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Ioannes Paulus PP. II
Redemptoris Custos

IntraText - Concordâncias

jesus

   Capítulo,  parágrafo
1 Intro,1 | empenho jubiloso à educação de Jesus Cristo, (1) assim também 2 Intro,1 | filhos, por intermédio de Jesus Cristo» (Ef 1, 5).~ 3 I,2 | a quem porás o nome de Jesus, porque ele salvará o seu 4 I,2 | diz «ora, o nascimento de Jesus Cristo foi assim: Estando 5 I,2 | anunciação do nascimento de Jesus: «O anjo Gabriel foi enviado 6 I,2 | ao qual porás o nome de Jesus. Ele será grande e chamar-se-á 7 I,3 | a quem porás o nome de Jesus, porque ele salvará o seu 8 I,3 | há-de receber o nome de Jesus. Este nome era bem conhecido 9 I,3 | que este nome significa: Jesus - Yehosua, que quer dizer « 10 II,7 | garantir a protecção paterna a Jesus que Deus escolheu José como 11 II,7 | embora afirmem claramente que Jesus foi concebido por obra do 12 II,7 | a concepção virginal de Jesus, por outro, não é menos 13 II,7 | a quem porás o nome de Jesus. A Escritura sabe que Jesus 14 II,7 | Jesus. A Escritura sabe que Jesus não nasceu do sémen de José; 15 II,7 | que é o próprio Senhor Jesus; a fidelidade, porque não 16 II,8 | directamente a Pessoa e a missão de Jesus, mediante o exercicio da 17 II,8 | que José teve em relação a Jesus, «por especial dom do Céu, 18 II,8 | autoridade paterna sobre Jesus, Deus terá comunicado também 19 II,8 | paterno de José para com Jesus. Com efeito, a salvação, 20 II,8 | através da humanidade de Jesus, realiza-se nos gestos que 21 II,8 | facto de que na vida de Jesus nada foi deixado ao acaso; 22 II,8 | privada» ou «oculta» de Jesus foi confiada à sua guarda.~ 23 II,9 | oficialmente o nome de «Jesus, filho de José de Nazaré» ( 24 II,9 | modo bem claro o facto de Jesus pertencer ao género humano, 25 II,9 | encontava grávida; e dado que Jesus veio ao mundo antes de o 26 II,10| acorreram ao lugar onde Jesus nascera, depois de um anjo 27 II,11| direito e dever em relação a Jesus.~O princípio segundo o qual 28 II,11| explica o motivo por que Jesus os aceita. Como sucedeu 29 II,11| o da circuncisão teve em Jesus o seu «cumprimento». A Aliança 30 II,11| Gén 17, 13), obteve em Jesus o seu pleno efeito e a sua 31 II,11| cabal realização, sendo Jesus o «sim» de todas as antigas 32 II,12| a circuncidar, o nome de Jesus. Este nome é o único em 33 II,12| tu «por-lhe-ás o nome de Jesus; porque ele salvará o seu 34 II,12| paternidade legal em relação a Jesus; e, pronunciando esse nome, 35 II,13| A APRESENTAÇÃO DE JESUS NO TEMPLO~13. Esta cerimónia, 36 II,13| posterior da permanência de Jesus no templo aos doze anos.~ 37 II,13| Também a propósito disto, Jesus, que é o verdadeiro «preço» 38 II,13| relevo que «o pai e a mãe de Jesus estavam admirados com as 39 II,13| dirigido ao Senhor, indicando Jesus como «a salvação preparada 40 II,14| o caminho do regresso de Jesus de Belém a Nazaré passou 41 II,15| A PERMANÊNCIA DE JESUS NO TEMPLO~15. Desde o momento 42 II,15| da terra de Israel. Aí, Jesus crescia e «robustecia-se , 43 II,15| oculta», durante o qual Jesus se preparou para a sua missão 44 II,15| Páscoa de Jerusalém, quando Jesus tinha doze anos de idade.~ 45 II,15| tinha doze anos de idade.~Jesus participou nesta festa, 46 II,15| ao regressarem, o menino Jesus ficou em Jerusalém, sem 47 II,15| Lc 2, 48). A resposta de Jesus foi de tal sorte que os 48 II,15| pessoas diziam e pensavam: Jesus, «como se supunha, era filho 49 II,15| disso, a resposta do próprio Jesus no templo devia reavivar 50 II,15| depositário do mistério de Deus; e Jesus, com doze anos de idade, 51 II,16| SUSTENTAÇÃO E A EDUCAÇÃO DE JESUS EM NAZARÉ ~16. O crescimento 52 II,16| NAZARÉ ~16. O crescimento de Jesus «em sabedoria, em estatura 53 II,16| alimentar, vestir e instruir Jesus na Lei e num ofício, em 54 II,16| eterna». (30) ~Por sua parte, Jesus «era-lhes submisso» (Lc 55 III,20| seus direitos em relação a Jesus. «É certo que a dignidade 56 III,21| Pessoa divina do Verbo-Filho, Jesus Cristo. Juntamente com a 57 III,21| palavras dirigidas por Maria a Jesus, no templo, quando ele tinha 58 III,21| convencional: as palavras da Mãe de Jesus indicam toda a realidade 59 III,21| paternidade humana em relação a Jesus, seguindo a luz do Espírito 60 IV,22| extensão da vida de José. Para Jesus este período abrange os 61 IV,22| ou seja, a obediência de Jesus na casa de Nazaré é entendida 62 IV,22| analogamente também o trabalho de Jesus ao lado de José carpinteiro. 63 IV,22| próprio ofício juntamente com Jesus, José aproximou o trabalho 64 IV,23| No crescimento humano de Jesus «em sabedoria, em estatura 65 V,25| por que Santa Teresa de Jesus, a grande reformadora do 66 V,27| comunhão de vida entre José e Jesus leva-nos a considerar ainda 67 V,27| importância do contacto físico com Jesus em ordem às curas de enfermidades ( 68 V,27| narração do nascimento de Jesus, da circuncisão, da apresentação 69 V,27| sobre o amor «filial» de Jesus e, vice-versa, o amor «filial» 70 V,27| vice-versa, o amor «filial» de Jesus não podia deixar de influir 71 VI,28| Maria e pai putativo de Jesus (...). José foi a seu tempo 72 VI,30| salvífica de Deus, revelada em Jesus. Logo no princípio da Redenção 73 VI,31| José «dedicava ao Menino Jesus» e recomendava-lhe, a ele « 74 VI,31| a preciosa herança que Jesus Cristo adquiriu com o próprio 75 VI,31| vida ameaçada do Menino Jesus, assim hoje defendei a santa 76 VI,32| nova e eterna Aliança em Jesus Cristo. Que ele nos indique


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