Capitolo, Capoverso
1 Apres | Constituições e Estatutos em sua forma definitiva. Esse texto
2 Apres | nossos trabalhos. Recebemos sua aprovação com reconhecimento
3 Decr | para ir a Jesus. Eles vivem sua consagração religiosa no
4 Decr | mundo seguir a Cristo com sua Mãe e confirmar a atualidade
5 1, 2 | Esta vivência, como também sua abertura aos acontecimentos
6 1, 2 | pessoas, está na origem de sua espiritualidade e de seu
7 1, 2 | de pobreza da juventude.~Sua fé e desejo de cumprir a
8 1, 2 | vontade de Deus revelam-lhe sua missão: "Fazer conhecer
9 1, 3 | O CRISTO, COMO MARIA, em sua vida de amor ao Pai e aos
10 1, 8 | Os Noviços que iniciam sua vida no Instituto participam
11 1, 9 | diferentes culturas, constrói sua unidade sobre o patrimônio
12 1, 9 | Mãe 23, como membros de sua família. Esforçamo-nos por
13 2, 12 | Cristo para comungar em sua ressurreição 33; caminhamos
14 2, 15 | próprio do Instituto43.~Por sua vez, este nos acolhe como
15 2, 15 | necessário aos Irmãos. Provê a sua formação humana, espiritual
16 2, 18 | e dedicação aos outros. Sua vida nos lembra o ideal
17 2, 26 | delicada. Unidos ao Cristo em sua Paixão, aceitamos as provações
18 2, 27 | disponíveis e dá a nosso amor toda sua plenitude.~Sabendo que a
19 2, 28 | impele a que participemos de sua pobreza. Nasce em penúria, 68
20 2, 30 | os pobres de Israel, põe sua confiança na fidelidade
21 2, 33 | Champagnat revela-se sobretudo em sua confiança na Providência80.
22 2, 33 | primeiros discípulos, por sua vida austera, permaneciam
23 2, 34 | a descobrir as causas de sua miséria e a libertar-nos
24 2, 38 | prolongamento de seu FIAT96. Por sua obediência, torna-se Mãe
25 3, 50 | Provincial decide quanto à sua obrigatoriedade para as
26 3, 52 | no seio da comunidade137. Sua presença atenta e disponível138
27 3, 53 | favorável ao fortalecimento de sua vocação.~Chegado à maturidade,
28 3, 53 | para assumir plenamente sua vocação.~A perseverança
29 3, 53 | Ele não julga cumprida sua tarefa, mas procura servir
30 3, 54 | que seu estado exige.~Por sua vez, o Irmão busca força
31 3, 54 | do Redentor, completa em sua carne o que falta aos sofrimentos
32 3, 55 | coirmão chegado ao termo de sua vida. Cada um de seus membros
33 3, 55 | assegura-lhe o reconforto de sua presença e de sua prece.
34 3, 55 | reconforto de sua presença e de sua prece. A Eucaristia recebida
35 3, 55 | viático ajuda-o a consumar sua consagração. O Irmão prova,
36 3, 55 | um noviço ou de um Irmão, sua comunidade manda celebrar
37 3, 55 | morte dos pais de um Irmão, sua comunidade manda celebrar
38 3, 57 | oração da comunidade encontra sua realização mais perfeita146.~~
39 3, 58 | um de seus membros. Por sua vez, os Irmãos, seja qual
40 3, 58 | os Irmãos, seja qual for sua ocupação, integram-se plenamente
41 3, 59 | renunciar-se e carregar sua cruz em seguimento a Cristo148.~~
42 3, 60 | Irmãos tomarem consciência de sua responsabilidade na comunidade
43 3, 61 | residência e o local de sua inserção, os locais da comunidade
44 4, 64 | o Pai159 na aceitação de sua condição de Filho encarnado
45 4, 64 | e seu amor, seu louvor e sua ação de graças, sua angústia
46 4, 64 | louvor e sua ação de graças, sua angústia e sua alegria no
47 4, 64 | de graças, sua angústia e sua alegria no Espírito160.~
48 4, 67 | comungamos de seu louvor, de sua ação de graças, de sua intercessão.~~
49 4, 67 | de sua ação de graças, de sua intercessão.~~
50 4, 68 | ao Santíssimo Sacramento, sua fé profunda fazia com que
51 4, 69 | nossa comunidade reforça sua unidade, 175 haure seu dinamismo
52 4, 70 | 70. O Cristo garante sua presença entre aqueles que
53 4, 71 | Jesus nos chama. Esta, por sua vez, nos reconduz à oração
54 4, 73 | revitalizar o espírito de sua consagração. Periodicamente,
55 4, 74 | Maria como a criança vai a sua mãe196. Procuramos aprofundar
56 4, 75 | amor e pela confiança em sua intercessão198. Estudamos-lhe
57 4, 75 | penetrar-nos de seu espírito199. Sua festa litúrgica é celebrada
58 4, 75 | promover o conhecimento de sua pessoa e de sua obra. Celebramo-la
59 4, 75 | conhecimento de sua pessoa e de sua obra. Celebramo-la com nossos
60 4, 77 | primeiro responsável por sua oração pessoal e co-responsável
61 4, 77 | 1. A comunidade organiza sua oração conforme as exigências
62 5, 79 | 79. Por sua vez, Jesus, imagem do Pai, 213
63 5, 79 | Espírito, para que prossiga sua obra: revelar aos homens
64 5, 79 | seguir o Cristo e a continuar sua missão215.~~
65 5, 83 | Ajudamo-los a descobrir sua vocação na Igreja e no mundo.
66 5, 84 | apostólica é participação em sua maternidade espiritual.~
67 5, 84 | oculta no mundo, fiel a sua missão de dar Deus aos homens.
68 5, 85 | apostolado consoante o carisma de sua fundação, faz do anúncio
69 5, 85 | Deus elemento essencial de sua missão235.~Engajados em
70 5, 86 | daqueles que catequizamos, sua linguagem e os símbolos
71 5, 86 | linguagem e os símbolos de sua cultura são caminhos abertos
72 5, 88 | a se tornarem agentes de sua própria formação246.~ Continuamos
73 5, 88 | Aceitamos de boa vontade, sua cooperação no andamento
74 5, 88 | de alunos e solicitamos sua participação nas atividades
75 5, 88 | retribuição justa e os meios de sua promoção humana. Para tanto,
76 5, 89 | a ser, pela qualidade de sua vida e de seu serviço, testemunha
77 5, 90 | face de Jesus Cristo e de sua Igreja.~~
78 5, 91 | preparar-se cuidadosamente para sua tarefa.~Acolhem os valores
79 5, 91 | Ao mesmo tempo, alimentam sua espiritualidade missionária
80 5, 91 | Seu modo de vida facilita sua integração nos países a
81 5, 91 | Maria, retiram-se quando sua presença já não é necessária.~
82 5, 91 | plena responsabilidade de sua Província ou Distrito. É
83 5, 91 | marista numa cultura chega à sua plenitude.~ ~91.1. A Província
84 5, 91 | durante os primeiros anos de sua~~ ~
85 6, 93 | encontrar clima que facilite sua resposta ao chamado do Senhor.~ ~
86 6, 94 | Pedimos-lhe conserve e desenvolva sua obra265.~ ~94.1. O Irmão
87 6, 94 | conselheiros dos jovens em busca de sua vocação. Nossas comunidades
88 6, 95 | religiosa e a fidelidade a sua missão dependem, em grande
89 6, 95 | seja sólida, adaptada à sua personalidade e cultura.
90 6, 95 | capazes de dedicarem toda sua vida a Deus numa comunidade
91 6, 95 | ação e acompanha de perto sua execução, de acordo com
92 6, 96 | propomos que aprofundem sua experiência de vida humana
93 6, 96 | tempo, o responsável ajuda sua família a entender a vocação
94 6, 97 | sirvam diretamente para sua formação (c 652,5).~ ~
95 6, 98 | ação do Espírito Santo em sua vida271.~~
96 6, 99 | contribui para o equilíbrio da sua formação272. As Constituições,
97 6, 100| comunidade do noviciado para sua validade274.~ A ausência
98 6, 101| objetivos do estágio e lhes dê sua colaboração; ~3º) o estágio
99 6, 102| escrito, ao Irmão Provincial, sua admissão à profissão. ~
100 6, 102| profissão, presta contas de sua experiência de vida. Expõe
101 6, 103| aprofundamento do sentido de sua consagração.~ ~103.1. Depois
102 6, 104| oração e de comunidade. Sua vida assim unificada permitir-lhe-á
103 6, 104| função que possa prejudicar sua formação. Os Superiores
104 6, 104| 3. O Irmão que prossegue sua formação numa Província
105 6, 105| assume de maneira responsável sua formação numa comunidade
106 6, 105| sentir-se responsável por sua formação.~105.2. Antes da
107 6, 106| comunidades. Testemunham sua fidelidade pela oração e
108 6, 107| 107. Dada a importância de sua função, os Irmãos formadores
109 6, 107| jovens.~No exercício de sua tarefa, permanecem em íntima
110 6, 107| Maria como inspiradora de sua missão, aprendendo dela
111 6, 108| que possam bem desempenhar sua função281.~ ~108.1. O Mestre
112 6, 108| que os impeçam de cumprir sua função. Devem ter, ao menos,
113 6, 109| Irmão tempo necessário para sua formação permanente. O plano
114 6, 109| ocasião de redescobrirem sua vocação marista e de renovarem
115 6, 109| renovarem o dinamismo de sua vida apostólica. Esses Centros
116 7, 113| provincial. Este confirma sua resposta por ocasião de
117 7, 113| conhecem, especialmente os de sua comunidade, emitem uma comunicação
118 8, 115| para uma reafirmação de sua vocação e de fidelidade
119 8, 115| dentro do maior respeito de sua pessoa e do chamado de Deus.
120 8, 115| concluir pela conveniência de sua saída do Instituto, o Irmão
121 8, 116| temporário que, ao final de sua profissão, quer sair do
122 8, 116| de saída290.~ No final de sua profissão temporária, um
123 9, 118| servo297. Cristo transmitiu sua autoridade à Igreja por
124 9, 119| tomam as decisões que são de sua competência, segundo as
125 9, 129| Irmãos continuam membros de sua Província. Nelas têm voz
126 9, 129| qualquer eleição feita na sua Província. O Irmão Provincial
127 9, 131| uma vez consecutiva323. Sua demissão ou deposição compete
128 9, 132| Superior Geral. Substitui-o em sua ausência e quando, total
129 9, 136| elegê-los. No momento de sua eleição, devem ter, no mínimo,
130 9, 138| do Instituto, assim como sua corresponsabilidade no governo325.~
131 9, 143| 143.1. Para cumprir sua missão, o irmão Provincial
132 9, 143| uma missão a cada Irmão de sua Província. Forma as comunidades
133 9, 144| província331. No momento de sua nomeação, deve ter ao menos
134 9, 144| ser reconduzido ao cargo. Sua nomeação para um terceiro
135 9, 144| 144.1 A consulta para a sua nomeação é feita conforme
136 9, 145| Irmão ou uma comunidade de sua Província de pontos particulares,
137 9, 152| coirmãos no cumprimentos de sua vocação pessoal, comunitária
138 9, 152| Oferece a cada um o apoio de sua colaboração, de seus conselhos
139 9, 152| de seus conselhos e de sua autoridade. Governa com
140 9, 152| dos Irmãos, nos limites de sua competência.~152.3 Tem a
141 9, 154| o encargo. Providenciam sua boa organização. Evitando
142 9, 154| subordinados ao Superior de sua comunidade. Devem lembrar-se
143 10, 156| administradores de bens da Igreja. Em sua gestão, têm grande preocupação
144 10, 156| apostólico dos Irmãos. Na sua maneira de administrar respeitam
145 10, 158| qualquer recurso, seja qual for sua proveniência.~ ~
146 10, 160| o Irmão Ecônomo Geral em sua tarefa, dá seu parecer sobre
147 10, 161| bens da Província e exerce sua função sob a dependência
148 10, 161| estudo, certifica-se de sua necessidade e avalia sua
149 10, 161| sua necessidade e avalia sua repercussão no meio social.
150 11, 165| expressão do amor de Cristo a sua Igreja, os membros sadios
151 11, 166| plenamente e cooperamos com sua ação libertadora361. Assim,
152 11, 169| podem ser modificadas com sua autorização e após votos
153 11, 170| religiosa que nos nutriu de sua vida, podemos, quando o
154 Testam | e receber minha alma em sua infinita misericórdia. ~
155 Testam | muitas vezes ao bom Deus e a sua Divina Mãe; cedei-lhes sem
156 Testam | Seu espírito é o meu e sua vontade é a minha. Encaro
157 Testam | os auspícios de Maria na sua Sociedade! Digne-se esta
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