Capitolo, Capoverso
1 Dedic | agradecimento a Deus e a nossa Boa Mãe pelos cem anos de
2 Dedic | Constituições buscamos a seiva para nossa vida marista e o sentido
3 Dedic | perfeita seguidora de Jesus, nossa Boa Mãe e primeira Superiora,
4 Apres | nos dedicamos. ~Que Maria, nossa Boa Mãe e Primeira Superiora,
5 Apres | Primeira Superiora, seja nossa inspiradora e nosso recurso
6 Decr | outubro de 1986, festa de Nossa Senhora do Rosário. ~~ ~
7 1, 3 | guiam-nos na realização de nossa consagração e na fidelidade
8 1, 4 | Contemplamos a vida de nossa Mãe e Modelo para impregnar-nos
9 1, 4 | Cristo inspiram e pautam nossa maneira de ser e de agir 12.~
10 1, 5 | De bom grado, colocamos nossa vida e nossos talentos a
11 1, 6 | Impregna nossas atitudes e nossa conduta, de modo que o irradiamos
12 1, 7 | nos conduz ao Pai. Assim nossa vida apostólica, nossa vida
13 1, 7 | Assim nossa vida apostólica, nossa vida comunitária harmonizam-se.~
14 1, 7 | para Maria, Jesus é tudo em nossa vida. Nossa ação, como a
15 1, 7 | Jesus é tudo em nossa vida. Nossa ação, como a de Maria, permanece
16 1, 8 | vantagens espirituais de nossa família religiosa.~Certas
17 1, 9 | Comunidade em torno de Maria, nossa boa Mãe 23, como membros
18 1, 10 | supremo 26. Manifestamos nossa fé e cooperamos para a unidade
19 1, 10 | unidade do Corpo de Cristo por nossa adesão ao ensinamento e
20 1, 10 | Conforme o desejo do Fundador, nossa caridade estende-se a todos
21 2, 12 | Cristo 34 é a lei suprema de nossa consagração batismal, a
22 2, 12 | perfeição de nosso ser e faz de nossa existência um culto de amor
23 2, 13 | discernimento dos Superiores, nossa resposta de amor purifica-se
24 2, 14 | apostólica, aviva a graça de nossa confirmação. A fidelidade
25 2, 15 | necessário para atingir o fim de nossa vocação.~ ~15.1 Renovamos
26 2, 15 | Renovamos em comunidade nossa profissão religiosa uma
27 2, 17 | pertence à própria natureza de nossa família religiosa46.~Fiéis
28 2, 17 | Igreja. Cuidamos para que nossa ação apostólica, procedendo
29 2, 18 | totalmente, é o modelo de nossa consagração. Na Anunciação,
30 2, 18 | de que ela intercede por nossa perseverança na fidelidade,
31 2, 18 | agradecido pela graça de nossa vocação.~Nosso Fundador,
32 2, 21 | fecunda.~Recebendo-a em nossa casa56, aprendemos o modo
33 2, 21 | pessoas e nos tornamos, por nossa vez, sinais vivos da ternura
34 2, 23 | 23. Nossa comunidade é o lugar de
35 2, 23 | para o aperfeiçoamento de nossa caridade59. Nos momentos
36 2, 24 | que só ele pode satisfazer nossa necessidade de amor.~Conscientes
37 2, 24 | de amor.~Conscientes de nossa fragilidade, estimamos em
38 2, 24 | possessiva.~ ~24.1. Em nossa vida de castidade, temos
39 2, 25 | 25. Para alimentar nossa relação de amor com o Senhor,
40 2, 25 | a força para prosseguir nossa caminhada em meio às dificuldades,
41 2, 26 | comunicação social64. Conformamos nossa conduta à voz da consciência
42 2, 27 | 27. Nossa castidade, no celibato consagrado,
43 2, 32 | sem busca do supérfluo78.~Nossa pobreza aparece também na
44 2, 32 | nosso estilo de vida e nossa ação apostólica.~Requer
45 2, 33 | oferecem ocasião de pôr nossa confiança em Deus. Evitamos
46 2, 34 | Igreja, 85 de acordo com nossa vocação própria, nós nos
47 2, 34 | justas. Reservamos-lhes nossa preferência, onde quer que
48 2, 34 | demasiado confortável86.~Nossa missão de educadores junto
49 2, 35 | abertos às maravilhas de Deus.~Nossa vida simples e dedicada
50 2, 40 | de realizá-la ao longo de nossa vida fazem-nos aceitar um
51 2, 40 | hierarquia da Igreja, 103 e nossa família religiosa com as
52 2, 44 | chegaremos à unificação de nossa pessoa no amor e à maturidade
53 2, 45 | evangélica é a expressão de nossa liberdade e de nossa disponibilidade
54 2, 45 | de nossa liberdade e de nossa disponibilidade para a missão
55 2, 45 | Igreja. Torna-nos fortes em nossa fraqueza115.~Denunciamos
56 2 | NOSSA CAMINHADA DE CONSAGRADOS~~
57 2, 46 | 46. Nossa vida de consagrados é uma
58 3, 47 | de pessoas consagradas. Nossa unidade manifesta assim
59 3, 49 | desejo do Fundador, levando nossa vida de comunidade num grande
60 3, 51 | Superando nosso egoísmo e nossa suscetibilidade, recebemos
61 3, 51 | qualquer ressentimento135. Nossa comunidade torna-se então
62 3, 58 | questão de fidelidade a nossa missão, examinamos se as
63 3, 60 | sinal de amizade e comunhão. Nossa comida é frugal. Evitamos
64 3, 60 | nossas forças e estreitar nossa união fraterna. Conforme
65 3, 61 | comum, devemos residir em nossa casa e não a deixamos sem
66 3, 61 | sem licença do Superior.~Nossa moradia deve responder às
67 3, 61 | fraterna150.~Como sinal de nossa consagração e testemunho
68 3, 63 | oferecida e a realidade de nossa vida.~Por isso é que rezamos
69 4, 64 | no Espírito160.~Vivemos nossa oração como uma graça de
70 4 | Fontes de nossa oração~~
71 4, 66 | Liturgia, é fonte perene de nossa oração. O trabalho, os acontecimentos,
72 4, 66 | mundo164 alimentam também nossa oração cotidiana.~~
73 4, 68 | exemplo ensina-nos a fazer de nossa vida uma oração perene.~~
74 4, 69 | Eucaristia é o coração de nossa vida consagrada. Nela nossa
75 4, 69 | nossa vida consagrada. Nela nossa comunidade reforça sua unidade, 175
76 4, 69 | e, como ele, entregamos nossa vida pelos outros180.~ ~
77 4, 69 | paroquial para manifestar nossa unidade com o povo de Deus,
78 4, 70 | Liturgia das Horas, 182 fazemos nossa oração vibrar em uníssono
79 4, 70 | comunidade, sustenta e renova nossa oração pessoal185. Bem celebrada,
80 4, 70 | religiosas a partilharem de nossa oração.~ ~
81 4 | A oração em nossa vida de apóstolos~~
82 4, 71 | 71. Nossa relação de amor com o Cristo,
83 4, 71 | aprendemos gradativamente a ver nossa vida, as pessoas e os acontecimentos
84 4, 71 | reavivar nosso amor ao Cristo e nossa intimidade com ele (V 370-
85 4, 73 | indispensáveis para aprofundar nossa fé. Permitem-nos também
86 4, 73 | Permitem-nos também alimentar nossa cultura religiosa e capacitam-nos
87 4, 73 | renovam a unidade interior de nossa vida ativa.~ ~73.1. A comunidade
88 4, 74 | Procuramos aprofundar nossa relação com ela pela oração
89 4, 74 | privilegiados para intensificar nossa devoção para com essa boa
90 4, 75 | Champagnat, exprimimos-lhe nossa piedade filial pelo amor
91 4, 75 | Instituto à Igreja e pelo de nossa vocação.~75.4. No dia 22
92 4, 77 | tornado mais próximo pela nossa atenção aos outros. Pouco
93 4, 77 | Pouco a pouco, ela unifica nossa vida e tende a tornar-se
94 4, 77 | contínua, 205 penetrando nossa ação e refletindo-se sobre
95 5, 80 | possível, por fidelidade a nossa missão.~ ~80. 1 Para erigir
96 5, 82 | Começa pelo testemunho224 de nossa vida consagrada, vivida
97 5, 82 | for a comunidade.~Quando nossa vida irradia alegria227
98 5, 84 | atitudes para com os jovens. Nossa ação apostólica é participação
99 5 | Nossa atividade apostólica~~
100 5, 86 | primordialmente pelo testemunho de nossa vida e pelos contatos nos
101 5, 86 | contatos nos quais exercemos nossa capacidade de escuta e de
102 5, 88 | 88. Partilhamos nossa espiritualidade e nossa
103 5, 88 | nossa espiritualidade e nossa pedagogia com os pais, 244
104 5, 88 | colabora intimamente em nossa tarefa apostólica. ~ Ao
105 6, 94 | vocações. O testemunho de nossa consagração, de nossa vida
106 6, 94 | de nossa consagração, de nossa vida simples e alegre numa
107 6, 94 | os jovens a descobrirem nossa vida de Irmão e de apóstolo
108 6, 94 | Maria é a inspiradora de nossa pastoral vocacional. Pedimos-lhe
109 6, 95 | 95. A vitalidade de nossa família religiosa e a fidelidade
110 6, 109| preparo dos formadores.~109.6. Nossa Senhora de l'Hermitage é
111 6, 110| grave dever de continuar nossa formação, a fim de responder
112 6, 110| viver mais profundamente nossa vocação com nossos Irmãos285.~
113 6, 110| meios habituais postos a nossa disposição. Por um lado,
114 8, 115| Conscientes do valor de nossa consagração, nós nos comprometemos
115 8, 115| mesmas motivo para questionar nossa vocação. O Irmão que as
116 11, 163| 163. Em nossas vidas e em nossa história, fazemos a experiência
117 11, 163| Vitalidade que se manifesta por nossa fidelidade pessoal, pela
118 11, 164| conhecimento de nossas origens e de nossa espiritualidade, o Irmão
119 11, 164| conhecer melhor e mais amar nossa família religiosa.~164.4.
120 11, 167| comunitário, em nossas obras363. Nossa preferência é para com os
121 11, 167| com os quais partilhamos nossa vida e nosso trabalho. ~
122 11, 168| 168. A fidelidade a nossa missão exige atenção contínua
123 11, 170| melhor a harmonia entre nossa vocação pessoal e nossa
124 11, 170| nossa vocação pessoal e nossa pertença à família religiosa
125 11, 170| fidelidade de Deus e de exprimir nossa gratidão para com a Virgem
126 11, 170| nossos coirmãos, reafirmar nossa vontade de viver com generosidade
127 11, 170| com adesão mais profunda nossa fidelidade ao Senhor, a
128 11, 170| para nós mesmos ou para nossa família religiosa371.~ ~
129 11, 171| mede-se pela qualidade de nossa resposta a Deus. Atualizando
130 11, 171| conservamos vivo o dinamismo de nossa vocação. Nossa vida torna-se,
131 11, 171| dinamismo de nossa vocação. Nossa vida torna-se, para todos
132 Testam | Sociedade de Maria.~Dado em Nossa Senhora de l'Hermitage a
|