Capitolo, Capoverso
1 Apres | rezando-os, em particular ou em comunidade, descobrir-lhes-emos as
2 Decr | religiosa no seio de uma comunidade fraterna, a exemplo da família
3 1, 3 | Buscamos este ideal em comunidade.~Pela profissão dos votos
4 1, 9 | todos os níveis.~Formamos Comunidade em torno de Maria, nossa
5 2, 14 | Essa consagração, numa comunidade fraterna e apostólica, aviva
6 2, 15 | vocação.~ ~15.1 Renovamos em comunidade nossa profissão religiosa
7 2 | No seio de uma comunidade~~
8 2, 23 | 23. Nossa comunidade é o lugar de aplicação mais
9 2, 23 | 23. 1. A acolhida na comunidade será simples e prudente,
10 2, 24 | oração, do apostolado ou da comunidade. Se necessário, comunicamos
11 2, 29 | embora nada custando à comunidade, podem ferir a pobreza e
12 2, 32 | tempo pessoal.~ ~32.1. A comunidade avalia periodicamente o
13 2, 34 | Em seu orçamento anual, a comunidade prevê a parte dos pobres,
14 2 | Obediência em comunidade~~
15 2, 41 | 41. A obediência, em comunidade, requer de cada um o desenvolvimento
16 2, 41 | ver, para aceitar o que a comunidade, de acordo com o Superior,
17 2 | Obediência da comunidade~~
18 2, 44 | participa das atividades da comunidade, pondo seus dotes a serviço
19 3 | Capítulo 3 COMUNIDADE MARISTA~~
20 3, 47 | Jesus estabeleceu uma comunidade apostólica; rezou para que
21 3, 47 | vontade de viver unidos numa comunidade de pessoas consagradas.
22 3 | Comunidade em torno de Maria~~
23 3, 48 | 48. A exemplo da comunidade dos Apóstolos, reunidos
24 3, 48 | atentos às necessidades da comunidade e do mundo. Como ela em
25 3 | Comunidade no espírito de nossas origens~~
26 3, 49 | Padre Champagnat fez da comunidade dos primeiros Irmãos uma
27 3, 49 | Fundador, levando nossa vida de comunidade num grande espírito de família: "
28 3 | Comunidade de consagrados.~~
29 3, 50 | Senhor, são fator de união da comunidade marista. A castidade, libertando
30 3, 50 | A obediência orienta a comunidade para a busca e o cumprimento
31 3, 50 | importante para construir a comunidade Marista. Permite exercer
32 3, 50 | com a situação concreta da comunidade. Leva em conta as prioridades
33 3 | Comunidade, lugar de partilha e crescimento~~
34 3, 51 | ressentimento135. Nossa comunidade torna-se então lugar de
35 3 | O Superior na comunidade~~
36 3, 52 | representa o Cristo no seio da comunidade137. Sua presença atenta
37 3, 52 | animação do Superior que a comunidade permanece unida à Província
38 3, 52 | compreensão e a harmonia na comunidade. É fator de animação e de
39 3 | Os membros da comunidade~~
40 3, 53 | instruções do padre Champagnat, a comunidade considera o Irmão jovem
41 3, 53 | fracassos, o Irmão investe na comunidade seu dinamismo e seu equilíbrio.
42 3, 53 | exerce eficaz apostolado. A comunidade cerca-o de respeito e afeto.~~
43 3, 54 | 54. A comunidade, a exemplo do Fundador,
44 3, 54 | animam-nos e rezam por eles. A comunidade Marista está atenta em proporcionar
45 3, 55 | 55. A comunidade manifesta grande solicitude
46 3, 55 | do Conselho Geral, cada comunidade manda celebrar uma missa
47 3, 55 | noviço ou de um Irmão, cada comunidade da Província manda celebrar
48 3, 55 | noviço ou de um Irmão, sua comunidade manda celebrar trinta missas
49 3, 55 | dos pais de um Irmão, sua comunidade manda celebrar uma missa
50 3, 55 | segunda-feira do mês, cada comunidade manda celebrar uma missa
51 3 | Comunidade orante~~
52 3, 57 | elemento essencial à vida da comunidade marista. Reunida na fé em
53 3, 57 | primordialmente na oração que essa comunidade se constrói cada dia.~Somos
54 3, 57 | Eucaristia que a oração da comunidade encontra sua realização
55 3 | Comunidade apostólica~~
56 3, 58 | 58. A comunidade, pelo testemunho do amor
57 3, 58 | integram-se plenamente na comunidade para que cresça a caridade.~ ~
58 3, 58 | atividades apostólicas da comunidade respeitam as prioridades
59 3, 59 | Fundador para manter a união na comunidade.~As exigências dos votos,
60 3, 60 | eficaz para construir a comunidade. Dela participamos com boa
61 3, 60 | tomamos consciência de que a comunidade precisa de tempo para construir-se.~
62 3, 60 | trabalho e descanso.~ ~60.1. A comunidade determina a periodicidade
63 3, 60 | sua responsabilidade na comunidade e atualizarem os meios para
64 3, 60 | com os pobres.~60.3. Em comunidade, fixamos os momentos em
65 3, 60 | as Normas da província, a comunidade organiza o tempo de férias
66 3, 61 | sua inserção, os locais da comunidade serão sempre limpos e mobiliados
67 3, 61 | parte deve ser exclusiva da comunidade, a fim de preservar a privacidade
68 3, 61 | eucarística faz dele o centro da comunidade (c 608).~61.3. Nosso hábito
69 3 | Comunidade e hospitalidade~~
70 3, 62 | 62. A comunidade marista acolhe aqueles que
71 3 | Comunidade: graça sempre oferecida~~
72 3, 63 | 63. A comunidade é uma graça do Espírito
73 4, 69 | vida consagrada. Nela nossa comunidade reforça sua unidade, 175
74 4, 69 | sacrifício Eucarístico, 176 em comunidade. Aí ouvimos a Palavra e
75 4, 70 | Essa liturgia, realizada em comunidade, sustenta e renova nossa
76 4, 71 | Deus189.~ ~71.1. Cabe à comunidade propiciar condições que
77 4, 72 | celebrações penitenciais, em comunidade, ajudam-nos a compreender
78 4, 72 | feitas periodicamente em comunidade, são ocasiões para nos reconhecer
79 4, 73 | nossa vida ativa.~ ~73.1. A comunidade prevê o tempo e os meios
80 4, 75 | Institutos maristas e a comunidade eclesial.~75.3. No dia 2
81 4, 77 | comunitária.~ ~77.1. A comunidade organiza sua oração conforme
82 5, 80 | particularmente os mais abandonados.~A comunidade, enviada pelo Instituto,
83 5 | Numa comunidade de apóstolos~~
84 5, 82 | vida consagrada, vivida em comunidade. Toda a comunidade mostra-se
85 5, 82 | vivida em comunidade. Toda a comunidade mostra-se solidária; sustenta
86 5, 82 | animada pelo Espírito for a comunidade.~Quando nossa vida irradia
87 5, 86 | ajudamos a se inserir numa comunidade eclesial.~86.2. Os questionamentos
88 5, 87 | pastoral, em sintonia com a comunidade eclesial. Tal programa leva
89 5 | Escola Marista uma comunidade educativa~~
90 5, 88 | leigos245 e outros membros da comunidade educativa. Por seus serviços,
91 6, 94 | vida simples e alegre numa comunidade solidária com os pobres
92 6, 95 | toda sua vida a Deus numa comunidade apostólica Marista.~ Sob
93 6, 96 | postulado se fizer numa comunidade, o Irmão Provincial nomeará
94 6, 96 | postulantes. Os outros Irmãos da comunidade participam ativamente nessa
95 6, 100| quais doze de presença na comunidade do noviciado para sua validade274.~
96 6, 101| atividade apostólica, fora da comunidade do noviciado, podem ser
97 6, 101| maturidade do noviço; ~2º) a comunidade que recebe o noviço compreenda
98 6, 103| duas etapas: ~ 1º) numa comunidade, para tal especificamente
99 6, 103| Irmão Provincial; ~2º) numa comunidade apostólica, até a profissão
100 6, 104| com a vida de oração e de comunidade. Sua vida assim unificada
101 6, 105| responsável sua formação numa comunidade apropriada. Participa plenamente
102 6, 105| da vida e da missão dessa comunidade.~ Prepara-se seriamente
103 6, 105| Irmão durante esta etapa. A comunidade que o acolhe deve sentir-se
104 6, 110| enriquecimento mútuo em comunidade.~ ~110.1. A comunidade
105 6, 110| comunidade.~ ~110.1. A comunidade é o lugar privilegiado onde
106 7, 112| capacidade de viver em comunidade e das outras aptidões necessárias
107 7, 113| de vida apostólica numa comunidade Marista.~113.5. Por ocasião
108 7, 113| especialmente os de sua comunidade, emitem uma comunicação
109 9, 122| por edificar em Cristo uma comunidade fraterna, na qual Deus seja
110 9, 128| administrativa constitui uma grande comunidade de vida, de oração e de
111 9 | A Comunidade~~
112 9, 129| 129. A comunidade é a célula de base do Instituto.
113 9, 130| temporariamente um Irmão, uma comunidade ou uma Província de pontos
114 9, 136| Conselheiros Gerais, que fazem comunidade com o Irmão Superior Geral. ~
115 9, 137| para fazer o Noviciado numa comunidade do Instituto que não a do
116 9, 145| temporariamente um Irmão ou uma comunidade de sua Província de pontos
117 9 | O Superior de comunidade~~
118 9, 152| 152. O Superior de comunidade339 está a serviço de seus
119 9, 152| Onde não houver Conselho, a comunidade toda o substitui.~ ~152.
120 9, 152| confirmar as decisões tomadas em comunidade ou para decidir, ele mesmo,
121 9, 152| reunir periodicamente a comunidade.~152.4. Garante aos Irmãos
122 9, 152| tempo, um Irmão ou toda a comunidade, de um ponto particular,
123 9, 152| pode ser feito a toda a comunidade. Esses Ir mãos não têm direito
124 9, 152| do Conselho é liberado á comunidade.~ ~
125 9, 153| responsabilidade de uma comunidade (c 624,2).~ ~
126 9, 154| 154. Na comunidade, haverá um Superior Adjunto.
127 9, 154| a função de Superior da comunidade e a de Diretor da obra seja
128 9, 154| subordinados ao Superior de sua comunidade. Devem lembrar-se de que
129 10, 161| Irmão Superior local e à comunidade. Em princípio, é o Irmão
130 10, 162| Para administrar os bens da comunidade, o Irmão Provincial nomeia
131 10, 162| Administra os bens da comunidade, sob o controle do Irmão
132 10, 162| necessidades de cada um. Se a comunidade é pouco numerosa, o Irmão
133 10, 162| contabilidade das obras e da comunidade serão distintas.~162.3.
134 11, 164| c 578).~164.3. Lemos, em comunidade ou em particular, as publicações
135 11, 169| por ano, se possível, em comunidade e de acordo com um método
136 11, 170| Eucaristia que congregue toda a comunidade. Antes de comungar, o Irmão
137 Testam | e o sustentáculo de uma comunidade. Nesse espírito, os Pequenos
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