Capitolo, Capoverso
1 Dedic | DEDICATÓRIA~~ Caríssimos Irmãos: ~Com muita alegria dedico-lhes
2 Dedic | no Brasil, e acompanhe com ternura materna seus esforços
3 Dedic | no seguimento de Jesus.~Com profunda estima fraterna,~
4 Apres | Concílio e ao dos Fundadores, com vistas a suscitar a renovação
5 Apres | membros. Fizemos essa revi são com seriedade, num esforço de
6 Apres | Recebemos sua aprovação com reconhecimento e experimentamos
7 Apres | discípulos, enriquecido com a fidelidade de milhares
8 Apres | ponto de partida também. Com efeito, se nos deixarmos,
9 Apres | caminharemos para uma semelhança com Jesus, como Maria e nas
10 Apres | fazer amado Jesus Cristo. ~Com meus sentimentos mais fraternos,~~
11 Decr | DECRETO~~ De acordo com as disposições do moto-próprio "
12 Decr | pelo mundo seguir a Cristo com sua Mãe e confirmar a atualidade
13 1, 2 | amor de Jesus e Maria para com ele e para com os outros.
14 1, 2 | Maria para com ele e para com os outros. Esta vivência,
15 1, 3 | específico a viver, para com todos, a fraternidade de
16 1, 3 | Cristo, especialmente para com os jovens, amando-os gratuitamente 10.~
17 1, 5 | benevolência a nossas relações com os Irmãos e com aqueles
18 1, 5 | relações com os Irmãos e com aqueles com quem nos relacionamos.~
19 1, 5 | os Irmãos e com aqueles com quem nos relacionamos.~De
20 1, 6 | fervor no amor do Senhor para com os Irmãos que ele mesmo
21 1, 7 | delicada, respeitosa para com as pessoas.~A exemplo do
22 1 | Em comunhão com a Igreja~~
23 1, 10 | oriundas da Sociedade de Maria com as quais queremos irradiar
24 2, 12 | ressurreição 33; caminhamos com ele e trabalhamos na construção
25 2, 17 | obediência nos confia, de acordo com a finalidade do Instituto
26 2, 17 | Instituto e em comunhão com a Igreja. Cuidamos para
27 2, 17 | procedendo sempre de íntima união com Deus, a fortifique e a favoreça.~~
28 2 | Com Maria e nosso Fundador~~
29 2, 18 | palavra do Senhor; abandona-se com alegria e amor à ação do
30 2, 19 | homem.~Vemo-lo, respeitoso com todos, sensível a toda miséria.
31 2, 20 | realiza na terra a união com Deus sem a mediação do cônjuge
32 2, 20 | amor único e sem reserva com o Cristo. Renunciamos ao
33 2, 21 | constante solicitude para com eles.~~
34 2, 22 | estimula a amar o Senhor com todo nosso ser. Nosso celibato
35 2, 23 | nos procuram.~O amor para com nossos Irmãos será simples
36 2, 23 | cada um deve poder contar com a compreensão de seus irmãos.
37 2, 24 | amizades sejam coerentes com a castidade consagrada e
38 2, 25 | alimentar nossa relação de amor com o Senhor, somos fiéis ao
39 2, 25 | somos fiéis ao encontro com ele na oração, especialmente
40 2, 26 | sentidos e do coração e assumir com equilíbrio nosso voto de
41 2, 27 | amor misericordioso para com aqueles que a sociedade
42 2, 27 | rejeita.~O celibato, vivido com generosidade, leva-nos para
43 2, 29 | administração a outros.~Também, com a permissão dos Superiores,
44 2, 29 | da Província, de acordo com a legislação do país, determinarão
45 2, 29 | ao Irmão Provincial que, com seu parecer e o de seu Conselho,
46 2, 29 | ser avalistas nem mesmo com seus próprios bens (c 672;
47 2, 29 | caso, o Irmão Provincial, com seu Conselho, consultará
48 2, 30 | o coração de Maria que, com os pobres de Israel, põe
49 2, 30 | fidelidade do Senhor74. Com José, o carpinteiro, ela
50 2, 30 | carpinteiro, ela convive com as pessoas simples de Nazaré75.
51 2, 30 | desapego que Deus lhe pede76.~Com ela, deixamos que se desfaçam,
52 2, 32 | pobreza e de solidariedade com os pobres, assumimos os
53 2, 34 | da Igreja, 85 de acordo com nossa vocação própria, nós
54 2, 34 | própria, nós nos solidarizamos com os pobres e suas causas
55 2, 34 | das ocasiões de contato com a realidade da vida cotidiana
56 2, 34 | preconceito ou indiferença para com eles. Torna-nos mais responsáveis
57 2, 34 | bens que devemos partilhar com os mais necessitados.~Evitamos
58 2, 34 | Evitamos escandalizá-los com um teor de vida demasiado
59 2, 34 | parte dos pobres, de acordo com diretrizes do Irmão Provincial.
60 2, 35 | mais misericordiosos para com o próximo e abertos às maravilhas
61 2, 36 | existência de Jesus foi comunhão com a vontade do Pai90 de quem
62 2, 37 | em caso de falta grave, com admoestação por escrito.~ ~
63 2 | Com a Virgem do Fiat~~
64 2, 40 | nossa família religiosa com as Constituições, os Capítulos
65 2, 40 | Igreja e agimos de acordo com o Bispo conforme o direito
66 2, 41 | diálogo106 sincero e livre com o Superior e entre nós são
67 2, 41 | a comunidade, de acordo com o Superior, considera ser
68 2, 42 | Superior, o Irmão, após diálogo com o Superior maior, entregando-se
69 2, 42 | confia tal missão, aceita-a com simplicidade107.~O Superior
70 2, 42 | entrevistas, discernirá com cada um os desejos do Senhor.~~
71 2, 43 | chegar a decisões, de acordo com os Superiores110.~Esse discernimento
72 2, 44 | não nos devem desanimar. Com humilde fidelidade, chegaremos
73 2, 46 | avançamos juntos, dia após dia, com o coração cheio de gratidão,
74 2, 46 | sobretudo pelo recurso a Maria e com a ajuda de nossos Irmãos.~
75 3, 49 | um pai131. Em convívio, com ele e junto à Boa Mãe, aprofundavam
76 3, 49 | nossas relações fraternas com alegria, respeito mútuo
77 3, 50 | Constituições de acordo com a situação concreta da comunidade.
78 3, 51 | em dificuldade e ajudá-lo com tato133. Superando nosso
79 3, 51 | suscetibilidade, recebemos com simplicidade o aviso fraterno134.
80 3, 52 | Instituto.~ ~52.1. A entrevista com o Superior favorece a compreensão
81 3, 54 | de bondade e de paciência com os coirmãos enfermos. Visitam-nos,
82 3, 55 | manifesta grande solicitude para com o coirmão chegado ao termo
83 3, 56 | familiares.~ ~56.1. As relações com a família, sobretudo as
84 3, 60 | família. Comunicando-nos com sinceridade, partilhamos
85 3, 60 | sinceridade, partilhamos com nossos irmãos o melhor de
86 3, 60 | comunidade. Dela participamos com boa vontade e simplicidade.
87 3, 60 | coisa, a fim de partilhá-la com os pobres.~60.3. Em comunidade,
88 3, 60 | caridade. Fixamos também, com o necessário discernimento,
89 3, 61 | nosso Instituto, de acordo com a forma descrita nos Estatutos151.~ ~
90 3, 61 | razão, o Irmão Provincial, com o consentimento do seu Conselho,
91 3, 61 | Nosso hábito é a batina com o colarinho romano ou o "
92 4, 64 | 64. Jesus, conversando com o Pai, 157 ensina-nos a
93 4 | Orar com Maria~~
94 4, 67 | coração as ações do Filho com as palavras da Escritura168.
95 4, 67 | Irmãos Maristas, orando com Maria, comungamos de seu
96 4 | Com o Padre Champagnat~~
97 4, 68 | Sacramento, sua fé profunda fazia com que percebesse quase que
98 4, 68 | Jesus. Dirigia-se a Maria com a confiança de uma criança173.
99 4, 69 | seu dinamismo e comunga com a Igreja visível e invisível.~
100 4, 69 | identificamo-nos cada vez mais com Jesus179 que se oferece
101 4, 69 | manifestar nossa unidade com o povo de Deus, em torno
102 4 | Rezar com o Povo de Deus.~~
103 4, 70 | oração vibrar em uníssono com a de Jesus, especialmente
104 4, 70 | de Jesus, especialmente com os salmos183 pelos quais
105 4, 71 | 71. Nossa relação de amor com o Cristo, Mestre e Senhor
106 4, 71 | oração, encontro pessoal com o Senhor, 187 aprendemos
107 4, 71 | pessoas e os acontecimentos com o olhar de fé. Nela encontramos
108 4, 71 | perseveramos na meditação com fé e coragem, apesar das
109 4, 71 | Cristo e nossa intimidade com ele (V 370-372; R 1837,
110 4, 72 | nosso desejo de fidelidade com um ato de abandono filial.~
111 4, 72 | recebido freqüentemente e com fé. Fazemos desse encontro
112 4, 72 | Fazemos desse encontro com o Cristo um ato de conversão191.~ ~
113 4, 72 | desejo de reconciliação com o Senhor e com nossos Irmãos.~ ~
114 4, 72 | reconciliação com o Senhor e com nossos Irmãos.~ ~
115 4, 74 | Maria em suas atitudes para com Deus e para com os homens195.~
116 4, 74 | atitudes para com Deus e para com os homens195.~A exemplo
117 4, 74 | aprofundar nossa relação com ela pela oração e pelo estudo
118 4, 74 | intensificar nossa devoção para com essa boa Mãe.~Cada dia,
119 4, 74 | comunitariamente e, quando possível, com os alunos ou com outros
120 4, 74 | possível, com os alunos ou com outros fiéis (V 382; R 1837,
121 4, 75 | celebrada em toda parte com fervor, para agradecer a
122 4, 75 | de sua obra. Celebramo-la com nossos alunos, com os membros
123 4, 75 | Celebramo-la com nossos alunos, com os membros de outros Institutos
124 4, 77 | nem tampouco se identifica com o trabalho apostólico. Ela
125 4, 77 | Ela é presença e comunhão com Deus, tornado mais próximo
126 5, 80 | o apostolado em comunhão com os Pastores da Igreja local217
127 5, 80 | local217 e em colaboração com outros religiosos e leigos
128 5, 80 | Superiores agem de comum acordo com o Bispo diocesano, conforme
129 5, 80 | Provincial entra em contato com os responsáveis pela Igreja
130 5, 83 | onde eles estão228. Vamos com ousadia aos ambientes, talvez
131 5, 84 | inspira nossas atitudes para com os jovens. Nossa ação apostólica
132 5, 84 | de dar Deus aos homens. Com simplicidade, entusiasmo
133 5, 84 | aos pastores e aos magos. Com paciência, espera a hora
134 5, 85 | atender. O Irmão Provincial, com seu Conselho, toma as decisões
135 5, 86 | proteção de Maria. Vemos com particular interesse os
136 5, 86 | necessidades e cooperamos com os construtores da justiça
137 5, 87 | programa pastoral, em sintonia com a comunidade eclesial. Tal
138 5, 87 | que os ponham em contato com situações de pobreza (PJ,
139 5, 87 | Prolongamos nossos contatos com os jovens através de atividades
140 5, 88 | espiritualidade e nossa pedagogia com os pais, 244 professores
141 5, 88 | mostramo-nos irmãos para com nossos alunos. Esforçando-nos
142 5, 88 | tanto, o Irmão Provincial, com seu Conselho, estabelece
143 5, 89 | 89. Sozinhos ou com outras pessoas consagradas,
144 5, 89 | consagradas, em cooperação com uma equipe educativa de
145 5, 90 | Instituto. Após entendimento com a Igreja local, estabelecemo-nos
146 5, 91 | que estiver em desacordo com o Evangelho. Pela maneira
147 6, 93 | e organizada em sintonia com a diocese. Estende-se às
148 6, 94 | numa comunidade solidária com os pobres é o melhor convite
149 6, 94 | vocacional na Província. Com seu Conselho, organiza as
150 6, 94 | 150.2.6).~94.2. Aceitamos, com alegria, ser confidentes
151 6, 95 | ação do Espírito Santo, com a ajuda dos formadores,
152 6, 95 | permanente. O Irmão Provincial, com seu Conselho, determina
153 6, 95 | sua execução, de acordo com o Guia da Formação (c 659,
154 6, 96 | melhor o chamado do Senhor. Com eles, discernimos se possuem
155 6, 96 | candidato continua em contato com seu ambiente cultural e
156 6, 96 | 96.4. O Irmão Provincial, com seu Conselho, pode estabelecer
157 6, 96 | prepara-se para certas rupturas com seu ambiente e faz uma experiência
158 6, 96 | do noviciado e de acordo com o plano provincial.~96.8.
159 6, 97 | e aptidões relacionadas com seu engajamento. Pela prática
160 6, 97 | O noviço não se ocupará com estudos e encargos que não
161 6, 98 | Inicia-se a viver em intimidade com Deus, sustentado pela leitura,
162 6, 99 | esforçando-se por sintonizar com ele seu coração.~ Na vida
163 6, 101| Mestre dos noviços, de acordo com o Irmão Provincial276.~ ~
164 6, 101| trabalho esteja de acordo com a finalidade do Instituto
165 6, 102| tempo do noviciado termina com a profissão temporária277
166 6, 103| proceder, o Irmão Provincial, com seu Conselho, estuda o melhor
167 6, 104| as atividades apostólicas com a vida de oração e de comunidade.
168 6, 107| permanecem em íntima comunhão com a Província e o Instituto.
169 6, 107| aprendendo dela como acompanhar com amor, perseverança e discrição
170 6, 109| Champagnat preocupava-se com o aperfeiçoamento integral
171 6, 109| 109.3. Discernindo junto com o Superior Provincial, o
172 6, 109| ou de estudos de acordo com suas aptidões e a missão
173 6, 109| pelo Irmão Superior Geral com seu Conselho (cf F 61).~ ~
174 6, 110| profundamente nossa vocação com nossos Irmãos285.~ Para
175 6, 110| adquirida; por outro, o diálogo com os Superiores, o acompanhamento
176 7, 113| 113. O Irmão Provincial, com o consentimento de seu Conselho,
177 7, 113| quatro anos288. Termina com a profissão perpétua.~ ~
178 7, 113| livremente pelo Irmão Provincial com seu Conselho, e aprovada
179 7, 113| 2º) profissão temporária com duração de quatro anos completos.
180 7, 113| pedido do Irmão Provincial com seu Conselho o Irmão Superior
181 8, 115| O Irmão que as enfrenta com fé e generosidade e emprega
182 8, 115| valer-se do discernimento, com a ajuda dos Superiores e
183 8, 116| do Irmão Superior Geral, com o voto favorável de seu
184 8, 116| pelo Irmão Provincial, com o parecer de seu Conselho291.~
185 8, 116| o transmite à Santa Sé, com o seu parecer e o do seu
186 8, 117| ao Irmão Provincial que, com seu Conselho, decide de
187 8, 117| seu dever de caridade para com aquele que o abandona. Embora
188 8, 117| manterão relações de amizade com os antigos membros do Instituto (
189 9, 120| representantes, do jeito de Maria, com a disponibilidade total
190 9, 121| muitas vezes, 307 procurando com eles a vontade de Deus.
191 9, 121| uma decisão308. Acompanha com firmeza e benevolência os
192 9, 122| um e mostram-se pacientes com todos312. Esforçam-se por
193 9, 124| periodicamente. Governam com a ajuda de seu Conselho,
194 9, 124| que agem colegiadamente com seu Conselho e aqueles nos
195 9, 125| Geral, após entendimento com os Responsáveis no caso,
196 9, 127| constituída por um grupo de casas com interesses comuns, mas que
197 9, 129| erigida pelo Irmão Provincial com o consentimento do Bispo
198 9, 129| Superior Geral, de acordo com os Irmãos Provinciais respectivos,
199 9, 130| fidelidade a seus compromissos. Com eles discerne o que favorece
200 9, 131| canônico, por voto secreto e com a maioria absoluta dos Irmãos
201 9, 134| Irmão Superior Geral, 324 com seu Conselho, elege um,
202 9, 135| pelo Irmão Superior Geral com seu Conselho, deve convocar
203 9, 136| Gerais, que fazem comunidade com o Irmão Superior Geral. ~
204 9, 136| Irmão Superior Geral pode, com seu Conselho, eleger um
205 9, 137| fixado para as Províncias, com a licença da Santa Sé, quando
206 9, 137| Geral age colegiadamente com seu Conselho, cujos dois
207 9, 137| presentes, e as decisões tomadas com maioria absoluta dos votos
208 9, 137| age como acima (137.4), com ao menos quatro membros
209 9, 137| exclusão de um Irmão, de acordo com o direito canônico.~ 137.
210 9, 138| anos.~Por razões graves e com o consentimento de seu Conselho,
211 9, 142| dos Superiores entre si e com o Irmãos Superior Geral
212 9, 143| Irmão Provincial governa com a ajuda de seu Conselho.
213 9, 143| e obras num único Setor, com estatuto particular, se
214 9, 144| Geral, após entendimento com o Irmão Provincial e seu
215 9, 144| justas razões, uma Província, com a aprovação do Irmão Superior
216 9, 145| ou seu delegado, avalia com os Irmãos a qualidade da
217 9, 148| um grupo de Irmãos que, com o Irmão Provincial, forma
218 9, 149| perpétuos. Seu mandato termina com o do Superior, cujo Conselho
219 9, 150| profissão temporária e perpétua, com a aprovação do Irmão Superior
220 9, 150| exclusão de um Irmão de acordo com o direito canônico (c 694
221 9, 150| aplicar, após entendimento com o Irmão Superior Geral,
222 9, 150| fundar uma obra ou uma casa, com o consentimento escrito
223 9, 150| celebrar ou modificar contratos com os fundadores de uma obra (
224 9, 150| Provincial age colegiadamente com seu conselho para: ~ 1º)
225 9, 151| pelo Irmão Superior Geral com o voto de seu Conselho (
226 9, 151| Superior local deve agir com o consentimento de seu Conselho.~
227 9, 151| Irmão Provincial concluinte, com seu Conselho, organiza as
228 9, 152| sua autoridade. Governa com a ajuda de um Conselho.
229 9, 152| determinado pelo Irmão Provincial, com a aprovação de seu Conselho.
230 9, 154| Conselheiro. É escolhido de acordo com o estabelecido pelo Capítulo
231 9, 154| Instituto. Por isso agirão com a necessária prudência e
232 10, 155| Irmão Ecônomo, de acordo com as formas de aplicação adotadas
233 10, 156| têm grande preocupação com o bem comum, a justiça,
234 10, 156| recebam salários de acordo com as leis do país e para que
235 10, 156| vantagens sociais, de acordo com a justiça (c 1286,2; cf.
236 10, 157| outras, devem ser depositadas com ao menos três assinaturas,
237 10, 159| capitalização347 deve harmonizar-se com as responsabilidades sociais
238 10, 160| reuniões do Conselho Econômico, com a freqüência necessária,
239 10, 160| Irmãos, ou mais, que, junto com o Irmão Ecônomo Geral, constituem
240 10, 160| o Irmão Ecônomo Geral, com o auxílio da Comissão para
241 10, 161| pessoas competentes que, com o Irmão Ecônomo Provincial,
242 10, 161| Irmão Ecônomo Provincial, com a ajuda da comissão para
243 10, 161| Tal contratação é feita com base legal (cf. 150.2.17).~
244 10, 161| dívidas e obrigações, mesmo com licença dos Superiores,
245 10, 162| modificar-lhe as condições, com a aprovação do Irmão Superior
246 11, 164| o Irmão Superior Geral, com seu Conselho, promove e
247 11, 165| essa tarefa. Em comunhão com os Superiores, trabalhamos
248 11, 165| Instituto inteiro se preocupa com a vitalidade de cada Província
249 11, 166| plenamente e cooperamos com sua ação libertadora361.
250 11, 167| Nossa preferência é para com os pobres, com os quais
251 11, 167| preferência é para com os pobres, com os quais partilhamos nossa
252 11, 168| discernimento comunitário e com a mediação dos Superiores.~~
253 11, 169| só podem ser modificadas com sua autorização e após votos
254 11, 169| votos do Capítulo Geral, com maioria de dois terços369.~
255 11, 169| da Assembléia capitular, com maioria absoluta, exceto
256 11, 169| em comunidade e de acordo com um método por esta combinado.~ ~
257 11, 170| exprimir nossa gratidão para com a Virgem Maria e o Instituto.
258 11, 170| reafirmar nossa vontade de viver com generosidade o ideal marista.~
259 11, 170| comprometemo-nos a marcar com adesão mais profunda nossa
260 Apend | Conselho é normalmente tomada com a maioria absoluta dos votos
261 Apend | Superior age colegiadamente com seu Conselho, deve convocá-lo.
262 Apend | Conselheiros agem juntos com igualdade de direito. A
263 Testam | para redigir, de acordo com o que acredito ser mais
264 Testam | sentimentos da mais perfeita união com todos os membros que a compõem,
265 Testam | a compõem, especialmente com todos os Irmãos que o bom
266 Testam | também, meus queridos Irmãos, com toda a afeição de minha
267 Testam | vontades devem identificar-se com as dos Padres da Sociedade
268 Testam | Peço ainda a Deus e desejo com todo o ardor de meu coração
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