Capitolo, Capoverso
1 Dedic | primeiro centenário da chegada dos Irmãos em terras brasileiras.
2 Apres | espírito do Concílio e ao dos Fundadores, com vistas a
3 Apres | do Fundador e aos sinais dos tempos discernidos em Igreja.
4 Decr | mediante a evangelização dos jovens, nas escolas e em
5 Decr | Marcelino Champagnat, apóstolo dos jovens, particularmente
6 Abrev | Decreto sobre o apostolado dos leigos - Vaticano II)~~AG
7 Abrev | Paulo VI, (A evangelização dos homens de nosso tempo, 1975).~~
8 Abrev | Vaticano II).~ ~3. Documentos dos Instituto~ ~ALS Avisos,
9 Abrev | Lião, 1927.~~C Circulares dos Superiores Gerais.~~cf.
10 1 | Capítulo 1 IDENTIDADE DOS IRMÃOS MARISTAS NA IGREJA~~
11 1, 1 | Instituto religioso laical dos Pequenos Irmãos de Maria2.
12 1, 2 | Instituto para a educação cristã dos jovens, particularmente
13 1, 3 | comunidade.~Pela profissão dos votos de castidade, de pobreza
14 2, 13 | acompanhamento e discernimento dos Superiores, nossa resposta
15 2, 15 | respondemos pela profissão dos conselhos evangélicos de
16 2, 16 | vigorosamente a realidade dos bens futuros já presentes
17 2, 20 | celibato "por causa do Reino dos céus"50 é resposta a esse
18 2, 22 | em todos58.~A fidelidade dos esposos nos estimula a amar
19 2, 24 | a subtrair-nos à amizade dos outros, sobretudo à de nossos
20 2, 26 | nossos lazeres e no uso dos meios de comunicação social64.
21 2, 26 | Para chegar ao domínio dos sentidos e do coração e
22 2, 29 | Também, com a permissão dos Superiores, podemos renunciar
23 2, 29 | dinheiro posto à disposição dos Irmãos para necessidades
24 2, 31 | nossas limitações e da ajuda dos outros.~Faz-nos recorrer
25 2, 34 | nosso trabalho. Gostamos dos lugares e das casas que
26 2, 34 | realidade da vida cotidiana dos mesmos.~A preocupação pelos
27 2, 34 | mais responsáveis no uso dos bens que devemos partilhar
28 2, 34 | está realizando em favor dos necessitados. Comunica o
29 2, 34 | comunidade prevê a parte dos pobres, de acordo com diretrizes
30 2, 35 | despojamento interior. O desapego dos bens terrenos liberta-nos
31 2, 39 | no parecer, na mediação dos Superiores99 e atenção aos
32 2, 39 | Superiores99 e atenção aos sinais dos tempos. Em todas as circunstâncias,
33 2, 40 | 40.1. Ouvimos a voz dos pastores da Igreja e agimos
34 2, 42 | oração assídua e na escuta dos Irmãos, ficará atento à
35 2, 43 | interpretação adequada dos sinais dos tempos111 e renúncia
36 2, 43 | interpretação adequada dos sinais dos tempos111 e renúncia a interesses
37 2, 44 | mistério da obediência através dos acontecimentos e das ocupações
38 2, 44 | espiritual na liberdade dos filhos de Deus113. A aceitação
39 2, 46 | testemunho de fidelidade dos Irmãos que nos precederam.~
40 3, 48 | A exemplo da comunidade dos Apóstolos, reunidos no Espírito
41 3, 49 | Champagnat fez da comunidade dos primeiros Irmãos uma verdadeira
42 3, 49 | proporcionar-lhes à custa dos maiores sacrifícios"130.~
43 3, 49 | e da abnegação a serviço dos outros.~Fiéis a essa herança
44 3, 49 | propriedade; ~5. participamos dos descansos e lazeres comunitários.~ ~
45 3, 50 | pobreza põe à disposição dos outros tudo quanto temos
46 3, 51 | pela vida e pelo trabalho dos outros. Desenvolvemos a
47 3, 54 | proporcionar a ajuda do sacramento dos enfermos aos membros idosos
48 3, 55 | nossos defuntos. Na comunhão dos santos, sentimo-nos unidos
49 3, 55 | missa e recita o ofício dos defuntos.~55.2. A morte
50 3, 55 | missa e recita o ofício dos defuntos.~55.3. A morte
51 3, 55 | missas e recita o ofício dos defuntos.~55.4. A morte
52 3, 55 | defuntos.~55.4. A morte dos pais de um Irmão, sua comunidade
53 3, 55 | missa e recita o ofício dos defuntos.~55.5. Na primeira
54 3, 55 | pelos defuntos; Irmãos, pais dos Irmãos, filiados, antigos
55 3, 55 | aniversário e recitamos o ofício dos defuntos.~55.7. Os sufrágios
56 3 | A família dos Irmãos~~
57 3, 57 | presença e pelo exemplo dos coirmãos. Ela unifica o
58 3, 59 | comunidade.~As exigências dos votos, o dever cotidiano,
59 3, 60 | e prolonga a comunicação dos corações; 149 dispõe cada
60 3, 60 | partir, principalmente, dos textos do Instituto. Permite
61 3, 60 | necessário discernimento, o uso dos meios de comunicação social.~
62 4, 68 | criança173. Na formação dos Irmãos, voltava muitas vezes
63 4 | Na comunhão dos santos~~
64 5, 81 | religiosos para a educação cristã dos pequenos camponeses, dos
65 5, 81 | dos pequenos camponeses, dos quais ninguém se ocupa220.
66 5, 81 | que torna dócil o coração dos alunos. O exemplo e a presença
67 5, 81 | anseios e às necessidades dos jovens de hoje.~~
68 5, 84 | primeiro sinal que suscita a fé dos discípulos. Depois desaparece
69 5, 84 | Orientamos o coração dos jovens para Maria, 232 a
70 5, 86 | Instituto colabora na formação dos catequistas e dos professores
71 5, 86 | formação dos catequistas e dos professores cristãos, conforme
72 5, 87 | adaptada às expectativas dos jovens. Disponíveis a todos,
73 5, 88 | dizem respeito à utilização dos meios de comunicação a serviço
74 5, 89 | Respeitamos as convicções dos outros educadores. Fazemos
75 5, 91 | impõem escolha judiciosa dos Irmãos que para ela são
76 5, 91 | regionais destinados à formação dos Irmãos das novas Igrejas.~
77 6, 93 | atentos às necessidades dos homens, a abrirem o coração261
78 6, 94 | confidentes e conselheiros dos jovens em busca de sua vocação.
79 6, 95 | Espírito Santo, com a ajuda dos formadores, cada um é o
80 6, 95 | os critérios de admissão dos candidatos.~95.3. O entendimento
81 6, 96 | diretamente da formação dos postulantes. Os outros Irmãos
82 6, 97 | engajamento. Pela prática dos conselhos evangélicos, ele
83 6, 98 | coração e interiorização dos valores evangélicos. Torna-se
84 6, 99 | como modelo a vida simples dos primeiros Irmãos. O trabalho
85 6, 100| sob a direção do Mestre dos noviços, faz-se numa casa
86 6, 100| no máximo vinte e quatro, dos quais doze de presença na
87 6, 101| organizados pelo Irmão Mestre dos noviços, de acordo com o
88 6, 101| responsabilidade do Mestre dos noviços.~ ~
89 6, 103| profissão perpétua, a formação dos Irmãos deve ter prosseguimento
90 6, 103| necessidades da Igreja e dos homens, adaptada às capacidades
91 6 | Missão dos formadores~~
92 6, 107| e conquistar a confiança dos jovens.~No exercício de
93 6 | Preparação dos formadores~~
94 6, 108| particularmente o Mestre dos noviços, serão homens de
95 6, 108| preparados para a formação dos jovens à vida marista.~Os
96 6, 108| função281.~ ~108.1. O Mestre dos noviços e o Responsável
97 6 | Responsabilidade dos Superiores~~
98 6, 109| aperfeiçoamento integral dos primeiros Irmãos282. Assim
99 6, 109| responder às necessidades dos tempos e às expectativas
100 6, 109| destina-se, sobretudo, ao preparo dos formadores.~109.6. Nossa
101 6, 109| no espírito do Fundador e dos primeiros Irmãos.~109.7.
102 6, 110| justiça, o fato cultural dos meios de comunicação social.~ ~
103 7, 111| encarregados da admissão dos candidatos recebem aqueles
104 7, 112| feitos.~112. 2. O Mestre dos noviços determina as modalidade
105 7, 113| temporária, e a duração dos votos, antes da profissão
106 7, 114| Superior geral), profissão dos conselhos evangélicos pelos
107 7, 114| Constituições do Instituto dos Pequenos Irmãos de Maria (
108 8, 115| discernimento, com a ajuda dos Superiores e de outras pessoas
109 8, 116| não deve pedir dispensa dos votos senão por razões muito
110 8, 116| pleno direito a dispensa dos votos e de todas as obrigações
111 9, 118| autoridade à Igreja por meio dos Apóstolos298.~ Entre os
112 9, 118| autoridade299 que une o esforço dos Irmãos, anima-o, orienta-o
113 9, 120| do crescimento espiritual dos Irmãos. Confiantes, recorrem
114 9, 130| apostolado às necessidades dos tempos, conforme o carisma
115 9, 131| e com a maioria absoluta dos Irmãos presentes321. No
116 9, 137| importantes das Províncias e dos Distritos.~ ~137.1. O Irmão
117 9, 137| exercerá a função de Mestre dos noviços (c 647,2); ~5º)
118 9, 137| Conselho, cujos dois terços dos membros, pelo menos, devem
119 9, 137| tomadas com maioria absoluta dos votos dos presentes, para: ~
120 9, 137| maioria absoluta dos votos dos presentes, para: ~ 1º)
121 9, 137| Postulador Geral; ~5º) nomeação dos membros da comissão para
122 9, 137| extraordinário; ~7º) nomeação dos membros da comissão preparatória
123 9, 137| Capítulo Geral; ~8º) nomeação dos membros da "mesa" de verificação
124 9, 137| da "mesa" de verificação dos poderes dos capitulares; ~
125 9, 137| verificação dos poderes dos capitulares; ~9º) nomeação
126 9, 137| capitulares; ~9º) nomeação dos membros da "mesa" provisória
127 9, 137| 160.1); ~12º) aprovação dos Estatutos civis das Províncias
128 9, 137| Estatutos civis das Províncias e dos Distritos; 13 aprovação
129 9, 137| Distritos; 13 aprovação dos Estatutos dos Distritos
130 9, 137| aprovação dos Estatutos dos Distritos e dos agrupamentos
131 9, 137| Estatutos dos Distritos e dos agrupamentos de Províncias,
132 9, 137| de Províncias, assim como dos Estatutos das casas que
133 9, 137| de demissão, ou deposição dos Irmãos acima nomeados; ~
134 9, 137| seis meses; ~4º) nomeação dos Irmãos destacados para os
135 9, 137| Igreja e relativas ao direito dos religiosos.~137.7. O Irmão
136 9, 137| finanças e da administração dos bens do Instituto. Caso
137 9, 139| do Irmão Vigário geral e dos membros do Conselho Geral,
138 9, 140| Províncias e Distritos. O número dos membros eleitos deve ser
139 9, 140| eleitos deve ser superior ao dos membros de direito. O direito
140 9, 140| Provinciais.~ 140.2. O total dos Irmãos eleitos Delegados
141 9, 140| Irmãos a mais do que o total dos membros de direito. Entre
142 9, 140| Província, para o cálculo dos Delegados desta última.~
143 9, 142| 142. São eleitores dos delegados ao Capítulo Geral
144 9, 142| permitir contatos diretos dos Superiores entre si e com
145 9, 143| província e pela administração dos bens. Mantém a união entre
146 9, 146| delegado, recebe os votos dos Irmãos da Província, em
147 9, 148| espiritual e apostólica dos Irmãos e na administração
148 9, 148| Irmãos e na administração dos bens.~
149 9, 149| validade das decisões, o número dos Conselheiros presentes deve
150 9, 149| menos, a metade mais um dos membros do Conselho.~149.
151 9, 150| atribuições do Irmão Diretor e dos outros eventuais responsáveis
152 9, 150| de Setor; ~4º) nomeação dos Superiores locais, do Mestre
153 9, 150| Superiores locais, do Mestre dos Noviços, dos Diretores de
154 9, 150| do Mestre dos Noviços, dos Diretores de Centros de
155 9, 150| do Ecônomo Provincial, dos Diretores e Ecônomos de
156 9, 150| Diretores e Ecônomos de obras e dos Ecônomos locais; ~5º) aceitação
157 9, 150| por razões graves, de um dos Irmãos acima nomeados.~ ~
158 9, 151| cujo total será inferior ao dos eleitos. Os Conselheiros
159 9, 151| Conselho, organiza as eleições dos membros do Capítulo, convoca-o
160 9, 151| Provincial, procede-se à eleição dos membros de seu Conselho
161 9, 151| seu Conselho e ao exame dos assuntos regularmente constantes
162 9, 151| interesse de todos pelo exame dos assuntos importantes que
163 9, 152| Autoriza as despesas pessoais dos Irmãos, nos limites de sua
164 9, 152| conservação e classificação dos documentos de arquivo, da
165 9, 152| de arquivo, da manutenção dos imóveis e mobiliário.~152.
166 10 | Capítulo 10 ADMINISTRAÇÃO DOS BENS~~
167 10, 155| imobilizações.~A administração dos fundos disponíveis compete
168 10, 156| escolhidos para a administração dos bens do Instituto não são
169 10, 156| ao ministério apostólico dos Irmãos. Na sua maneira de
170 10 | Uso e gestão dos bens~~
171 10, 158| diretivas para a administração dos bens do Instituto e controla
172 10, 158| particulares, determina o uso dos bens e a maneira de administrá-los.
173 10, 158| fazer e o fruto do trabalho dos Irmãos são bens do Instituto,
174 10, 159| mundo, utilizam uma parte dos benefícios para ajudar as
175 10, 160| adequadas para a justa aplicação dos recursos do Instituto nos
176 10, 160| necessários para a gestão dos bens do Instituto.~ ~160.
177 10, 160| de contas das Províncias, dos Distritos, das comunidades
178 10, 160| extrato registrado em cartório dos títulos de cada propriedade
179 10, 161| estado das propriedades, dos empréstimos (tomados ou
180 10, 161| controle, a apresentação dos livros de contas e dos papéis
181 10, 161| apresentação dos livros de contas e dos papéis comprobatórios.~161.
182 10, 161| cópia registrada em cartório dos títulos de cada propriedade
183 10, 161| obrigações, mesmo com licença dos Superiores, está obrigada
184 10, 161| decorrente fique dentro dos limites das atribuições
185 11, 164| conhecimento do Fundador, dos primeiros Irmãos e da história
186 11, 164| especialmente as circulares dos Superiores. Essas leituras
187 11, 168| atenção contínua aos sinais dos tempos, aos apelos da Igreja
188 11, 168| comunitário e com a mediação dos Superiores.~~
189 11, 169| seguro367 no cumprimento dos desígnios de Deus sobre
190 11, 170| ao progresso espiritual dos coirmãos e ao despertar
191 11, 170| ESTABILIDADE NO INSTITUTO DOS PEQUENOS IRMÃOS DE MARIA (
192 Apend | tomada com a maioria absoluta dos votos dos membros do Conselho
193 Apend | maioria absoluta dos votos dos membros do Conselho presentes.
194 Apend | tomada por maioria absoluta dos votos dos presentes. ~Quando
195 Apend | maioria absoluta dos votos dos presentes. ~Quando não se
196 Testam | E FUNDADOR DO INSTITUTO DOS PEQUENOS IRMÃOS DE MARIA, ~
197 Testam | espírito. Que se possa dizer dos Pequenos Irmãos de Maria
198 Testam | Pequenos Irmãos de Maria como dos primeiros cristãos: "Vede
199 Testam | devem identificar-se com as dos Padres da Sociedade de Maria
200 Testam | Maria. O Superior Geral dos Padres, na qualidade de
201 Testam | na qualidade de Superior dos Irmãos, deve ser o centro
202 Testam | sustentáculo da Sociedade dos Irmãos de Maria.~Peço ainda
203 Testam | sempre a característica dos Pequenos Irmãos de Maria. ~
204 Testam | Vós sabeis que ele é um dos nossos primeiros patronos.~
205 Testam | papel de anjos da guarda dos alunos que vos são confiados:
206 Testam | O Superior e Fundados dos Pequenos Irmãos de Maria,~
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