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| Alfabética [« »] fazer 27 fazer-se 3 fazes 1 fé 81 fê-lo 1 fé-razão 1 fecha 1 | Freqüência [« »] 84 entre 83 sentido 82 particular 81 fé 81 serviço 79 comunhão 79 nas | Ioannes Paulus PP. II Pastores Dabo Vobis IntraText - Concordâncias fé |
Capítulo, Parágrafo, Número
1 Intro, 0,1 | pela vida do mundo.~Pela fé, sabemos que a promessa 2 Intro, 0,1 | para um seu acto de maior fé e de esperança mais viva, 3 Intro, 0,4 | Leste, proclamando a sua fé no cumprimento da promessa 4 I, 0,6 | perseguições e tribulações pela fé [11].~O desejo de Deus e 5 I, 0,7 | a necessária unidade da fé; o persistir de um sentido 6 I, 0,7 | anúncio e o testemunho da fé num exclusivo factor de 7 I, 0,7 | pessoas e populações de fé menos amadurecida.~A estes 8 I, 0,7 | fenómeno da subjectivização da fé. Com efeito, num crescente 9 I, 0,7 | objectivo da doutrina da fé, em favor de uma adesão 10 I, 0,8 | para a subjectivização da fé cristã e uma pertença apenas 11 I, 0,8 | coerente e maduro a sua fé, não se lhes apresentam 12 I, 0,10 | circunstância a obediência da fé, a coragem alegre do seguimento 13 I, 0,10 | nossa esperança, a nossa fé no indefectível amor de 14 II, 0,11 | Cristo, no qual os olhos da fé e do amor dos cristãos devem 15 II, 0,11 | ministerial, tais como a fé da Igreja as vem reconhecendo 16 II, 0,16 | Igreja toma consciência, na fé, de não vir de si mesma, 17 II, 0,17 | Eles estão ao serviço da fé, esperança e caridade destes. 18 III, 0,26 | cada homem à obediência da fé e conduzindo os crentes 19 III, 0,26 | inspirado por uma verdadeira fé e devoção ao sacramento 20 III, 0,27 | sacerdote, como, por exemplo, a fé, a humildade perante o mistério 21 III, 0,28 | pela fome de Evangelho, de fé, de esperança e de amor 22 III, 0,33 | sinagoga de Nazaré. A nossa fé, de facto, revela-nos a 23 IV, 0,34 | todos aqueles que olham com fé para Jesus, como autor da 24 IV, 0,37 | pela mais radical crise de fé. Declararam-no explicitamente 25 IV, 0,37 | gerada e sustentada pela fé. É absolutamente necessária 26 IV, 0,38 | palavra e a educação da fé, com a orientação e o testemunho 27 IV, 0,38 | uma humilde profissão de fé: ao rezar pela vocações, 28 IV, 0,39 | Deus e leva-os a acolher na fé o dom da vocação pessoal.~ 29 IV, 0,40 | insistência aos seus educadores na fé. Os sacerdotes, pela sua 30 IV, 0,41 | sacerdotes, como educadores da fé, cuidar por si, ou por meio 31 V, 1,47 | pensamentos de Deus, de modo que a fé, qual resposta à Palavra, 32 V, 1,49 | pelos "pobres", nos quais a fé descobre a presença de Jesus ( 33 V, 1,51 | intelectual: a inteligência da fé~51. A formação intelectual, 34 V, 1,51 | estar pronto a defender a fé e a dar a razão da esperança 35 V, 1,52 | teologia, à luz superior da fé [160], mas também face a 36 V, 1,52 | existência; que a própria fé não pode prescindir da razão 37 V, 1,53 | verdadeira teologia provém da fé e quer conduzir à fé" [163]. 38 V, 1,53 | da fé e quer conduzir à fé" [163]. É esta a concepção 39 V, 1,53 | explícito ao afirmar que a fé é como que o habitus da 40 V, 1,53 | ordena para a alimentação da fé [165].~Portanto o teólogo 41 V, 1,53 | mais um crente, um homem de fé. Mas é um crente e fá-lo 42 V, 1,53 | e fá-lo sobre a própria fé (fides quaerens intellectum), 43 V, 1,53 | mais profunda da própria fé. Os dois aspectos, a fé 44 V, 1,53 | fé. Os dois aspectos, a fé e a reflexão madura, estão 45 V, 1,53 | elaborada e estudada.~Porque a fé, ponto de partida e de chegada 46 V, 1,53 | acolhimento da Palavra de Deus, a fé gera um "sim" radical do 47 V, 1,53 | fidei). Ao mesmo tempo, a fé insere o crente na Igreja 48 V, 1,53 | enquanto comunidade de fé. Por conseguinte, a teologia 49 V, 1,53 | reflexão madura sobre a fé da Igreja, realizada pelo 50 V, 1,54 | Cristo e da experiência de fé da Igreja que seja completa 51 V, 1,54 | reflexão amadurecida sobre a fé, a teologia move-se em duas 52 V, 1,55 | objecções e as deformações da fé, propondo, além disso, com 53 V, 1,55 | para uma "inteligência da fé" mais completa. Efectivamente 54 V, 1,55 | de almas como mestre da fé; por outro, a adequada sensibilidade 55 V, 1,55 | inculturação da mensagem da fé. Este é um problema eminentemente 56 V, 1,55 | são incompatíveis com a fé e a vida cristã, e elevando 57 V, 1,57 | teológica, porque recebe da fé os princípios e critérios 58 V, 1,58 | de claras motivações de fé e segundo as exigências 59 V, 2,60 | crescimento de todos na fé e na caridade a fim de se 60 V, 2,62 | bastante amplo da doutrina da fé, alguma introdução aos métodos 61 V, 2,62 | esforço de encontrar Deus e a fé (cf. Evangelii nuntiandi, 62 V, 2,62 | bastante amplo da doutrina da fé", de que falam os Padres 63 V, 3,66 | profunda da doutrina da fé, a capacidade para a autêntica 64 V, 3,67 | comunicar a inteligência da fé fundamentalmente em nome 65 V, 3,67 | na tarefa de promover a fé, devem desenvolver e cultivar 66 V, 3,67 | Congregação para a Doutrina da Fé sobre A Vocação eclesial 67 V, 3,67 | antes de mais, "homens de fé e cheios de amor pela Igreja, 68 V, 3,67 | isso são testemunhas da fé" [209].~ 69 V, 3,68 | plano de educação para a fé; muitas vezes a paróquia, 70 V, 3,68 | ocasiões de educação para a fé e de crescimento cristão 71 V, 3,68 | fértil a vibração da sua fé e o gosto da sua fidelidade" [ 72 VI, 0,70 | o sacerdote responde, na fé, ao chamamento de Jesus: " 73 VI, 0,73 | conservar e desenvolver na fé a consciência da verdade 74 VI, 0,73 | isto apenas é possível na fé, só olhando com os olhos 75 VI, 0,73 | alegre. Deve renovar a sua fé, quando exerce o ministério 76 VI, 0,78 | recíproco entre a vida de fé dos presbíteros e a dos 77 VI, 0,78 | aplicações corajosas da fé à vida por parte dos cristãos 78 VI, 0,78 | encontram no seu caminho da fé são fraternalmente vividas 79 VI, 0,78 | de que não são "donos da fé" mas "colaboradores da alegria" 80 Conclu, 0,82| vida pelo crescimento da fé, da esperança e da caridade, 81 Conclu, 0,82| Mãe do Salvador.~Mãe da fé,~acompanhastes ao templo