Part, Chapter, §
1 Apresen | acolhemos, Santa Mãe de Deus”! Não desprezeis as súplicas
2 Apresen | Igreja! Iluminai o Povo de Deus nos caminhos da fé, da esperança
3 Apresen | dignidade dos filhos de Deus, livrai-nos! ~De todo o
4 Apresen | aos pés os mandamentos de Deus, livrai-nos! ~Da tentativa
5 Apresen | humanos a própria verdade de Deus, livrai-nos! ~Da perda da
6 Apresen | etc. ~E não digamos que é Deus que assim nos castiga; mas,
7 Apresen | mesmos se preparam o castigo. Deus apenas nos adverte e chama
8 Apresen | pelo amor misericordioso de Deus e pela vigilância cuidadosa
9 Apresen | Jesus e da Igreja. ~Acção de Deus, Senhor da história, e corresponsabilidade
10 Apresen | este futuro do homem em Deus, do qual somos parte activa
11 Segredo, 1 | licença. Os representantes de Deus na terra, têm-me autorizado
12 Segredo, 1 | indispensável, deixando a Deus a oportunidade d'um momento
13 Segredo, 1 | pecadores, para as salvar, Deus quer establecer no mundo
14 Segredo, 1 | não deixarem de ofender a Deus, no reinado de Pio XI começará
15 Segredo, 1 | que é o grande sinal que Deus vos dá de que vai a punir
16 Segredo, 2 | acto de obediência a Vós Deus meu, que mo mandais por
17 Segredo, 2 | vimos n'uma luz emensa que é Deus: “algo semelhante a como
18 Segredo, 2 | almas que se aproximavam de Deus. ~Tuy-3-1-1944 ». ~
19 Intrepr, 2 | no caminho que conduz a Deus, meta última de todo o anseio
20 Intrepr, 3 | de toda a Santa Igreja de Deus. ~Na circunstância solene
21 Intrepr, 4, 1| designa a acção reveladora de Deus que se destina à humanidade
22 Intrepr, 4, 1| revelação », porque nela Deus Se foi dando a conhecer
23 Intrepr, 4, 1| um processo vital em que Deus Se aproxima do homem; naturalmente
24 Intrepr, 4, 1| compreensão do mistério de Deus. Tal processo envolve o
25 Intrepr, 4, 1| não só ela. Uma vez que Deus é um só, também a história
26 Intrepr, 4, 1| outras palavras, em Cristo Deus disse tudo de Si mesmo,
27 Intrepr, 4, 1| Palavra — e não tem outra —, Deus disse-nos tudo ao mesmo
28 Intrepr, 4, 1| agora quisesse consultar a Deus ou pedir-Lhe alguma visão
29 Intrepr, 4, 1| disparate, mas faria agravo a Deus, por não pôr os olhos totalmente
30 Intrepr, 4, 1| de a única revelação de Deus destinada a todos os povos
31 Intrepr, 4, 1| facto, nela, é o próprio Deus que nos fala por meio de
32 Intrepr, 4, 1| viva da Igreja. A fé em Deus e na sua Palavra é distinta
33 Intrepr, 4, 1| humana. A certeza de que é Deus que fala, cria em mim a
34 Intrepr, 4, 1| exemplo a festa do Corpo de Deus e a do Sagrado Coração de
35 Intrepr, 4, 1| mas aplicar a vontade de Deus ao tempo presente e consequentemente
36 Intrepr, 4, 1| ilustrando a vontade de Deus enquanto exigência e indicação
37 Intrepr, 4, 2| na união definitiva com Deus. Poder-se-ia dizer que as
38 Intrepr, 4, 2| indicação da vontade de Deus. ~ ~Uma tentativa de interpretação
39 Intrepr, 4, 2| coração que a partir de Deus chegou a uma perfeita unidade
40 Intrepr, 4, 2| consequentemente, « vê a Deus ». Portanto, « devoção »
41 Intrepr, 4, 2| fogo à esquerda da Mãe de Deus lembra imagens análogas
42 Intrepr, 4, 2| destruição: o brilho da Mãe de Deus e, de algum modo proveniente
43 Intrepr, 4, 2| carácter simbólico da visão: Deus permanece o incomensurável
44 Intrepr, 4, 2| permeável à força sanificante de Deus uma história de sangue e
45 Intrepr, 4, 2| almas que se aproximam de Deus. O sangue de Cristo e o
46 Intrepr, 4, 2| o homem na sua busca de Deus. Não se trata apenas de
47 Intrepr, 4, 2| acolhidos na mão amorosa de Deus como Lázaro, que encontrou
48 Intrepr, 4, 2| que este Coração aberto a Deus, purificado pela contemplação
49 Intrepr, 4, 2| purificado pela contemplação de Deus, é mais forte que as pistolas
50 Intrepr, 4, 2| graças àquele « Sim », Deus pôde fazer-Se homem no nosso
51 Intrepr, 4, 2| continuamente desviar de Deus. Mas, desde que Deus passou
52 Intrepr, 4, 2| de Deus. Mas, desde que Deus passou a ter um coração
53 Intrepr, 4, 2| do homem para o bem, para Deus, a liberdade para o mal
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