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Instituto dos Irmãos Maristas das Escolas
ou Pequenos Irmãos de Maria
Constituições e Estatutos (FMS)

IntraText - Concordâncias

sua
    Capitolo, Capoverso
1 Apres | Constituições e Estatutos em sua forma definitiva. Esse texto 2 Apres | nossos trabalhos. Recebemos sua aprovação com reconhecimento 3 Decr | para ir a Jesus. Eles vivem sua consagração religiosa no 4 Decr | mundo seguir a Cristo com sua Mãe e confirmar a atualidade 5 1, 2 | Esta vivência, como também sua abertura aos acontecimentos 6 1, 2 | pessoas, está na origem de sua espiritualidade e de seu 7 1, 2 | de pobreza da juventude.~Sua e desejo de cumprir a 8 1, 2 | vontade de Deus revelam-lhe sua missão: "Fazer conhecer 9 1, 3 | O CRISTO, COMO MARIA, em sua vida de amor ao Pai e aos 10 1, 8 | Os Noviços que iniciam sua vida no Instituto participam 11 1, 9 | diferentes culturas, constrói sua unidade sobre o patrimônio 12 1, 9 | Mãe 23, como membros de sua família. Esforçamo-nos por 13 2, 12 | Cristo para comungar em sua ressurreição 33; caminhamos 14 2, 15 | próprio do Instituto43.~Por sua vez, este nos acolhe como 15 2, 15 | necessário aos Irmãos. Provê a sua formação humana, espiritual 16 2, 18 | e dedicação aos outros. Sua vida nos lembra o ideal 17 2, 26 | delicada. Unidos ao Cristo em sua Paixão, aceitamos as provações 18 2, 27 | disponíveis e a nosso amor toda sua plenitude.~Sabendo que a 19 2, 28 | impele a que participemos de sua pobreza. Nasce em penúria, 68 20 2, 30 | os pobres de Israel, põe sua confiança na fidelidade 21 2, 33 | Champagnat revela-se sobretudo em sua confiança na Providência80. 22 2, 33 | primeiros discípulos, por sua vida austera, permaneciam 23 2, 34 | a descobrir as causas de sua miséria e a libertar-nos 24 2, 38 | prolongamento de seu FIAT96. Por sua obediência, torna-se Mãe 25 3, 50 | Provincial decide quanto à sua obrigatoriedade para as 26 3, 52 | no seio da comunidade137. Sua presença atenta e disponível138 27 3, 53 | favorável ao fortalecimento de sua vocação.~Chegado à maturidade, 28 3, 53 | para assumir plenamente sua vocação.~A perseverança 29 3, 53 | Ele não julga cumprida sua tarefa, mas procura servir 30 3, 54 | que seu estado exige.~Por sua vez, o Irmão busca força 31 3, 54 | do Redentor, completa em sua carne o que falta aos sofrimentos 32 3, 55 | coirmão chegado ao termo de sua vida. Cada um de seus membros 33 3, 55 | assegura-lhe o reconforto de sua presença e de sua prece. 34 3, 55 | reconforto de sua presença e de sua prece. A Eucaristia recebida 35 3, 55 | viático ajuda-o a consumar sua consagração. O Irmão prova, 36 3, 55 | um noviço ou de um Irmão, sua comunidade manda celebrar 37 3, 55 | morte dos pais de um Irmão, sua comunidade manda celebrar 38 3, 57 | oração da comunidade encontra sua realização mais perfeita146.~~ 39 3, 58 | um de seus membros. Por sua vez, os Irmãos, seja qual 40 3, 58 | os Irmãos, seja qual for sua ocupação, integram-se plenamente 41 3, 59 | renunciar-se e carregar sua cruz em seguimento a Cristo148.~~ 42 3, 60 | Irmãos tomarem consciência de sua responsabilidade na comunidade 43 3, 61 | residência e o local de sua inserção, os locais da comunidade 44 4, 64 | o Pai159 na aceitação de sua condição de Filho encarnado 45 4, 64 | e seu amor, seu louvor e sua ação de graças, sua angústia 46 4, 64 | louvor e sua ação de graças, sua angústia e sua alegria no 47 4, 64 | de graças, sua angústia e sua alegria no Espírito160.~ 48 4, 67 | comungamos de seu louvor, de sua ação de graças, de sua intercessão.~~ 49 4, 67 | de sua ação de graças, de sua intercessão.~~ 50 4, 68 | ao Santíssimo Sacramento, sua profunda fazia com que 51 4, 69 | nossa comunidade reforça sua unidade, 175 haure seu dinamismo 52 4, 70 | 70. O Cristo garante sua presença entre aqueles que 53 4, 71 | Jesus nos chama. Esta, por sua vez, nos reconduz à oração 54 4, 73 | revitalizar o espírito de sua consagração. Periodicamente, 55 4, 74 | Maria como a criança vai a sua mãe196. Procuramos aprofundar 56 4, 75 | amor e pela confiança em sua intercessão198. Estudamos-lhe 57 4, 75 | penetrar-nos de seu espírito199. Sua festa litúrgica é celebrada 58 4, 75 | promover o conhecimento de sua pessoa e de sua obra. Celebramo-la 59 4, 75 | conhecimento de sua pessoa e de sua obra. Celebramo-la com nossos 60 4, 77 | primeiro responsável por sua oração pessoal e co-responsável 61 4, 77 | 1. A comunidade organiza sua oração conforme as exigências 62 5, 79 | 79. Por sua vez, Jesus, imagem do Pai, 213 63 5, 79 | Espírito, para que prossiga sua obra: revelar aos homens 64 5, 79 | seguir o Cristo e a continuar sua missão215.~~ 65 5, 83 | Ajudamo-los a descobrir sua vocação na Igreja e no mundo. 66 5, 84 | apostólica é participação em sua maternidade espiritual.~ 67 5, 84 | oculta no mundo, fiel a sua missão de dar Deus aos homens. 68 5, 85 | apostolado consoante o carisma de sua fundação, faz do anúncio 69 5, 85 | Deus elemento essencial de sua missão235.~Engajados em 70 5, 86 | daqueles que catequizamos, sua linguagem e os símbolos 71 5, 86 | linguagem e os símbolos de sua cultura são caminhos abertos 72 5, 88 | a se tornarem agentes de sua própria formação246.~ Continuamos 73 5, 88 | Aceitamos de boa vontade, sua cooperação no andamento 74 5, 88 | de alunos e solicitamos sua participação nas atividades 75 5, 88 | retribuição justa e os meios de sua promoção humana. Para tanto, 76 5, 89 | a ser, pela qualidade de sua vida e de seu serviço, testemunha 77 5, 90 | face de Jesus Cristo e de sua Igreja.~~ 78 5, 91 | preparar-se cuidadosamente para sua tarefa.~Acolhem os valores 79 5, 91 | Ao mesmo tempo, alimentam sua espiritualidade missionária 80 5, 91 | Seu modo de vida facilita sua integração nos países a 81 5, 91 | Maria, retiram-se quando sua presença não é necessária.~ 82 5, 91 | plena responsabilidade de sua Província ou Distrito. É 83 5, 91 | marista numa cultura chega à sua plenitude.~ ~91.1. A Província 84 5, 91 | durante os primeiros anos de sua~~ ~ 85 6, 93 | encontrar clima que facilite sua resposta ao chamado do Senhor.~ ~ 86 6, 94 | Pedimos-lhe conserve e desenvolva sua obra265.~ ~94.1. O Irmão 87 6, 94 | conselheiros dos jovens em busca de sua vocação. Nossas comunidades 88 6, 95 | religiosa e a fidelidade a sua missão dependem, em grande 89 6, 95 | seja sólida, adaptada à sua personalidade e cultura. 90 6, 95 | capazes de dedicarem toda sua vida a Deus numa comunidade 91 6, 95 | ação e acompanha de perto sua execução, de acordo com 92 6, 96 | propomos que aprofundem sua experiência de vida humana 93 6, 96 | tempo, o responsável ajuda sua família a entender a vocação 94 6, 97 | sirvam diretamente para sua formação (c 652,5).~ ~ 95 6, 98 | ação do Espírito Santo em sua vida271.~~ 96 6, 99 | contribui para o equilíbrio da sua formação272. As Constituições, 97 6, 100| comunidade do noviciado para sua validade274.~ A ausência 98 6, 101| objetivos do estágio e lhessua colaboração; ~) o estágio 99 6, 102| escrito, ao Irmão Provincial, sua admissão à profissão. ~ 100 6, 102| profissão, presta contas de sua experiência de vida. Expõe 101 6, 103| aprofundamento do sentido de sua consagração.~ ~103.1. Depois 102 6, 104| oração e de comunidade. Sua vida assim unificada permitir-lhe-á 103 6, 104| função que possa prejudicar sua formação. Os Superiores 104 6, 104| 3. O Irmão que prossegue sua formação numa Província 105 6, 105| assume de maneira responsável sua formação numa comunidade 106 6, 105| sentir-se responsável por sua formação.~105.2. Antes da 107 6, 106| comunidades. Testemunham sua fidelidade pela oração e 108 6, 107| 107. Dada a importância de sua função, os Irmãos formadores 109 6, 107| jovens.~No exercício de sua tarefa, permanecem em íntima 110 6, 107| Maria como inspiradora de sua missão, aprendendo dela 111 6, 108| que possam bem desempenhar sua função281.~ ~108.1. O Mestre 112 6, 108| que os impeçam de cumprir sua função. Devem ter, ao menos, 113 6, 109| Irmão tempo necessário para sua formação permanente. O plano 114 6, 109| ocasião de redescobrirem sua vocação marista e de renovarem 115 6, 109| renovarem o dinamismo de sua vida apostólica. Esses Centros 116 7, 113| provincial. Este confirma sua resposta por ocasião de 117 7, 113| conhecem, especialmente os de sua comunidade, emitem uma comunicação 118 8, 115| para uma reafirmação de sua vocação e de fidelidade 119 8, 115| dentro do maior respeito de sua pessoa e do chamado de Deus. 120 8, 115| concluir pela conveniência de sua saída do Instituto, o Irmão 121 8, 116| temporário que, ao final de sua profissão, quer sair do 122 8, 116| de saída290.~ No final de sua profissão temporária, um 123 9, 118| servo297. Cristo transmitiu sua autoridade à Igreja por 124 9, 119| tomam as decisões que são de sua competência, segundo as 125 9, 129| Irmãos continuam membros de sua Província. Nelas têm voz 126 9, 129| qualquer eleição feita na sua Província. O Irmão Provincial 127 9, 131| uma vez consecutiva323. Sua demissão ou deposição compete 128 9, 132| Superior Geral. Substitui-o em sua ausência e quando, total 129 9, 136| elegê-los. No momento de sua eleição, devem ter, no mínimo, 130 9, 138| do Instituto, assim como sua corresponsabilidade no governo325.~ 131 9, 143| 143.1. Para cumprir sua missão, o irmão Provincial 132 9, 143| uma missão a cada Irmão de sua Província. Forma as comunidades 133 9, 144| província331. No momento de sua nomeação, deve ter ao menos 134 9, 144| ser reconduzido ao cargo. Sua nomeação para um terceiro 135 9, 144| 144.1 A consulta para a sua nomeação é feita conforme 136 9, 145| Irmão ou uma comunidade de sua Província de pontos particulares, 137 9, 152| coirmãos no cumprimentos de sua vocação pessoal, comunitária 138 9, 152| Oferece a cada um o apoio de sua colaboração, de seus conselhos 139 9, 152| de seus conselhos e de sua autoridade. Governa com 140 9, 152| dos Irmãos, nos limites de sua competência.~152.3 Tem a 141 9, 154| o encargo. Providenciam sua boa organização. Evitando 142 9, 154| subordinados ao Superior de sua comunidade. Devem lembrar-se 143 10, 156| administradores de bens da Igreja. Em sua gestão, têm grande preocupação 144 10, 156| apostólico dos Irmãos. Na sua maneira de administrar respeitam 145 10, 158| qualquer recurso, seja qual for sua proveniência.~ ~ 146 10, 160| o Irmão Ecônomo Geral em sua tarefa, seu parecer sobre 147 10, 161| bens da Província e exerce sua função sob a dependência 148 10, 161| estudo, certifica-se de sua necessidade e avalia sua 149 10, 161| sua necessidade e avalia sua repercussão no meio social. 150 11, 165| expressão do amor de Cristo a sua Igreja, os membros sadios 151 11, 166| plenamente e cooperamos com sua ação libertadora361. Assim, 152 11, 169| podem ser modificadas com sua autorização e após votos 153 11, 170| religiosa que nos nutriu de sua vida, podemos, quando o 154 Testam | e receber minha alma em sua infinita misericórdia. ~ 155 Testam | muitas vezes ao bom Deus e a sua Divina Mãe; cedei-lhes sem 156 Testam | Seu espírito é o meu e sua vontade é a minha. Encaro 157 Testam | os auspícios de Maria na sua Sociedade! Digne-se esta


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