Capitolo, Capoverso
1 Dedic | Constituições buscamos a seiva para nossa vida marista e o sentido
2 Dedic | os estímulos necessários para essa "nova etapa" de fidelidade
3 Apres | ele, na fé, caminharemos para uma semelhança com Jesus,
4 Apres | destaca,1 uma Regra de vida para nossos tempos, como o era
5 Apres | atraente, especialmente para os jovens aos quais nos
6 Apres | Estatutos, a fim de que, para além de todo legalismo,
7 Decr | modificações, a Congregação para os Religiosos e os Institutos
8 Decr | o apelo feito aos Irmãos para contemplar Maria, perfeita
9 Decr | perfeita discípula de Cristo, e para torná-la conhecida e amada
10 Decr | conhecida e amada como caminho para ir a Jesus. Eles vivem sua
11 1, 2 | pelo amor de Jesus e Maria para com ele e para com os outros.
12 1, 2 | Jesus e Maria para com ele e para com os outros. Esta vivência,
13 1, 2 | fundou nosso Instituto para a educação cristã dos jovens,
14 1, 3 | todas as nossas energias para esta única meta: SEGUIR
15 1, 3 | apelo específico a viver, para com todos, a fraternidade
16 1, 3 | de Cristo, especialmente para com os jovens, amando-os
17 1, 4 | vida de nossa Mãe e Modelo para impregnar-nos de seu espírito.
18 1, 4 | por Maria, tudo a Maria para Jesus" 13.~~
19 1, 6 | fervor no amor do Senhor para com os Irmãos que ele mesmo
20 1, 7 | comunitária harmonizam-se.~Como para Maria, Jesus é tudo em nossa
21 1, 7 | discreta, delicada, respeitosa para com as pessoas.~A exemplo
22 1, 10 | Manifestamos nossa fé e cooperamos para a unidade do Corpo de Cristo
23 2, 11 | chama cada qual pessoalmente para conduzi-los ao deserto e
24 2, 11 | faz crescer em seu amor para enviá-los em missão 29.~
25 2, 12 | do Espírito 31 e o enviou para dar a vida ao mundo 32.
26 2, 12 | associamo-nos à morte de Cristo para comungar em sua ressurreição 33;
27 2, 15 | nos assegura o necessário para atingir o fim de nossa vocação.~ ~
28 2, 17 | comunhão com a Igreja. Cuidamos para que nossa ação apostólica,
29 2, 18 | Maria, escolhida por Deus para lhe pertencer totalmente,
30 2, 18 | aprendeu de Maria, permanece para nós um modelo de doação
31 2, 20 | viver como ele, totalmente para Deus e para os outros. Nosso
32 2, 20 | totalmente para Deus e para os outros. Nosso compromisso
33 2, 21 | apelos e constante solicitude para com eles.~~
34 2, 23 | que nos procuram.~O amor para com nossos Irmãos será simples
35 2, 23 | cordial, bastante atento para adivinhar suas dificuldades,
36 2, 23 | dificuldades, bastante generoso para nos doar a todos.~A vida
37 2, 23 | fraterna é excelente apoio para o aperfeiçoamento de nossa
38 2, 25 | 25. Para alimentar nossa relação
39 2, 25 | Cristo, encontramos a força para prosseguir nossa caminhada
40 2, 26 | inteiramente dele e livres para amar aqueles aos quais somos
41 2, 26 | somos enviados.~ ~26.1. Para chegar ao domínio dos sentidos
42 2, 27 | é sinal de contradição para o mundo. Atestamos valores
43 2, 27 | vida, o amor misericordioso para com aqueles que a sociedade
44 2, 27 | com generosidade, leva-nos para a realização de nosso ser
45 2, 27 | de fecundidade espiritual para a família humana65. Torna-nos
46 2, 27 | Espírito Santo, pedimos, para todos os consagrados, a
47 2, 28 | seguimos-lhe as pegadas para aprender dele como viver
48 2, 29 | esse patrimônio72.~ ~29.1. Para usar dinheiro, o Irmão age
49 2, 29 | postas a seu dispor.~29.2. Para dispor de um presente em
50 2, 29 | testamento válido no foro~29.5. Para modificar esses atos, precisa
51 2, 29 | determinarão as modalidades para regulamentar tudo quanto
52 2, 29 | à disposição dos Irmãos para necessidades diversas: estudos,
53 2, 33 | dedicavam.~La Valla82 é para cada um de nós convite a
54 2, 34 | preconceito ou indiferença para com eles. Torna-nos mais
55 2, 34 | Provincial estabelece um plano para continuar e aumentar, se
56 2, 35 | preocupações excessivas87. Para ser testemunhas dignas de
57 2, 35 | vez mais misericordiosos para com o próximo e abertos
58 2, 36 | salvação universal.~Jesus é para nós o exemplo perfeito que
59 2, 39 | que nos torna disponíveis para a tarefa que o Instituto
60 2, 41 | nós são meios importantes para corresponder aos desígnios
61 2, 41 | nosso modo próprio de ver, para aceitar o que a comunidade,
62 2, 43 | Discernimo-la na oração para chegar a decisões, de acordo
63 2, 45 | de nossa disponibilidade para a missão da Igreja. Torna-nos
64 2, 46 | receios e nossas hesitações para nos comprometer no seu seguimento.~
65 3, 47 | comunidade apostólica; rezou para que sejamos um, como ele
66 3, 49 | espírito entre vocês"132.~49.1. Para alimentar o espírito de
67 3, 49 | prazerosamente consagramos tempo para trabalhos de limpeza e conservação
68 3, 50 | obediência orienta a comunidade para a busca e o cumprimento
69 3, 50 | comunitária é u meio importante para construir a comunidade Marista.
70 3, 50 | quanto à sua obrigatoriedade para as comunidades.~Esse projeto
71 3, 52 | disponível138 contribui para criar um clima de entendimento
72 3, 53 | recebe apoio e encorajamento para assumir plenamente sua vocação.~
73 3, 54 | sofrimentos do Cristo141 para a salvação do mundo.~ ~
74 3, 55 | manifesta grande solicitude para com o coirmão chegado ao
75 3, 55 | defuntos.~55.7. Os sufrágios para os defuntos podem ser aumentados
76 3, 58 | plenamente na comunidade para que cresça a caridade.~ ~
77 3, 58 | preferência do Fundador para os mais abandonados.~ ~
78 3, 59 | recomendadas pelo Fundador para manter a união na comunidade.~
79 3, 60 | a escuta, é meio eficaz para construir a comunidade.
80 3, 60 | comunidade precisa de tempo para construir-se.~Apreciamos
81 3, 60 | comunidade e atualizarem os meios para cultivar o espírito apostólico.~
82 3, 60 | silêncio deve ser respeitado para favorecer a vida interior
83 3, 60 | As férias são um tempo para refazer nossas forças e
84 3, 61 | ou o "rabat", o cordão e, para os professos perpétuos,
85 3, 63 | tornamo-nos sinal de unidade para os que nos vêem viver155.~
86 3, 63 | isso é que rezamos sempre para, apesar das dificuldades,
87 4, 64 | Voltado constantemente para o Pai159 na aceitação de
88 4, 65 | interior são necessários para ficarmos atentos ao Espírito
89 4, 67 | 67. Maria é para nós modelo de oração. Virgem
90 4, 69 | participemos de uma missa paroquial para manifestar nossa unidade
91 4, 70 | celebrada, é testemunho para aqueles que rezam conosco.~
92 4, 71 | encontramos inspiração e força para continuar a ação a que Jesus
93 4, 71 | do Santíssimo Sacramento, para reavivar nosso amor ao Cristo
94 4, 72 | tarde, tomamos um momento para rever nosso dia190.~Agradecemos
95 4, 72 | comunidade, são ocasiões para nos reconhecer pecadores,
96 4, 73 | são meios indispensáveis para aprofundar nossa fé. Permitem-nos
97 4, 73 | religiosa e capacitam-nos para a catequese. Cada um tem
98 4, 73 | acompanhamento pessoal é importante para nosso crescimento na vida
99 4, 73 | espiritual. É necessário para nos ajudar a superar as
100 4, 74 | de Maria em suas atitudes para com Deus e para com os homens195.~
101 4, 74 | atitudes para com Deus e para com os homens195.~A exemplo
102 4, 74 | são tempos privilegiados para intensificar nossa devoção
103 4, 74 | intensificar nossa devoção para com essa boa Mãe.~Cada dia,
104 4, 75 | em toda parte com fervor, para agradecer a Deus o haver
105 4, 75 | Champagnat, é excelente ocasião para promover o conhecimento
106 4, 77 | 77. A oração é para nós de absoluta necessidade204.
107 4, 77 | vida - doença, velhice - para consagrar mais tempo à oração
108 5, 78 | total da vida210. Morrer para congregar na unidade a família
109 5, 79 | presente por seu Espírito, para que prossiga sua obra: revelar
110 5, 80 | a nossa missão.~ ~80. 1 Para erigir uma obra apostólica
111 5, 80 | erigir uma obra apostólica ou para dela retirar os Irmãos,
112 5, 81 | chamado a formar religiosos para a educação cristã dos pequenos
113 5, 81 | quais ninguém se ocupa220. Para ele, a missão do Irmão consiste
114 5, 81 | Marista que ele assim resume: "Para educar bem as crianças é
115 5, 84 | inspira nossas atitudes para com os jovens. Nossa ação
116 5, 84 | pronta, porém, a intervir para obter o primeiro sinal que
117 5, 84 | discípulos. Depois desaparece para deixar espaço a Jesus. Mas
118 5, 84 | Orientamos o coração dos jovens para Maria, 232 a perfeita discípula
119 5, 84 | conhecida e amada como caminho para ir a Jesus. Confiamos-lhe
120 5, 86 | ocasiões que se apresentam para anunciar a Boa Nova de Jesus
121 5, 86 | conforme suas possibilidades, para responder às necessidades
122 5, 87 | despertamos as consciências para os problemas que afetam
123 5, 88 | educadores, mostramo-nos irmãos para com nossos alunos. Esforçando-nos
124 5, 88 | nossos alunos. Esforçando-nos para que reine na escola clima
125 5, 88 | de sua promoção humana. Para tanto, o Irmão Provincial,
126 5, 88 | escolas locais de acolhida para encontros culturais, reuniões
127 5, 89 | educadores. Fazemos o possível para que se estabeleça diálogo
128 5, 89 | nosso papel, contribuímos para a construção da sociedade
129 5, 91 | preparar-se cuidadosamente para sua tarefa.~Acolhem os valores
130 5, 91 | testemunho, 254 contribuem para nelas purificar o que estiver
131 5, 91 | preparados e encorajados para assumir, progressivamente,
132 5, 91 | própria, propõe alguns Irmãos para os setores missionários
133 5, 91 | judiciosa dos Irmãos que para ela são enviados.~91.2.
134 5, 91 | dispor de tempo e de meios para estudar a língua local,
135 6, 92 | 92. Deus tem para cada homem um desígnio de
136 6, 92 | sucessivos. Cristo permanece para cada um o caminho a seguir.
137 6, 94 | operários do Evangelho264. Como para Marcelino Champagnat, Maria
138 6, 95 | membros266. O Instituto zela para que seja sólida, adaptada
139 6, 95 | vocacional é indispensável para garantir um trabalho eficaz.~ ~
140 6, 96 | estruturas convenientes para que percebam melhor o chamado
141 6, 96 | as disposições requeridas para se tornarem Irmão Marista267.~ ~
142 6, 96 | assegurar ao candidato condições para uma decisão livre e responsável.~
143 6, 96 | locais (juvenato, centros) para preparar os aspirantes ao
144 6, 96 | postulado. Serão organizados para o cultivo de vocações maristas.~
145 6, 96 | o candidato prepara-se para certas rupturas com seu
146 6, 96 | Irmão professo perpétuo para encarregar-se mais diretamente
147 6, 97 | formação prepara o noviço para a profissão religiosa como
148 6, 97 | que não sirvam diretamente para sua formação (c 652,5).~ ~
149 6, 99 | nossas origens, contribui para o equilíbrio da sua formação272.
150 6, 100| comunidade do noviciado para sua validade274.~ A ausência
151 6, 100| simples e acolhedora, própria para reflexão, a oração e a vida
152 6, 101| primeira profissão. ~101.2. Para êxito desses períodos, é
153 6, 101| períodos, é preciso cuidar para que: ~ 1º) o gênero de
154 6, 103| 1º) numa comunidade, para tal especificamente estruturada,
155 6, 103| Conselho, estuda o melhor modo para atingir o objetivo de cada
156 6, 104| o noviciado é orientada para a formação à missão. Para
157 6, 104| para a formação à missão. Para tirar proveito dessa etapa,
158 6, 104| profissionais, adquirir competência para tarefas apostólicas do Instituto.~
159 6, 105| atividade apostólica são, para o Irmão professo temporário,
160 6, 105| Prepara-se seriamente para a profissão perpétua. Durante
161 6, 105| que não o Superior local para acompanhar o jovem Irmão
162 6, 108| espiritual e preparados para a formação dos jovens à
163 6, 109| cada Irmão tempo necessário para sua formação permanente.
164 6, 110| vocação com nossos Irmãos285.~ Para tanto, utilizamos os meios
165 7, 112| outras aptidões necessárias para se tornar Irmão marista. ~ ~
166 7, 112| Irmão marista. ~ ~112. 1. Para começar o Noviciado, o postulante
167 7, 113| se for possível.~113.2. Para a validade da profissão
168 7, 113| Geral (c 656).~ 113.3. Para a validade da profissão
169 8, 115| consagração, nós nos comprometemos para sempre. As dificuldades
170 8, 115| são em si mesmas motivo para questionar nossa vocação.
171 8, 115| emprega os meios adequados para as vencer pode nelas encontrar
172 8, 115| nelas encontrar oportunidade para uma reafirmação de sua vocação
173 8, 116| que, por razão grave, pede para deixar o Instituto, no decurso
174 8, 117| à separação do Instituto para trânsito a outro Instituto, 293
175 8, 117| esquecerá seu dever de caridade para com aquele que o abandona.
176 9, 118| Deus, alguns são escolhidos para desempenhar a função de
177 9, 121| de cada um e se faz tudo para todos306. Consulta-os muitas
178 9, 122| favorecendo o entendimento para o bem do Instituto e da
179 9, 126| materiais são suficientes para garantir vida autônoma.
180 9, 127| reúnem as condições exigidas para serem Província. Depende
181 9, 129| têm voz ativa e passiva para as eleições ao Capítulo
182 9, 129| Capítulo Geral, e consulta para a nomeação do Irmão Provincial.
183 9, 129| privados de voz passiva para qualquer eleição feita na
184 9, 137| do Irmão Superior Geral para todas as tarefas que lhes
185 9, 137| pelo menos uma vez ao ano, para avaliar a situação do Instituto,
186 9, 137| deve ter quatro membros, para: ~ 1º) supressão de uma
187 9, 137| c 647,1); ~3º) licença para estabelecer vários Noviciados
188 9, 137| particular e por exceção, para fazer o Noviciado numa comunidade
189 9, 137| Irmão professo perpétuo para outro Instituto e admissão
190 9, 137| Instituto; ~10º) autorização para nomear o Superior Local
191 9, 137| nomear o Superior Local para um terceiro triênio; ~11º)
192 9, 137| ultrapassem o montante fixado para as Províncias, com a licença
193 9, 137| dos votos dos presentes, para: ~ 1º) fundação, modificação
194 9, 137| dos membros da comissão para os assuntos econômicos do
195 9, 137| quatro membros do Conselho, para: ~ 1º) nomeação de Irmãos
196 9, 137| do Irmão Superior Geral para um período inferior a seis
197 9, 137| nomeação dos Irmãos destacados para os serviços gerais; ~5º)
198 9, 139| espiritual; ~3. fixar Estatutos para todo o Instituto; 4. propor
199 9, 140| de Irmãos da Província, para o cálculo dos Delegados
200 9, 141| exclaustrados ou em trânsito para outro Instituto.~~
201 9, 142| exclaustrados ou em trânsito para outro Instituto.~ ~CONFERÊNCIA
202 9, 143| da Província.~ ~143.1. Para cumprir sua missão, o irmão
203 9, 143| um Irmão de uma Província para outra faz-se por acordo
204 9, 143| 10% da quantia autorizada para a Província.~143.6. O Irmão
205 9, 143| Irmão Provincial providencia para que sejam enviados no tempo
206 9, 144| reconduzido ao cargo. Sua nomeação para um terceiro triênio deve
207 9, 144| 144.1 A consulta para a sua nomeação é feita conforme
208 9, 144| eleição do Irmão Provincial. Para a validade, essa eleição
209 9, 145| apostólica de cada um. Reserva, para cada Irmão, um tempo para
210 9, 145| para cada Irmão, um tempo para entrevista pessoal.~145.
211 9, 149| e assinadas por todos. Para a validade das decisões,
212 9, 149| Irmãos podem ser convidados para o Conselho, mas sempre sem
213 9, 150| Provincial consulta seu Conselho para os assuntos importantes
214 9, 150| parecer de seu Conselho para: ~ 1º) autorizar um Irmão
215 9, 150| prorrogar o tempo de provação para um noviço (c 653,2); ~4º)
216 9, 150| 4º) determinar o processo para autorizar um Irmão a renunciar
217 9, 150| consentimento de seu Conselho para: ~ 1º) admitir à profissão
218 9, 150| nomear os membros da comissão para os assuntos econômicos da
219 9, 150| ultrapasse a quantia autorizada para a Província. Se o montante
220 9, 150| 17º) contratar um leigo para administrar uma obra do
221 9, 150| uma obra do Instituto ou para verificar os relatórios
222 9, 150| colegiadamente com seu conselho para: ~ 1º) eleição de Conselheiros
223 9, 151| tem caráter deliberativo para: ~ 1º) fazer seu próprio
224 9, 151| aberta a todos os Irmãos, para favorecer contatos entre
225 9, 152| comum, mostra-se disponível para recebê-los e ouvi-los. Intervém,
226 9, 152| Intervém, quando necessário, para confirmar as decisões tomadas
227 9, 152| tomadas em comunidade ou para decidir, ele mesmo, assuntos
228 9, 152| consentimento do seu Conselho para: ~ 1º) tomar as decisões
229 9, 152| submetê-los ao Irmão provincial, para aprovação (Cf 150.2.9); ~
230 9, 153| Pode ser reconduzido. Para um terceiro mandato, requer-se
231 9, 154| procederá da mesma forma para outros eventuais responsáveis,
232 9, 154| toda ostentação, cuidam para que a simplicidade marista
233 10, 155| e do montante autorizado para a Província. Em nível de
234 10, 156| 156. Os Irmãos escolhidos para a administração dos bens
235 10, 156| bens do Instituto zelam para que todos os nossos auxiliares
236 10, 156| acordo com as leis do país e para que se beneficiem das vantagens
237 10, 157| ordinários inerentes ao cargo346. Para os assuntos extraordinários,
238 10, 157| das quais duas conjuntas para as retiradas; uma dessas
239 10, 158| Capítulo Geral dá as diretivas para a administração dos bens
240 10, 159| uma parte dos benefícios para ajudar as Províncias mais
241 10, 160| Toma as medidas adequadas para a justa aplicação dos recursos
242 10, 160| os documentos necessários para a gestão dos bens do Instituto.~ ~
243 10, 160| ao Irmão Superior Geral, para aprovação. Simultaneamente,
244 10, 160| propriedade do Instituto. Para esse fim, fornece às Províncias
245 10, 160| ao menos quatro Irmãos, para ajudar o Irmão Ecônomo Geral
246 10, 160| ao menos uma vez por ano, para verificar e atualizar a
247 10, 160| Geral, constituem a Comissão para Assuntos Econômicos. Esta
248 10, 160| com o auxílio da Comissão para os Assuntos Econômicos,
249 10, 160| Geral e ao seu Conselho, para aprovação.~ ~
250 10, 161| Provincial, constituem a comissão para os assuntos econômicos da
251 10, 161| com a ajuda da comissão para assuntos econômicos, estabelece
252 10, 161| Submete-a ao Irmão Provincial, para aprovação (cf.150.2.9).~
253 10, 161| apresenta ao Irmão Provincial, para aprovação, o balanço financeiro,
254 10, 161| Provincial podem exigir, para fins de controle, a apresentação
255 10, 161| empregados principalmente para sustentar as casas de formação
256 10, 161| contratação de um leigo, para administrar uma obra do
257 10, 161| uma obra do Instituto ou para verificar-lhe os relatórios
258 10, 161| ao Irmão Ecônomo Geral, para controle.~161.11. Para contrair
259 10, 161| para controle.~161.11. Para contrair empréstimo ou dá-lo
260 10, 161| construção será submetido, para parecer, ao Irmão Superior
261 10, 161| de estudado pela comissão para assuntos econômicos e aprovado
262 10, 162| 162. Para administrar os bens da comunidade,
263 10, 162| apresentam ao Irmão provincial, para aprovação, ao menos um mês
264 11, 164| Espírito Santo à Igreja, é para o mundo uma graça sempre
265 11, 164| existência humana358.~ ~164.1. Para melhor conhecimento de nossas
266 11, 164| da história do Instituto para conservar, aprofundar e
267 11, 164| espírito de nosso Fundador para dele viverem e difundi-lo.
268 11, 165| pessoal e comunitário, para encarná-lo nas várias situações
269 11, 165| Superiores, trabalhamos para construir comunidades irradiantes
270 11, 165| profissão no Instituo é para nós meio de exercer a responsabilidade.
271 11, 167| Nossa preferência é para com os pobres, com os quais
272 11, 170| exprimir nossa gratidão para com a Virgem Maria e o Instituto.
273 11, 170| estiver a nosso alcance para orientar o Instituto no
274 11, 170| circunstâncias mais difíceis para nós mesmos ou para nossa
275 11, 170| difíceis para nós mesmos ou para nossa família religiosa371.~ ~
276 11, 170| anos de profissão perpétua. Para tanto, pedimos a autorização
277 11, 170| o Irmão Superior Geral, para confirmação (cf. 150.1.1).~
278 11, 171| vocação. Nossa vida torna-se, para todos aqueles aos quais
279 11, 171| e animado pelo Espírito para "fazer conhecer e amar Jesus
280 Apend | tenha sérias razões. Salvo para casos importantes, não precisa
281 Testam | recolho todas as minhas forças para redigir, de acordo com o
282 Testam | unir suas orações às minhas para obter de Deus que ele se
283 Testam | aqueles que forem propostos para dirigi-los e conduzi-los.
284 Testam | mais delicada das virtudes. Para viver como bom religioso
285 Testam | última expressa vontade, para a glória de Jesus e de Maria.~
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