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Ioannes Paulus PP. II
Redemptoris Custos

IntraText - Concordâncias

(Hapax Legomena)
1989-falam | falta-saber | sabid-zacar

                                                      negrito = Texto principal
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1 VI,32| Nossa Senhora - no ano de 1989, undécimo ano de Pontificado.~ ~ 2 | 36 3 | 37 4 | 42 5 | 63 6 II,11| A Aliança de Deus com Abraão, de que a circuncisão era 7 IV,22| Para Jesus este período abrange os anos da vida oculta, 8 VI,30| Deus»; (46) ou seja, de absoluta disponibilidade para se 9 II,4 | revelação». (7) A frase acabada de citar, que diz respeito 10 II,15| relação ao qual Maria tinha acabado de dizer «teu pai». Com 11 II,8 | Jesus nada foi deixado ao acaso; mas nela tudo se desenrolou 12 IV,24| apontando para um modelo accessível a todos: São José é o modelo 13 II,11| motivo por que Jesus os aceita. Como sucedeu com os outros 14 II,4 | Deus o que ela já tinha aceitado na Anunciação. O Concílio 15 V,26| e a felicidade conjugal, aceitando a condição, a responsabilidade 16 IV,22| manual, tem no Evangelho uma acentuação especial. Juntamente com 17 II,8 | Testamento, tem o intuito de acentuar a unidade e a continuidade 18 II,5 | Cristo, Verbo Incarnado, têm acesso ao Pai no Espírito Santo 19 II,8 | Ef 3, 15).~Nos Evangelhos acha-se claramente exposto o múnus 20 I,2 | tenhas receio, Maria, pois achaste graça diante de Deus. Eis 21 I,2 | antes de habitarem juntos, achou-se que tinha concebido por 22 VI,31| como foi recordado mais acima — implora a protecção de 23 II,7 | o «dom esponsal de si» acolhendo e exprimindo um tal amor. ( 24 IV,22| do Filho de Deus ele foi acolhido no mistério da Incarnação, 25 V,25| mesmo clima de silêncio, que acompanha tudo aquilo que se refere 26 II,8 | que se cumprissem ...», acompanhada de uma referência do acontecimento 27 II,8 | e ritos entrelaçam-se de acordo com ordens divinas bem precisas, 28 II,10| adoração dos pastores, que acorreram ao lugar onde Jesus nascera, 29 II,9 | para que quantos viessem a acreditar nele, fossem depois inscritos 30 II,12| em que há salvação (cf. Act 4, 12); e a José tinha sido 31 V,27| aparente tensão entre a vida activa e a vida contemplativa tem 32 VI,32| São José se revestem de actualidade renovada para a Igreja do 33 VI,30| por um desejo profundo e actualíssimo de rejuvenescer a sua existência 34 II,7 | enquanto o casal formado por Adão e Eva tinha sido a fonte 35 V,26| casa, encontra a motivação adequada na «sua insondável vida 36 II,8 | requeridas para a desempenhar adequadamente, importa reconhecer que 37 II,5 | para que recebêssemos a adopção de fihos» (Gál 4, 4-5). « 38 Intro,1 | nos predestinou a sermos adoptados como filhos, por intermédio 39 II,10| José foi testemunha da adoração dos pastores, que acorreram 40 III,21| Com base neste princípio, adquirem o seu significado profundo 41 VI,31| herança que Jesus Cristo adquiriu com o próprio sangue». Desde 42 II,7 | porque não houve nenhum adultério; e o sacramento, porque 43 VI,31| do inimigo e de todas as adversidades». (49) Hoje ainda temos 44 III,20| matrimónio com Maria que advieram para José a sua dignidade 45 VI,31| rezar da mesma maneira: «Afastai de nós, ó pai amantíssimo, 46 III,20| Muito embora decidido a afastar-se, para não ser obstáculo 47 II,8 | e toda aquela solicitude afectuosa que o coração de um pai 48 I,2 | 32).~O Evangelista tinha afirmado, pouco antes, que, no momento 49 II,4 | modo análogo, ele respondeu afirmativamente à Palavra de Deus, quando 50 II,7 | Os Evangelistas, embora afirmem claramente que Jesus foi 51 II,15| que teu pai e eu andávamos aflitos à tua procura» (Lc 2, 48). 52 | agora 53 VI,32| junto de São Pedro, a 15 de Agosto - solenidade da Assunção 54 I,3 | sobretudo, uma maneira airosa de sair daquela situação 55 IV,23| os seus conteúdos, «para ajudar os demais homens a aproximarem-se 56 Intro,1 | preciosos». (3) É para mim uma alegria cumprir este dever pastoral, 57 | algo 58 | algumas 59 II,10| exprime-se assim: «Enquanto eles ali (em Belém) se encontravam, 60 V,26| conjugal que constitui e alimenta a mesma família». (37)~Esta 61 II,16| de o «criar»; ou seja, de alimentar, vestir e instruir Jesus 62 II,16| de São José, que tinha a alta função de o «criar»; ou 63 III,20| aproximou como ninguém dessa altíssima dignidade, em virtude da 64 II,5 | qual Maria, sobretudo na altura do Calvário e do Pentecostes, 65 Intro,1 | apresentar à vossa consideração, amados Irmãos e Irmãs, algumas 66 Intro,1 | olhos o seu modo humilde e amadurecido de servir e de «participar» 67 VI,31| Afastai de nós, ó pai amantíssimo, esta peste de erros e de 68 III,19| tradições do povo eleito, amava a Virgem de Nazaré e a ela 69 VI,31| livrastes da morte a vida ameaçada do Menino Jesus, assim hoje 70 VI,31| também pelo que se refere às ameaças que incumbem sobre a família 71 II,9 | pelos séculos dos séculos. Amen». (28)~ 72 III,20| Trata-se, de facto , de dois amores que , conjuntamente, representam 73 VI,31| santidade e da justiça, amparados pelo exemplo e pela intercessão 74 I,2 | encontra uma descrição mais ampla e mais explícita naquilo 75 III,21| descobrindo cada vez mais amplamente o dom inefável desta sua 76 II,7 | deu nenhum divórcio». (14)~Analisando a natureza do matrimónio, 77 IV,22| as famílias humanas, é-o analogamente também o trabalho de Jesus 78 I,3 | 21).~Existe uma estreita analogia entre a «Anunciação» do 79 I,3 | difícil para ele. Enquanto andava «a pensar nisto, apareceu-lhe, 80 II,7 | por meio da autoridade angélica, que ele era o marido. Não 81 VI,28| Bem-aventurado José e, no meio das angústias, de preferência foi a ele 82 VI,31| e pureza de coração que animaram José no serviço do Verbo 83 II,7 | na «união indivisível dos animos», na «união dos corações» 84 II,8 | mediante o ministério dos anjos e recebidas por criaturas 85 II,14| o evangelista São Lucas anotou: «Depois de terem cumprido 86 III,18| aquilo que tinha acontecido anteriormente — os seus esponsais com 87 II,11| Jesus o «sim» de todas as antigas promessas (cf. 2 Cor 1, 88 II,14| cumprir o que o Senhor tinha anunciado por meio do profeta: "Do 89 II,14| eis que um anjo do Senhor apareceu, em sonho, a José e disse-lhe: " 90 I,3 | andava «a pensar nisto, apareceu-lhe, em sonho, um anjo do Senhor, 91 VI,31| Encíclica Quamquam pluries fazia apelo para aquele «amor paterno» 92 II,15| Jerusalém, sem que os pais se apercebessem disso» (Lc 2, 43). Depois 93 II,4 | própria essência da , aplica-se perfeitamente a José de 94 II,5 | procedendo deste modo, ele apoio à sua esposa na na Anunciação 95 IV,24| e que pode ser proposta apontando para um modelo accessível 96 VI,32| e às que são chamadas ao apostolado.~O homem justo, que trazia 97 VI,29| eu escrevia na Exortação Apostólica Christifideles laici — a 98 V,27| 1, 41-44).~O testemunho apostólico não transcurou — como já 99 II,5 | decisivo que é chamado pelo Apóstolo «plenitude dos tempos», 100 II,6 | de Maria e antes do dos Apóstolos, dos Sumos Pontífices e 101 VI,32| preciosos e maiores», (50) aprendamos com ele, ao mesmo tempo, 102 IV,22| filho do carpinteiro», tinha aprendido o ofício de seu «pai» putativo. 103 VI,29| Cristo ou para voltar a apresentá-lo onde ele foi transcurado 104 III,21| veneração esta Família, apresentando-a como modelo para todas as 105 Intro,1 | para com São José, desejo apresentar à vossa consideração, amados 106 II,4 | qual tive a intenção de aprofundar o ensinamento do Concílio 107 IV,23| quanto ao mundo; e ainda, a aprofundarem na sua vida e amizade com 108 II,5 | de fihos» (Gál 4, 4-5). «Aprouve a Deusensina o Concílio — 109 IV,23| ajudar os demais homens a aproximarem-se através dele de Deus, Criador 110 III,17| proferiu palavra alguma, aquando da sua «anunciação»: «fez 111 | aquelas 112 VI,28| portanto, que, de modo análogo àquele com que outrora costumava 113 VI,32| aos esposos e aos pais, àqueles que vivem do trabalho das 114 I,3 | disponibilidade de Maria, em ordem àquilo que Deus lhe pedia por meio 115 II,7 | Agostinho, quer Santo Tomás de Aquino situam-na constantemente 116 II,4 | Bem-aventurada Virgem Maria arançou no caminho da e conservou 117 V,27| Incarnação precisamente sob o aspecto da humanidade de Cristo, 118 III,20| dignidade da Mãe de Deus assenta tão alto, que nada pode 119 II,4 | vontade" e dando voluntário assentimento à sua revelação». (7) A 120 IV,23| exige que se conheçam e assimilem todos os seus conteúdos, « 121 VI,31| de erros e de vícios..., assisti-nos propício, do céu, nesta 122 III,18| Nela «o Filho do Altíssimo» assume um corpo humano e torna-se « 123 III,21| humanidade, em Cristo foi também «assumido» tudo aquilo que é humano 124 II,9 | considerar a coisa com diligente atenção parecerá que se expressa 125 II,16| correspondendo com o respeito às atenções dos seus «pais». Dessa forma 126 V,27| a perfeição da caridade. Atendo-nos à conhecida distinção entre 127 III,17| de maneira cada vez mais atenta e mais cônscia este testemunho, 128 II,8 | Evangelistas estiveram muito atentos ao facto de que na vida 129 | atrás 130 II,9 | verificou no tempo de César Augusto, e que entre todos os demais 131 II,8 | solícita guarda de São José, na aurora dos novos tempos, os mistérios 132 V,25| no entanto, permitem-nos auscultar nas suas «acções», envolvidas 133 III,19| das pessoas e da comunhão autêntica, a exemplo di Mistério trinitário.~« 134 IV,24| prova de que para ser bons e autênticos seguidores de Cristo não 135 II,5 | nesta fase culminante da auto-revelação de Deus em Cristo; e nela 136 II,13| resgatado, mas o próprio autor do resgate.~O Evangelista 137 II,14| Egipto e fica lá até eu te avisar, porque Herodes está a procurar 138 II,14| Então José, tendo recebido o aviso em sonho, «de noite, tomou 139 II,14| idade de dois anos para baixo» (Mt 2, 16). Deste modo, 140 IV,22| particular. Graças ao seu banco de trabalho, junto do qual 141 V,27| ele exercida sobre João Baptista, quando ambos estavam ainda 142 III,21| paternidade humana de José.~Com base neste princípio, adquirem 143 III,19| seja humanamente digno e belo e tenha as marcas da exclusiva 144 II,4 | Vaticano II, quando afirma: «A Bem-aventurada Virgem Maria arançou no 145 II,4 | daquela que acreditou», esta bem-aventurança pode, em certo sentido, 146 VI,32| assim como para um de nós, a bênção do Pai e do Filho e do Espírito 147 V,27| certamente eram por ele beneficiados, em primeiro lugar, aqueles 148 II,7 | santuário do amor humano e berço da vida». (17)~Quantos ensinamentos 149 I,2 | núcleo central da verdade bíblica sobre São José; é o momento 150 II,5 | ensina o Concílio — na sua bondade e sabedoria, revelar-se 151 IV,24| a prova de que para ser bons e autênticos seguidores 152 I,3 | surpreendente» maternidade de Maria. Buscava, certamente, uma resposta 153 II,11| seu pleno efeito e a sua cabal realização, sendo Jesus 154 II,5 | sobretudo na altura do Calvário e do Pentecostes, irá adiante, 155 VI,31| Incarnado; e, ainda, a graça de caminhar diante do mesmo Deus pelas 156 VI,32| Que ele nos indique os caminhos desta Aliança salvífica 157 II,6 | José, estabeleceu que no Canone romano da Missa, memorial 158 II,13| que Simeão disse, no seu cântico dirigido ao Senhor, indicando 159 II,8 | seu coração e de todas as capacidades, no amor que empregou ao 160 VI,30| a nossa, embora não seja capaz de fazer coisa alguma sozinha ( 161 III,17| graças a tal atitude, pode captar-se perfeitamente a verdade 162 III,18| Nazaré possui sobretudo as características bem nítidas do esposo. O 163 V,27| entre o amor da verdade (caritas veritatis) e as exigências 164 V,27| exigências do amor (necessitat caritatis), podemos dizer que José 165 V,25| a grande reformadora do Carmelo contemplativo, se tornou 166 III,20| criaturas. Uma vez que o casamento é a comunidade e a amizade 167 I,3 | posto aos filhos. Neste caso, porém, trata-se de um Filho 168 VI,28| declarou-o «Patrono da Igreja católica». (42) Esse Sumo Pontífice 169 VI,31| Leão XIII exortava o mundo católico a rezar para obter a protecção 170 II,6 | 10) Precisamente por causa desta unidade, o Papa João 171 III,20| 20. Na Liturgia, Maria é celebrada como tendo estado «unida 172 III,18| duas fases: primeiro, era celebrado o matrimónio legal (verdadeiro 173 VI,28| cubra e defenda com o seu celeste patrocínio a Igreja de Cristo». ( 174 III,20| símbolo. «A virgindade e o celibato por amor do Reino de Deus 175 VI,31| intercessão de São José. (48)~Há cem anos, exactamente, o Papa 176 II,6 | seio do Pai se encontre no Cenáculo do Pentecostes, no dia da 177 II,9 | veio ao mundo antes de o censo ter sido feito, para quem 178 Intro,1 | Santíssima é figura e modelo.~No centenário da publicação da Carta Encíclica 179 I,2 | palavras está contido o núcleo central da verdade bíblica sobre 180 V,27| do mérito, quer por uma certa eficácia». (39)~Entre estas 181 II,9 | se verificou no tempo de César Augusto, e que entre todos 182 II,8 | toda a paternidade, nos céus e na terra, toma o nome» ( 183 II,7 | união conjugal com ele, chama-o apesar disso pai de Cristo». ( 184 II,7 | fiel, ambos mereceram ser chamados pais de Cristo, não apenas 185 II,7 | 1, 18-25; Lc 1, 26-38), chamam a José esposo de Maria e 186 III,17| permaneceu fiel até ao fim ao chamamento de Deus. A vida de Maria 187 I,2 | nascer será santo e há-de chamar-se Filho de Deus» (Lc 1, 35). 188 I,2 | Jesus. Ele será grande e chamar-se-á Filho do Altíssimo. O Senhor 189 II,14| meio do profeta: "Do Egipto chamei o meu Filho"» (Mt 2, 14- 190 II,8 | mistério da Redenção, quando chega a plenitude dos tempos», ( 191 V,27| paterno» de José, como chegar a conhecer as profundezas 192 II,14| rei dos Judeus», de quem chegara ao conhecimento durante 193 VI,29| na Exortação Apostólica Christifideles laici — a religião e a vida 194 II,9 | homem entre os homens, cidadão deste mundo, sujeito às 195 VI,31| santa Igreja de Deus das ciladas do inimigo e de todas as 196 II,12| ocasião em que o levaram a circuncidar, o nome de Jesus. Este nome 197 I,3 | 3. Nestas circunstâncias, «José, seu esposo, sendo 198 III,18| por ambos os Evangelistas citados, mas de maneira particular 199 II,4 | 7) A frase acabada de citar, que diz respeito à própria 200 II,9 | sujeito às leis e instituições civis, mas também «Salvador do 201 I,2 | ponto o texto de São Lucas coincide com o texto de São Mateus ( 202 VI,30| condicional e nobilitante colaboração. Além disso, a Igreja invoca-o 203 VI,31| suplica-lhe: que lhe conceda colaborar fielmente na obra da salvação; 204 II,7 | José — uma relação que o coloca o mais perto possível de 205 II,14| retorno à Galileia, tem de ser colocado um acontecimento muito importante, 206 V,26| decisões, como foi a de colocar imediatamente à disposição 207 II,10| os séculos em Deus» e que começa a realizar-se diante dos 208 III,18| José» (Lc 1, 27). Antes de começar a realizar-se «o mistério 209 II,15| deram pela sua falta; e começaram a procurá-lo «entre os parentes 210 II,16| Aquele que os fiéis deviam comer como Pão de vida eterna». ( 211 III,20| deu-lo não apenas como companheiro na vida, testemunha da sua 212 VI,32| Cristo, que, na Igreja, compete a cada um e a todos: aos 213 II,8 | autoridade legal, que lhe competia em relação à Sagrada Família, 214 II,10| em Belém) se encontravam, completaram-se para ela os dias da gestação. 215 I,3 | 19). Ele não sabia como comportar-se perante a «surpreendente» 216 II,7 | paternidade de José. Daqui se compreende a razão por que as gerações 217 I,2 | viveu. Todavia, para se compreender plenamente o seu conteúdo 218 II,8 | paterna sobre Jesus, Deus terá comunicado também a José o amor correspondente, 219 II,7 | missão de guardar, revelar e comunicar o amor, qual reflexo vivo 220 IV,24| requerem-se somente virtudes comuns, humanas, simples e autênticas». ( 221 II,8 | uma vez que não se pode conceber que a uma tarefa tão sublime 222 I,2 | diante de Deus. Eis que conceberás e darás à luz um filho, 223 VI,31| José, suplica-lhe: que lhe conceda colaborar fielmente na obra 224 VI,28| virtude da excelsa dignidade concedida por Deus a este seu servo 225 II,7 | é importante professar a concepção virginal de Jesus, por outro, 226 III,18| que modo este desejo se conciliava com as «núpcias». A resposta 227 II,8 | paternidade expressou-se concretamente «em ter feito da sua vida 228 II,8 | famíliar, respeitando aquela «condescendência» que é inerente à economia 229 VI,30| dispensada de uma humilde, mas condicional e nobilitante colaboração. 230 II,10| nascimento, que se verificou em condições humanamente humilhantes, 231 VI,28| Igreja, Pio IX, desejando confiá-la à especial protecção do 232 Intro,1 | maior fervor e invocará confiadamente o seu patrocínio, mas também 233 II,8 | Liturgia, ao recordar que foram confiados «à solícita guarda de São 234 I,3 | Dirige-se a José, portanto, confiando-lhe os encargos de um pai terreno 235 III,18| exprime ao mesmo tempo uma confirmação especial do vínculo esponsal, 236 III,20| matrimónio, mas pressupõem-na e confirmam-na. O matrimónio e a virgindade 237 VI,29| também e sobretudo para a confortar no seu renovado empenho 238 IV,23| vida do homem exige que se conheçam e assimilem todos os seus 239 II,7 | fidelidade e o sacramento. Conhecemos a prole, que é o próprio 240 III,19| esposa, a qual, sem que ele a conhecesse, deu à luz um filho» (Mt 241 V,27| da caridade. Atendo-nos à conhecida distinção entre o amor da 242 I,3 | Jesus. Este nome era bem conhecido entre os Israelitas; e, 243 II,15| procurá-lo «entre os parentes e conhecidos ... Depois de três dias, 244 II,14| Judeus», de quem chegara ao conhecimento durante a visita dos Magos 245 I,2 | realizará isso, pois eu não conheço homem?» (Lc 1, 34). E então 246 II,7 | pai, do mesmo modo que era cônjuge da Mãe, uma e outra coisa 247 III,19| singular — o amor esponsal dos cônjuges, nele dando profundidade 248 III,20| facto , de dois amores que , conjuntamente, representam o mistério 249 II,15| por que procedeste assim connosco? Olha que teu pai e eu andávamos 250 III,17| cada vez mais atenta e mais cônscia este testemunho, como que 251 II,15| templo devia reavivar na consciência do «suposto o pai» aquilo 252 II,7 | própria Virgem Maria, bem consciente de não ter concebido Cristo 253 II,7 | união dos corações» e no «consenso»; (15) elementos estes, 254 II,10| despojamento», no qual Cristo consentiu livremente, para a remissão 255 III,21| Nisto está contida uma consequência da união hipostática: humanidade 256 III,17| cumprimento até às últimas consequências daquele primeiro fiat (faça-se) 257 III,18| Deus e, portanto, devia ser conservado. Na sua maternidade divina, 258 III,18| esposo»; Maria, porém, conservava no seu íntimo o desejo de 259 II,4 | arançou no caminho da e conservou fielmente a união com seu 260 Intro,1 | desejo apresentar à vossa consideração, amados Irmãos e Irmãs, 261 VI,28| Bem-aventurado José deve ser considerado especial Patrono da Igreja, 262 V,26| qual lhe provêm ordens e consolações singularíssimas; dela lhe 263 II,7 | Tomás de Aquino situam-na constantemente na «união indivisível dos 264 III,18| povo hebraico, o matrimónio constava de duas fases: primeiro, 265 VI,30| dos fiéis.~Como se diz na constituição do Concílio Vaticano II 266 II,8 | esclarece também que ele «foi constituído por Deus chefe da sua Família, 267 II,4 | Lc 1, 45). Estas palavras constituíram o pensamento-guia da Encíclica 268 III,21| tal vínculo de caridade constituíu a vida da Sagrada Família; 269 I,2 | diante das pessoas que contactava e diante de José, como estando « 270 V,25| grande reformadora do Carmelo contemplativo, se tornou promotora da 271 IV,23| assimilem todos os seus conteúdos, «para ajudar os demais 272 VI,29| patrocínio deve ser invocado e continua sempre a ser necessário 273 III,18| maternidade divina, Maria deve continuar a viver como «uma virgem, 274 II,8 | de acentuar a unidade e a continuidade do projecto, que tem o seu « 275 | contra 276 II,13| adiante, também como «sinal de contradição» (Lc 2, 30-34).~ 277 III,20| Reino de Deus não só não se contrapõem à dignidade do matrimónio, 278 VI,30| reflexão teológica sobre o conúbio da acção divina com a acção 279 III,21| Não se trata de uma frase convencional: as palavras da Mãe de Jesus 280 VI,28| divina Família (...). É algo conveniente e sumamente digno para o 281 II,8 | do seu trabalho; e em ter convertido a sua vocação humana para 282 II,8 | modo, precisamente, ele «coopera no grande mistério da Redenção, 283 II,14| assim José, depositário e cooperador do mistério providencial 284 II,8 | Deus escolheu para ser o «coordenador do nascimento do Senhor», ( 285 II,7 | dos animos», na «união dos corações» e no «consenso»; (15) elementos 286 I,2 | Espírito Santo», este facto corresponde a todo o conteúdo da Anunciação 287 II,8 | comunicado também a José o amor correspondente, aquele amor que tem a sua 288 II,8 | uma tarefa tão sublime não correspondessem as qualidades requeridas 289 II,14| a visita dos Magos à sua corte. Então José, tendo recebido 290 VI,28| análogo àquele com que outrora costumava socorrer santamente, em 291 Intro,1 | pastoral, no intuito de que cresça em todos a devoção ao Patrono 292 IV,23| aproximarem-se através dele de Deus, Criador e Redentor, e a participarem 293 II,14| Deste modo, matando todas as crianças, queria matar aquele recém-nascido « 294 II,16| tinha a alta função de o «criar»; ou seja, de alimentar, 295 II,7 | exemplo de todas as famílias cristãs». (20) ~ 296 V,25| do culto de São José na cristiandade ocidental.~ 297 IV,24| modelo dos humildes, que o Cristianismo enaltece para grandes destinos; ... 298 V,27| de amor: a divindade de Cristò. Se este amor se irradiava, 299 VI,28| de Nazaré, também agora cubra e defenda com o seu celeste 300 Intro,1 | que São José, assim como cuidou com amor de Maria e se dedicou 301 V,25| promotora da renovação do culto de São José na cristiandade 302 II,13| Pdr 1, 19), não somente «cumpre» o rito do Antigo Testamento, 303 II,8 | Aconteceu assim, para que se cumprissem ...», acompanhada de uma 304 VI,28| sempre em grande honra e cumulou de louvores o Bem-aventurado 305 V,27| físico com Jesus em ordem às curas de enfermidades (cf., por 306 II,9 | inscritos no céu, com os Santos d'Aquele a quem pertencem 307 I,2 | Lc 1, 34). E então é-lhe dada esta resposta: «O Espírito 308 II,8 | homens, pai do Filho de Deus. Daí se seguia, portanto, que 309 II,7 | a paternidade de José. Daqui se compreende a razão por 310 | daquilo 311 I,2 | Altíssimo. O Senhor Deus dar-lhe-á o trono de seu pai David» ( 312 I,2 | Deus. Eis que conceberás e darás à luz um filho, ao qual 313 VI,31| obra da salvação; e que lhe a mesma fidelidade e pureza 314 III,20| esponsal de si». Muito embora decidido a afastar-se, para não ser 315 V,26| e límpidas, das grandes decisões, como foi a de colocar imediatamente 316 II,12| Quando lhe deu o nome, José declarou a própria paternidade legal 317 VI,28| do Santo Patriarca José, declarou-o «Patrono da Igreja católica». ( 318 V,26| singularíssimas; dela lhe decorrem também a lógica e a força, 319 III,17| 17. No decorrer da sua vida, que foi uma 320 III,17| homem e da sua vocação. No decurso das gerações a Igreja lê, 321 V,26| prontidão de vontade para se dedicar às coisas que dizem respeito 322 VI,31| amor paterno» que José «dedicava ao Menino Jesus» e recomendava-lhe, 323 Intro,1 | cuidou com amor de Maria e se dedicou com empenho jubiloso à educação 324 II,7 | DA PATERNIDADE~7. Como se deduz dos textos evangélicos, 325 III,19| não se imporá porventura deduzir que também o seu amor de 326 VI,28| Nazaré, também agora cubra e defenda com o seu celeste patrocínio 327 VI,31| Menino Jesus, assim hoje defendei a santa Igreja de Deus das 328 VI,28| natural guardião, chefe e defensor da divina Família (...). 329 II,7 | as funções da família se definem, em última análise, pelo 330 II,8 | na vida de Jesus nada foi deixado ao acaso; mas nela tudo 331 V,27| mistério pascal; mas não deixam de frisar bem a importância 332 I,3 | obra do Espírito Santo: demonstrou deste modo uma disponibilidade 333 II,7 | porque é deste matrimónio que depende, juridicamente, a paternidade 334 II,15| Depois de um dia de viagem deram pela sua falta; e começaram 335 III,19| o amor de Deus, que foi derramado no coração humano pelo Espírito 336 I,2 | resposta: «O Espírito Santo descerá sobre ti e a potência do 337 IV,22| sucedeu no templo: «Depois, desceu com eles para Nazaré e era-lhes 338 III,21| doa ao homem, por certo ia descobrindo cada vez mais amplamente 339 II,9 | Salvador do mundo». Orígenes descreveu bem o significado teológico 340 I,2 | Mt 1, 18) encontra uma descrição mais ampla e mais explícita 341 VI,28| difíceis para a Igreja, Pio IX, desejando confiá-la à especial protecção 342 II,8 | qualidades requeridas para a desempenhar adequadamente, importa reconhecer 343 II,9 | autoridade legítima, ele desempenhou em relação ao menino a tarefa 344 III,18| resposta vem-nos somente do desenrolar dos acontecimentos salvíficos, 345 II,8 | acaso; mas nela tudo se desenrolou em conformidade com um plano 346 VI,32| durante o qual deve perdurar e desenvolver-se ulteriormente a «plenitude 347 V,27| requerido pela protecção e pelo desenvolvimento dessa mesma humanidade. ( 348 IV,22| de José. Aquele que era designado como o «filho do carpinteiro», 349 I,3 | relação ao Filho de Maria.~«Despertando do sono, José fez como lhe 350 II,10| primeiro anúncio daquele «despojamento», no qual Cristo consentiu 351 I,2 | neste último. Se, depois do desponsório com José, se verificou que 352 | desse 353 | destes 354 IV,24| Cristianismo enaltece para grandes destinos; ... é a prova de que para 355 VI,31| nossa Redenção à guarda desvelada de São José, suplica-lhe: 356 V,25| contudo, de um silêncio que desvenda de maneira especial o perfil 357 I,3 | expor à infâmia, resolveu desvincular-se dela secretamente» (Mt 1, 358 II,6 | direcção, permaneceu totalmente determinada pelo mesmo mistério, de 359 III,20| José como esposo à Virgem, deu-lo não apenas como companheiro 360 I,3 | dirige-se a quem, a seu tempo, deverá pôr tal nome ao Filho que 361 II,9 | declaração de toda a terra, devesse ser recenseado também Cristo. 362 II,4 | ensina: «A Deus que revela é devida a "obediência da " (...); 363 III,19| comunhão autêntica, a exemplo di Mistério trinitário.~«José ... 364 VI,28| 28. Em tempos difíceis para a Igreja, Pio IX, desejando 365 I,3 | de sair daquela situação difícil para ele. Enquanto andava « 366 II,9 | quem considerar a coisa com diligente atenção parecerá que se 367 III,21| particular, a família, primeira dimensão da sua existência na terra. 368 II,6 | de José seguiu a mesma direcção, permaneceu totalmente determinada 369 II,11| 2, 21), exercitou um seu direito e dever em relação a Jesus.~ 370 III,20| dignidade singular e os seus direitos em relação a Jesus. «É certo 371 III,21| significado profundo as palavras dirigidas por Maria a Jesus, no templo, 372 II,13| Simeão disse, no seu cântico dirigido ao Senhor, indicando Jesus 373 III,18| torna-se «o Filho do homem».~Dirigindo-se a José com as palavras do 374 II,4 | depois da Anunciação, se dirigiu a casa de Zacarias para 375 VI,29| certamente, mas não anda disjunta da intercessão e do exemplo 376 VI,30| cf. Jo 15, 5), nunca está dispensada de uma humilde, mas condicional 377 II,14| apareceu, em sonho, a José e disse-lhe: "Levanta-te, toma o menino 378 I,2 | aquilo que o mensageiro dissera do nascimento do filho, 379 III,20| lugar eminente, a grande distância de todas as criaturas. Uma 380 V,27| Atendo-nos à conhecida distinção entre o amor da verdade ( 381 VI,30| em José, aquele que, se distingue pela execução fiel das ordens 382 II,8 | conformidade com um plano divinamente preestabelecido. A fórmula 383 V,26| disposição dos desígnios divinos a própria liberdade, a sua 384 II,7 | porque não se deu nenhum divórcio». (14)~Analisando a natureza 385 III,21| Santo que por meio da se doa ao homem, por certo ia descobrindo 386 III,18| Espírito Santo é a forma de doação que o próprio Deus espera 387 II,7 | nesta originária «Igreja doméstica», (19) que todas as famílias 388 III,21| substitutiva»; mas está dotada plenamente da autenticidade 389 II,15| templo, sentado no meio dos doutores, a ouvi-los e a fazer-lhes 390 III,18| o matrimónio constava de duas fases: primeiro, era celebrado 391 VI,29| encontram hoje submetidas a dura provação». (45) Para levar 392 IV,22| para as famílias humanas, é-o analogamente também o trabalho 393 V,27| mérito, quer por uma certa eficácia». (39)~Entre estas acções 394 V,27| humanidade de Cristo, instrumento eficaz da divindade para a santificação 395 | Elas 396 II,7 | termo de toda e qualquer eleição e predestinação (cf. Rom 397 III,19| nobres tradições do povo eleito, amava a Virgem de Nazaré 398 II,7 | corações» e no «consenso»; (15) elementos estes, que, naquele matrimónio, 399 VI,32| estabeleceu que lhe fosse elevada. É fora de dúvida, efectivamente, 400 III,17| de José tem uma especial eloquência: graças a tal atitude, pode 401 III,20| Mãe de Deus ocupa lugar eminente, a grande distância de todas 402 IV,24| no que cada pessoa deve empenhar-se, segundo o próprio estado, 403 II,8 | capacidades, no amor que empregou ao serviço do Messias germinado 404 II,7 | amor. (16) «Nesta grandiosa empresa da renovação de todas as 405 IV,24| humildes, que o Cristianismo enaltece para grandes destinos; ... 406 II,8 | 27) aquele que tem o encargo de prover ao inserimento « 407 I,3 | portanto, confiando-lhe os encargos de um pai terreno em relação 408 VI,30| encontramos o modelo da obediência encarnado, depois de Maria, precisamente 409 II,9 | Maria sua esposa, que se encontava grávida; e dado que Jesus 410 VI,29| tão prósperas», mas «se encontram hoje submetidas a dura provação». ( 411 VI,30| da Redenção humana, nós encontramos o modelo da obediência encarnado, 412 II,15| Depois de três dias, encontraram-no no templo, sentado no meio 413 III,19| Virgem de Nazaré e a ela se encontrava ligado por amor esponsal, 414 II,6 | voltado para o seio do Pai se encontre no Cenáculo do Pentecostes, 415 II,15| José, juntamente com Maria, encontrou-se, em certo sentido, no íntimo 416 V,27| Jesus em ordem às curas de enfermidades (cf., por exemplo, Mc 1, 417 II,4 | intenção de aprofundar o ensinamento do Concílio Vaticano II, 418 II,7 | berço da vida». (17)~Quantos ensinamentos promanam disto, ainda hoje, 419 V,25| daquilo que José «fez»; no entanto, permitem-nos auscultar 420 II,15| tal sorte que os dois «não entenderam as palavras que lhes disse». 421 IV,22| Jesus na casa de Nazaré é entendida também como participação 422 III,19| tenha as marcas da exclusiva entrega, da aliança das pessoas 423 II,4 | pela , o homem entrega-se total e livremente a Deus, 424 III,18| seu desejo virginal, de entregar-se a Deus de modo exclusivo 425 II,8 | acontecimentos e ritos entrelaçam-se de acordo com ordens divinas 426 | Entretanto 427 II,7 | por que as gerações são enumeradas segundo a genealogia de 428 I,2 | Jesus: «O anjo Gabriel foi enviado por Deus a uma cidade de 429 II,5 | dos tempos», quando «Deus enviou o seu Filho, nascido de 430 IV,22| carpinteiro. Esta simples palavra envolve toda a extensão da vida 431 II,10| seu filho primogénito, que envolveu em faixas e recostou numa 432 V,25| auscultar nas suas «acções», envolvidas pelo silêncio, um clima 433 Intro,1 | simultaneamente com Maria, envolvido na realidade do mesmo evento 434 IV,22| José carpinteiro. Na nossa época, a Igreja pôs em realce 435 | eram 436 VI,31| amantíssimo, esta peste de erros e de vícios..., assisti-nos 437 I,2 | significado deste momento, esboçando também a maneira como José 438 II,8 | mistérios da salvação», (23) esclarece também que ele «foi constituído 439 II,15| que é subtraído a este «escondimento» e é descrito pelo Evangelho 440 VI,29| e nações «onde — como eu escrevia na Exortação Apostólica 441 II,9 | parecerá que se expressa uma espécie de mistério no facto de 442 IV,22| trabalho. O texto evangélico especifica o tipo de trabalho, mediante 443 II,7 | todas as famílias devem espelhar-se. Nela, efectivamente, «por 444 III,18| doação que o próprio Deus espera da Virgem, «desposada» com 445 III,19| proximidade, a intensidade espiritual da união e do contacto entre 446 VI,30| antes de mais nada, para uma espontânea reflexão teológica sobre 447 VI,32| a cada um e a todos: aos esposos e aos pais, àqueles que 448 VI,29| onde ele foi transcurado ou esquecido, a Igreja precisa de uma 449 II,16| conformidade com os deveres estabelecidos para o pai.~No Sacrifício 450 VI,30| que transcende cada um dos estados de vida e se propõe a toda 451 Intro,1 | Papa Leão XIII (2) e na esteira da plurissecular veneração 452 II,6 | ou seja, antes que Maria esteja de pé junto à Cruz no Gólgota 453 V,25| carpinteiro na casa de Nazaré se estende o mesmo clima de silêncio, 454 I,2 | a potência do Altíssimo estenderá sobre ti a sua sombra. Por 455 | estes 456 I,2 | íntima e simultaneamente estimularam-na a reflectir. Então, o mensageiro 457 II,8 | Incarnação. Os Evangelistas estiveram muito atentos ao facto de 458 I,3 | Mt 1, 20-21).~Existe uma estreita analogia entre a «Anunciação» 459 III,20| Santíssima Virgem a José foi estreitado o vínculo conjugal, não 460 II,8 | preparada desde toda a eternidade para a missão de ser Mãe 461 Intro,1 | amor, em virtude do qual o eterno Pai «nos predestinou a sermos 462 II,16| para o pai.~No Sacrifício eucarístico a Igreja venera «a memória 463 II,7 | casal formado por Adão e Eva tinha sido a fonte do mal 464 VI,30| com autênticas virtudes evangélicas, como as que refulgem em 465 II,7 | Como se deduz dos textos evangélicos, o matrimónio com Maria 466 Intro,1 | envolvido na realidade do mesmo evento salvífico, e foi depositário 467 VI,32| Desejo vivamente que esta evocação da figura de São José renove 468 II,15| com doze anos de idade, evocou exactamente este mistério: « 469 Intro,1 | nenhuma outra pessoa humana, à excepção de Maria, a Mãe do Verbo 470 III,19| belo e tenha as marcas da exclusiva entrega, da aliança das 471 III,18| entregar-se a Deus de modo exclusivo e total, precisamente tornando-se 472 VI,30| aquele que, se distingue pela execução fiel das ordens de Deus.~ 473 II,16| trabalho, que ele próprio executava ao lado de José.~ 474 II,8 | missão de Jesus, mediante o exercicio da sua paternidade: desse 475 V,26| serviço, não é mais do que o exercício da devoção, que constitui 476 V,27| e a influência por ele exercida sobre João Baptista, quando 477 IV,22| trabalho, junto do qual exercitava o próprio ofício juntamente 478 II,11| cerimónia (cf. Lc 2, 21), exercitou um seu direito e dever em 479 IV,23| trabalho na vida do homem exige que se conheçam e assimilem 480 I,3 | pecados"» (Mt 1, 20-21).~Existe uma estreita analogia entre 481 III,18| vínculo esponsal, que já existia antes entre José e Maria. 482 II,14| tinha tomado o caminho do êxodo «da condição de escravidão» 483 VI,29| onde — como eu escrevia na Exortação Apostólica Christifideles 484 II,7 | constitui o vértice, do qual se expande por toda a terra a santidade. 485 V,27| podemos dizer que José fez a experiência quer do amor da verdade, 486 II,8 | coração de um pai possa experimentar». (26)~Com a autoridade 487 III,18| Santo» (Mt 1, 20). Elas explicam o mistério da esposa de 488 I,2 | 1, 18) e serve-nos para explicar o que lemos neste último. 489 I,2 | descrição mais ampla e mais explícita naquilo que lemos em São 490 I,2 | natureza destes esponsais é explicitada, indirectamente, quando 491 VI,28| confiança? O Papa Leão XIII expõe-nos assim: «As razões pelas 492 I,3 | sendo justo e não a querendo expor à infâmia, resolveu desvincular-se 493 II,8 | Evangelhos acha-se claramente exposto o múnus paterno de José 494 II,8 | salvação». A sua paternidade expressou-se concretamente «em ter feito 495 II,10| Deus ao mundo. São Lucas exprime-se assim: «Enquanto eles ali ( 496 II,7 | esponsal de si» acolhendo e exprimindo um tal amor. (16) «Nesta 497 III,20| virgindade são os dois modos de exprimir e de viver o único Mistério 498 IV,22| simples palavra envolve toda a extensão da vida de José. Para Jesus 499 II,10| primogénito, que envolveu em faixas e recostou numa mangedoura, 500 V,25| desta figura. Os Evangelhos falam exclusivamente daquilo que


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