Capitolo, Capoverso
1 Dedic | Irmãos que nos precederam na construção de tão grande
2 Dedic | ponto de poder ser lido na vida e no testemunho de
3 Apres | dia, questionar por ele, na fé, caminharemos para uma
4 Apres | conversão sempre retomada, na fidelidade ao Evangelho,
5 Apres | lançado: encarnar esse texto na existência cotidiana e assim
6 Apres | tanto melhor esse desafio na medida da consciência que
7 Apres | inspiradora e nosso recurso na prática dessas Constituições
8 1 | IDENTIDADE DOS IRMÃOS MARISTAS NA IGREJA~~
9 1, 2 | acontecimentos e às pessoas, está na origem de sua espiritualidade
10 1, 3 | pela Santa Sé, guiam-nos na realização de nossa consagração
11 1, 3 | realização de nossa consagração e na fidelidade às intenções
12 1, 7 | exemplo do Fundador, vivemos na presença de Deus 19 e haurimos
13 1, 10 | do Instituto, colaboramos na pastoral da Igreja local.~
14 1, 10 | quais queremos irradiar na Igreja o espírito de Maria
15 2, 12 | caminhamos com ele e trabalhamos na construção do Reino de Deus.~
16 2, 13 | reconhecidos, atendemos livremente, na fé, ao chamado do Senhor: "
17 2 | Vocação na Igreja~~
18 2, 18 | modelo de nossa consagração. Na Anunciação, ela acolhe na
19 2, 18 | Na Anunciação, ela acolhe na fé a palavra do Senhor;
20 2, 18 | no Pai, até o pé da cruz. Na glória de Cristo ressuscitado,
21 2, 18 | intercede por nossa perseverança na fidelidade, conservamos-lhe
22 2, 20 | anúncio desse Reino; realiza na terra a união com Deus sem
23 2, 22 | ser. Nosso celibato vivido na alegria os encoraja a permanecer
24 2, 23 | Este amor exprime-se também na acolhida aos que nos procuram.~
25 2, 23 | interpelação.~ ~23. 1. A acolhida na comunidade será simples
26 2, 25 | fiéis ao encontro com ele na oração, especialmente na
27 2, 25 | na oração, especialmente na meditação. Deste modo, podemos
28 2, 26 | Somos lúcidos e prudentes na escolha de nossos lazeres
29 2, 28 | dele como viver plenamente, na renúncia, nosso voto de
30 2, 30 | Israel, põe sua confiança na fidelidade do Senhor74.
31 2, 31 | a confiança. Coloca-nos na paz do pobre que se abandona
32 2, 32 | Nossa pobreza aparece também na simplicidade que deve marcar
33 2, 33 | sobretudo em sua confiança na Providência80. A fundação
34 2, 33 | um de nós convite a viver na simplicidade e no desapego,
35 2, 38 | torna-se Mãe de Deus e coopera na missão redentora de seu
36 2, 38 | Irmãos Maristas, aprendemos na escola da Serva do Senhor
37 2, 39 | vontade de Deus buscada na oração, no parecer, na mediação
38 2, 39 | buscada na oração, no parecer, na mediação dos Superiores99
39 2, 40 | conforme o direito universal, na organização das obras apostólicas,
40 2, 42 | caminho traçado por Cristo. Na oração assídua e na escuta
41 2, 42 | Cristo. Na oração assídua e na escuta dos Irmãos, ficará
42 2, 43 | renovação. Discernimo-la na oração para chegar a decisões,
43 2, 44 | à maturidade espiritual na liberdade dos filhos de
44 2, 46 | consagrados é uma caminhada na fé, na esperança e no amor.~
45 2, 46 | consagrados é uma caminhada na fé, na esperança e no amor.~Jesus
46 3, 48 | de Cristo125.~Como Maria, na Visitação126 e em Caná, 127
47 3, 50 | exercer a corresponsabilidade na procura da vontade de Deus.
48 3 | O Superior na comunidade~~
49 3, 52 | compreensão e a harmonia na comunidade. É fator de animação
50 3, 53 | encorajado, ele encontra na vida comunitária ambiente
51 3, 53 | fracassos, o Irmão investe na comunidade seu dinamismo
52 3, 53 | tarefa, mas procura servir na medida do possível e interessa-se
53 3, 53 | interessa-se pelos Irmãos na ativa.~Pela oração e oferta
54 3, 54 | Estes acolhem tal graça na fé e no abandono à vontade
55 3, 55 | a felicidade de morrer na família de Maria142. Oramos
56 3, 55 | freqüentemente por nossos defuntos. Na comunhão dos santos, sentimo-nos
57 3, 55 | unidos a nossos coirmãos já na casa do Pai143.~ ~55.1.
58 3, 55 | ofício dos defuntos.~55.5. Na primeira segunda-feira do
59 3, 57 | comunidade marista. Reunida na fé em nome de Jesus, é primordialmente
60 3, 57 | Jesus, é primordialmente na oração que essa comunidade
61 3, 57 | vidas. É principalmente na Eucaristia que a oração
62 3, 58 | integram-se plenamente na comunidade para que cresça
63 3, 59 | Fundador para manter a união na comunidade.~As exigências
64 3, 60 | de sua responsabilidade na comunidade e atualizarem
65 3, 60 | Tomamos nossas refeições na simplicidade e na alegria,
66 3, 60 | refeições na simplicidade e na alegria, como sinal de amizade
67 3, 62 | seu meio, como fermento na massa, deve, ao mesmo tempo,
68 3, 62 | abrir-se a toda a humanidade, na oração e no apostolado (
69 4, 64 | constantemente para o Pai159 na aceitação de sua condição
70 4, 64 | uma graça de participação na oração do Cristo.~~
71 4, 65 | Santo, que nos introduz na intimidade da Trindade e
72 4, 66 | Palavra de Deus, meditada na Sagrada Escritura e celebrada
73 4, 66 | Sagrada Escritura e celebrada na Liturgia, é fonte perene
74 4, 68 | Padre Champagnat, vivendo na presença de Deus, (1) atingiu
75 4, 68 | confiança de uma criança173. Na formação dos Irmãos, voltava
76 4, 71 | ao Deus que nos envia186.~Na oração, encontro pessoal
77 4, 71 | ternura do Pai, perseveramos na meditação com fé e coragem,
78 4, 73 | importante para nosso crescimento na vida espiritual. É necessário
79 4 | Na comunhão dos santos~~
80 5, 78 | Morrer para congregar na unidade a família de Deus211.
81 5, 79 | envia a Igreja, 214 na qual permanece presente
82 5, 81 | de fé, acredita primeiro na oração que torna dócil o
83 5, 83 | espera de Cristo se revela na pobreza material e espiritual.
84 5, 83 | a descobrir sua vocação na Igreja e no mundo. Permanecemos
85 5, 84 | junta-se a ele no sofrimento e na humilhação da cruz, antes
86 5, 85 | trabalhos manuais ou ocupados na administração cooperam,
87 5, 86 | nossas aptidões, confiantes na ajuda do Senhor e na proteção
88 5, 86 | confiantes na ajuda do Senhor e na proteção de Maria. Vemos
89 5, 86 | 4. O Instituto colabora na formação dos catequistas
90 5, 87 | harmonizam fé, cultura e vida, na óptica de Marcelino Champagnat.
91 5, 88 | Esforçando-nos para que reine na escola clima de cordialidade
92 5, 88 | nossos colaboradores leigos na catequese, nos movimentos
93 5, 88 | nos grupos de oração e na pastoral das vocações.~88.
94 5, 89 | educação integral do homem na escola. Respeitamos as convicções
95 5, 91 | Pela maneira como trabalham na promoção desses valores,
96 6, 93 | pelo Reino, no laicato, 260 na vida consagrada ou sacerdotal.
97 6, 94 | pela pastoral vocacional na Província. Com seu Conselho,
98 6, 99 | sintonizar com ele seu coração.~ Na vida comunitária, toma como
99 6, 100| dos quais doze de presença na comunidade do noviciado
100 6, 102| 102. Na aproximação do fim do noviciado,
101 6, 110| exerce a co-responsabilidade na formação permanente de cada
102 8, 115| Irmão poderá fazer o pedido na paz e no abandono ao Senhor.~~
103 9, 118| participam dessa função na Igreja, exercendo o serviço
104 9, 119| favorece nosso engajamento na realização da missão do
105 9, 122| uma comunidade fraterna, na qual Deus seja amado acima
106 9, 129| para qualquer eleição feita na sua Província. O Irmão Provincial
107 9, 130| Guia-os e acompanha-os na fidelidade a seus compromissos.
108 9, 134| 134. Se estiver na impossibilidade de exercer
109 9, 135| Irmão Superior Geral estiver na impossibilidade de exercer
110 9, 135| Geral residem habitualmente na Casa Generalícia. Se tiverem
111 9, 138| participação de todos os Irmãos na vida e na missão do Instituto,
112 9, 138| todos os Irmãos na vida e na missão do Instituto, assim
113 9, 140| Conselheiros Gerais em função na abertura do Capítulo; ~4º)
114 9, 140| número de Delegados a eleger na Unidade que aparece em primeiro
115 9, 145| vez por ano334.~ ~145.1. Na oportunidade da visita anual
116 9, 148| reflexão, consulta e decisão na Província. Ajuda o Irmãos
117 9, 148| Irmãos Provincial no governo, na animação espiritual e apostólica
118 9, 148| apostólica dos Irmãos e na administração dos bens.~
119 9, 150| várias comunidades moram na mesma casa, se a situação
120 9, 151| decisões entram em vigor na data fixada pelo Capítulo.~
121 9, 152| seus Irmãos. Acompanha-os na busca do bem comum, mostra-se
122 9, 154| 154. Na comunidade, haverá um Superior
123 10, 156| ministério apostólico dos Irmãos. Na sua maneira de administrar
124 10, 160| ajudar o Irmão Ecônomo Geral na aplicação das políticas
125 10, 161| Irmãos Ecônomos locais, na busca de uma gerência unificada
126 11, 163| Essa experiência está na origem da vitalidade do
127 11, 169| grande liberdade interior e na docilidade ao Senhor. ~Aprovadas
128 11, 170| adoro-vos aqui presente na Eucaristia. Desejoso de
129 Testam | Espírito Santo. Amém.~Aqui, na presença de Deus, sob os
130 Testam | vós, no estado religiosos, na instrução da juventude.
131 Testam | Padres da Sociedade de Maria na vontade de um Superior único
132 Testam | Superior Geral dos Padres, na qualidade de Superior dos
133 Testam | sob os auspícios de Maria na sua Sociedade! Digne-se
134 Testam | possamos reunir todos juntos na eternidade bem-aventurada.
135 Testam | Hermitage a 18 de maio de 1840, na presença das testemunhas
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