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Instituto dos Irmãos Maristas das Escolas
ou Pequenos Irmãos de Maria
Constituições e Estatutos (FMS)

IntraText - Concordâncias

instituto
    Capitolo, Capoverso
1 Abrev | II).~ ~3. Documentos dos Instituto~ ~ALS Avisos, Lições, Sentenças, 2 1 | Origem do Instituto~~ 3 1, 1 | 2 de janeiro de 1817, o Instituto religioso laical dos Pequenos 4 1, 1 | aprovava-nos em 1863 como Instituto autônomo e de direito pontifício. 5 1, 2 | Neste espírito, fundou nosso Instituto para a educação cristã dos 6 1 | Membros e estruturas do Instituto~~ 7 1, 8 | 8. O Instituto é formado por Irmãos professos 8 1, 8 | que iniciam sua vida no Instituto participam das vantagens 9 1, 8 | pessoas podem ser filiadas ao Instituto e se beneficiar de favores 10 1, 8 | de favores semelhantes.~O Instituto está dividido em Províncias 11 1 | Unidade do Instituto~~ 12 1, 9 | 9. O Instituto, espalhado pelo mundo e 13 1, 10 | Fiéis ao carisma do Instituto, colaboramos na pastoral 14 2 | Profissão no Instituto~~ 15 2, 15 | universal e o direito próprio do Instituto43.~Por sua vez, este nos 16 2, 17 | acordo com a finalidade do Instituto e em comunhão com a Igreja. 17 2, 29 | trabalho ou por ser membro do Instituto, e o que receber a título 18 2, 29 | benefícios sociais, pertence ao Instituto (c 668,3).~29.7. O que o 19 2, 29 | direitos autorais pertence ao Instituto. As normas da Província, 20 2, 33 | Providência80. A fundação de nosso Instituto é a prova, sempre atual, 21 2, 39 | disponíveis para a tarefa que o Instituto nos confia101.~~ 22 2, 40 | carisma e o direito próprio do Instituto (c 678).~40.2. O Irmão não 23 2, 40 | empregos ou funções fora do Instituto (c 671).~40.3. No exercício 24 2, 40 | um apostolado externo ao Instituto, o Irmão permanece submisso 25 2, 40 | Superiores e fiel à disciplina do Instituto (c 678,2; Cf. 89.1).~ ~ 26 2, 43 | comunidades, as Províncias e o Instituto, chamados a viver a obediência 27 2, 43 | fidelidade ao carisma do Instituto, interpretação adequada 28 3, 49 | coirmãos da Província e do Instituto; ~3. exprimimos nosso senso 29 3, 52 | se torna célula viva do Instituto.~ ~52.1. A entrevista com 30 3, 58 | adequados à finalidade do Instituto.~Aberta à ação pastoral, 31 3, 60 | principalmente, dos textos do Instituto. Permite também aos Irmãos 32 3, 61 | usamos o hábito de nosso Instituto, de acordo com a forma descrita 33 3, 61 | ser exercido em nome do Instituto (c 665, 1; cf. 150.2.2).~ 34 3, 61 | estado de consagrados, num Instituto laical. As Normas da província 35 4, 70 | das invocações em uso no Instituto e do oferecimento do dia ( 36 4, 73 | 73.3. Por tradição, no Instituto, a Sexta-feira Santa é dia 37 4, 74 | Assunção, festa patronal do Instituto, são tempos privilegiados 38 4, 75 | aos membros e às obras do Instituto.~ ~75.1. Por meio do calendário 39 4, 75 | as datas importantes do Instituto e as citações de nossos 40 4, 75 | reconhecimento pelo dom do Instituto à Igreja e pelo de nossa 41 4, 76 | José, primeiro patrono do Instituto200. Ele nos ensina o esquecimento 42 5 | O Instituto enviado pela Igreja~~ 43 5, 80 | pelo Espírito Santo, nosso Instituto é enviado pela Igreja216. 44 5, 80 | comunidade, enviada pelo Instituto, exerce o apostolado em 45 5, 85 | 85. Nosso Instituto, aberto a todo apostolado 46 5, 85 | cooperam, no apostolado do Instituto, pelo fato mesmo de exercerem 47 5, 85 | necessários às tarefas que o Instituto lhe confia.~ ~ 48 5, 86 | trabalho (cf. c 831).~86.4. O Instituto colabora na formação dos 49 5, 89 | trabalha em obras de que o Instituto não tem a responsabilidade 50 5 | Engajamento missionário do Instituto~~ 51 5, 90 | salvação249. Como ela, nosso Instituto é missionário, e devemos 52 5, 90 | objeto da solicitude do Instituto. Após entendimento com a 53 5, 91 | setores missionários do Instituto. As exigências da vida missionária 54 6, 95 | formação de seus membros266. O Instituto zela para que seja sólida, 55 6, 97 | Experimenta o gênero de vida do Instituto e aprende a viver segundo 56 6, 100| períodos, em outra casa do Instituto por ele designada (c 647, 57 6, 101| acordo com a finalidade do Instituto e à maturidade do noviço; ~ 58 6, 102| levam a dar-se a Deus, no Instituto. Esse pedido vem acompanhado 59 6, 103| pessoais, conforme o carisma do Instituto279.~Durante esse tempo, 60 6, 104| para tarefas apostólicas do Instituto.~104.2. Durante esse período, 61 6, 107| comunhão com a Província e o Instituto. Escolhem Maria como inspiradora 62 6, 110| missão da Igreja e à do Instituto, a formação permanente leva 63 7 | ADMISSÃO E PROFISSÃO NO INSTITUTO~~ 64 7, 111| 111. A admissão no Instituto é regulada pelo direito 65 7, 113| noviciado, um membro do Instituto que, tendo feito o noviciado 66 7, 114| segundo as Constituições do Instituto dos Pequenos Irmãos de Maria ( 67 8 | Capítulo 8 DESLIGAMENTO DO INSTITUTO~~ 68 8, 115| conveniência de sua saída do Instituto, o Irmão poderá fazer o 69 8 | Saída do Instituto~~ 70 8, 116| profissão, quer sair do Instituto está livre de fazê-lo, após 71 8, 116| grave, pede para deixar o Instituto, no decurso da profissão 72 8, 116| Irmão que resolve sair do Instituto dará andamento a seu pedido 73 8, 117| respeito à separação do Instituto para trânsito a outro Instituto, 293 74 8, 117| Instituto para trânsito a outro Instituto, 293 exclaustração, 294 75 8, 117| pode ajudá-lo.~117.2. O Instituto não esquecerá seu dever 76 8, 117| pelos serviços prestados, o Instituto ajudá-lo-á material e espiritualmente 77 8, 117| com os antigos membros do Instituto (c 702).~ ~ 78 9 | Capítulo 9 GOVERNO DO INSTITUTO~~ 79 9, 118| corrige, conforme o fim do Instituto.~~ 80 9, 119| tornamo-nos co-responsáveis pelo Instituto. Esta co-responsabilidade 81 9, 119| realização da missão do Instituto.~~ 82 9, 120| Reconhecemos a pertença do Instituto a Maria, que fez tudo entre 83 9, 122| entendimento para o bem do Instituto e da Igreja. Reservam-se 84 9, 125| 125. Nosso Instituto é dividido em Províncias 85 9, 128| de apostolado. Encarna o Instituto em Igrejas locais e permanece 86 9, 129| comunidade é a célula de base do Instituto. Vive numa casa legitimamente 87 9, 130| reúne todos os Irmãos do Instituto em torno de Cristo. Guia-os 88 9, 130| tempos, conforme o carisma do Instituto. Tem autoridade direta sobre 89 9, 135| Geral. Continua a governar o Instituto até o próximo Capítulo Geral. 90 9, 137| Superior Geral no governo do Instituto. Ficam à disposição do Irmão 91 9, 137| para avaliar a situação do Instituto, definir a política de conjunto 92 9, 137| Noviciado numa comunidade do Instituto que não a do Noviciado, 93 9, 137| professo perpétuo para outro Instituto e admissão de um professo 94 9, 137| perpétuo proveniente de outro Instituto (c 684); ~) concessão 95 9, 137| concessão do indulto de saída do Instituto a um Irmão professo temporário ( 96 9, 137| 688,2); ~) readmissão no Instituto (c 690,1; cf. 113.9); ~) 97 9, 137| filiação de uma pessoa ao Instituto; ~10º) autorização para 98 9, 137| os assuntos econômicos do Instituto (c 1280; cf. 160.4); ~) 99 9, 137| beatificação e de canonização do Instituto. Prepara os documentos relativos 100 9, 137| correspondência oficial em nome do Instituto.~137.9. O Irmão Ecônomo 101 9, 137| administração dos bens do Instituto. Caso o Irmão Ecônomo Geral 102 9, 137| pesquisas sobre a História do Instituto, as publicações periódicas.~ ~ 103 9, 138| representativa de todo o Instituto. Exprime a participação 104 9, 138| Irmãos na vida e na missão do Instituto, assim como sua corresponsabilidade 105 9, 139| ao fim e ao espírito do Instituto e de lhe promover a renovação 106 9, 139| fixar Estatutos para todo o Instituto; 4. propor à Santa eventuais 107 9, 141| ou em trânsito para outro Instituto.~~ 108 9, 142| ou em trânsito para outro Instituto.~ ~CONFERÊNCIA GERAL~A 109 9, 142| consolidar a unidade do Instituto e permitir contatos diretos 110 9, 150| filiação de um membro ao Instituto; ~) nomear os membros 111 9, 150| administrar uma obra do Instituto ou para verificar os relatórios 112 9, 154| comprometer a responsabilidade do Instituto. Por isso agirão com a necessária 113 10 | Bens do Instituto~~ 114 10, 155| 155. Somente o Instituto, as Províncias e os Distritos 115 10, 155| proteger os interesses do Instituto, convém que este, as Províncias 116 10, 155| 12).~155.2. Os ativos do Instituto compreendem os fundos disponíveis 117 10, 155| do patrimônio estável do Instituto compete ao Irmão Provincial, 118 10, 156| administração dos bens do Instituto não são proprietários, mas, 119 10, 156| de administrar os bens do Instituto zelam para que todos os 120 10, 158| administração dos bens do Instituto e controla a gestão financeira 121 10, 158| trabalho dos Irmãos são bens do Instituto, comuns a todos os seus 122 10, 159| 159. Somente o Instituto e as Províncias podem capitalizar. 123 10, 160| aplicação dos recursos do Instituto nos limites de seu poder. 124 10, 160| para a gestão dos bens do Instituto.~ ~160.1. Cada ano, o Irmão 125 10, 160| títulos de cada propriedade do Instituto. Para esse fim, fornece 126 10, 161| não sejam propriedade do Instituto (c 681,2).~ 161.7. Os recursos 127 10, 161| de inscrever os Irmãos no Instituto de Previdência Social, conforme 128 10, 161| administrar uma obra do Instituto ou para verificar-lhe os 129 10, 161| responsável por elas. O Instituto, a Província ou a casa não 130 11 | Capítulo 11 VITALIDADE DO INSTITUTO~~ 131 11, 163| origem da vitalidade do Instituto. Vitalidade que se manifesta 132 11, 164| 164. Nosso Instituto, dom do Espírito Santo à 133 11, 164| Fundador e sobre a história do Instituto (PC 2.1; cf. 137.8).~164. 134 11, 164| Irmãos e da história do Instituto para conservar, aprofundar 135 11, 164| publicações e os documentos do Instituto, especialmente as circulares 136 11, 164| Marista, extensão de nosso Instituto, é um movimento que reúne 137 11, 164| viverem e difundi-lo. O Instituto anima e coordena as atividades 138 11, 165| fracos359. Razão por que o Instituto inteiro se preocupa com 139 11, 165| caridade, em vista do bem do Instituto (cf. 96.9; 113.5).~ ~ 140 11, 170| para com a Virgem Maria e o Instituto. Queremos também, diante 141 11, 170| alcance para orientar o Instituto no sentido do carisma do 142 11, 170| VOTO DE ESTABILIDADE NO INSTITUTO DOS PEQUENOS IRMÃOS DE MARIA ( 143 Apend | PRÓPRIO (cf. 15 e 119)~~No Instituto, os organismos legislativos 144 Apend | aprovados pelas autoridades do Instituto (c 119). ~~NOTA EXPLICATIVA 145 Testam | PADRE SUPERIOR E FUNDADOR DO INSTITUTO DOS PEQUENOS IRMÃOS DE MARIA, ~


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