Part, Chapter, §
1 Apresen | antes de mais à pavorosa visão do inferno, à devoção ao
2 Intrepr, 2 | segredo » consiste numa visão profética, comparável às
3 Intrepr, 2 | a sua convicção de que a visão de Fátima se refere sobretudo
4 Intrepr, 2 | personagem principal da visão é o Papa? », a Irmã Lúcia
5 Intrepr, 2 | pastorinhos durante a « visão » — que é ferido de morte
6 Intrepr, 3 | Tal texto constitui uma visão profética comparável às
7 Intrepr, 3 | de carácter simbólico. ~A visão de Fátima refere-se sobretudo
8 Intrepr, 4 | Como devemos entender a visão, o que pensar dela? ~
9 Intrepr, 4, 1| Deus ou pedir-Lhe alguma visão ou revelação, não só cometeria
10 Intrepr, 4, 2| formas de percepção ou « visão »: a visão pelos sentidos,
11 Intrepr, 4, 2| percepção ou « visão »: a visão pelos sentidos, ou seja,
12 Intrepr, 4, 2| percepção interior; e a visão espiritual (visio sensibilis,
13 Intrepr, 4, 2| por exemplo, no caso da visão do inferno (descrita na
14 Intrepr, 4, 2| de Fátima) ou então na visão descrita na terceira parte
15 Intrepr, 4, 2| que não se trata duma « visão » intelectual sem imagens,
16 Intrepr, 4, 2| não-visível aos sentidos: uma visão através dos « sentidos internos ».
17 Intrepr, 4, 2| Como dissemos, a « visão interior » não é fantasia,
18 Intrepr, 4, 2| lhe são próprias. Se, na visão exterior, já interfere o
19 Intrepr, 4, 2| processo de tradução; na visão interior, isso é ainda mais
20 Intrepr, 4, 2| que lhe são acessíveis. Na visão interior, há, de maneira
21 Intrepr, 4, 2| necessário que cada elemento da visão tenha de possuir uma correspondência
22 Intrepr, 4, 2| concreta. O que conta é a visão como um todo, e a partir
23 Intrepr, 4, 2| centro é o ponto onde a visão se torna apelo e indicação
24 Intrepr, 4, 2| um instante terrível, uma visão do inferno. Viram a queda
25 Intrepr, 4, 2| observar que lhe foi dada a visão, mas não a sua interpretação.
26 Intrepr, 4, 2| espada de fogo. Em seguida, a visão mostra a força que se contrapõe
27 Intrepr, 4, 2| mudar. Na realidade, toda a visão acontece só para chamar
28 Intrepr, 4, 2| direcção positiva. O sentido da visão não é, portanto, o de mostrar
29 Intrepr, 4, 2| semelhantes que por aí andam. A visão fala sobretudo de perigos
30 Intrepr, 4, 2| o carácter simbólico da visão: Deus permanece o incomensurável
31 Intrepr, 4, 2| está para além de qualquer visão nossa. As pessoas humanas
32 Intrepr, 4, 2| esta limitação inerente à visão, cujos confins estão aqui
33 Intrepr, 4, 2| apresentados de forma contraída: na visão, podemos reconhecer o século
34 Intrepr, 4, 2| crueldade. No « espelho » desta visão, vemos passar as testemunhas
35 Intrepr, 4, 2| caminho que leva à cruz. Na visão, também o Papa é morto na
36 Intrepr, 4, 2| antigas intuições de fé. É uma visão consoladora, que quer tornar
37 Intrepr, 4, 2| da Igreja. Deste modo, a visão da terceira parte do « segredo »,
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