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Capítulo, parágrafo
1 Intro,1 | reflexões sobre aquele a quem Deus «confiou a guarda dos seus 2 I,2 | Gabriel foi enviado por Deus a uma cidade de Galileia, 3 I,2 | revelou-lhe o desígnio especial de Deus a seu respeito: «Não tenhas 4 I,2 | achaste graça diante de Deus. Eis que conceberás e darás 5 I,2 | Filho do Altíssimo. O Senhor Deus dar-lhe-á o trono de seu 6 I,2 | há-de chamar-se Filho de Deus» (Lc 1, 35). Maria, embora 7 I,2 | Correspondendo ao desígnio claro de Deus, Maria, com o passar dos 8 I,3 | Yehosua, que quer dizer «Deus salva».~O mensageiro dirige-se 9 I,3 | Maria, em ordem àquilo que Deus lhe pedia por meio do seu 10 II | DEPOSITÁRIO DO MISTÉRIO DE DEUS~ 11 II,4 | afirmativamente à Palavra de Deus, quando esta lhe foi transmitida 12 II,4 | como verdade proveniente de Deus o que ela já tinha aceitado 13 II,4 | Anunciação. O Concílio ensina: «A Deus que revela é devida a "obediência 14 II,4 | entrega-se total e livremente a Deus, prestando-lhe "o obséquio 15 II,5 | desde todos os séculos em Deus» (cf. Ef 3, 9), como se 16 II,5 | plenitude dos tempos», quando «Deus enviou o seu Filho, nascido 17 II,5 | Gál 4, 4-5). «Aprouve a Deus — ensina o Concílio — na 18 II,5 | culminante da auto-revelação de Deus em Cristo; e nela participa 19 II,5 | participar na mesma fé da Mãe de Deus e que, procedendo deste 20 II,5 | quem primeiro foi posto por Deus no caminho daquela «peregrinação 21 II,7 | protecção paterna a Jesus que Deus escolheu José como esposo 22 II,7 | história da salvação, quando Deus manifestou o seu amor pela 23 II,7 | participação do amor de Deus pela humanidade e do amor 24 II,7 | durante longos anos o Filho de Deus: ela constitui, portanto, 25 II,8 | São José foi chamado por Deus para servir directamente 26 II,8 | ele «foi constituído por Deus chefe da sua Família, para 27 II,8 | homens, pai do Filho de Deus. Daí se seguia, portanto, 28 II,8 | portanto, que o Verbo de Deus fosse submisso a José, lhe 29 II,8 | autoridade paterna sobre Jesus, Deus terá comunicado também a 30 II,8 | particularmente sensíveis à voz de Deus. Maria é a humilde serva 31 II,8 | para a missão de ser Mãe de Deus; e José é aquele que Deus 32 II,8 | Deus; e José é aquele que Deus escolheu para ser o «coordenador 33 II,8 | inserimento «ordenado» do Filho de Deus no mundo, mantendo o respeito 34 II,10| desde todos os séculos em Deus» e que começa a realizar-se 35 II,10| privilegiada da vinda do Filho de Deus ao mundo. São Lucas exprime-se 36 II,11| cumprimento». A Aliança de Deus com Abraão, de que a circuncisão 37 II,13| para passar a pertencer a Deus. Também a propósito disto, 38 II,13| a salvação preparada por Deus em favor de todos os povos» 39 II,14| sabedoria, e a graça de Deus estava com ele» (Lc 2, 39- 40 II,14| mistério providencial de Deus, também no exílio vela por 41 II,15| desde todos os séculos em Deus e que se tinha revestido 42 II,15| sabedoria, e a graça de Deus estava com ele» (Lc 2, 40). 43 II,15| depositário do mistério de Deus; e Jesus, com doze anos 44 III,17| ao fim ao chamamento de Deus. A vida de Maria foi o cumprimento 45 III,18| desde todos os séculos em Deus» (Ef 3, 9), os Evangelhos 46 III,18| si mesma exclusivamente a Deus. Poder-se-ia perguntar de 47 III,18| acção especial do próprio Deus. Desde o momento da Anunciação, 48 III,18| virginal, de entregar-se a Deus de modo exclusivo e total, 49 III,18| tornando-se mãe do Filho de Deus. A maternidade por obra 50 III,18| de doação que o próprio Deus espera da Virgem, «desposada» 51 III,18| incluído no mesmo desígnio de Deus. Isso é indicado por ambos 52 III,18| com as palavras do anjo, Deus dirige-se a ele como sendo 53 III,18| acontecido por vontade de Deus e, portanto, devia ser conservado. 54 III,19| é novamente chamado por Deus para este amor.~«José fez 55 III,19| porventura pensar que o amor de Deus, que foi derramado no coração 56 III,20| celibato por amor do Reino de Deus não só não se contrapõem 57 III,20| único Mistério da Aliança de Deus com o seu povo», (32) que 58 III,20| é comunhão de amor entre Deus e os homens.~Mediante o 59 III,20| generoso para com a Mãe de Deus, fazendo-lhe «dom esponsal 60 III,20| ser obstáculo ao plano de Deus que nela estava a realizar-se, 61 III,20| pertencer exclusivamente a Deus.~Por outro lado, foi do 62 III,20| que a dignidade da Mãe de Deus assenta tão alto, que nada 63 III,20| virtude da qual a Mãe de Deus ocupa lugar eminente, a 64 III,20| de bens, segue-se que, se Deus quis dar José como esposo 65 III,21| humana da família do Filho de Deus, verdadeira família humana, 66 IV,22| a humanidade do Filho de Deus ele foi acolhido no mistério 67 IV,23| aproximarem-se através dele de Deus, Criador e Redentor, e a 68 V,26| 37)~Esta submissão a Deus, que é prontidão de vontade 69 VI,28| dignidade concedida por Deus a este seu servo fidelíssimo, « 70 VI,30| religiosa escuta da palavra de Deus»; (46) ou seja, de absoluta 71 VI,30| da vontade salvífica de Deus, revelada em Jesus. Logo 72 VI,30| execução fiel das ordens de Deus.~O Papa Paulo VI exortava 73 VI,31| em oração. Recordando que Deus confiou os inícios da nossa 74 VI,31| caminhar diante do mesmo Deus pelas vias da santidade 75 VI,31| imaculada Virgem Mãe de Deus», e recomenda-lhe todas 76 VI,31| defendei a santa Igreja de Deus das ciladas do inimigo e 77 VI,32| para «as grandes coisas de Deus» e para aquela «economia 78 VI,32| daquele a quem o próprio Deus «confiou a guarda dos seus