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Instituto dos Irmãos Maristas das Escolas
ou Pequenos Irmãos de Maria
Constituições e Estatutos (FMS)

IntraText - Concordâncias

seu
    Capitolo, Capoverso
1 1, 2 | sua espiritualidade e de seu zelo apostólico. Ela o torna 2 1, 2 | sensível às necessidades de seu tempo, especialmente à ignorância 3 1, 4 | Champagnat quis que vivêssemos do seu espírito. Convencido de 4 1, 4 | Modelo para impregnar-nos de seu espírito. Suas atitudes 5 1, 4 | agir 12.~Havendo Deus dado seu Filho ao mundo por Maria, 6 1, 8 | governada por um Superior e seu Conselho, sob a autoridade 7 1, 8 | do Irmão Superior Geral e seu Conselho.~~ 8 1, 10 | maneira especial à Igreja e a seu ministério. No seio do povo 9 2, 11 | Converte-os sem cessar por seu Espírito e os faz crescer 10 2, 11 | Espírito e os faz crescer em seu amor para enviá-los em missão 29.~ 11 2, 12 | a vida ao mundo 32. Por seu mistério pascal, ele consagra 12 2, 18 | pelo dom total de si mesma.~Seu coração de mulher e de mãe 13 2, 19 | consagrado às coisas do seu Pai. Manifestava assim seu 14 2, 19 | seu Pai. Manifestava assim seu dom total a Deus e a universalidade 15 2, 19 | Deus e a universalidade de seu amor redentor.~Em suas relações 16 2, 19 | comparação às tradições de seu ambiente49, Jesus revela-se 17 2, 24 | empresta um rosto humano a seu amor60. Como consagrados, 18 2, 24 | irmãs em Cristo.~Acolhemos seu amor como expressão do amor 19 2, 24 | fragilidade, estimamos em seu justo valor a reserva e 20 2, 28 | 28. Em seu amor por nós, Cristo, que 21 2, 29 | age sob a dependência de seu Superior imediato. Presta-lhe 22 2, 29 | regularmente das quantias postas a seu dispor.~29.2. Para dispor 23 2, 29 | e disporá livremente de seu uso e de seu usufruto (c 24 2, 29 | livremente de seu uso e de seu usufruto (c 668,1).civil ( 25 2, 29 | quanto o Irmão adquirir por seu trabalho ou por ser membro 26 2, 29 | o Irmão pode renunciar a seu patrimônio. Dirige-se então 27 2, 29 | Irmão Provincial que, com seu parecer e o de seu Conselho, 28 2, 29 | com seu parecer e o de seu Conselho, transmite o pedido 29 2, 29 | o Irmão Provincial, com seu Conselho, consultará o Irmão 30 2, 30 | Anunciação ao Calvário, Maria seu consentimento ativo a todas 31 2, 32 | faz de seus bens. Examina seu estilo de vida e de residência, 32 2, 34 | justiça.~ ~34.1. No início de seu mandato, o Irmão Provincial 33 2, 34 | pobreza (Cf 150.2.6).~34.2. Em seu orçamento anual, a comunidade 34 2, 36 | disponibilidade à missão redentora. Seu alimento é fazer a vontade 35 2, 38 | Maria é o prolongamento de seu FIAT96. Por sua obediência, 36 2, 38 | coopera na missão redentora de seu Filho. Ela é bem-aventurada 37 2, 38 | Senhor e responde-mos a seu convite: "Fazei tudo o que 38 2, 42 | O Superior desempenhará seu encargo como um serviço108. 39 2, 44 | seus meios e seja qual for seu emprego, participa das atividades 40 2, 45 | obediente em quem Deus realizou seu desígnio de salvação.~~ 41 2, 46 | para nos comprometer no seu seguimento.~Guiados pelo 42 2, 46 | Deus, 120 não questionamos seu chamamentos.~Desfrutamos 43 3, 53 | lhe traz as riquezas de seu espírito e de seu coração, 44 3, 53 | riquezas de seu espírito e de seu coração, especialmente seu 45 3, 53 | seu coração, especialmente seu entusiasmo e desejo de autenticidade. 46 3, 53 | Irmão investe na comunidade seu dinamismo e seu equilíbrio. 47 3, 53 | comunidade seu dinamismo e seu equilíbrio. Em troca, recebe 48 3, 54 | assistência espiritual que seu estado exige.~Por sua vez, 49 3, 58 | Aberta à ação pastoral, faz seu o trabalho apostólico de 50 3, 61 | com o consentimento do seu Conselho, pode autorizar 51 3, 62 | universal153. Inserida em seu meio, como fermento na massa, 52 4, 64 | cumprir, ele lhe comunica seu desejo e seu amor, seu louvor 53 4, 64 | lhe comunica seu desejo e seu amor, seu louvor e sua ação 54 4, 64 | comunica seu desejo e seu amor, seu louvor e sua ação de graças, 55 4, 67 | exulta de alegria em Deus, seu Salvador166. Serva fiel, 56 4, 67 | Serva fiel, ela vive seu SIM até a Cruz167. Mãe, 57 4, 67 | Cruz167. Mãe, confronta em seu coração as ações do Filho 58 4, 67 | com Maria, comungamos de seu louvor, de sua ação de graças, 59 4, 68 | de "o ponto capital"174. Seu exemplo ensina-nos a fazer 60 4, 69 | reforça sua unidade, 175 haure seu dinamismo e comunga com 61 4, 70 | aqueles que se reúnem em seu nome181.~Celebrando a Liturgia 62 4, 72 | Agradecemos a Deus as provas de seu amor, pedimos perdão de 63 4, 75 | intenções e penetrar-nos de seu espírito199. Sua festa litúrgica 64 4, 76 | Rogamos-lhe nos faça partilhar de seu amor a Jesus e a Maria.~ 65 5, 79 | qual permanece presente por seu Espírito, para que prossiga 66 5, 82 | incentiva cada membro em seu trabalho apostólico. ~Tanto 67 5, 84 | da cruz, antes de assumir seu papel de mãe no seio da 68 5, 85 | O Irmão Provincial, com seu Conselho, toma as decisões 69 5, 86 | direito universal inerentes ao seu trabalho (cf. c 831).~86. 70 5, 88 | o Irmão Provincial, com seu Conselho, estabelece um 71 5, 89 | qualidade de sua vida e de seu serviço, testemunha de Jesus 72 5, 89 | Cristo. Em todo o caso, seu engajamento profissional 73 5, 89 | profissional respeitará seu caráter de religioso marista ( 74 5, 91 | Por suas atividades e seu testemunho, 254 contribuem 75 5, 91 | espiritualidade missionária marista. Seu modo de vida facilita sua 76 6, 93 | desabrochar da graça de seu batismo259 por um compromisso 77 6, 94 | vocacional na Província. Com seu Conselho, organiza as estruturas 78 6, 95 | O Irmão Provincial, com seu Conselho, determina o plano 79 6, 96 | continua em contato com seu ambiente cultural e consegue 80 6, 96 | O Irmão Provincial, com seu Conselho, pode estabelecer 81 6, 96 | para certas rupturas com seu ambiente e faz uma experiência 82 6, 97 | aptidões relacionadas com seu engajamento. Pela prática 83 6, 99 | esforçando-se por sintonizar com ele seu coração.~ Na vida comunitária, 84 6, 102| noviciado, o noviço, em seu pedido de admissão à profissão, 85 6, 103| o Irmão Provincial, com seu Conselho, estuda o melhor 86 6, 109| Irmão Superior Geral com seu Conselho (cf F 61).~ ~ 87 6, 110| Irmãos são estimulados em seu esforço de crescimento.~ 88 7, 113| com o consentimento de seu Conselho, admite à profissão 89 7, 113| pelo Irmão Provincial com seu Conselho, e aprovada pelo 90 7, 113| uma comunicação escrita a seu respeito. Esta, enviada 91 7, 113| do Irmão Provincial com seu Conselho o Irmão Superior 92 8, 116| com o voto favorável de seu Conselho, o indulto de saída290.~ 93 8, 116| Provincial, com o parecer de seu Conselho291.~ O Irmão professo 94 8, 116| transmite à Santa , com o seu parecer e o do seu Conselho292.~ ~ 95 8, 116| com o seu parecer e o do seu Conselho292.~ ~116.1. O 96 8, 116| Instituto dará andamento a seu pedido por intermédio do 97 8, 117| exclaustrado provê ele próprio seu sustento. Em caso de dificuldade, 98 8, 117| Irmão Provincial que, com seu Conselho, decide de que 99 8, 117| Instituto não esquecerá seu dever de caridade para com 100 9, 120| da Serva do Senhor304. A seu exemplo, 305 ouvem, refletem 101 9, 124| Governam com a ajuda de seu Conselho, conforme o direito 102 9, 124| agem colegiadamente com seu Conselho e aqueles nos quais 103 9, 125| pelo Irmão Superior Geral e seu Conselho316.~ ~125.1. As 104 9, 129| pertencem a nenhuma Província. Seu superior maior imediato 105 9, 130| favorece a adaptação de seu apostolado às necessidades 106 9, 130| visitar pessoalmente, por seu Vigário, seus Conselheiros, 107 9, 130| menos duas vezes durante seu mandato (c 628).~ ~ 108 9, 131| de profissão perpétua322. Seu mandato é de oito anos. 109 9, 132| estiver impedido de exercer seu encargo.~ ~132.1. O Irmão 110 9, 134| exercer o cargo durante seu mandato, o Irmão Superior 111 9, 134| Superior Geral, 324 com seu Conselho, elege um, novo 112 9, 135| exercer o cargo durante seu mandato, o Irmão Vigário 113 9, 135| Irmão Superior Geral com seu Conselho, deve convocar 114 9, 135| Irmão Superior Geral ou seu Vigário, conforme o caso, 115 9, 136| anos de profissão perpétua. Seu mandato estende-se de um 116 9, 136| Superior Geral pode, com seu Conselho, eleger um ou dois 117 9 | O Irmão Superior Geral e seu Conselho~~ 118 9, 137| Irmão Superior Geral reunirá seu Conselho pleno pelo menos 119 9, 137| política de conjunto de seu governo e examinar as questões 120 9, 137| agir sem o consentimento de seu Conselho, cujo quorum deve 121 9, 137| Geral age colegiadamente com seu Conselho, cujos dois terços 122 9, 137| Irmão Superior Geral e ao seu Conselho as informações 123 9, 138| e com o consentimento de seu Conselho, pode também convocar 124 9, 142| Superior Geral e os membros de seu Conselho; ~) estudar as 125 9, 143| Provincial governa com a ajuda de seu Conselho. É o primeiro responsável 126 9, 144| pelo Irmão Superior Geral e seu Conselho, 330 após consulta 127 9, 144| com o Irmão Provincial e seu Conselho (cf. 137.5.1).~ 128 9, 145| Província, pessoalmente ou por seu delegado, ao menos uma vez 129 9, 145| o Irmão Provincial, ou seu delegado, avalia com os 130 9, 146| 146. Ele próprio, ou seu delegado, recebe os votos 131 9, 149| ser professos perpétuos. Seu mandato termina com o do 132 9, 149| Irmão Provincial convoca seu Conselho, em princípio, 133 9 | O Irmão Provincial e seu Conselho~~ 134 9, 150| Irmão Provincial consulta seu Conselho para os assuntos 135 9, 150| deve solicitar o parecer de seu Conselho para: ~ ) autorizar 136 9, 150| autorizar um Irmão a renunciar a seu patrimônio (c 668,4); ~) 137 9, 150| agir sem o consentimento de seu Conselho para: ~ ) admitir 138 9, 150| Provincial age colegiadamente com seu conselho para: ~ ) eleição 139 9, 151| participação de todos os Irmãos em seu governo. Deve reunir-se 140 9, 151| mencionam os casos em que seu desempenho é de ordem deliberativa 141 9, 151| deliberativo para: ~ ) fazer seu próprio Regimento; ~) 142 9, 151| Superior Geral com o voto de seu Conselho (cf 29.7; 29.11; 143 9, 151| agir com o consentimento de seu Conselho.~ 151.2. O Capítulo 144 9, 151| Provincial é fixada por seu Regimento.~151.4. O Capítulo 145 9, 151| Provincial concluinte, com seu Conselho, organiza as eleições 146 9, 151| à eleição dos membros de seu Conselho e ao exame dos 147 9, 151| passam ao Irmão Provincial e seu Conselho.~~ASSEMBLÉIA PROVINCIAL~~ 148 9, 152| Provincial, com a aprovação de seu Conselho. Onde não houver 149 9, 152| agir sem o consentimento do seu Conselho para: ~ ) tomar 150 9, 152| O Irmão Superior convoca seu Conselho ao menos uma vez 151 10, 159| responsáveis, conscientes de seu compromisso de pobreza e 152 10, 160| Instituto nos limites de seu poder. Exerce seu mandato 153 10, 160| limites de seu poder. Exerce seu mandato sob a orientação 154 10, 160| Superior Geral e o controle de seu Conselho. Pede aos Irmãos 155 10, 160| Geral em sua tarefa, seu parecer sobre questões de 156 10, 160| Irmão Superior Geral e ao seu Conselho, para aprovação.~ ~ 157 10, 161| do Irmão provincial e de seu Conselho. ~Orienta os Irmãos 158 10, 162| as diversas casas enviam seu excedente à caixa provincial, 159 10, 162| assinado pelo Irmão Superior e seu Conselho (cf. 152.6.3).~ ~ 160 11, 164| Irmão Superior Geral, com seu Conselho, promove e coordena 161 Apend | EXPLICATIVA SOBRE OS SUPERIORES E SEU CONSELHO (c 124)~~É sempre 162 Apend | Direito exige o parecer de seu Conselho, o Superior deve 163 Apend | contra um parecer unânime de seu Conselho, a menos que tenha 164 Apend | precisa do consentimento de seu Conselho, deve convocá-lo. 165 Apend | pedindo o consentimento de seu Conselho. ~4. Quando o Direito 166 Apend | Superior age colegiadamente com seu Conselho, deve convocá-lo. 167 Apend | empate, o Superior, por seu voto, como presidente do 168 Testam | obediência da parte deles. Seu espírito é o meu e sua vontade 169 Testam | devoção ao glorioso são José, seu digníssimo esposo. Vós sabeis


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