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Ioannes Paulus PP. II
Novo Millennio

IntraText - Concordâncias

ser

   Capítulo,  parágrafo
1 Intro,2 | sob os nossos olhos merece ser ponderado e de certo modo 2 I,5 | como semente destinada a ser uma grande árvore (cf. Mc 3 I,9 | cidade, alegres como devem ser os jovens, mas também pensativos, 4 I,12 | indulgência. Mas não deixa de ser significativo que muitas 5 I,14 | de caridade; e não podia ser de outro modo. Já desde 6 I,15 | tentação, procurando o « ser » acima do « fazer ». A 7 II,18 | Evangelhos não pretendem ser uma biografia completa de 8 II,18 | abundantes, embora não cheguem a ser um relato orgânico e detalhado, 9 II,18 | Alto e com a consciência de ser o « Filho predilecto » ( 10 II,22 | assumiu todas as dimensões do ser humano, excepto o pecado ( 11 II,23(12)| que « o homem não podia ser divinizado, se estivesse 12 II,24 | a sua serena certeza de ser o Filho do Pai celeste. ~ 13 II,25 | mistério, diante do qual o ser humano pode apenas prostrar-se 14 II,26 | atroz na alma, antes de o ser e bem mais intensamente 15 III,29 | património de reflexão não deve ser esquecido, mas levado à 16 III,31 | ideal de perfeição não deve ser objecto de equívoco vendo 17 III,37 | estimulante mensagem que não deve ser perdida: se tantos fiéis — 18 III,40 | missionariedade, que não poderá ser delegada a um grupo de « 19 III,40 | diferentes culturas em que deve ser semeada a mensagem cristã, 20 III,40 | nos prepara. ~Cristo há-de ser proposto a todos com confiança. 21 III,41 | Porque não haveria de o ser também no século e milénio 22 IV,43 | que começa, se quisermos ser fiéis ao desígnio de Deus 23 IV,43 | em nós e cuja luz há-de ser percebida também no rosto 24 IV,45 | espaços da comunhão hão-de ser aproveitados e promovidos 25 IV,46 | empenho certamente há-de ser postosobretudo através 26 IV,47 | 47. Deve ser assegurada também uma especial 27 IV,48 | dos limites próprios do ser humano, manifesta-se também, 28 IV,48 | que este dom precisa de ser acolhido e fomentado de 29 IV,48 | Com idêntico empenho há-de ser cultivado o diálogo ecuménico 30 IV,49 | activo e concreto por cada ser humano. Este âmbito qualifica 31 IV,49 | É certo que ninguém pode ser excluído do nosso amor, 32 IV,50 | na capacidade de pensar e ser solidário com quem sofre, 33 IV,50 | caridadecorre o risco de não ser compreendido ou de afogar-se 34 IV,51 | respeito da vida de cada ser humano, desde a concepção 35 IV,51 | dignidade própria de cada ser humano. ~Para a eficácia 36 IV,51 | radicados na própria natureza do ser humano. A caridade tomará 37 IV,51 | que depende o destino do ser humano e o futuro da civilização. ~ 38 IV,52 | 52. Tudo isto há-de ser naturalmente realizado com 39 IV,53 | saldo que houver deveerá ser destinado para fins de caridade. 40 IV,54 | maravilhosa e exigente de ser o seu « reflexo ». É o mysterium 41 IV,56 | Mas, o diálogo não pode ser fundado sobre o indiferentismo 42 IV,56 | por conseguinte, há-de ser proposto a todos com o maior 43 IV,56 | Declaração Dominus Iesus, pode ser objecto duma espécie de 44 IV,57 | de forma tal que possam ser conhecidos e assimilados


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