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Ioannes Paulus PP. II
Pastores Dabo Vobis

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4. Na vivência eclesial típica do Sínodo, isto é, «uma singular experiência de comunhão episcopal na universalidade, que reforça o sentido da Igreja universal, a responsabilidade dos Bispos perante a Igreja universal e a sua missão, em comunhão afectiva e efectiva à volta de Pedro» [7], fez-se sentir, clara e diligente, a voz das diversas Igrejas particulares, e neste Sínodo, pela primeira vez, a de algumas Igrejas do Leste, proclamando a sua fé no cumprimento da promessa de Deus - «Dar-vos-ei pastores segundo o Meu coração» (Jer 3, 15) -, e renovando o seu empenho pastoral no cuidado das vocações e na formação dos sacerdotes, conscientes de que delas depende o futuro da Igreja, o seu desenvolvimento e a sua missão universal de salvação.

Retomando agora o rico património das reflexões, orientações e indicações que prepararam e acompanharam os trabalhos dos Padres sinodais, com esta Exortação Apostólica Pós-Sinodal uno à deles a minha voz de Bispo de Roma e de Sucessor de Pedro e dirijo-a ao coração de todos e cada um dos fiéis, em particular ao coração dos sacerdotes e de quantos estão comprometidos no delicado ministério da sua formação. Sim, com todos os sacerdotes e com cada um deles, tanto diocesanos como religiosos, desejo encontrar-me através desta Exortação.

Com os lábios e o coração dos Padres sinodais faço minhas as palavras e os sentimentos da "Mensagem final do Sínodo ao Povo de Deus": «Com a alma reconhecida e cheia de admiração, dirigimo-nos a vós, que sois os nossos primeiros cooperadores no serviço apostólico. A vossa obra na Igreja é verdadeiramente necessária e insubstituível. Vós suportais o peso do ministério sacerdotal e tendes contacto quotidiano com os fiéis. Sois os ministros da Eucaristia, os dispensadores da misericórdia divina no sacramento da Penitência, os consoladores das almas, os guias de todos os fiéis nas tempestuosas dificuldades da vida.

Saudamo-vos de todo o coração, exprimimo-vos a nossa gratidão e exortamo-vos a perseverar nesta via com ânimo alegre e pronto. Não cedais ao desencorajamento. A obra não é nossa, mas de Deus.

Aquele que nos chamou e nos convidou permanece connosco todos os dias da nossa vida. Nós, de facto, somos embaixadores de Cristo» [8].




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