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139 josé
99 em
87 com
85 para
Ioannes Paulus PP. II
Redemptoris Custos

IntraText - Concordâncias

josé

    Capítulo,  parágrafo
1 Intro,1 | A PROTEGER O Redentor, «José fez como Ihe ordenara o 2 Intro,1 | puseram em relevo que São José, assim como cuidou com amor 3 Intro,1 | plurissecular veneração para com São José, desejo apresentar à vossa 4 Intro,1 | cristão não só recorrerá a São José com maior fervor e invocará 5 Intro,1 | precisamente neste mistério que José de Nazaré «participou» como 6 I,2 | MATRIMÓNIO COM MARIA~2. «José, filho de David, não temas 7 I,2 | verdade bíblica sobre São José; é o momento da sua existência 8 I,2 | esboçando também a maneira como José o viveu. Todavia, para se 9 I,2 | sua Mãe, desposada com José, antes de habitarem juntos, 10 I,2 | desposada com um homem chamado José, da casa de David. E o nome 11 I,2 | desposada com um homem chamado José, da casa de David. A natureza 12 I,2 | fosse já «desposada» com José, permanecerá virgem, pois 13 I,2 | depois do desponsório com José, se verificou que Maria « 14 I,2 | que contactava e diante de José, como estando «grávida», 15 I,3 | Nestas circunstâncias, «José, seu esposo, sendo justo 16 I,3 | Senhor, que lhe disse: "José, filho de David, não temas 17 I,3 | mensageiro divino introduz José no mistério da maternidade 18 I,3 | O mensageiro dirige-se a José como «esposo de Maria»; 19 I,3 | desposada com ele. Dirige-se a José, portanto, confiando-lhe 20 I,3 | Maria.~«Despertando do sono, José fez como lhe ordenara o 21 II,4 | encontra-se com a de José. Se Isabel disse da Mãe 22 II,4 | sentido, ser referida também a José, porque, de modo análogo, 23 II,4 | decisivo. A bem da verdade, José não respondeu ao «anúncio» 24 II,4 | dizer-se que aquilo que José fez o uniu, de uma maneira 25 II,4 | aplica-se perfeitamente a José de Nazaré.~ 26 II,5 | divino, juntamente com Maria, José é o primeiro depositário. 27 II,5 | pode também dizer-se que José foi o primeiro a participar 28 II,6 | A caminhada própria de José, a sua peregrinação da 29 II,6 | contudo, a caminhada da de José seguiu a mesma direcção, 30 II,6 | grande devoção para com São José, estabeleceu que no Canone 31 II,7 | jurídico da paternidade de José. Foi para garantir a protecção 32 II,7 | Jesus que Deus escolheu José como esposo de Maria. Por 33 II,7 | conseguinte, a paternidade de José — uma relação que o coloca 34 II,7 | Lc 1, 26-38), chamam a José esposo de Maria e a Maria 35 II,7 | Maria e a Maria esposa de José (cf. Mt 1, 16. 18-20; Lc 36 II,7 | matrimónio de Maria com José, porque é deste matrimónio 37 II,7 | juridicamente, a paternidade de José. Daqui se compreende a razão 38 II,7 | segundo a genealogia de José: «E porque não o deviam 39 II,7 | Santo Agostinho - através de José? Não era porventura José 40 II,7 | José? Não era porventura José o marido de Maria? (...). 41 II,7 | Jesus não nasceu do sémen de José; e porque ele mostra preocupação 42 II,7 | Maria é também filho de José, em virtude do vínculo matrimonial 43 II,7 | o matrimónio de Maria e José, em que se realizou com 44 II,7 | mundo, o casal formado por José e Maria constitui o vértice, 45 II,8 | 8. São José foi chamado por Deus para 46 II,8 | à solícita guarda de São José, na aurora dos novos tempos, 47 II,8 | de Deus fosse submisso a José, lhe obedecesse e lhe prestasse 48 II,8 | importa reconhecer que José teve em relação a Jesus, « 49 II,8 | terá comunicado também a José o amor correspondente, aquele 50 II,8 | exposto o múnus paterno de José para com Jesus. Com efeito, 51 II,8 | missão de ser Mãe de Deus; e José é aquele que Deus escolheu 52 II,9 | RECENSEAMENTO~9. Quando José foi de longada até Belém, 53 II,9 | nome de «Jesus, filho de José de Nazaré» (cf. Jo 1, 45), 54 II,9 | entre todos os demais também José se foi registrar, juntamente 55 II,10| plenitude dos tempos», José encontra-se juntamente com 56 II,10| hospedaria» (Lc 2, 6-7).~José foi testemunha ocular deste 57 II,10| pecados. Na mesma ocasião, José foi testemunha da adoração 58 II,11| dever religioso do pai, José, com esta cerimónia (cf. 59 II,12| A IMPOSIÇÃO DO NOME~12. José deu ao menino, na ocasião 60 II,12| salvação (cf. Act 4, 12); e a José tinha sido revelado o seu 61 II,12| Quando lhe deu o nome, José declarou a própria paternidade 62 II,13| pai, que é cumprido por José. No primogénito estava representado 63 II,14| divina de novo recorre a José. Aí lemos: «Depois de eles ( 64 II,14| Senhor apareceu, em sonho, a José e disse-lhe: "Levanta-te, 65 II,14| Magos à sua corte. Então José, tendo recebido o aviso 66 II,14| a Antiga Aliança, assim José, depositário e cooperador 67 II,15| o momento da Anunciação, José, juntamente com Maria, encontrou-se, 68 II,15| juntamente com Maria e José. E eis o que aconteceu: « 69 II,15| 50).~Ouviu estas palavras José, em relação ao qual Maria 70 II,15| se supunha, era filho de José» (Lc 3, 23). Apesar disso, 71 II,15| antes, ele tinha ouvido: «José ... não temas receber contigo 72 II,16| Família, sob o olhar de São José, que tinha a alta função 73 II,16| Maria ... e também a de São José», (29) porque foi quem « 74 II,16| próprio executava ao lado de José.~ 75 III,17| uma peregrinação na , José, como Maria, permaneceu 76 III,17| Anunciação; ao passo que José - como já foi dito - não 77 III,17| princípio da «caminhada de José». Ao longo desta caminhada, 78 III,17| dito. Mas esse silêncio de José tem uma especial eloquência: 79 III,18| com um homem ... chamado José» (Lc 1, 27). Antes de começar 80 III,18| junto com Maria, portanto, José já era o seu «esposo»; Maria, 81 III,18| Virgem, «desposada» com José. E Maria pronuncia o seu 82 III,18| ela ser «desposada» com José está incluído no mesmo desígnio 83 III,18| significativas as palavras ditas a José: «Não temas receber contigo 84 III,18| o mistério da esposa de José: Maria é virgem na sua maternidade. 85 III,18| do homem».~Dirigindo-se a José com as palavras do anjo, 86 III,18| que já existia antes entre José e Maria. O mensageiro diz 87 III,18| mensageiro diz claramente a José: «Não temas receber contigo, 88 III,19| da «anunciação» nocturna, José escuta não apenas a verdade 89 III,19| por Deus para este amor.~«José fez como lhe ordenara o 90 III,19| di Mistério trinitário.~«José ... recebeu consigo a sua 91 III,19| a vida (cf. Jo 6, 63). José, obediente ao Espírito, 92 III,20| como tendo estado «unida a José, homem justo, por um vínculo 93 III,20| no matrimónio de Maria e José o seu símbolo. «A virgindade 94 III,20| sacrifício total de si próprio, José exprime o seu amor generoso 95 III,20| Maria que advieram para José a sua dignidade singular 96 III,20| entre a Santíssima Virgem a José foi estreitado o vínculo 97 III,20| segue-se que, se Deus quis dar José como esposo à Virgem, deu-lo 98 III,21| pelo mistério divino. Nela, José é o pai: a sua paternidade, 99 III,21| a paternidade humana de José.~Com base neste princípio, 100 III,21| mistério da Família de Nazaré. José, que desde o princípio aceitou, 101 IV,22| trabalho, mediante o qual José procurava garantir a sustentação 102 IV,22| toda a extensão da vida de José. Para Jesus este período 103 IV,22| participação no trabalho de José. Aquele que era designado 104 IV,22| trabalho de Jesus ao lado de José carpinteiro. Na nossa época, 105 IV,22| memória litúrgica de São José Operário, fixada no primeiro 106 IV,22| ofício juntamente com Jesus, José aproximou o trabalho humano 107 IV,24| accessível a todos: São José é o modelo dos humildes, 108 V,25| que se refere à figura de José. Trata-se, contudo, de um 109 V,25| exclusivamente daquilo que José «fez»; no entanto, permitem-nos 110 V,25| de profunda contemplação. José estava quotidianamente em 111 V,25| renovação do culto de São José na cristiandade ocidental.~ 112 V,26| O sacrifício total, que José fez da sua existência inteira, 113 V,27| A comunhão de vida entre José e Jesus leva-nos a considerar 114 V,27| intimidade: Maria, sua Mãe, e José, seu pai putativo . (40)~ 115 V,27| que o amor «paterno» de José não podia deixar de influir 116 V,27| sobre o amor «paterno» de José, como chegar a conhecer 117 V,27| impulsos do amor divino vêem em José um exemplo luminoso de vida 118 V,27| vida contemplativa tem em José uma superação ideal, possível 119 V,27| caritatis), podemos dizer que José fez a experiência quer do 120 VI,28| protecção do Santo Patriarca José, declarou-o «Patrono da 121 VI,28| louvores o Bem-aventurado José e, no meio das angústias, 122 VI,28| pelas quais o Bem-aventurado José deve ser considerado especial 123 VI,28| putativo de Jesus (...). José foi a seu tempo legítimo 124 VI,28| digno para o Bem-aventurado José, portanto, que, de modo 125 VI,30| confiança na protecção segura de José, a Igreja tem confiança 126 VI,30| de Maria, precisamente em José, aquele que, se distingue 127 VI,30| como as que refulgem em São José». (47)~ 128 VI,31| guarda desvelada de São José, suplica-lhe: que lhe conceda 129 VI,31| de coração que animaram José no serviço do Verbo Incarnado; 130 VI,31| pela intercessão de São José. (48)~Há cem anos, exactamente, 131 VI,31| obter a protecção de São José, Patrono de toda a Igreja. 132 VI,31| aquele «amor paterno» que José «dedicava ao Menino Jesus» 133 VI,31| implora a protecção de São José, «em virtude daquele vínculo 134 VI,31| cada um dos homens a São José.~ 135 VI,32| evocação da figura de São José renove também em nós o ritmo 136 VI,32| a própria figura de São José se revestem de actualidade 137 VI,32| da salvação» de que São José foi particularmente ministro. 138 VI,32| economia da salvação». Que São José se torne para todos um mestre 139 VI,32| Incarnação do Verbo.~Que São José obtenha para a Igreja e


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