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285 para
274 em
Instituto dos Irmãos Maristas das Escolas
ou Pequenos Irmãos de Maria
Constituições e Estatutos (FMS)

IntraText - Concordâncias

da
    Capitolo, Capoverso
1 Dedic | celebrativo do primeiro centenário da chegada dos Irmãos em terras 2 Apres | melhor esse desafio na medida da consciência que tivermos 3 Decr | comunidade fraterna, a exemplo da família de Nazaré; eles 4 Abrev | Referências à Tradução Ecumênica da Bíblia (TEB).~ ~2. Documentos 5 Abrev | TEB).~ ~2. Documentos da Igreja: ~ ~AA Apostolicam 6 Abrev | a atividade missionária da Igreja - Vaticano II).~~ 7 Abrev | VI, (Renovação adaptada da Vida Religiosa, 1971).~~ 8 1, 1 | Considera-o como um ramo da Sociedade de Maria 3. A 9 1, 2 | às situações de pobreza da juventude.~Sua e desejo 10 1, 5 | nossos talentos a serviço da Igreja e do mundo, fazendo 11 1, 7 | nos mistérios do Presépio, da Cruz e do Altar 20. Somente 12 1, 9 | apostólica coordenada e o serviço da autoridade em todos os níveis.~ 13 1, 9 | que nos , como cristãos da primitiva Igreja, a graça 14 1, 10 | colaboramos na pastoral da Igreja local.~Como Marcelino 15 1, 10 | ensinamento e às diretivas da Igreja.~Conforme o desejo 16 1, 10 | diversas famílias oriundas da Sociedade de Maria com as 17 2, 11 | que se situa a dinâmica da consagração.~~ 18 2, 14 | participantes, a título novo, da vida, santidade e missão 19 2, 14 | vida, santidade e missão da Igreja, esposa de Cristo40.~ 20 2, 15 | consagra pelo ministério da Igreja, respondemos pela 21 2, 15 | o retiro anual ou no dia da Assunção, ou então por ocasião 22 2, 16 | Testemunhamos assim a força da graça que nos desapega desses 23 2, 18 | as alegrias e provações da vida. Ao lado de Jesus, 24 2, 18 | confiança no Pai, até oda cruz. Na glória de Cristo 25 2, 19 | causa do Reino. Quis nascer da Virgem Maria e viver consagrado 26 2, 21 | nossa vez, sinais vivos da ternura do Pai. De coração 27 2 | No mistério da Igreja~~ 28 2, 22 | profundamente no mistério da Igreja.~Os esposos cristãos 29 2, 22 | que, por circunstâncias da vida, não puderam se casar. 30 2, 24 | consagrada e não nos afastem da oração, do apostolado ou 31 2, 24 | oração, do apostolado ou da comunidade. Se necessário, 32 2, 25 | temperamentos e as etapas da vida.~Nas tentações e lutas, 33 2, 25 | egoístas, torna-nos filhos da ressurreição61. Valemo-nos, 34 2, 25 | ressurreição61. Valemo-nos, também da direção espiritual e do 35 2, 25 | espiritual e do sacramento da reconciliação, fontes de 36 2, 26 | Conformamos nossa conduta à voz da consciência delicada. Unidos 37 2, 26 | aceitamos as provações da vida. Purificamos nosso 38 2, 26 | psicológicas nos domínios da sexualidade, da afetividade 39 2, 26 | domínios da sexualidade, da afetividade e das relações 40 2, 27 | respeito às pessoas, a pureza da vida, o amor misericordioso 41 2, 27 | intercessão de Maria, o dom da castidade. Continuamos fiéis 42 2, 29 | espécie, o Irmão precisa da autorização do Superior.~ 43 2, 29 | do Superior.~29.3. Antes da profissão, o noviço deve, 44 2, 29 | c 668,1).~29.4. Antes da profissão perpétua, o Irmão 45 2, 29 | modificar esses atos, precisa da licença do Irmão Provincial 46 2, 29 | ao Instituto. As normas da Província, de acordo com 47 2, 29 | necessárias ou úteis à prática da pobreza, levando em conta 48 2, 30 | pessoas simples de Nazaré75. Da Anunciação ao Calvário, 49 2, 31 | aceitação de nossas limitações e da ajuda dos outros.~Faz-nos 50 2, 34 | evangelizam.~Guiados pela voz da Igreja, 85 de acordo com 51 2, 34 | contato com a realidade da vida cotidiana dos mesmos.~ 52 2, 34 | trabalhar pela promoção da justiça.~ ~34.1. No início 53 2, 34 | Faz também uma avaliação da aplicação das normas provinciais 54 2, 36 | aprende, sofrendo, o preço da obediência93. Ressuscitado, 55 2, 36 | buscamos em tudo o cumprimento da vontade do Pai, unindo-nos 56 2, 38 | Maristas, aprendemos na escola da Serva do Senhor e responde-mos 57 2, 39 | espírito de como fundamento da obediência100 que nos torna 58 2, 40 | mediações figuram a hierarquia da Igreja, 103 e nossa família 59 2, 40 | Ouvimos a voz dos pastores da Igreja e agimos de acordo 60 2 | Obediência da comunidade~~ 61 2, 43 | exige espírito de , escuta da Palavra, fidelidade ao carisma 62 2, 44 | participa das atividades da comunidade, pondo seus dotes 63 2, 44 | dotes a serviço de todos e da missão apostólica112.~Vivenciamos 64 2, 44 | Vivenciamos o mistério da obediência através dos acontecimentos 65 2, 44 | de Deus113. A aceitação da morte será nosso último 66 2 | Anúncio profético da obediência.~~ 67 2, 45 | 45. O exercício da obediência evangélica é 68 2, 45 | disponibilidade para a missão da Igreja. Torna-nos fortes 69 2, 45 | ideologias que violam os direitos da pessoa ou qualificam de 70 2, 46 | de nossos Irmãos.~Certos da fidelidade de Deus, 120 71 3, 47 | amor trinitário é a fonte da vida comunitária. O Pai 72 3, 48 | 48. A exemplo da comunidade dos Apóstolos, 73 3, 48 | presença de Maria, 124 Mãe da Igreja. Ela nos ajuda a 74 3, 48 | atentos às necessidades da comunidade e do mundo. Como 75 3, 49 | O Padre Champagnat fez da comunidade dos primeiros 76 3, 49 | aprofundavam o sentido da fraternidade, da dedicação 77 3, 49 | sentido da fraternidade, da dedicação e da abnegação 78 3, 49 | fraternidade, da dedicação e da abnegação a serviço dos 79 3, 49 | acolhida solícita aos coirmãos da Província e do Instituto; ~ 80 3, 49 | de limpeza e conservação da residência e da propriedade; ~ 81 3, 49 | conservação da residência e da propriedade; ~5. participamos 82 3, 50 | Senhor, são fator de união da comunidade marista. A castidade, 83 3, 50 | a busca e o cumprimento da vontade de Deus.~ ~50.1. 84 3, 50 | corresponsabilidade na procura da vontade de Deus. O Capítulo 85 3, 50 | com a situação concreta da comunidade. Leva em conta 86 3, 50 | em conta as prioridades da província, indicadas pelo 87 3, 52 | representa o Cristo no seio da comunidade137. Sua presença 88 3 | Os membros da comunidade~~ 89 3, 55 | um Irmão, cada comunidade da Província manda celebrar 90 3, 56 | terminadas pelas Normas da Província, levando em conta 91 3, 56 | culturas e as exigências da vida religiosa Marista ( 92 3, 57 | elemento essencial à vida da comunidade marista. Reunida 93 3, 57 | Eucaristia que a oração da comunidade encontra sua 94 3, 58 | é evangelizadora no seio da Igreja local. Além disso, 95 3, 58 | as atividades apostólicas da comunidade respeitam as 96 3, 58 | respeitam as prioridades da Província e a preferência 97 3, 59 | Irmãos e os aspectos penosos da vida em comum, inevitáveis 98 3, 60 | determina a periodicidade da reunião comunitária. Esta 99 3, 60 | fraterna. Conforme as Normas da província, a comunidade 100 3, 61 | responder às necessidades da vida em comum.~Qualquer 101 3, 61 | sua inserção, os locais da comunidade serão sempre 102 3, 61 | parte deve ser exclusiva da comunidade, a fim de preservar 103 3, 61 | oratório. É o lugar habitual da oração comunitária. A presença 104 3, 61 | eucarística faz dele o centro da comunidade (c 608).~61.3. 105 3, 61 | Instituto laical. As Normas da província especificarão 106 4, 65 | nos introduz na intimidade da Trindade e nos permite exclamar 107 4, 66 | apelos de nossos Irmãos, da Igreja e do mundo164 alimentam 108 4, 67 | modelo de oração. Virgem da Anunciação, acolhe a palavra 109 4, 67 | do Filho com as palavras da Escritura168. Em Caná, 169 110 4, 69 | realizamos uma celebração da Palavra durante a qual comungamos 111 4, 70 | criação, e participamos da intercessão que o Filho 112 4, 70 | Laudes constituem a oração da manhã, e Vésperas, a da 113 4, 70 | da manhã, e Vésperas, a da tarde.~ ~70. 1. Fiéis à 114 4, 70 | 2. Zelamos pela animação da oração e utilizamos os meios 115 4, 71 | em nosso caminho.~Certos da ternura do Pai, perseveramos 116 4, 71 | durante o dia, pelo exercício da presença de Deus189.~ ~ 117 4, 71 | aproveitar do tempo diário da meditação.~71.2. Ao longo 118 4, 72 | o sentido do sacramento da reconciliação, recebido 119 4, 73 | provações de certas etapas da vida.~ O retiro anual193 120 4, 74 | Nosso culto marial, como o da Igreja, 194 exprime-se pelo 121 4, 74 | pela oração e pelo estudo da doutrina marial. Suas principais 122 4, 74 | conforme as orientações da Igreja197.~ ~74.1. Tomamos 123 4, 74 | festas mariais no espírito da liturgia.~74.2. Celebramos 124 4, 75 | dado à Igreja um apóstolo da juventude.~Nosso amor ao 125 4, 76 | respeito e confiança" aos anjos da guarda201.~Veneramos os 126 4, 77 | férias e de certos períodos da vida - doença, velhice - 127 5, 78 | seus irmãos até o dom total da vida210. Morrer para congregar 128 5, 79 | do Deus-amor e o sentido da vida.~Pelo batismo e a confirmação, 129 5, 80 | comunhão com os Pastores da Igreja local217 e em colaboração 130 5, 81 | são elementos importantes da pedagogia Marista que ele 131 5, 84 | sofrimento e na humilhação da cruz, antes de assumir seu 132 5, 84 | seu papel de mãe no seio da Igreja231.~Orientamos o 133 5, 85 | fundação, faz do anúncio direto da Palavra de Deus elemento 134 5, 85 | dedicamo-nos, pelo Reino, a serviço da pessoa humana.~Os Irmãos 135 5, 85 | engajamentos às necessidades da Igreja e da sociedade requer 136 5, 85 | necessidades da Igreja e da sociedade requer discernimento 137 5, 85 | discerne quais as necessidades da Igreja local a que a Província 138 5 | A serviço da evangelização~~ 139 5, 86 | cooperamos com os construtores da justiça e da paz no mundo.~ ~ 140 5, 86 | construtores da justiça e da paz no mundo.~ ~86.1. Os 141 5, 86 | responder às necessidades da Igreja local.~ ~ 142 5, 87 | apostólicos e à educação da : catequese, oração, sacramentos.~ 143 5, 87 | Ensinamos a doutrina social da Igreja e despertamos as 144 5, 88 | leigos245 e outros membros da comunidade educativa. Por 145 5, 88 | cooperação no andamento da escola. Aconselhamo-nos, 146 5, 88 | a se engajar no serviço da Igreja e do mundo.~ ~88. 147 5, 88 | de comunicação a serviço da educação (cf. 151.2).~ ~ 148 5, 89 | de leigos, participamos da educação integral do homem 149 5, 89 | contribuímos para a construção da sociedade e do Reino de 150 5, 89 | Deus trabalhando a serviço da cultura iluminada pela 248.~ ~ 151 5, 90 | novas Igrejas são objeto da solicitude do Instituto. 152 5, 90 | onde as necessidades da população reclamam um serviço 153 5, 91 | deles que o enraizamento da vida marista numa cultura 154 5, 91 | Instituto. As exigências da vida missionária impõem 155 6, 93 | os jovens no desabrochar da graça de seu batismo259 156 6, 93 | está aberta às necessidades da Igreja e organizada em sintonia 157 6, 94 | 94. Todos os Irmãos da Província empenham-se no 158 6, 94 | assumi-la263.~ Rogamos ao Senhor da messe envie operários do 159 6 | FINALIDADE GERAL DA FORMAÇÃO ~~ 160 6, 95 | dependem, em grande parte, da formação de seus membros266. 161 6, 95 | um é o artífice principal da própria formação.~ ~95. 162 6, 95 | execução, de acordo com o Guia da Formação (c 659,2; cf. 150. 163 6, 95 | formadores e animadores da pastoral vocacional é indispensável 164 6, 96 | encarregar-se mais diretamente da formação dos postulantes. 165 6, 96 | postulantes. Os outros Irmãos da comunidade participam ativamente 166 6, 97 | de iniciação à exigências da vida religiosa marista268. 167 6, 97 | objetivando o aprofundamento da e do conhecimento amoroso 168 6, 98 | leitura, meditação, partilha da Sagrada Escritura e pela 169 6, 98 | Escritura e pela celebração da Eucaristia, da Reconciliação 170 6, 98 | celebração da Eucaristia, da Reconciliação e da Liturgia 171 6, 98 | Eucaristia, da Reconciliação e da Liturgia das Horas.~ O acompanhamento 172 6, 99 | 99. Através da pessoa e da obra de Marcelino 173 6, 99 | 99. Através da pessoa e da obra de Marcelino Champagnat, 174 6, 99 | contribui para o equilíbrio da sua formação272. As Constituições, 175 6, 100| validade274.~ A ausência da casa do noviciado além de 176 6, 100| a finalidade desta etapa da formação; é simples e acolhedora, 177 6, 101| atividade apostólica, fora da comunidade do noviciado, 178 6, 101| ao menos três meses antes da primeira profissão. ~101. 179 6, 102| duração do retiro e o local da primeira profissão.~102. 180 6, 103| função das necessidades da Igreja e dos homens, adaptada 181 6, 104| em profundidade o ideal da consagração religiosa280.~ ~ 182 6, 105| apropriada. Participa plenamente da vida e da missão dessa comunidade.~ 183 6, 105| Participa plenamente da vida e da missão dessa comunidade.~ 184 6, 105| sua formação.~105.2. Antes da profissão perpétua, consagrar-se-á 185 6, 106| 106. Todos os Irmãos da Província demonstram interesse 186 6, 109| prosseguimento ou a atualização da formação espiritual, doutrinal 187 6, 109| aptidões e a missão apostólica da Província.~109.4. Os Centros 188 6, 109| tempos e às expectativas da Igreja.~109.5. O Centro 189 6, 110| vida à luz do Evangelho e da experiência adquirida; por 190 6, 110| Por fidelidade à missão da Igreja e à do Instituto, 191 7, 111| Os Irmãos encarregados da admissão dos candidatos 192 7, 111| segundo os critérios do Guia da Formação.~~ 193 7, 113| perpétua.~ ~113.1. Antes da profissão, o noviço, ou 194 7, 113| 113.2. Para a validade da profissão temporária, requer-se 195 7, 113| 113.3. Para a validade da profissão perpétua, além 196 7, 113| ocasião do pedido de renovação da profissão ou da incorporação 197 7, 113| renovação da profissão ou da incorporação definitiva 198 7, 113| os aspectos observáveis da vida pessoal, comunitária 199 7, 113| feito o noviciado ou, depois da profissão, tenha saído legitimamente.~ 200 7, 113| prova conveniente, antes da profissão temporária, e 201 7, 113| duração dos votos, antes da profissão perpétua (cf 690, 202 7 | Fórmula da Profissão~~ 203 7, 114| 114. A fórmula da profissão conterá os seguintes 204 8, 115| podem aparecer no decurso da vida não são em si mesmas 205 8, 116| o Instituto, no decurso da profissão temporária, pode 206 8, 116| justas razões, ser afastado da profissão seguinte, pelo 207 8, 116| as obrigações decorrentes da profissão, a menos que, 208 8, 116| a menos que, no momento da notificação, o Irmão tenha 209 9 | O serviço da autoridade~~ 210 9, 118| Igreja, exercendo o serviço da autoridade299 que une o 211 9, 119| engajamento na realização da missão do Instituto.~~ 212 9, 120| deixam-se guiar pelo espírito da Serva do Senhor304. A seu 213 9, 121| e compreensão no serviço da autoridade junto aos Irmãos.~ 214 9, 122| para o bem do Instituto e da Igreja. Reservam-se entretanto 215 9, 129| casas dependem diretamente da Administração Geral. Não 216 9, 129| tempo reservado ao serviço da Administração Geral, estão 217 9, 131| presentes321. No momento da eleição, deve ter no mínimo 218 9, 131| Santa . A eleição se faz da seguinte maneira: após três 219 9, 133| Geral nas mesmas condições e da mesma maneira que o Irmão 220 9, 137| Províncias, com a licença da Santa , quando necessário ( 221 9, 137| Capítulo Geral; ~) aceitação da demissão, ou deposição do 222 9, 137| ) nomeação dos membros da comissão para os assuntos 223 9, 137| cf. 160.4); ~) fixação da data do Capítulo Geral e 224 9, 137| ) nomeação dos membros da comissão preparatória do 225 9, 137| ) nomeação dos membros da "mesa" de verificação dos 226 9, 137| ) nomeação dos membros da "mesa" provisória do Capítulo 227 9, 137| aprovação do balanço financeiro da Administração Geral apresentado 228 9, 137| Estatutos das casas que dependem da Administração Geral; ~ 229 9, 137| Conselho as informações vindas da Igreja e relativas ao direito 230 9, 137| do serviço das finanças e da administração dos bens do 231 9, 140| subtraído do número de Irmãos da Província, para o cálculo 232 9, 143| espiritual e apostólica da província e pela administração 233 9, 143| todos os Irmãos e as casas da Província.~ ~143.1. Para 234 9, 143| organiza comissões encarregadas da animação e da coordenação 235 9, 143| encarregadas da animação e da coordenação das diversas 236 9, 143| despesa não superior a 10% da quantia autorizada para 237 9, 143| conservados os arquivos da Província.~ ~ 238 9, 144| consulta a todos os Irmãos da província331. No momento 239 9, 145| visita os Irmãos e as casas da Província, pessoalmente 240 9, 145| 145.1. Na oportunidade da visita anual às comunidades, 241 9, 145| com os Irmãos a qualidade da vida religiosa e apostólica 242 9, 146| recebe os votos dos Irmãos da Província, em nome do Irmão 243 9, 149| possível alguns dias antes da reunião. As atas são passadas 244 9, 150| os assuntos importantes da Província, das comunidades 245 9, 150| ) nomear os membros da comissão para os assuntos 246 9, 150| para os assuntos econômicos da Província (Cf. 161.2); ~ 247 9, 150| elaborar os diversos planos da Província e definir as prioridades, 248 9, 150| e relatórios financeiros da Província, das casas e das 249 9, 150| Superior Geral, certas Normas da Província relativas ao modo 250 9, 150| país, conforme as Normas da Província (cf 29.11); ~12º) 251 9, 150| Provincial; ~) aceitação da demissão, ou a deposição 252 9, 150| Ecônomos locais; ~) aceitação da demissão, ou a destituição, 253 9, 151| Deve reunir-se por ocasião da posse do Irmão Provincial. 254 9, 151| ) estabelecer as Normas da Província que deverão ser 255 9, 151| levando em conta a situação da Província, os apelos da 256 9, 151| da Província, os apelos da Igreja local e as diretrizes 257 9, 151| preside-lhe a abertura. Depois da posse do novo Irmão Provincial, 258 9, 151| regularmente constantes da ordem do dia.~151.6. Os 259 9, 151| será mandado aos Irmãos da província. As decisões entram 260 9, 151| tempo, os poderes que são da competência do Capítulo 261 9, 152| biblioteca apropriada. Cuida da conservação e classificação 262 9, 152| dos documentos de arquivo, da manutenção dos imóveis e 263 9, 152| Superiores maiores quando da visita canônica. Um resumo 264 9, 154| que a função de Superior da comunidade e a de Diretor 265 9, 154| comunidade e a de Diretor da obra seja desempenhada por 266 9, 154| atribuições do Irmão Diretor da obra serão determinados 267 9, 154| Provincial. Este procederá da mesma forma para outros 268 9, 154| animadores do espírito apostólico da obra de que têm o encargo. 269 10, 155| Províncias e os Distritos gozam da faculdade de adquirir, possuir, 270 10, 155| estabelecer o Estatuto da mesma.~ ~ 271 10, 156| administradores de bens da Igreja. Em sua gestão, têm 272 10, 158| controla a gestão financeira da Administração Geral.~Em 273 10, 158| ser modificado após exame da situação financeira da unidade 274 10, 158| exame da situação financeira da unidade administrativa em 275 10, 160| encarregado das finanças da Administração geral. Toma 276 10, 160| apresenta o balanço financeiro da Administração Geral ao Irmão 277 10, 160| aplicação das políticas gerais da Administração. O Irmão Ecônomo 278 10, 160| inteira-se das conclusões da Comissão.(c 1280; cf. 137. 279 10, 160| Ecônomo Geral, com o auxílio da Comissão para os Assuntos 280 10, 160| estabelece o orçamento provisório da Administração Geral. Ele 281 10, 161| perpétuo. Administra os bens da Província e exerce sua função 282 10, 161| de uma gerência unificada da província351.~ ~161.1. 283 10, 161| para os assuntos econômicos da Província. Leva em consideração 284 10, 161| observações ou recomendações da comissão (c1280; cf.150. 285 10, 161| Provincial, com a ajuda da comissão para assuntos econômicos, 286 10, 161| a previsão orçamentária da província. Submete-a ao 287 10, 161| situação das casas, das obras e da província, assim como o 288 10, 161| lugar seguro, nos arquivos da província: ~ ) todos 289 10, 161| 2).~ 161.7. Os recursos da caixa provincial serão empregados 290 10, 161| Considera, também, as exigências da pobreza evangélica.~Todo 291 10, 161| analisarão a situação financeira da Província e os meios do 292 10, 162| Para administrar os bens da comunidade, o Irmão Provincial 293 10, 162| perpétuo.~ Administra os bens da comunidade, sob o controle 294 10, 162| ocupar-se, ele próprio, da administração.~ ~162.1. 295 10, 162| contabilidade das obras e da comunidade serão distintas.~ 296 11, 163| a experiência do amor e da fidelidade de Deus, 353 297 11, 163| fidelidade de Deus, 353 bem como da proteção maternal de Maria354.~ 298 11, 163| experiência está na origem da vitalidade do Instituto. 299 11, 164| revelam a todos o sentido da existência humana358.~ ~ 300 11, 164| dos primeiros Irmãos e da história do Instituto para 301 11, 165| comunidades irradiantes da presença de Jesus.~ Numa 302 11, 166| 166. Conscientes da distância entre os apelos 303 11, 168| sinais dos tempos, aos apelos da Igreja e às necessidades 304 11, 168| Igreja e às necessidades da juventude365. Esta atenção 305 11, 169| modificados por um voto da Assembléia capitular, com 306 Testam | de Deus, sob os auspícios da SS. Virgem e de são José, 307 Testam | divina e mais útil ao bem da Sociedade, meu Testamento 308 Testam | submissão ao Superior Geral da Sociedade de Maria e nos 309 Testam | Maria e nos sentimentos da mais perfeita união com 310 Testam | religiosos, na instrução da juventude. Sede os primeiros 311 Testam | identificar-se com as dos Padres da Sociedade de Maria na vontade 312 Testam | sempre a mesma obediência da parte deles. Seu espírito 313 Testam | a base e o sustentáculo da Sociedade dos Irmãos de 314 Testam | fielmente no santo exercício da presença de Deus, alma da 315 Testam | da presença de Deus, alma da oração, da meditação e de 316 Testam | de Deus, alma da oração, da meditação e de todas as 317 Testam | exerceis o papel de anjos da guarda dos alunos que vos 318 Testam | Pe. Colin, Superior Geral da Sociedade de Maria.~Dado


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