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| Alfabética [« »] ameaças 1 amen 1 amizade 2 amor 46 amores 1 amparados 1 ampla 1 | Freqüência [« »] 53 seu 52 ele 47 à 46 amor 46 dos 45 são 42 1 | Ioannes Paulus PP. II Redemptoris Custos IntraText - Concordâncias amor |
Capítulo, parágrafo
1 Intro,1 | José, assim como cuidou com amor de Maria e se dedicou com 2 Intro,1 | da Igreja universal e o amor ao Redentor, que ele serviu 3 Intro,1 | foi depositário do mesmo amor, em virtude do qual o eterno 4 II,7 | quando Deus manifestou o seu amor pela humanidade, mediante 5 II,7 | acolhendo e exprimindo um tal amor. (16) «Nesta grandiosa empresa 6 II,7 | família, que é santuário do amor humano e berço da vida». ( 7 II,7 | em última análise, pelo amor» e que à família «é confiada 8 II,7 | guardar, revelar e comunicar o amor, qual reflexo vivo e participação 9 II,7 | reflexo vivo e participação do amor de Deus pela humanidade 10 II,7 | Deus pela humanidade e do amor de Cristo pela Igreja sua 11 II,8 | sua vocação humana para o amor famíliar na sobre-humana 12 II,8 | todas as capacidades, no amor que empregou ao serviço 13 II,8 | dom do Céu, todo aquele amor natural e toda aquela solicitude 14 II,8 | comunicado também a José o amor correspondente, aquele amor 15 II,8 | amor correspondente, aquele amor que tem a sua fonte no Pai « 16 III,19| se encontrava ligado por amor esponsal, é novamente chamado 17 III,19| chamado por Deus para este amor.~«José fez como lhe ordenara 18 III,19| deduzir que também o seu amor de homem tinha sido regenerado 19 III,19| porventura pensar que o amor de Deus, que foi derramado 20 III,19| modo mais perfeito todo o amor humano? Ele forma também — 21 III,19| absolutamente singular — o amor esponsal dos cônjuges, nele 22 III,19| precisamente nele a fonte do amor, do seu amor esponsal de 23 III,19| a fonte do amor, do seu amor esponsal de homem; e este 24 III,19| esponsal de homem; e este amor foi maior do que aquele « 25 III,20| justo, por um vínculo de amor esponsal e virginal». (31) 26 III,20| virgindade e o celibato por amor do Reino de Deus não só 27 III,20| 32) que é comunhão de amor entre Deus e os homens.~ 28 III,20| próprio, José exprime o seu amor generoso para com a Mãe 29 IV | O TRABALHO EXPRESSÃO DO AMOR~ 30 IV,22| expressão quotidiana deste amor na vida da Família de Nazaré 31 V,26| renunciando, por um incomparável amor virgíneo, ao natural amor 32 V,26| amor virgíneo, ao natural amor conjugal que constitui e 33 V,27| participavam da mesma fonte de amor: a divindade de Cristò. 34 V,27| divindade de Cristò. Se este amor se irradiava, através da 35 V,27| putativo . (40)~Uma vez que o amor «paterno» de José não podia 36 V,27| deixar de influir sobre o amor «filial» de Jesus e, vice-versa, 37 V,27| de Jesus e, vice-versa, o amor «filial» de Jesus não podia 38 V,27| deixar de influir sobre o amor «paterno» de José, como 39 V,27| sensíveis aos impulsos do amor divino vêem em José um exemplo 40 V,27| conhecida distinção entre o amor da verdade (caritas veritatis) 41 V,27| veritatis) e as exigências do amor (necessitat caritatis), 42 V,27| fez a experiência quer do amor da verdade, ou seja, do 43 V,27| verdade, ou seja, do puro amor de contemplação da Verdade 44 V,27| quer das exigências do amor, ou seja, do amor igualmente 45 V,27| exigências do amor, ou seja, do amor igualmente puro do serviço, 46 VI,31| fazia apelo para aquele «amor paterno» que José «dedicava