silêncio que nos abre à compreensão, 127 3, 60 | fixamos os momentos em que o silêncio deve ser respeitado 128 3, 61 | vida em comum.~Qualquer que seja o tipo de residência 129 3, 61 | o crucifixo, ou um traje que identifique nosso estado 130 3, 62 | comunidade marista acolhe aqueles que a procuram como se recebesse 131 3, 63 | sinal de unidade para os que nos vêem viver155.~Entretanto, 132 3, 63 | de nossa vida.~Por isso é que rezamos sempre para, apesar 133 4, 64 | do desígnio de salvação que deve cumprir, ele lhe comunica 134 4, 65 | escuta do Espírito Santo, que nos introduz na intimidade 135 4, 65 | ficarmos atentos ao Espírito que habita em nós162 e reza 136 4, 68 | sua profunda fazia com que percebesse quase que sensivelmente 137 4, 68 | com que percebesse quase que sensivelmente a presença 138 4, 68 | muitas vezes sobre a oração que chamava de "o ponto capital"174. 139 4, 69 | cada vez mais com Jesus179 que se oferece continuamente 140 4, 69 | 69.1. Nos dias em que não temos missa, realizamos 141 4, 69 | 69.2. É muito desejável que, no domingo, participemos 142 4, 70 | sua presença entre aqueles que se reúnem em seu nome181.~ 143 4, 70 | participamos da intercessão que o Filho apresenta ao Pai184.~ 144 4, 70 | testemunho para aqueles que rezam conosco.~Laudes constituem 145 4, 70 | oração e utilizamos os meios que a facilitem.~70. 3. Ocasionalmente, 146 4, 71 | trabalho apostólico exige que estejamos intimamente unidos 147 4, 71 | intimamente unidos ao Deus que nos envia186.~Na oração, 148 4, 71 | para continuar a ação a que Jesus nos chama. Esta, por 149 4, 71 | angústias e esperanças daqueles que Deus coloca em nosso caminho.~ 150 4, 71 | apesar das dificuldades que nela podemos encontrar188. 151 4, 71 | comunidade propiciar condições que ajudem seus membros a aproveitar 152 4, 75 | Irmão Francisco, aos Irmãos que nos precederam, aos membros 153 4, 77 | e refletindo-se sobre os que nos cercam.~ Cada um de 154 5, 79 | presente por seu Espírito, para que prossiga sua obra: revelar 155 5, 81 | encarna zelo apostólico que sabe dar respostas adequadas 156 5, 81 | acredita primeiro na oração que torna dócil o coração dos 157 5, 81 | importantes da pedagogia Marista que ele assim resume: "Para 158 5, 83 | Apresentamos-lhes o Cristo, a Verdade que liberta, 229 ele que chama 159 5, 83 | Verdade que liberta, 229 ele que chama a cada um pelo nome. 160 5, 83 | disponíveis ao Espírito Santo que nos interpela através das 161 5, 83 | realidades de suas vidas e que nos impulsiona a ações corajosas.~~ 162 5, 84 | para obter o primeiro sinal que suscita a dos discípulos. 163 5, 85 | necessidades da Igreja local a que a Província pode atender. 164 5, 85 | Conselho, toma as decisões que se impõem (c 677,1; cf. 165 5, 85 | práticos necessários às tarefas que o Instituto lhe confia.~ ~ 166 5, 86 | apostólicos de jovens, 239 que constituem complemento à 167 5, 86 | Dados os laços profundos que existem entre a evangelização 168 5, 86 | humana, 240 ajudamos os que passam necessidades e cooperamos 169 5, 86 | mundo.~ ~86.1. Os jovens que nos são confiados recebem 170 5, 86 | e as aspirações daqueles que catequizamos, sua linguagem 171 5, 86 | aproveitam sempre as ocasiões que se apresentam para anunciar 172 5, 87 | uma proposta educativa em que se harmonizam , cultura 173 5, 87 | Abertas a todas as famílias que aceitam a proposta educativa, 174 5, 87 | leva em conta, sobretudo, o que se refere aos movimentos 175 5, 87 | consciências para os problemas que afetam a sociedade. Leva-mos 176 5, 87 | de atividades caritativas que os ponham em contato com 177 5, 88 | apostólica. ~ Ao mesmo tempo que educadores, mostramo-nos 178 5, 88 | alunos. Esforçando-nos para que reine na escola clima de 179 5, 88 | Conselho, estabelece um plano que leve em conta situações 180 5, 88 | pedagógicas, notadamente as que dizem respeito à utilização 181 5, 89 | Fazemos o possível para que se estabeleça diálogo me 182 5, 89 | se estabeleça diálogo me que Deus possa fazer-se ouvir. 183 5, 89 | 248.~ ~89. 1. O Irmão que trabalha em obras de que 184 5, 89 | que trabalha em obras de que o Instituto não tem a responsabilidade 185 5, 90 | 90. Deus quer que todos os homens sejam salvos 186 5, 90 | exemplo do Padre Champagnat250 que afirmava: "Todas as dioceses 187 5, 91 | Os Irmãos missionários, que o Senhor envia a levar a 188 5, 91 | contribuem para nelas purificar o que estiver em desacordo com 189 5, 91 | integração nos países a que são enviados255. Como Maria, 190 5, 91 | Distrito. É através deles que o enraizamento da vida marista 191 5, 91 | escolha judiciosa dos Irmãos que para ela são enviados.~91. 192 5, 91 | marista deve ser informado de que pode tornar-se missionário.~ 193 6, 92 | homem um desígnio de amor256 que lhe revela através de chamados257 194 6, 93 | jovens podem encontrar clima que facilite sua resposta ao 195 6, 95 | O Instituto zela para que seja sólida, adaptada à 196 6, 96 | 96. Aos jovens que nos procuram, propomos que 197 6, 96 | que nos procuram, propomos que aprofundem sua experiência 198 6, 96 | estruturas convenientes para que percebam melhor o chamado 199 6, 97 | ocupará com estudos e encargos que não sirvam diretamente para 200 6, 100| noviciado inválido. A ausência que ultrapassar quinze dias, 201 6, 100| é estabelecida num local que permita atingir a finalidade 202 6, 101| períodos, é preciso cuidar para que: ~ ) o gênero de trabalho 203 6, 101| noviço; ~) a comunidade que recebe o noviço compreenda 204 6, 102| de vida. Expõe os motivos que o levam a dar-se a Deus, 205 6, 104| 104. A primeira etapa que segue o noviciado é orientada 206 6, 104| nenhum trabalho nem função que possa prejudicar sua formação. 207 6, 104| c 660,2).~104.3. O Irmão que prossegue sua formação numa 208 6, 104| formação numa Província que não a própria conforma-se 209 6, 105| Provincial pode nomear um Irmão que não o Superior local para 210 6, 105| esta etapa. A comunidade que o acolhe deve sentir-se 211 6, 107| perseverança e discrição os que lhes são confiados.~~ 212 6, 108| atualização periódica, a fim de que possam bem desempenhar sua 213 6, 108| quaisquer responsabilidades que os impeçam de cumprir sua 214 6, 109| formação necessária aos Irmãos que exercem encargos de autoridade.~ 215 6, 110| adultos em Cristo284. Eis por que a necessidade de uma formação 216 7, 111| candidatos recebem aqueles que dão sinais de autêntico 217 7, 112| Noviciado. Ele se certifica de que o postulante goza de saúde 218 7, 113| profissão temporária, requer-se que: ~ ) o noviço tenha pelo 219 7, 113| professo temporário, os Irmãos que o conhecem, especialmente 220 7, 113| um membro do Instituto que, tendo feito o noviciado 221 8, 115| dificuldades ou as tentações que podem aparecer no decurso 222 8, 115| questionar nossa vocação. O Irmão que as enfrenta com e generosidade 223 8, 116| Irmão professo temporário que, ao final de sua profissão, 224 8, 116| refletido e rezado289.~ Aquele que, por razão grave, pede para 225 8, 116| ao Irmão Superior Geral que o transmite à Santa , 226 8, 116| Conselho292.~ ~116.1. O Irmão que resolve sair do Instituto 227 8, 116| decorrentes da profissão, a menos que, no momento da notificação, 228 8, 117| 117. Quanto ao que diz respeito à separação 229 8, 117| situação ao Irmão Provincial que, com seu Conselho, decide 230 8, 117| seu Conselho, decide de que modo a Província pode ajudá-lo.~ 231 8, 117| caridade para com aquele que o abandona. Embora o Irmão 232 9, 118| princípio de unidade e de paz, que se fez servo297. Cristo 233 9, 118| santificar e governar, a fim de que cada um realize o desígnio 234 9, 118| serviço da autoridade299 que une o esforço dos Irmãos, 235 9, 119| governo tomam as decisões que são de sua competência, 236 9, 120| pertença do Instituto a Maria, que fez tudo entre nós, 302 237 9, 120| a disponibilidade total que não é atitude passiva, mas 238 9, 120| compromisso responsável.~ Aqueles que nos governam deixam-se guiar 239 9, 124| Superiores têm um Conselho que devem reunir periodicamente. 240 9, 124| Estatutos mencionam os casos em que agem colegiadamente com 241 9, 125| Províncias e em Distritos que são erigidos pelo Irmão 242 9, 125| de estabelecer estatutos que, quando necessário, serão 243 9, 127| com interesses comuns, mas que não reúnem as condições 244 9, 128| ao Irmão Superior Geral, que a une à Igreja universal.~~ 245 9, 129| poderá pedir uma exceção que será submetida à decisão 246 9, 130| compromissos. Com eles discerne o que favorece a adaptação de 247 9, 133| condições e da mesma maneira que o Irmão Superior Geral. ~ 248 9, 135| designará o Conselheiro que os substitua (c 629).~ ~ 249 9, 136| chamados Conselheiros Gerais, que fazem comunidade com o Irmão 250 9, 136| número de Conselheiros Gerais que deve eleger, no mínimo quatro, 251 9, 137| Geral para todas as tarefas que lhes confiar. Este os consulta 252 9, 137| comunidade do Instituto que não a do Noviciado, sob 253 9, 137| religioso experimentado que exercerá a função de Mestre 254 9, 137| e de objetos preciosos, que ultrapassem o montante fixado 255 9, 137| 1.3); ~13º) outros casos que exigiriam o consentimento 256 9, 137| fixação do montante máximo que uma Província ou um Distrito 257 9, 137| dos Estatutos das casas que dependem da Administração 258 9, 138| à comissão preparatória que as transmite aos capitulares. ( 259 9, 139| assuntos de maior importância que dizem respeito à natureza, 260 9, 140| será de 15 Irmãos a mais do que o total dos membros de direito. 261 9, 140| Delegados a eleger na Unidade que aparece em primeiro lugar. 262 9, 140| assim recomeçando, até que o número de Delegados seja 263 9, 141| perpétuos, salvo aqueles que se encontram em situação 264 9, 142| temporários e perpétuos, salvo os que se encontram exclaustrados 265 9, 143| Provincial providencia para que sejam enviados no tempo 266 9, 143| Administração geral. Cuida que sejam bem conservados os 267 9, 148| Provincial é um grupo de Irmãos que, com o Irmão Provincial, 268 9, 149| escolhe o Vice-Provincial, que o substitui eventualmente.~ 269 9, 149| aos Conselheiros, sempre que possível alguns dias antes 270 9, 149| Conselheiro, é convocado sempre que o Conselho tratar de assuntos 271 9, 150| Estabilidade, autorização que deve ser confirmada pelo 272 9, 151| Estatutos mencionam os casos em que seu desempenho é de ordem 273 9, 151| estabelecer as Normas da Província que deverão ser aprovadas pelo 274 9, 151| informa o Irmão Superior Geral que indicará como eleger os 275 9, 151| Durante esse tempo, os poderes que são da competência do Capítulo 276 9, 151| dos assuntos importantes que dizem respeito à Província. 277 9, 151| Província. Essa Assembléia, que é consultiva, não substitui 278 9, 152| decidir, ele mesmo, assuntos que não podem ficar em suspenso ( 279 9, 152| por mês.~152.8. Cada vez que for útil, os Irmãos interessados 280 9, 153| 153.1. É desejável que, após vários mandatos consecutivos, 281 9, 154| situações, pode ser vantajoso que a função de Superior da 282 9, 154| espírito apostólico da obra de que têm o encargo. Providenciam 283 9, 154| ostentação, cuidam para que a simplicidade marista seja 284 9, 154| comunidade. Devem lembrar-se de que suas decisões poderiam comprometer 285 10, 155| interesses do Instituto, convém que este, as Províncias e os 286 10, 156| do Instituto zelam para que todos os nossos auxiliares 287 10, 156| com as leis do país e para que se beneficiem das vantagens 288 10, 158| de governo, é o Superior que, segundo as diretivas gerais 289 10, 158| determina o montante máximo que uma Província, ou um Distrito 290 10, 158| 10).~158.2. As economias que as obras e as comunidades 291 10, 160| nomeia três Irmãos, ou mais, que, junto com o Irmão Ecônomo 292 10, 160| ao Irmão Superior Geral, que, antes de decidir, inteira-se 293 10, 161| outras pessoas competentes que, com o Irmão Ecônomo Provincial, 294 10, 161| casas e define a data em que a prestação de contas deve 295 10, 161| diversas casas, no caso em que estas não sejam propriedade 296 10, 161| 11).~161.12. A Província que contraiu dívidas e obrigações, 297 10, 161| saldá-las ( c639, 1). O Irmão que contrai dívidas ou outras 298 10, 161| Irmão Ecônomo Provincial que acompanha os trabalhos de 299 10, 161| Antes de executar projeto que envolva quantia importante, 300 10, 161| 8).~161.15. As reformas que modificam consideravelmente 301 10, 162| Provincial.~162.5. Nos caos em que o contrato tenha sido passado 302 11, 163| do Instituto. Vitalidade que se manifesta por nossa fidelidade 303 11, 164| apostólico encorajam aqueles que nos cercam, mais particularmente 304 11, 164| Instituto, é um movimento que reúne pessoas atraídas pela 305 11, 165| mais fracos359. Razão por que o Instituto inteiro se preocupa 306 11, 165| comunicação escrita relativa aos que fazem profissão no Instituo 307 11, 166| Suplicamos ao Espírito Santo que remova os obstáculos que 308 11, 166| que remova os obstáculos que nos impedem de acolhê-lo 309 11, 167| 167. A experiência ensina que a vitalidade de uma família 310 11, 169| Aprovadas pela Santa , que é o intérprete autêntico, 311 11, 169| maioria absoluta, exceto os que traduzem as obrigações do 312 11, 170| 170. Atingindo a idade em que percebemos melhor a harmonia 313 11, 170| pertença à família religiosa que nos nutriu de sua vida, 314 11, 170| vocações, a fazer tudo o que estiver a nosso alcance 315 11, 170| autorização ao Irmão Provincial, que informa o Irmão Superior 316 11, 170| emitido durante uma Eucaristia que congregue toda a comunidade. 317 11, 170| vosso Corpo e vosso Sangue que vou receber, rogo-vos aceiteis 318 11, 170| rogo-vos aceiteis o voto que acabo de fazer".~ ~ 319 Apend | 124)~~É sempre o Superior que pratica o ato jurídico. 320 Apend | de seu Conselho, a menos que tenha sérias razões. Salvo 321 Apend | Quando o Direito prescreve que o Superior precisa do consentimento 322 Apend | Superior não vota, dado que está pedindo o consentimento 323 Apend | Quando o Direito prescreve que o Superior age colegiadamente 324 Testam | redigir, de acordo com o que acredito ser mais conforme 325 Testam | muito humildemente àqueles que eu poderia ter ofendido 326 Testam | modo, embora desconheça que tenha voluntariamente ofendido 327 Testam | minhas para obter de Deus que ele se digne esquecer os 328 Testam | união com todos os membros que a compõem, especialmente 329 Testam | especialmente com todos os Irmãos que o bom Deus tinha confiado 330 Testam | confiado à minha solicitude e que foram sempre tão caros ao 331 Testam | caros ao meu coração.~Desejo que uma inteira e perfeita obediência 332 Testam | entre os Irmãos de Maria; que os inferiores encarem nos 333 Testam | vontade e ao próprio critério. Que eles se lembrem de que o 334 Testam | Que eles se lembrem de que o religioso obediente contará 335 Testam | obediente contará vitórias e de que a obediência é que é principalmente 336 Testam | e de que a obediência é que é principalmente a base 337 Testam | mas também a todos aqueles que forem propostos para dirigi-los 338 Testam | Compenetrar-se-ão desta verdade de , que o superior representa Jesus 339 Testam | representa Jesus Cristo, e que deve ser obedecido quando 340 Testam | alma e por toda afeição que tendes por mim, que procedais 341 Testam | afeição que tendes por mim, que procedais sempre de tal 342 Testam | procedais sempre de tal modo que a santa caridade se mantenha 343 Testam | como Jesus Cristo vos amou. Que não haja entre vós senão 344 Testam | coração e um mesmo espírito. Que se possa dizer dos Pequenos 345 Testam | Desejo, meus caros Irmãos, que esta caridade que vos deve 346 Testam | Irmãos, que esta caridade que vos deve unir todos juntos 347 Testam | ninguém, sobretudo daqueles que o bom Deus chama a trabalhar 348 Testam | Superior único e geral, desejo que vossos corações e vossos 349 Testam | pressurosamente todas as vezes que a isso fordes solicitados. 350 Testam | submissão, desejo igualmente que o Superior Geral encontre 351 Testam | todo o ardor de meu coração que persevereis fielmente no 352 Testam | digníssimo esposo. Vós sabeis que ele é um dos nossos primeiros 353 Testam | anjos da guarda dos alunos que vos são confiados: rendei 354 Testam | jamais faltar ao voto sagrado que vos liga à mais bela e à 355 Testam | diante de Deus, lembrar-se de que a gente viveu sob os auspícios 356 Testam | Jesus e Maria, esperando que nos possamos reunir todos


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