Capitolo, Capoverso
1 Dedic | celebrativo do primeiro centenário da chegada dos Irmãos em terras
2 Apres | melhor esse desafio na medida da consciência que tivermos
3 Decr | comunidade fraterna, a exemplo da família de Nazaré; eles
4 Abrev | Referências à Tradução Ecumênica da Bíblia (TEB).~ ~2. Documentos
5 Abrev | TEB).~ ~2. Documentos da Igreja: ~ ~AA Apostolicam
6 Abrev | a atividade missionária da Igreja - Vaticano II).~~
7 Abrev | VI, (Renovação adaptada da Vida Religiosa, 1971).~~
8 1, 1 | Considera-o como um ramo da Sociedade de Maria 3. A
9 1, 2 | às situações de pobreza da juventude.~Sua fé e desejo
10 1, 5 | nossos talentos a serviço da Igreja e do mundo, fazendo
11 1, 7 | nos mistérios do Presépio, da Cruz e do Altar 20. Somente
12 1, 9 | apostólica coordenada e o serviço da autoridade em todos os níveis.~
13 1, 9 | que nos dá, como cristãos da primitiva Igreja, a graça
14 1, 10 | colaboramos na pastoral da Igreja local.~Como Marcelino
15 1, 10 | ensinamento e às diretivas da Igreja.~Conforme o desejo
16 1, 10 | diversas famílias oriundas da Sociedade de Maria com as
17 2, 11 | que se situa a dinâmica da consagração.~~
18 2, 14 | participantes, a título novo, da vida, santidade e missão
19 2, 14 | vida, santidade e missão da Igreja, esposa de Cristo40.~
20 2, 15 | consagra pelo ministério da Igreja, respondemos pela
21 2, 15 | o retiro anual ou no dia da Assunção, ou então por ocasião
22 2, 16 | Testemunhamos assim a força da graça que nos desapega desses
23 2, 18 | as alegrias e provações da vida. Ao lado de Jesus,
24 2, 18 | confiança no Pai, até o pé da cruz. Na glória de Cristo
25 2, 19 | causa do Reino. Quis nascer da Virgem Maria e viver consagrado
26 2, 21 | nossa vez, sinais vivos da ternura do Pai. De coração
27 2 | No mistério da Igreja~~
28 2, 22 | profundamente no mistério da Igreja.~Os esposos cristãos
29 2, 22 | que, por circunstâncias da vida, não puderam se casar.
30 2, 24 | consagrada e não nos afastem da oração, do apostolado ou
31 2, 24 | oração, do apostolado ou da comunidade. Se necessário,
32 2, 25 | temperamentos e as etapas da vida.~Nas tentações e lutas,
33 2, 25 | egoístas, torna-nos filhos da ressurreição61. Valemo-nos,
34 2, 25 | ressurreição61. Valemo-nos, também da direção espiritual e do
35 2, 25 | espiritual e do sacramento da reconciliação, fontes de
36 2, 26 | Conformamos nossa conduta à voz da consciência delicada. Unidos
37 2, 26 | aceitamos as provações da vida. Purificamos nosso
38 2, 26 | psicológicas nos domínios da sexualidade, da afetividade
39 2, 26 | domínios da sexualidade, da afetividade e das relações
40 2, 27 | respeito às pessoas, a pureza da vida, o amor misericordioso
41 2, 27 | intercessão de Maria, o dom da castidade. Continuamos fiéis
42 2, 29 | espécie, o Irmão precisa da autorização do Superior.~
43 2, 29 | do Superior.~29.3. Antes da profissão, o noviço deve,
44 2, 29 | c 668,1).~29.4. Antes da profissão perpétua, o Irmão
45 2, 29 | modificar esses atos, precisa da licença do Irmão Provincial
46 2, 29 | ao Instituto. As normas da Província, de acordo com
47 2, 29 | necessárias ou úteis à prática da pobreza, levando em conta
48 2, 30 | pessoas simples de Nazaré75. Da Anunciação ao Calvário,
49 2, 31 | aceitação de nossas limitações e da ajuda dos outros.~Faz-nos
50 2, 34 | evangelizam.~Guiados pela voz da Igreja, 85 de acordo com
51 2, 34 | contato com a realidade da vida cotidiana dos mesmos.~
52 2, 34 | trabalhar pela promoção da justiça.~ ~34.1. No início
53 2, 34 | Faz também uma avaliação da aplicação das normas provinciais
54 2, 36 | aprende, sofrendo, o preço da obediência93. Ressuscitado,
55 2, 36 | buscamos em tudo o cumprimento da vontade do Pai, unindo-nos
56 2, 38 | Maristas, aprendemos na escola da Serva do Senhor e responde-mos
57 2, 39 | espírito de fé como fundamento da obediência100 que nos torna
58 2, 40 | mediações figuram a hierarquia da Igreja, 103 e nossa família
59 2, 40 | Ouvimos a voz dos pastores da Igreja e agimos de acordo
60 2 | Obediência da comunidade~~
61 2, 43 | exige espírito de fé, escuta da Palavra, fidelidade ao carisma
62 2, 44 | participa das atividades da comunidade, pondo seus dotes
63 2, 44 | dotes a serviço de todos e da missão apostólica112.~Vivenciamos
64 2, 44 | Vivenciamos o mistério da obediência através dos acontecimentos
65 2, 44 | de Deus113. A aceitação da morte será nosso último
66 2 | Anúncio profético da obediência.~~
67 2, 45 | 45. O exercício da obediência evangélica é
68 2, 45 | disponibilidade para a missão da Igreja. Torna-nos fortes
69 2, 45 | ideologias que violam os direitos da pessoa ou qualificam de
70 2, 46 | de nossos Irmãos.~Certos da fidelidade de Deus, 120
71 3, 47 | amor trinitário é a fonte da vida comunitária. O Pai
72 3, 48 | 48. A exemplo da comunidade dos Apóstolos,
73 3, 48 | presença de Maria, 124 Mãe da Igreja. Ela nos ajuda a
74 3, 48 | atentos às necessidades da comunidade e do mundo. Como
75 3, 49 | O Padre Champagnat fez da comunidade dos primeiros
76 3, 49 | aprofundavam o sentido da fraternidade, da dedicação
77 3, 49 | sentido da fraternidade, da dedicação e da abnegação
78 3, 49 | fraternidade, da dedicação e da abnegação a serviço dos
79 3, 49 | acolhida solícita aos coirmãos da Província e do Instituto; ~
80 3, 49 | de limpeza e conservação da residência e da propriedade; ~
81 3, 49 | conservação da residência e da propriedade; ~5. participamos
82 3, 50 | Senhor, são fator de união da comunidade marista. A castidade,
83 3, 50 | a busca e o cumprimento da vontade de Deus.~ ~50.1.
84 3, 50 | corresponsabilidade na procura da vontade de Deus. O Capítulo
85 3, 50 | com a situação concreta da comunidade. Leva em conta
86 3, 50 | em conta as prioridades da província, indicadas pelo
87 3, 52 | representa o Cristo no seio da comunidade137. Sua presença
88 3 | Os membros da comunidade~~
89 3, 55 | um Irmão, cada comunidade da Província manda celebrar
90 3, 56 | terminadas pelas Normas da Província, levando em conta
91 3, 56 | culturas e as exigências da vida religiosa Marista (
92 3, 57 | elemento essencial à vida da comunidade marista. Reunida
93 3, 57 | Eucaristia que a oração da comunidade encontra sua
94 3, 58 | é evangelizadora no seio da Igreja local. Além disso,
95 3, 58 | as atividades apostólicas da comunidade respeitam as
96 3, 58 | respeitam as prioridades da Província e a preferência
97 3, 59 | Irmãos e os aspectos penosos da vida em comum, inevitáveis
98 3, 60 | determina a periodicidade da reunião comunitária. Esta
99 3, 60 | fraterna. Conforme as Normas da província, a comunidade
100 3, 61 | responder às necessidades da vida em comum.~Qualquer
101 3, 61 | sua inserção, os locais da comunidade serão sempre
102 3, 61 | parte deve ser exclusiva da comunidade, a fim de preservar
103 3, 61 | oratório. É o lugar habitual da oração comunitária. A presença
104 3, 61 | eucarística faz dele o centro da comunidade (c 608).~61.3.
105 3, 61 | Instituto laical. As Normas da província especificarão
106 4, 65 | nos introduz na intimidade da Trindade e nos permite exclamar
107 4, 66 | apelos de nossos Irmãos, da Igreja e do mundo164 alimentam
108 4, 67 | modelo de oração. Virgem da Anunciação, acolhe a palavra
109 4, 67 | do Filho com as palavras da Escritura168. Em Caná, 169
110 4, 69 | realizamos uma celebração da Palavra durante a qual comungamos
111 4, 70 | criação, e participamos da intercessão que o Filho
112 4, 70 | Laudes constituem a oração da manhã, e Vésperas, a da
113 4, 70 | da manhã, e Vésperas, a da tarde.~ ~70. 1. Fiéis à
114 4, 70 | 2. Zelamos pela animação da oração e utilizamos os meios
115 4, 71 | em nosso caminho.~Certos da ternura do Pai, perseveramos
116 4, 71 | durante o dia, pelo exercício da presença de Deus189.~ ~
117 4, 71 | aproveitar do tempo diário da meditação.~71.2. Ao longo
118 4, 72 | o sentido do sacramento da reconciliação, recebido
119 4, 73 | provações de certas etapas da vida.~ O retiro anual193
120 4, 74 | Nosso culto marial, como o da Igreja, 194 exprime-se pelo
121 4, 74 | pela oração e pelo estudo da doutrina marial. Suas principais
122 4, 74 | conforme as orientações da Igreja197.~ ~74.1. Tomamos
123 4, 74 | festas mariais no espírito da liturgia.~74.2. Celebramos
124 4, 75 | dado à Igreja um apóstolo da juventude.~Nosso amor ao
125 4, 76 | respeito e confiança" aos anjos da guarda201.~Veneramos os
126 4, 77 | férias e de certos períodos da vida - doença, velhice -
127 5, 78 | seus irmãos até o dom total da vida210. Morrer para congregar
128 5, 79 | do Deus-amor e o sentido da vida.~Pelo batismo e a confirmação,
129 5, 80 | comunhão com os Pastores da Igreja local217 e em colaboração
130 5, 81 | são elementos importantes da pedagogia Marista que ele
131 5, 84 | sofrimento e na humilhação da cruz, antes de assumir seu
132 5, 84 | seu papel de mãe no seio da Igreja231.~Orientamos o
133 5, 85 | fundação, faz do anúncio direto da Palavra de Deus elemento
134 5, 85 | dedicamo-nos, pelo Reino, a serviço da pessoa humana.~Os Irmãos
135 5, 85 | engajamentos às necessidades da Igreja e da sociedade requer
136 5, 85 | necessidades da Igreja e da sociedade requer discernimento
137 5, 85 | discerne quais as necessidades da Igreja local a que a Província
138 5 | A serviço da evangelização~~
139 5, 86 | cooperamos com os construtores da justiça e da paz no mundo.~ ~
140 5, 86 | construtores da justiça e da paz no mundo.~ ~86.1. Os
141 5, 86 | responder às necessidades da Igreja local.~ ~
142 5, 87 | apostólicos e à educação da fé: catequese, oração, sacramentos.~
143 5, 87 | Ensinamos a doutrina social da Igreja e despertamos as
144 5, 88 | leigos245 e outros membros da comunidade educativa. Por
145 5, 88 | cooperação no andamento da escola. Aconselhamo-nos,
146 5, 88 | a se engajar no serviço da Igreja e do mundo.~ ~88.
147 5, 88 | de comunicação a serviço da educação (cf. 151.2).~ ~
148 5, 89 | de leigos, participamos da educação integral do homem
149 5, 89 | contribuímos para a construção da sociedade e do Reino de
150 5, 89 | Deus trabalhando a serviço da cultura iluminada pela fé248.~ ~
151 5, 90 | novas Igrejas são objeto da solicitude do Instituto.
152 5, 90 | lá onde as necessidades da população reclamam um serviço
153 5, 91 | deles que o enraizamento da vida marista numa cultura
154 5, 91 | Instituto. As exigências da vida missionária impõem
155 6, 93 | os jovens no desabrochar da graça de seu batismo259
156 6, 93 | está aberta às necessidades da Igreja e organizada em sintonia
157 6, 94 | 94. Todos os Irmãos da Província empenham-se no
158 6, 94 | assumi-la263.~ Rogamos ao Senhor da messe envie operários do
159 6 | FINALIDADE GERAL DA FORMAÇÃO ~~
160 6, 95 | dependem, em grande parte, da formação de seus membros266.
161 6, 95 | um é o artífice principal da própria formação.~ ~95.
162 6, 95 | execução, de acordo com o Guia da Formação (c 659,2; cf. 150.
163 6, 95 | formadores e animadores da pastoral vocacional é indispensável
164 6, 96 | encarregar-se mais diretamente da formação dos postulantes.
165 6, 96 | postulantes. Os outros Irmãos da comunidade participam ativamente
166 6, 97 | de iniciação à exigências da vida religiosa marista268.
167 6, 97 | objetivando o aprofundamento da fé e do conhecimento amoroso
168 6, 98 | leitura, meditação, partilha da Sagrada Escritura e pela
169 6, 98 | Escritura e pela celebração da Eucaristia, da Reconciliação
170 6, 98 | celebração da Eucaristia, da Reconciliação e da Liturgia
171 6, 98 | Eucaristia, da Reconciliação e da Liturgia das Horas.~ O acompanhamento
172 6, 99 | 99. Através da pessoa e da obra de Marcelino
173 6, 99 | 99. Através da pessoa e da obra de Marcelino Champagnat,
174 6, 99 | contribui para o equilíbrio da sua formação272. As Constituições,
175 6, 100| validade274.~ A ausência da casa do noviciado além de
176 6, 100| a finalidade desta etapa da formação; é simples e acolhedora,
177 6, 101| atividade apostólica, fora da comunidade do noviciado,
178 6, 101| ao menos três meses antes da primeira profissão. ~101.
179 6, 102| duração do retiro e o local da primeira profissão.~102.
180 6, 103| função das necessidades da Igreja e dos homens, adaptada
181 6, 104| em profundidade o ideal da consagração religiosa280.~ ~
182 6, 105| apropriada. Participa plenamente da vida e da missão dessa comunidade.~
183 6, 105| Participa plenamente da vida e da missão dessa comunidade.~
184 6, 105| sua formação.~105.2. Antes da profissão perpétua, consagrar-se-á
185 6, 106| 106. Todos os Irmãos da Província demonstram interesse
186 6, 109| prosseguimento ou a atualização da formação espiritual, doutrinal
187 6, 109| aptidões e a missão apostólica da Província.~109.4. Os Centros
188 6, 109| tempos e às expectativas da Igreja.~109.5. O Centro
189 6, 110| vida à luz do Evangelho e da experiência adquirida; por
190 6, 110| Por fidelidade à missão da Igreja e à do Instituto,
191 7, 111| Os Irmãos encarregados da admissão dos candidatos
192 7, 111| segundo os critérios do Guia da Formação.~~
193 7, 113| perpétua.~ ~113.1. Antes da profissão, o noviço, ou
194 7, 113| 113.2. Para a validade da profissão temporária, requer-se
195 7, 113| 113.3. Para a validade da profissão perpétua, além
196 7, 113| ocasião do pedido de renovação da profissão ou da incorporação
197 7, 113| renovação da profissão ou da incorporação definitiva
198 7, 113| os aspectos observáveis da vida pessoal, comunitária
199 7, 113| feito o noviciado ou, depois da profissão, tenha saído legitimamente.~
200 7, 113| prova conveniente, antes da profissão temporária, e
201 7, 113| duração dos votos, antes da profissão perpétua (cf 690,
202 7 | Fórmula da Profissão~~
203 7, 114| 114. A fórmula da profissão conterá os seguintes
204 8, 115| podem aparecer no decurso da vida não são em si mesmas
205 8, 116| o Instituto, no decurso da profissão temporária, pode
206 8, 116| justas razões, ser afastado da profissão seguinte, pelo
207 8, 116| as obrigações decorrentes da profissão, a menos que,
208 8, 116| a menos que, no momento da notificação, o Irmão tenha
209 9 | O serviço da autoridade~~
210 9, 118| Igreja, exercendo o serviço da autoridade299 que une o
211 9, 119| engajamento na realização da missão do Instituto.~~
212 9, 120| deixam-se guiar pelo espírito da Serva do Senhor304. A seu
213 9, 121| e compreensão no serviço da autoridade junto aos Irmãos.~
214 9, 122| para o bem do Instituto e da Igreja. Reservam-se entretanto
215 9, 129| casas dependem diretamente da Administração Geral. Não
216 9, 129| tempo reservado ao serviço da Administração Geral, estão
217 9, 131| presentes321. No momento da eleição, deve ter no mínimo
218 9, 131| Santa Sé. A eleição se faz da seguinte maneira: após três
219 9, 133| Geral nas mesmas condições e da mesma maneira que o Irmão
220 9, 137| Províncias, com a licença da Santa Sé, quando necessário (
221 9, 137| Capítulo Geral; ~3º) aceitação da demissão, ou deposição do
222 9, 137| 5º) nomeação dos membros da comissão para os assuntos
223 9, 137| cf. 160.4); ~6º) fixação da data do Capítulo Geral e
224 9, 137| 7º) nomeação dos membros da comissão preparatória do
225 9, 137| 8º) nomeação dos membros da "mesa" de verificação dos
226 9, 137| 9º) nomeação dos membros da "mesa" provisória do Capítulo
227 9, 137| aprovação do balanço financeiro da Administração Geral apresentado
228 9, 137| Estatutos das casas que dependem da Administração Geral; ~
229 9, 137| Conselho as informações vindas da Igreja e relativas ao direito
230 9, 137| do serviço das finanças e da administração dos bens do
231 9, 140| subtraído do número de Irmãos da Província, para o cálculo
232 9, 143| espiritual e apostólica da província e pela administração
233 9, 143| todos os Irmãos e as casas da Província.~ ~143.1. Para
234 9, 143| organiza comissões encarregadas da animação e da coordenação
235 9, 143| encarregadas da animação e da coordenação das diversas
236 9, 143| despesa não superior a 10% da quantia autorizada para
237 9, 143| conservados os arquivos da Província.~ ~
238 9, 144| consulta a todos os Irmãos da província331. No momento
239 9, 145| visita os Irmãos e as casas da Província, pessoalmente
240 9, 145| 145.1. Na oportunidade da visita anual às comunidades,
241 9, 145| com os Irmãos a qualidade da vida religiosa e apostólica
242 9, 146| recebe os votos dos Irmãos da Província, em nome do Irmão
243 9, 149| possível alguns dias antes da reunião. As atas são passadas
244 9, 150| os assuntos importantes da Província, das comunidades
245 9, 150| 5º) nomear os membros da comissão para os assuntos
246 9, 150| para os assuntos econômicos da Província (Cf. 161.2); ~
247 9, 150| elaborar os diversos planos da Província e definir as prioridades,
248 9, 150| e relatórios financeiros da Província, das casas e das
249 9, 150| Superior Geral, certas Normas da Província relativas ao modo
250 9, 150| país, conforme as Normas da Província (cf 29.11); ~12º)
251 9, 150| Provincial; ~2º) aceitação da demissão, ou a deposição
252 9, 150| Ecônomos locais; ~5º) aceitação da demissão, ou a destituição,
253 9, 151| Deve reunir-se por ocasião da posse do Irmão Provincial.
254 9, 151| 3º) estabelecer as Normas da Província que deverão ser
255 9, 151| levando em conta a situação da Província, os apelos da
256 9, 151| da Província, os apelos da Igreja local e as diretrizes
257 9, 151| preside-lhe a abertura. Depois da posse do novo Irmão Provincial,
258 9, 151| regularmente constantes da ordem do dia.~151.6. Os
259 9, 151| será mandado aos Irmãos da província. As decisões entram
260 9, 151| tempo, os poderes que são da competência do Capítulo
261 9, 152| biblioteca apropriada. Cuida da conservação e classificação
262 9, 152| dos documentos de arquivo, da manutenção dos imóveis e
263 9, 152| Superiores maiores quando da visita canônica. Um resumo
264 9, 154| que a função de Superior da comunidade e a de Diretor
265 9, 154| comunidade e a de Diretor da obra seja desempenhada por
266 9, 154| atribuições do Irmão Diretor da obra serão determinados
267 9, 154| Provincial. Este procederá da mesma forma para outros
268 9, 154| animadores do espírito apostólico da obra de que têm o encargo.
269 10, 155| Províncias e os Distritos gozam da faculdade de adquirir, possuir,
270 10, 155| estabelecer o Estatuto da mesma.~ ~
271 10, 156| administradores de bens da Igreja. Em sua gestão, têm
272 10, 158| controla a gestão financeira da Administração Geral.~Em
273 10, 158| ser modificado após exame da situação financeira da unidade
274 10, 158| exame da situação financeira da unidade administrativa em
275 10, 160| encarregado das finanças da Administração geral. Toma
276 10, 160| apresenta o balanço financeiro da Administração Geral ao Irmão
277 10, 160| aplicação das políticas gerais da Administração. O Irmão Ecônomo
278 10, 160| inteira-se das conclusões da Comissão.(c 1280; cf. 137.
279 10, 160| Ecônomo Geral, com o auxílio da Comissão para os Assuntos
280 10, 160| estabelece o orçamento provisório da Administração Geral. Ele
281 10, 161| perpétuo. Administra os bens da Província e exerce sua função
282 10, 161| de uma gerência unificada da província351.~ ~161.1.
283 10, 161| para os assuntos econômicos da Província. Leva em consideração
284 10, 161| observações ou recomendações da comissão (c1280; cf.150.
285 10, 161| Provincial, com a ajuda da comissão para assuntos econômicos,
286 10, 161| a previsão orçamentária da província. Submete-a ao
287 10, 161| situação das casas, das obras e da província, assim como o
288 10, 161| lugar seguro, nos arquivos da província: ~ 1º) todos
289 10, 161| 2).~ 161.7. Os recursos da caixa provincial serão empregados
290 10, 161| Considera, também, as exigências da pobreza evangélica.~Todo
291 10, 161| analisarão a situação financeira da Província e os meios do
292 10, 162| Para administrar os bens da comunidade, o Irmão Provincial
293 10, 162| perpétuo.~ Administra os bens da comunidade, sob o controle
294 10, 162| ocupar-se, ele próprio, da administração.~ ~162.1.
295 10, 162| contabilidade das obras e da comunidade serão distintas.~
296 11, 163| a experiência do amor e da fidelidade de Deus, 353
297 11, 163| fidelidade de Deus, 353 bem como da proteção maternal de Maria354.~
298 11, 163| experiência está na origem da vitalidade do Instituto.
299 11, 164| revelam a todos o sentido da existência humana358.~ ~
300 11, 164| dos primeiros Irmãos e da história do Instituto para
301 11, 165| comunidades irradiantes da presença de Jesus.~ Numa
302 11, 166| 166. Conscientes da distância entre os apelos
303 11, 168| sinais dos tempos, aos apelos da Igreja e às necessidades
304 11, 168| Igreja e às necessidades da juventude365. Esta atenção
305 11, 169| modificados por um voto da Assembléia capitular, com
306 Testam | de Deus, sob os auspícios da SS. Virgem e de são José,
307 Testam | divina e mais útil ao bem da Sociedade, meu Testamento
308 Testam | submissão ao Superior Geral da Sociedade de Maria e nos
309 Testam | Maria e nos sentimentos da mais perfeita união com
310 Testam | religiosos, na instrução da juventude. Sede os primeiros
311 Testam | identificar-se com as dos Padres da Sociedade de Maria na vontade
312 Testam | sempre a mesma obediência da parte deles. Seu espírito
313 Testam | a base e o sustentáculo da Sociedade dos Irmãos de
314 Testam | fielmente no santo exercício da presença de Deus, alma da
315 Testam | da presença de Deus, alma da oração, da meditação e de
316 Testam | de Deus, alma da oração, da meditação e de todas as
317 Testam | exerceis o papel de anjos da guarda dos alunos que vos
318 Testam | Pe. Colin, Superior Geral da Sociedade de Maria.~Dado
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