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Instituto dos Irmãos Maristas das Escolas
ou Pequenos Irmãos de Maria
Constituições e Estatutos (FMS)

IntraText - Concordâncias

à
    Capitolo, Capoverso
1 Apres | de escuta, e apresentamos à Igreja o fruto de nossos 2 Decr | Constituições e apresentaram à Santa o projeto estabelecido 3 Abrev | siglas comuns. Referências à Tradução Ecumênica da Bíblia ( 4 1, 2 | seu tempo, especialmente à ignorância religiosa e às 5 1, 10 | une de maneira especial à Igreja e a seu ministério. 6 2, 11 | que o escutam, ele os põe à parte. Converte-os sem cessar 7 2, 12 | desta aliança: associamo-nos à morte de Cristo para comungar 8 2, 12 | Jesus encaminha-nos rumo à perfeição de nosso ser e 9 2, 15 | necessidades de saúde e os filia à previdência social (c 670; 10 2, 16 | relações humanas, se opõe à realização do desígnio de 11 2, 16 | nossas comunidades convidam à partilha, ao amor gratuito 12 2, 16 | amor gratuito e universal, à vida nova no Cristo.~~ 13 2, 17 | ação apostólica pertence à própria natureza de nossa 14 2, 17 | devotamo-nos inteiramente à tarefa que a obediência 15 2, 18 | abandona-se com alegria e amor à ação do Espírito Santo, 16 2, 20 | Renunciamos ao amor conjugal, à paternidade humana, e vivemos 17 2, 22 | àqueles que o Senhor chama à vida consagrada.~~ 18 2, 23 | repouso, indispensáveis à vida comunitária, serão 19 2, 24 | vivida abre nossos corações à amizade, graça de Deus que 20 2, 24 | tendência a subtrair-nos à amizade dos outros, sobretudo 21 2, 24 | amizade dos outros, sobretudo à de nossos coirmãos. De outro, 22 2, 25 | tentações e lutas, abrimo-nos à ação de Cristo, que cura 23 2, 26 | Conformamos nossa conduta à voz da consciência delicada. 24 2, 27 | Fundador, como a devoção à Imaculada Conceição e a 25 2, 29 | Pois, embora nada custando à comunidade, podem ferir 26 2, 29 | referentes ao dinheiro posto à disposição dos Irmãos para 27 2, 29 | julgue necessárias ou úteis à prática da pobreza, levando 28 2, 31 | Faz-nos recorrer sem cessar à oração que reanima a coragem 29 2, 31 | do pobre que se abandona à Providência divina77.~~ 30 2, 32 | prop. 11).~32.2. Fiéis à tradição marista e por espírito 31 2, 34 | normas provinciais relativas à pobreza (Cf 150.2.6).~34. 32 2, 36 | pela total disponibilidade à missão redentora. Seu alimento 33 2, 37 | até a morte, obriga-nos à submissão aos Superiores 34 2, 40 | 40. A amor à vontade de Deus e o desejo 35 2, 40 | a seus Superiores e fiel à disciplina do Instituto ( 36 2, 42 | dos Irmãos, ficará atento à ação do Espírito109. Por 37 2, 44 | humilde fidelidade, chegaremos à unificação de nossa pessoa 38 2, 44 | de nossa pessoa no amor e à maturidade espiritual na 39 3, 49 | disposto a proporcionar-lhes à custa dos maiores sacrifícios"130.~ 40 3, 49 | convívio, com ele e junto à Boa Mãe, aprofundavam o 41 3, 50 | universal. A pobreza põe à disposição dos outros tudo 42 3, 50 | Provincial decide quanto à sua obrigatoriedade para 43 3, 52 | comunidade permanece unida à Província e se torna célula 44 3, 53 | de sua vocação.~Chegado à maturidade, enriquecido 45 3, 54 | graça na e no abandono à vontade de Deus (Tg 5, 14).~ ~ 46 3, 57 | é elemento essencial à vida da comunidade marista. 47 3, 58 | membros os meios adequados à finalidade do Instituto.~ 48 3, 58 | finalidade do Instituto.~Aberta à ação pastoral, faz seu o 49 3, 60 | o silêncio que nos abre à compreensão, prepara e prolonga 50 3, 61 | a privacidade necessária à vida fraterna150.~Como sinal 51 4 | Unidos à oração de Cristo~~ 52 4, 65 | cristã brota de um coração à escuta do Espírito Santo, 53 4 | Junto à mesa do Senhor~~ 54 4, 70 | da tarde.~ ~70. 1. Fiéis à tradição marista, começamos 55 4, 71 | por sua vez, nos reconduz à oração portadora das alegrias 56 4, 71 | de Deus189.~ ~71.1. Cabe à comunidade propiciar condições 57 4, 73 | consagrado ao pedido de perdão e à ação de graças (V 369; V 58 4 | Culto à Virgem Maria~~ 59 4, 74 | confiança e a admiração; e tende à imitação de Maria em suas 60 4, 75 | agradecer a Deus o haver dado à Igreja um apóstolo da juventude.~ 61 4, 75 | reconhecimento pelo dom do Instituto à Igreja e pelo de nossa vocação.~ 62 4, 77 | para consagrar mais tempo à oração pessoal.~ 63 5, 78 | toda a criação e a conduz à plenitude212.~~ 64 5, 80 | religiosos e leigos dedicados à mesma tarefa218.~Em situações 65 5, 84 | 84.1. Por fidelidade à tradição marista, asseguramos 66 5, 86 | diálogo237.~ Damos preferência à catequese238. Dedicamo-nos 67 5, 86 | que constituem complemento à catequese.~Dados os laços 68 5, 86 | coerente. Nós os iniciamos à vida sacramental e os ajudamos 69 5, 86 | cultura são caminhos abertos à mensagem evangélica.~86. 70 5, 87 | cristã, 242 damos prioridade à pastoral adaptada às expectativas 71 5, 87 | movimentos apostólicos e à educação da : catequese, 72 5, 87 | Leva-mos nossos alunos à prática de atividades caritativas 73 5, 88 | notadamente as que dizem respeito à utilização dos meios de 74 5, 91 | marista numa cultura chega à sua plenitude.~ ~91.1. 75 5, 91 | Maristas regionais destinados à formação dos Irmãos das 76 6, 93 | Sensíveis ao chamado universal à santidade, 258 ajudamos 77 6, 93 | a abrirem o coração261 à vontade do Pai, a crescerem 78 6, 95 | que seja sólida, adaptada à sua personalidade e cultura. 79 6 | Iniciação à vida religiosa~~ 80 6, 97 | é um tempo de iniciação à exigências da vida religiosa 81 6, 98 | humanas e cristãs. Exercita-se à renúncia270 e ao dom total 82 6, 98 | Torna-se assim, mais sensível à ação do Espírito Santo em 83 6, 99 | aplicação do Evangelho à vida Marista, são objeto 84 6, 101| finalidade do Instituto e à maturidade do noviço; ~) 85 6, 102| Provincial, sua admissão à profissão. ~ O tempo do 86 6, 102| em seu pedido de admissão à profissão, presta contas 87 6, 102| Provincial pode admitir à profissão o noviço gravemente 88 6, 104| orientada para a formação à missão. Para tirar proveito 89 6, 108| para a formação dos jovens à vida marista.~Os Superiores 90 6, 110| formação permanente estende-se à vida inteira e a todas as 91 6, 110| perseverante, a revisão de vida à luz do Evangelho e da experiência 92 6, 110| crescimento.~110.2. Por fidelidade à missão da Igreja e à do 93 6, 110| fidelidade à missão da Igreja e à do Instituto, a formação 94 7 | Admissão à profissão~~ 95 7, 113| de seu Conselho, admite à profissão temporária ou 96 7, 113| O Irmão será admitido à profissão perpétua após 97 8, 116| Superior Geral que o transmite à Santa , com o seu parecer 98 8, 117| Quanto ao que diz respeito à separação do Instituto para 99 9, 118| transmitiu sua autoridade à Igreja por meio dos Apóstolos298.~ 100 9, 125| outra ou ligadas diretamente à Administração Geral (cf. 101 9, 128| Superior Geral, que a une à Igreja universal.~~ 102 9, 129| exceção que será submetida à decisão do Irmão Superior 103 9, 131| demissão ou deposição compete à Santa . A eleição se faz 104 9, 137| governo do Instituto. Ficam à disposição do Irmão Superior 105 9, 137| Conselho antes de transmitir à autoridade competente o 106 9, 137| negócios acreditado junto à Santa . Fornece ao Irmão 107 9, 137| encarregados de serviços ligados à Administração Geral, especialmente 108 9, 138| assinadas, são dirigidas à comissão preparatória que 109 9, 139| funções328: ~ 1. proceder à eleição do Irmão Superior 110 9, 139| importância que dizem respeito à natureza, ao fim e ao espírito 111 9, 139| todo o Instituto; 4. propor à Santa eventuais modificações 112 9, 144| Superior Geral, pode proceder à eleição do Irmão Provincial. 113 9, 147| publicação de Irmãos referente à Religião e à Moral337.~~ 114 9, 147| Irmãos referente à Religião e à Moral337.~~ 115 9, 150| ) recusar um candidato à profissão (c 689,1); ~) 116 9, 150| Conselho para: ~ ) admitir à profissão temporária e perpétua, 117 9, 150| 694 ss.); ~) submeter à aprovação do Irmão Superior 118 9, 151| assuntos gerais relativos à Província. Sugere as grandes 119 9, 151| Irmão Provincial, procede-se à eleição dos membros de seu 120 9, 151| importantes que dizem respeito à Província. Essa Assembléia, 121 9, 152| em pauta são convocados à sessão do Conselho. Esse 122 9, 153| sérias, em vista do serviço à Província343.~ ~153.1. 123 10, 155| as licenças são pedidas à Santa , se necessário. 124 10, 161| ) documentos relativos à fundação das diversas casas, 125 10, 161| ao Irmão Superior local e à comunidade. Em princípio, 126 10, 162| casas enviam seu excedente à caixa provincial, segundo 127 11, 164| Instituto, dom do Espírito Santo à Igreja, é para o mundo uma 128 11, 167| está intimamente ligada à maneira como ela pratica 129 11, 167| tendência natural ao conforto e à riqueza, cuidamos de conservar 130 11, 167| Deste modo, conformamo-nos à recomendação do Fundador: " 131 11, 170| pessoal e nossa pertença à família religiosa que nos 132 11, 170| nosso desejo de corresponder à fidelidade de Deus e de 133 11, 170| Eucaristia. Desejoso de dar à minha perseverança uma qualidade 134 Testam | acredito ser mais conforme à vontade divina e mais útil 135 Testam | perdoar-me em consideração à Caridade infinita de Nosso 136 Testam | bom Deus tinha confiado à minha solicitude e que foram 137 Testam | sempre, se for necessário, à própria vontade e ao próprio 138 Testam | toda a Sociedade. ~Juntai à devoção a Maria, a devoção 139 Testam | queridos Irmãos, sede fiéis à vossa vocação, amai-a e 140 Testam | voto sagrado que vos liga à mais bela e à mais delicada 141 Testam | que vos liga à mais bela e à mais delicada das virtudes.


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