Capitolo, Capoverso
1 Dedic | ponto de poder ser lido na vida e no testemunho de cada
2 Dedic | buscamos a seiva para nossa vida marista e o sentido carismático
3 Apres | texto destaca,1 uma Regra de vida para nossos tempos, como
4 Abrev | Renovação adaptada da Vida Religiosa, 1971).~~GE Gravissimum
5 Abrev | Caritatis, (Decreto sobre a vida religiosa - Vaticano II).~~
6 Abrev | Espiritual do Pai Fundador.~~V Vida do VER Marcelino Champagnat
7 1, 3 | CRISTO, COMO MARIA, em sua vida de amor ao Pai e aos homens 9.
8 1, 4 | Superiora 11.~Contemplamos a vida de nossa Mãe e Modelo para
9 1, 5 | bom grado, colocamos nossa vida e nossos talentos a serviço
10 1, 7 | conduz ao Pai. Assim nossa vida apostólica, nossa vida comunitária
11 1, 7 | nossa vida apostólica, nossa vida comunitária harmonizam-se.~
12 1, 7 | Maria, Jesus é tudo em nossa vida. Nossa ação, como a de Maria,
13 1, 8 | Noviços que iniciam sua vida no Instituto participam
14 1, 9 | comunhão de oração e de vida fraterna, ação apostólica
15 1, 10 | profético e alegre de uma vida inteiramente dedicada a
16 2, 12 | e o enviou para dar a vida ao mundo 32. Por seu mistério
17 2, 14 | participantes, a título novo, da vida, santidade e missão da Igreja,
18 2, 16 | gratuito e universal, à vida nova no Cristo.~~
19 2, 18 | alegrias e provações da vida. Ao lado de Jesus, viveu
20 2, 18 | dedicação aos outros. Sua vida nos lembra o ideal que propunha
21 2, 21 | apoio no aprendizado de uma vida casta54. Ela é a mulher
22 2, 22 | que, por circunstâncias da vida, não puderam se casar. Leva
23 2, 22 | àqueles que o Senhor chama à vida consagrada.~~
24 2, 23 | para nos doar a todos.~A vida fraterna é excelente apoio
25 2, 23 | repouso, indispensáveis à vida comunitária, serão resguardados (
26 2, 24 | possessiva.~ ~24.1. Em nossa vida de castidade, temos de evitar
27 2, 25 | temperamentos e as etapas da vida.~Nas tentações e lutas,
28 2, 26 | aceitamos as provações da vida. Purificamos nosso coração,
29 2, 26 | das relações humanas; ~- vida comunitária aberta e equilibrada.~ ~
30 2 | Testemunho de vida~~
31 2, 27 | às pessoas, a pureza da vida, o amor misericordioso para
32 2, 29 | evangélico de pobreza implica uma vida pobre de fato e de espírito70.
33 2, 29 | podem ferir a pobreza e a vida em comum.~29.11. O Capítulo
34 2 | Trabalho, vida simples, partilha~~
35 2, 32 | pessoal e comunitária levando vida laboriosa e sóbria, sem
36 2, 32 | de ser, nosso estilo de vida e nossa ação apostólica.~
37 2, 32 | bens. Examina seu estilo de vida e de residência, a fim de
38 2, 33 | primeiros discípulos, por sua vida austera, permaneciam próximos
39 2, 34 | contato com a realidade da vida cotidiana dos mesmos.~A
40 2, 34 | escandalizá-los com um teor de vida demasiado confortável86.~
41 2, 35 | maravilhas de Deus.~Nossa vida simples e dedicada revela
42 2, 38 | 38. A vida inteira de Maria é o prolongamento
43 2, 40 | realizá-la ao longo de nossa vida fazem-nos aceitar um conjunto
44 2 | Obediência e vida cotidiana~~
45 2, 46 | 46. Nossa vida de consagrados é uma caminhada
46 3 | A Trindade fonte de vida comunitária~~
47 3, 47 | trinitário é a fonte da vida comunitária. O Pai quer
48 3, 48 | Como ela em Nazaré, levamos vida simples e laboriosa.~~
49 3, 49 | família128. Partilhou a vida deles em La Valla129 e em
50 3, 49 | Fundador, levando nossa vida de comunidade num grande
51 3, 50 | Deus.~ ~50.1. O projeto de vida comunitária é u meio importante
52 3, 50 | 50.2. Onde o projeto de vida comunitária não é obrigatório,
53 3, 51 | Cada um se interessa pela vida e pelo trabalho dos outros.
54 3, 53 | encorajado, ele encontra na vida comunitária ambiente favorável
55 3, 55 | chegado ao termo de sua vida. Cada um de seus membros
56 3, 56 | culturas e as exigências da vida religiosa Marista (Cf 151).~ ~
57 3, 57 | é elemento essencial à vida da comunidade marista. Reunida
58 3 | Vida comum e ascese~~
59 3, 59 | e os aspectos penosos da vida em comum, inevitáveis por
60 3, 60 | respeitado para favorecer a vida interior e a caridade. Fixamos
61 3, 61 | Por nossos compromisso de vida em comum, devemos residir
62 3, 61 | responder às necessidades da vida em comum.~Qualquer que seja
63 3, 61 | privacidade necessária à vida fraterna150.~Como sinal
64 3, 63 | oferecida e a realidade de nossa vida.~Por isso é que rezamos
65 4 | Capítulo 4 VIDA DE ORAÇÃO~~
66 4, 68 | ensina-nos a fazer de nossa vida uma oração perene.~~
67 4, 69 | Eucaristia é o coração de nossa vida consagrada. Nela nossa comunidade
68 4, 69 | como ele, entregamos nossa vida pelos outros180.~ ~69.1.
69 4 | A oração em nossa vida de apóstolos~~
70 4, 71 | gradativamente a ver nossa vida, as pessoas e os acontecimentos
71 4, 73 | para nosso crescimento na vida espiritual. É necessário
72 4, 73 | provações de certas etapas da vida.~ O retiro anual193 oferece
73 4, 73 | unidade interior de nossa vida ativa.~ ~73.1. A comunidade
74 4, 75 | intercessão198. Estudamos-lhe a vida, a fim de compreender suas
75 4, 77 | pouco, ela unifica nossa vida e tende a tornar-se contínua, 205
76 4, 77 | e de certos períodos da vida - doença, velhice - para
77 5 | Capítulo 5 VIDA APOSTOLICA~~
78 5, 78 | irmãos até o dom total da vida210. Morrer para congregar
79 5, 79 | Deus-amor e o sentido da vida.~Pelo batismo e a confirmação,
80 5, 82 | pelo testemunho224 de nossa vida consagrada, vivida em comunidade.
81 5, 82 | comunidade.~Quando nossa vida irradia alegria227 e esperança
82 5, 86 | pelo testemunho de nossa vida e pelos contatos nos quais
83 5, 86 | coerente. Nós os iniciamos à vida sacramental e os ajudamos
84 5, 87 | harmonizam fé, cultura e vida, na óptica de Marcelino
85 5, 89 | ser, pela qualidade de sua vida e de seu serviço, testemunha
86 5, 91 | missionária marista. Seu modo de vida facilita sua integração
87 5, 91 | deles que o enraizamento da vida marista numa cultura chega
88 5, 91 | Instituto. As exigências da vida missionária impõem escolha
89 6, 93 | Reino, no laicato, 260 na vida consagrada ou sacerdotal.
90 6, 93 | sobre os diversos estados de vida e a orar pelo desabrochar
91 6, 94 | nossa consagração, de nossa vida simples e alegre numa comunidade
92 6, 94 | jovens a descobrirem nossa vida de Irmão e de apóstolo e
93 6, 95 | capazes de dedicarem toda sua vida a Deus numa comunidade apostólica
94 6, 96 | aprofundem sua experiência de vida humana e cristã. Ajudamo-los
95 6, 96 | e faz uma experiência de vida comunitária. Ao mesmo tempo,
96 6 | Iniciação à vida religiosa~~
97 6, 97 | iniciação à exigências da vida religiosa marista268. O
98 6, 97 | Experimenta o gênero de vida do Instituto e aprende a
99 6, 98 | do Espírito Santo em sua vida271.~~
100 6, 99 | com ele seu coração.~ Na vida comunitária, toma como modelo
101 6, 99 | comunitária, toma como modelo a vida simples dos primeiros Irmãos.
102 6, 99 | aplicação do Evangelho à vida Marista, são objeto de estudo
103 6, 100| para reflexão, a oração e a vida comunitária.~100.2. O Irmão
104 6, 102| contas de sua experiência de vida. Expõe os motivos que o
105 6, 104| atividades apostólicas com a vida de oração e de comunidade.
106 6, 104| oração e de comunidade. Sua vida assim unificada permitir-lhe-á
107 6, 105| Participa plenamente da vida e da missão dessa comunidade.~
108 6, 106| fidelidade pela oração e pela vida exemplar.~Os Superiores
109 6, 108| a formação dos jovens à vida marista.~Os Superiores maiores
110 6, 109| renovarem o dinamismo de sua vida apostólica. Esses Centros
111 6, 110| permanente estende-se à vida inteira e a todas as suas
112 6, 110| perseverante, a revisão de vida à luz do Evangelho e da
113 7, 113| cumprido ao menos dois anos de vida apostólica numa comunidade
114 7, 113| aspectos observáveis da vida pessoal, comunitária e apostólica
115 7, 114| anos ou por toda a minha vida), segundo as Constituições
116 8, 115| podem aparecer no decurso da vida não são em si mesmas motivo
117 8, 117| integrar-se em outra forma de vida. Os Irmãos manterão relações
118 9, 126| suficientes para garantir vida autônoma. É administrada
119 9, 128| uma grande comunidade de vida, de oração e de apostolado.
120 9, 138| participação de todos os Irmãos na vida e na missão do Instituto,
121 9, 145| os Irmãos a qualidade da vida religiosa e apostólica de
122 9, 150| 7º) aprovar o projeto de vida das comunidades; ~8º) alienar
123 9, 152| resultantes do projeto de vida comunitária; ~2º) repartir
124 11, 164| coordena pesquisas sobre a vida, a obra e a época do Fundador
125 11, 167| simplicidade em nosso estilo de vida pessoal, comunitário, em
126 11, 167| quais partilhamos nossa vida e nosso trabalho. ~Deste
127 11, 170| religiosa que nos nutriu de sua vida, podemos, quando o Espírito
128 11, 171| de nossa vocação. Nossa vida torna-se, para todos aqueles
129 Testam | esquecer os pecados de minha vida passada e receber minha
130 Testam | último momento de minha vida. Sim, meus caríssimos Irmãos,
131 Testam | Maria vos ajudarão; aliás, a vida é bem curta e a eternidade
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