Capitolo, Capoverso
1 Apres | dia após dia, questionar por ele, na fé, caminharemos
2 Apres | discernidos em Igreja. É por igual um desafio que nos
3 Decr | estas Constituições, não por temos, mas por amor, permita
4 Decr | Constituições, não por temos, mas por amor, permita a todos os
5 Abrev | VER Marcelino Champagnat por um de seus primeiros discípulos,
6 1, 4 | dado seu Filho ao mundo por Maria, queremos torná-la
7 1, 4 | nosso lema: "Tudo a Jesus por Maria, tudo a Maria para
8 1, 7 | A espiritualidade legada por Marcelino Champagnat é marial
9 1, 8 | 8. O Instituto é formado por Irmãos professos temporários
10 1, 8 | Distrito, é animada e governada por um Superior e seu Conselho,
11 1, 9 | Champagnat e transmitido por seus discípulos 22. Essa
12 1, 9 | sua família. Esforçamo-nos por permanecer fiéis ao Espírito
13 1, 10 | unidade do Corpo de Cristo por nossa adesão ao ensinamento
14 2, 11 | Converte-os sem cessar por seu Espírito e os faz crescer
15 2, 12 | dar a vida ao mundo 32. Por seu mistério pascal, ele
16 2, 15 | Exprime-se essa profissão por votos públicos42 feitos
17 2, 15 | próprio do Instituto43.~Por sua vez, este nos acolhe
18 2, 15 | profissão religiosa uma vez por ano, durante o retiro anual
19 2, 15 | dia da Assunção, ou então por ocasião de outra festa marial.~
20 2, 16 | 16. Renunciando por votos a certos valores terrestres,
21 2, 18 | 18. Maria, escolhida por Deus para lhe pertencer
22 2, 18 | certos de que ela intercede por nossa perseverança na fidelidade,
23 2, 19 | valor ao celibato vivido por causa do Reino. Quis nascer
24 2, 20 | compromisso no celibato "por causa do Reino dos céus"50
25 2, 21 | casta54. Ela é a mulher que, por primeiro, viveu a virgindade
26 2, 21 | primeiro, viveu a virgindade por causa de Cristo55. O Espírito
27 2, 21 | pessoas e nos tornamos, por nossa vez, sinais vivos
28 2, 22 | entre Cristo e a Igreja57; por nosso celibato, exprimimos
29 2, 22 | permanecer unidos até a morte. Por outra parte, pode orientar
30 2, 22 | orientar as pessoas que, por circunstâncias da vida,
31 2, 24 | do amor de um consagrado.~Por um lado, temos de lutar
32 2, 28 | 28. Em seu amor por nós, Cristo, que de rico
33 2, 28 | ponto de morrer numa cruz.~Por amor, seguimos-lhe as pegadas
34 2, 29 | o noviço deve, uma vez por todas, ceder a administração
35 2, 29 | quanto o Irmão adquirir por seu trabalho ou por ser
36 2, 29 | adquirir por seu trabalho ou por ser membro do Instituto,
37 2, 29 | 7. O que o Irmão recebe por seus direitos autorais pertence
38 2, 32 | Fiéis à tradição marista e por espírito de pobreza e de
39 2, 33 | Seus primeiros discípulos, por sua vida austera, permaneciam
40 2, 34 | 34. Por fidelidade a Cristo e ao
41 2, 36 | obediência93. Ressuscitado, por Deus, tornou-se causa de
42 2, 37 | do voto só pode ser dada por um Superior maior, em casos
43 2, 37 | casos excepcionais.~37.2. Por motivos pastorais, o Superior
44 2, 37 | falta grave, com admoestação por escrito.~ ~
45 2, 38 | prolongamento de seu FIAT96. Por sua obediência, torna-se
46 2, 42 | seguirem o caminho traçado por Cristo. Na oração assídua
47 2, 42 | atento à ação do Espírito109. Por ocasião das entrevistas,
48 3, 49 | dizia-lhes, "que só respiro por vocês, que não há bem verdadeiro
49 3, 49 | essa herança transmitida por gerações de Irmãos, realizamos
50 3, 49 | fraternidade, sobretudo por ocasião das festas de família;
51 3, 54 | espiritual que seu estado exige.~Por sua vez, o Irmão busca força
52 3, 54 | Maria. Lembra-se de que por seus sofrimentos, unidos
53 3, 54 | Visitam-nos, animam-nos e rezam por eles. A comunidade Marista
54 3, 55 | Oramos freqüentemente por nossos defuntos. Na comunhão
55 3, 56 | e pela oração, sobretudo por ocasião de eventos felizes
56 3, 56 | delicado o amor que nutrimos por nossos familiares.~ ~56.
57 3, 58 | cada um de seus membros. Por sua vez, os Irmãos, seja
58 3, 58 | No início de cada ano, por questão de fidelidade a
59 3, 59 | vida em comum, inevitáveis por causa de nossas limitações,
60 3, 60 | dispõe cada qual a respeitar, por amor aos Irmãos, os tempos
61 3, 60 | Evitamos qualquer requinte por espírito de pobreza. Por
62 3, 60 | por espírito de pobreza. Por vezes, privamo-nos de alguma
63 3, 61 | 61. Por nossos compromisso de vida
64 3, 61 | nos Estatutos151.~ ~61.1. Por justa razão, o Irmão Provincial,
65 3, 61 | porém, além de um ano, salvo por razões de saúde, estudo
66 3, 63 | realidade de nossa vida.~Por isso é que rezamos sempre
67 4, 71 | que Jesus nos chama. Esta, por sua vez, nos reconduz à
68 4, 73 | provincial (c 663,5).~73.3. Por tradição, no Instituto,
69 4, 75 | obras do Instituto.~ ~75.1. Por meio do calendário religioso,
70 4, 77 | é o primeiro responsável por sua oração pessoal e co-responsável
71 5, 79 | 79. Por sua vez, Jesus, imagem do
72 5, 79 | qual permanece presente por seu Espírito, para que prossiga
73 5, 80 | país, o quanto possível, por fidelidade a nossa missão.~ ~
74 5, 84 | Jesus. Confiamos-lhe aqueles por quem somos responsáveis; 233
75 5, 84 | e a imitá-la.~ ~84.1. Por fidelidade à tradição marista,
76 5, 88 | da comunidade educativa. Por seus serviços, o pessoal
77 5, 91 | nas diversas culturas253. Por suas atividades e seu testemunho, 254
78 6, 93 | graça de seu batismo259 por um compromisso mais radical
79 6, 96 | postulado, o candidato dirige, por escrito, ao Irmão Provincial,
80 6, 99 | assimila, esforçando-se por sintonizar com ele seu coração.~
81 6, 100| outra casa do Instituto por ele designada (c 647,3).~
82 6, 102| noviciado, o noviço solicita por escrito, ao Irmão Provincial,
83 6, 104| Irmão professo temporário, por meio de estudos teológicos
84 6, 105| deve sentir-se responsável por sua formação.~105.2. Antes
85 6, 109| doutrinal e profissional, por meios adequados283.~ ~109.
86 6, 110| batizados, esforçamo-nos por nos tornar adultos em Cristo284.
87 6, 110| adultos em Cristo284. Eis por que a necessidade de uma
88 6, 110| postos a nossa disposição. Por um lado, o estudo pessoa,
89 6, 110| da experiência adquirida; por outro, o diálogo com os
90 6, 110| esforço de crescimento.~110.2. Por fidelidade à missão da Igreja
91 7, 113| profissão temporária é feita por um ou três anos287. O tempo
92 7, 113| Este confirma sua resposta por ocasião de uma entrevista
93 7, 113| comunidade Marista.~113.5. Por ocasião do pedido de renovação
94 7, 114| castidade, pobreza e obediência, por um ano (ou por três anos
95 7, 114| obediência, por um ano (ou por três anos ou por toda a
96 7, 114| ano (ou por três anos ou por toda a minha vida), segundo
97 8, 116| rezado289.~ Aquele que, por razão grave, pede para deixar
98 8, 116| dispensa dos votos senão por razões muito graves, maduramente
99 8, 116| dará andamento a seu pedido por intermédio do Irmão Provincial.~
100 9, 118| sua autoridade à Igreja por meio dos Apóstolos298.~
101 9, 118| Irmãos, anima-o, orienta-o e, por vezes, o corrige, conforme
102 9, 119| estruturas300 implantadas por nosso direito próprio301.~
103 9, 122| com todos312. Esforçam-se por edificar em Cristo uma comunidade
104 9, 125| Geral (cf. 137.4.13).~125.2. Por iniciativa do Irmão Superior
105 9, 126| administrativa constituída por um conjunto de casas, cujo
106 9, 126| autônoma. É administrada por um Superior Provincial317.~~
107 9, 127| administrativa constituída por um grupo de casas com interesses
108 9, 127| Provincial. É administrado por um Superior de Distrito.~ ~
109 9, 129| diocesano318. É dirigida por um Superior. A supressão
110 9, 129| dessas casas são compostas por Irmãos escolhidos pelo Irmão
111 9, 129| Provinciais respectivos, por tempo determinado. Esses
112 9, 130| deve visitar pessoalmente, por seu Vigário, seus Conselheiros,
113 9, 130| Vigário, seus Conselheiros, ou por outros delegados, as Províncias
114 9, 131| conforme o direito canônico, por voto secreto e com a maioria
115 9, 137| candidato, em caso particular e por exceção, para fazer o Noviciado
116 9, 137| indulto de exclaustração por três anos no máximo, a um
117 9, 138| Ordinário a cada oito anos.~Por razões graves e com o consentimento
118 9, 142| Superiores de Distritos.~ ~Tem por finalidade: ~ ~1º) consolidar
119 9, 143| Província para outra faz-se por acordo escrito entre os
120 9, 144| Irmão Provincial é nomeado, por três anos, pelo Irmão Superior
121 9, 144| Conselho (cf. 137.5.1).~144.2. Por exceção e por justas razões,
122 9, 144| 1).~144.2. Por exceção e por justas razões, uma Província,
123 9, 145| Província, pessoalmente ou por seu delegado, ao menos uma
124 9, 145| delegado, ao menos uma vez por ano334.~ ~145.1. Na oportunidade
125 9, 149| Conselho, em princípio, uma vez por mês. As questões a tratar
126 9, 149| aprovadas, e assinadas por todos. Para a validade das
127 9, 150| outros eventuais responsáveis por uma mesma obra; ~17º) contratar
128 9, 150| Conselheiros Provinciais, por razões graves; ~3º) nomeação,
129 9, 150| demissão, ou a destituição, por razões graves, de um dos
130 9, 151| governo. Deve reunir-se por ocasião da posse do Irmão
131 9, 151| Capítulo Provincial é fixada por seu Regimento.~151.4. O
132 9, 151| Capítulo Provincial é composto por membros de direito e membros
133 9, 152| 152.5. Pode dispensar, por um tempo, um Irmão ou toda
134 9, 152| Conselho ao menos uma vez por mês.~152.8. Cada vez que
135 9, 153| pelo Irmão Provincial340 por três anos, após adequada
136 9, 153| abreviado pelo Irmão Provincial, por razões sérias, em vista
137 9, 154| 151.1.4).~ ~RESPONSÁVEIS POR OBRAS~Em determinadas situações,
138 9, 154| da obra seja desempenhada por pessoas diferentes.~O modo
139 9, 154| responsabilidade do Instituto. Por isso agirão com a necessária
140 10, 157| Irmãos Ecônomos podem decidir por si mesmos sobre as assuntos
141 10, 160| ocorrer ao menos uma vez por ano, para verificar e atualizar
142 10, 161| nomeado pelo Irmão Provincial, por tempo determinado. Deve
143 10, 161| válida, é o único responsável por elas. O Instituto, a Província
144 10, 162| nomeia um Irmão Ecônomo, 352 por tempo determinado. Deve
145 10, 162| fornecido e indicações dadas por ele. O balanço financeiro
146 11, 163| Vitalidade que se manifesta por nossa fidelidade pessoal,
147 11, 165| Todos somos responsáveis por essa tarefa. Em comunhão
148 11, 165| dois mais fracos359. Razão por que o Instituto inteiro
149 11, 168| tomada de decisões corajosas, por vezes, inéditas.~A escolha
150 11, 169| Estatutos podem ser modificados por um voto da Assembléia capitular,
151 11, 169| canônico370.~ ~169.1. Lemos, por inteiro, as Constituições,
152 11, 169| Constituições, ao menos uma vez por ano, se possível, em comunidade
153 11, 169| de acordo com um método por esta combinado.~ ~
154 11, 170| generosidade o ideal marista.~Por esse voto, comprometemo-nos
155 11, 170| ESCOLAS). Senhor Jesus, por vosso Corpo e vosso Sangue
156 Apend | seja diretamente, seja por intermédio de um Superior
157 Apend | direito. A decisão é tomada por maioria absoluta dos votos
158 Apend | persiste o empate, o Superior, por seu voto, como presidente
159 Testam | afeição de minha alma e por toda afeição que tendes
160 Testam | toda afeição que tendes por mim, que procedais sempre
161 Testam | primeiros a vos alegrardes por seus êxitos e lastimardes
162 Testam | Uma devoção terna e filial por vossa boa Mãe vos anime
163 Testam | circunstâncias. Tornai-a amada por todos, tanto quanto vos
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