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Instituto dos Irmãos Maristas das Escolas
ou Pequenos Irmãos de Maria
Constituições e Estatutos (FMS)

IntraText - Concordâncias

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                                                     negrito = Texto principal
    Capitolo, Capoverso                              cinza = comentário
1 Abrev | Ecumênica da Bíblia (TEB).~ ~2. Documentos da Igreja: ~ ~ 2 1, 1 | Marcelino Champagnat fundava, em 2 de janeiro de 1817, o Instituto 3 1, 2 | 2. Guiado pelo Espírito, Marcelino 4 1 (16) | C 1852, I, 2~ 5 1 (18) | RC 1852, p. XI,2; V 464ss~ 6 2 | Capítulo 2 CONSAGRAÇÃO~~ 7 2 (28) | Os 2,16~ 8 2 (30) | Os 2,21; Jr 2,2~ 9 2 (30) | Os 2,21; Jr 2,2~ 10 2 (30) | Os 2,21; Jr 2,2~ 11 2 (40) | LG 44, 1,2,4~ 12 2, 15 | de outra festa marial.~15.2 A Província garante o que 13 2 (46) | PC 8,2~ 14 2 (56) | Jo 19,27; Mt 2,14,21~ 15 2 (57) | LG 11,2~ 16 2 (59) | PC 12,2~ 17 2 (63) | PC 12,2~ 18 2 (68) | Lc 2,7~ 19 2 (70) | PC 13,2~ 20 2, 29 | postas a seu dispor.~29.2. Para dispor de um presente 21 2, 29 | do Superior local (c 668,2).~29.6. Tudo quanto o Irmão 22 2, 29 | Irmão Superior Geral (Cf 150.2.10).~ ~ 23 2 (75) | Lc 2,24~ 24 2 (76) | Lc 2,48-50~ 25 2, 32 | religiosa (cf PJ, prop. 11).~32.2. Fiéis à tradição marista 26 2, 34 | relativas à pobreza (Cf 150.2.6).~34.2. Em seu orçamento 27 2, 34 | pobreza (Cf 150.2.6).~34.2. Em seu orçamento anual, 28 2 (92) | Fl 2,7~ 29 2, 37 | em casos excepcionais.~37.2. Por motivos pastorais, 30 2 (98) | Jo 2,5; L 259, 10-13~ 31 2 (102)| c 590,2~ 32 2, 40 | do Instituto (c 678).~40.2. O Irmão não aceitará, sem 33 2, 40 | disciplina do Instituto (c 678,2; Cf. 89.1).~ ~ 34 2 (104)| PC 14,2~ 35 2 (105)| Rm 12,2~ 36 2 (109)| 1Cor 2,10-16~ 37 2 (113)| PC 14,2~ 38 2 (117)| At 2,36; Fl 2,9-11~ 39 2 (117)| At 2,36; Fl 2,9-11~ 40 3 (127)| Jo 2,1-5~ 41 3, 49 | respeito mútuo e cordialidade; ~2. damos acolhida solícita 42 3, 50 | Irmão Provincial (Cf. 150.2.7).~50.2. Onde o projeto 43 3, 50 | Provincial (Cf. 150.2.7).~50.2. Onde o projeto de vida 44 3, 55 | ofício dos defuntos.~55.2. A morte de um noviço ou 45 3 (145)| At 1,14; 2,42~ 46 3, 60 | espírito apostólico.~60.2. Tomamos nossas refeições 47 3, 61 | Instituto (c 665, 1; cf. 150.2.2).~61.2. Em cada residência 48 3, 61 | Instituto (c 665, 1; cf. 150.2.2).~61.2. Em cada residência 49 3, 61 | 665, 1; cf. 150.2.2).~61.2. Em cada residência um 50 3 (152)| Hb 13,2; Rm 12,13~ 51 3 (154)| Ef 4,2-6~ 52 4 (159)| Jo 1,2~ 53 4 (168)| Lc 2,19.51~ 54 4 (169)| Jo 2,3~ 55 4 (177)| At 2,24~ 56 4 (178)| c 663,2~ 57 4, 69 | comungamos o Corpo de Cristo.~69.2. É muito desejável que, 58 4, 70 | 1852, IX,3; V 390).~70. 2. Zelamos pela animação da 59 4 (188)| Cl 4,2; Ef 6,18~ 60 4, 71 | diário da meditação.~71.2. Ao longo do dia, buscamos 61 4 (189)| R 1837, II, 2~ 62 4, 73 | e o estudo religioso.~73.2. Fazemos, anualmente, retiro 63 4 (194)| MC 2-15~ 64 4, 74 | espírito da liturgia.~74.2. Celebramos o mês de Maria 65 4, 75 | nossos escritos maristas.~75.2. O dia 6 de junho, festa 66 4, 75 | comunidade eclesial.~75.3. No dia 2 de janeiro, celebramos o 67 4 (199)| PC 2,2~ 68 4 (199)| PC 2,2~ 69 4, 77 | promover esse crescimento.~77.2. Nos dias feriados e durante 70 5 (208)| GS 22,2~ 71 5, 80 | C 616,1; Cf 137.3.1; 150.2.12).~ ~ 72 5 (226)| Fl 2,2~ 73 5 (226)| Fl 2,2~ 74 5 (230)| Lc 2,51-52~ 75 5, 85 | impõem (c 677,1; cf. 151.2).~85.2. Cada um tem o dever 76 5, 85 | c 677,1; cf. 151.2).~85.2. Cada um tem o dever de 77 5, 86 | comunidade eclesial.~86.2. Os questionamentos e as 78 5, 87 | oração, sacramentos.~87.2. Ensinamos a doutrina social 79 5, 87 | situações de pobreza (PJ, prop. 2).~87.3. Educamos nossos 80 5, 88 | apostólicas (GE 6,3).~88.2. Suscitamos e entretemos 81 5, 88 | pessoais (c 1286; cf. 150.2.6; 156.1).~88.4. Fazemos 82 5, 88 | serviço da educação (cf. 151.2).~ ~ 83 5 (249)| LG 48,2~ 84 5, 91 | para ela são enviados.~91.2. Os Irmãos têm a preocupação 85 6, 93 | desabrochar das vocações.~93.2. Animamos movimentos apostólicos 86 6, 94 | estruturas necessárias (cf. 150.2.6).~94.2. Aceitamos, com 87 6, 94 | necessárias (cf. 150.2.6).~94.2. Aceitamos, com alegria, 88 6, 95 | Guia da Formação (c 659,2; cf. 150.2.6).~95.2. Esse 89 6, 95 | Formação (c 659,2; cf. 150.2.6).~95.2. Esse plano prevê 90 6, 95 | 659,2; cf. 150.2.6).~95.2. Esse plano prevê os critérios 91 6, 96 | um tempo de postulado.~96.2. O pré-noviciado normalmente 92 6 (271)| c 652,2,3~ 93 6 (273)| c 647,1; Cf. 137.3.2~ 94 6, 100 | a vida comunitária.~100.2. O Irmão Provincial pode 95 6, 100 | além de seis meses (c 653,2).~100.4.O modo de funcionamento 96 6, 101 | primeira profissão. ~101.2. Para êxito desses períodos, 97 6 (276)| c 648,2~ 98 6, 102 | seus colaboradores.~102.2. O Irmão Provincial fixa 99 6 (277)| c 653,2~ 100 6, 103 | profissão perpétua.~ 103.2. A primeira etapa tem a 101 6 (279)| c 659,2~ 102 6, 104 | apostólicas do Instituto.~104.2. Durante esse período, o 103 6, 104 | estar atentos a isso (c 660,2).~104.3. O Irmão que prossegue 104 6 (280)| PC 18,2~ 105 6, 105 | responsável por sua formação.~105.2. Antes da profissão perpétua, 106 6, 109 | culturas locais (c 661).~109.2. Incumbe aos Superiores 107 6, 110 | esforço de crescimento.~110.2. Por fidelidade à missão 108 7, 112 | dezessete anos feitos.~112. 2. O Mestre dos noviços determina 109 7, 113 | pessoal, se for possível.~113.2. Para a validade da profissão 110 7, 113 | do Irmão (cf. 165.1; 150.2.1).~113.6. O ano de profissão 111 7, 113 | temporária até nove anos c (657, 2).~113.8. As atas de admissão 112 8 (290)| c 688,2~ 113 8, 116 | do Irmão Provincial.~116.2. O indulto de saída, legitimamente 114 8 (292)| c 691,1.2~ 115 8, 117 | Província pode ajudá-lo.~117.2. O Instituto não esquecerá 116 9 (297)| Fl 2,7~ 117 9 (305)| Jo 2,3-5~ 118 9, 125 | Geral (cf. 137.4.13).~125.2. Por iniciativa do Irmão 119 9, 127 | Geral (cf. 137.4.13; 150.2.19).~ ~ 120 9 (318)| c 609,1; (cf. 150.2.12)~ 121 9, 129 | responsáveis pela fundação (cf. 150.2.14).~129.2. Certas casas 122 9, 129 | fundação (cf. 150.2.14).~129.2. Certas casas dependem diretamente 123 9 (319)| c 616,1; (cf 150.2.13)~ 124 9 (324)| cf. 137.4.2~ 125 9, 136 | Conselheiros. (cf. 137.4.2)~ ~ 126 9, 137 | prioritárias (cf 137.4).~137.2. O Irmão Superior Geral 127 9, 137 | Provincial (c 616,1; cf. 150.2.13); ~) fundação, transferência 128 9, 137 | Mestre dos noviços (c 647,2); ~) trânsito de um Irmão 129 9, 137 | professo temporário ( c 688,2); ~) readmissão no Instituto ( 130 9, 139 | conforme o direito próprio; ~2. tratar de assuntos de maior 131 9, 140 | Irmãos Provinciais.~ 140.2. O total dos Irmãos eleitos 132 9 (329)| c 631,2~ 133 9, 143 | diversas atividades.~143.2. O Irmão Provincial confia 134 9, 144 | Conselho (cf. 137.5.1).~144.2. Por exceção e por justas 135 9 (333)| c 624,2~ 136 9, 145 | entrevista pessoal.~145.2. O Irmão Provincial pode 137 9, 149 | substitui eventualmente.~149.2. O Irmão Provincial convoca 138 9, 150 | provação para um noviço (c 653,2); ~) determinar o processo 139 9, 150 | Assembléia Provincial.~ 150.2. O Irmão Provincial não 140 9, 150 | econômicos da Província (Cf. 161.2); ~) elaborar os diversos 141 9, 151 | consentimento de seu Conselho.~ 151.2. O Capítulo Provincial tem 142 9, 152 | em suspenso (c 619).~152.2. Autoriza as despesas pessoais 143 9, 152 | para aprovação (Cf 150.2.9); ~) decidir sobre despesas 144 9, 152 | Superiores maiores (Cf. 150.2.8); ~) resolver outros 145 9, 153 | de uma comunidade (c 624,2).~ ~ 146 9, 154 | coordenador, conselheiros (cf. 150.2.16).~Eles são os animadores 147 10, 155 | Geral (cf. 137.4.12).~155.2. Os ativos do Instituto 148 10, 155 | c 638; cf. 137.3.11; 150.2.8).~155.3. Quando várias 149 10, 156 | acordo com a justiça (c 1286,2; cf. 88.3).~ ~ 150 10 (346)| c 638,2~ 151 10, 158 | questão (cf. 137.4.10).~158.2. As economias que as obras 152 10, 160 | Províncias e aos Distritos (c 636,2; cf. 137.4.11).~160.2. O 153 10, 160 | 636,2; cf. 137.4.11).~160.2. O Irmão Ecônomo Geral tem 154 10, 161 | vezes consecutivas.~161.2. O Irmão Provincial nomeia 155 10, 161 | comissão (c1280; cf.150.2.5).~161.3. Antes do início 156 10, 161 | para aprovação (cf.150.2.9).~161.4. Cada ano, o Ecônomo 157 10, 161 | Irmão Ecônomo Geral (c 636,2; cf. 150.2.9).~161.5. O 158 10, 161 | Geral (c 636,2; cf. 150.2.9).~161.5. O Irmão Provincial 159 10, 161 | propriedade do Instituto (c 681,2).~ 161.7. Os recursos da 160 10, 161 | com base legal (cf. 150.2.17).~161.10. Se a Província 161 10, 161 | obrigadas a saldá-las (c 639,2,3).~161.13. Antes de permitir 162 10, 161 | Geral (cf. 137.3.11; 150.2.8).~161.15. As reformas 163 10, 161 | responsável local (cf. 150.2.8; 152.6.4-5).~ ~ 164 10 (351)| cf. 150.2.4~ 165 10, 162 | vezes consecutivas.~162.2. Em nível local, a contabilidade 166 10, 162 | exercício financeiro (cf. 34,2; 150.2.9).~162.4. Garantida 167 10, 162 | financeiro (cf. 34,2; 150.2.9).~162.4. Garantida a administração 168 10, 162 | quando exigida (cf. 150.2.14).~162.6. Em nível local, 169 11 (357)| LG 46,2~ 170 11, 164 | história do Instituto (PC 2.1; cf. 137.8).~164.2. Nos 171 11, 164 | PC 2.1; cf. 137.8).~164.2. Nos diversos países e culturas 172 11, 164 | estruturas apropriadas (c 677,2).~ ~ 173 11 (369)| c 587,2~ 174 11, 170 | confirmação (cf. 150.1.1).~170.2. Os Superiores animam os 175 Apend | dentro das suas atribuições. ~2. Se o Direito exige o parecer


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