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| Ioannes Paulus PP. II Redemptoris Custos IntraText - Concordâncias (Hapax Legomena) |
negrito = Texto principal
Capítulo, parágrafo cinza = comentário
501 II,15| de viagem deram pela sua falta; e começaram a procurá-lo «
502 II,7 | 13) Neste matrimónio não faltou nenhum dos requisitos que
503 II,5 | Maria - ele participa nesta fase culminante da auto-revelação
504 III,18| matrimónio constava de duas fases: primeiro, era celebrado
505 II,13| salvação preparada por Deus em favor de todos os povos» e «luz
506 II,8 | realiza-se nos gestos que fazem parte do quotidiano da vida
507 III,20| para com a Mãe de Deus, fazendo-lhe «dom esponsal de si». Muito
508 II,15| doutores, a ouvi-los e a fazer-lhes perguntas. Todos os que
509 VI,31| Encíclica Quamquam pluries fazia apelo para aquele «amor
510 V,26| legítima vocação humana e a felicidade conjugal, aceitando a condição,
511 Intro,1 | recorrerá a São José com maior fervor e invocará confiadamente
512 II,15| revestido de carne: «O Verbo fez-se carne e habitou entre nós» (
513 II,14| mãe e foge para o Egipto e fica lá até eu te avisar, porque
514 II,15| perguntas. Todos os que o ouviam ficavam admirados da sua inteligência
515 VI,28| por Deus a este seu servo fidelíssimo, «a Igreja, depois da Virgem
516 II,8 | Incarnação, as «promessas» e as «figuras» do Antigo Testamento tornam-se «
517 II,5 | recebêssemos a adopção de fihos» (Gál 4, 4-5). «Aprouve
518 V,27| importância do contacto físico com Jesus em ordem às curas
519 IV,22| litúrgica de São José Operário, fixada no primeiro de maio. O trabalho
520 II,14| toma o menino e sua mãe e foge para o Egipto e fica lá
521 VI,32| que lhe fosse elevada. É fora de dúvida, efectivamente,
522 VI,30| comunidade cristã, sejam quais forem a condição e as tarefas
523 III,21| verdadeira família humana, formada pelo mistério divino. Nela,
524 II,8 | divinamente preestabelecido. A fórmula muitas vezes repetida: «
525 II,9 | viessem a acreditar nele, fossem depois inscritos no céu,
526 V,27| pascal; mas não deixam de frisar bem a importância do contacto
527 II,16| São José, que tinha a alta função de o «criar»; ou seja, de
528 II,7 | vez que «a essência e as funções da família se definem, em
529 VI,30| Divina Revelação, a atitude fundamental de toda a Igreja deve ser
530 Intro,1 | na sua caminhada para o futuro juntamente com toda a humanidade,
531 I,2 | nascimento de Jesus: «O anjo Gabriel foi enviado por Deus a uma
532 II,5 | recebêssemos a adopção de fihos» (Gál 4, 4-5). «Aprouve a Deus —
533 III,20| testemunha da sua virgindade e garante da sua honestidade, mas
534 II,11| circuncisão era sinal (cf. Gén 17, 13), obteve em Jesus
535 II,7 | são enumeradas segundo a genealogia de José: «E porque não o
536 II,9 | facto de Jesus pertencer ao género humano, homem entre os homens,
537 III,20| José exprime o seu amor generoso para com a Mãe de Deus,
538 II,8 | empregou ao serviço do Messias germinado na sua casa». (22)~A Liturgia,
539 II,10| completaram-se para ela os dias da gestação. E deu à luz o seu filho
540 VI,28| estava a levar a efeito um gesto peregrino, porque, em virtude
541 II,16| Igreja venera «a memória da gloriosa sempre Virgem Maria ...
542 II,6 | esteja de pé junto à Cruz no Gólgota e antes que Ela - tendo
543 III,20| conjugal, na sua excelsa grandeza. (33)~
544 II,7 | um tal amor. (16) «Nesta grandiosa empresa da renovação de
545 II,7 | é confiada a missão de guardar, revelar e comunicar o amor,
546 II,8 | servo fiel e prudente, guardasse com paterna solicitude o
547 I,2 | desposada com José, antes de habitarem juntos, achou-se que tinha
548 | haver
549 II,11| sombra da realidade (cf. Hebr 9, 9 s.; 10, 1), explica
550 III,18| Segundo o costume do povo hebraico, o matrimónio constava de
551 VI,31| divina Família, a preciosa herança que Jesus Cristo adquiriu
552 III,21| uma consequência da união hipostática: humanidade assumida na
553 II,7 | No momento culminante da história da salvação, quando Deus
554 II,9 | teológico inerente a este facto histórico, que não é nada marginal: «
555 II,10| foi testemunha também da homenagem dos Magos, vindos do Oriente (
556 III,20| virgindade e garante da sua honestidade, mas também para que ele
557 II,10| havia lugar para eles na hospedaria» (Lc 2, 6-7).~José foi testemunha
558 | houve
559 IV,24| São José é o modelo dos humildes, que o Cristianismo enaltece
560 II,10| em condições humanamente humilhantes, primeiro anúncio daquele «
561 I | I ~O CONTEXTO EVANGÉLICO~
562 III,21| doa ao homem, por certo ia descobrindo cada vez mais
563 V,27| tem em José uma superação ideal, possível para quem possui
564 Intro,1 | continuamente a própria identidade, no âmbito deste desígnio
565 III | III~O HOMEM JUSTO - O ESPOSO~
566 II,13| todos os povos» e «luz para iluminar as nações e glória de Israel,
567 VI,31| de caridade que o uniu à imaculada Virgem Mãe de Deus», e recomenda-lhe
568 III,18| Evangelhos põem diante de nós a imagem do esposo e da esposa. Segundo
569 V,26| decisões, como foi a de colocar imediatamente à disposição dos desígnios
570 VI,31| foi recordado mais acima — implora a protecção de São José, «
571 II,8 | missão: «Ele entre todos, impõe-se pela sua sublime dignidade,
572 II,7 | Santo. E é-lhe mandado que imponha o nome ao menino, se bem
573 II,8 | desempenhar adequadamente, importa reconhecer que José teve
574 III,17| está contido um dos mais importantes testemunhos acerca do homem
575 II,12| A IMPOSIÇÃO DO NOME~12. José deu ao
576 V,27| almas mais sensíveis aos impulsos do amor divino vêem em José
577 II,13| por São Lucas (2, 22 ss.), incluía o resgate do primogénito
578 III,18| desposada» com José está incluído no mesmo desígnio de Deus.
579 V,26| família e renunciando, por um incomparável amor virgíneo, ao natural
580 VI,31| se refere às ameaças que incumbem sobre a família humana.~
581 III,18| desígnio de Deus. Isso é indicado por ambos os Evangelistas
582 II,13| cântico dirigido ao Senhor, indicando Jesus como «a salvação preparada
583 VI,32| Jesus Cristo. Que ele nos indique os caminhos desta Aliança
584 I,2 | esponsais é explicitada, indirectamente, quando Maria, depois de
585 II,6 | constituem uma unidade organica e indissolúvel, na qual a «economia da
586 II,7 | constantemente na «união indivisível dos animos», na «união dos
587 II,4 | Filho até à Cruz», (5) «indo adiante» (6) de todos aqueles
588 I,3 | e não a querendo expor à infâmia, resolveu desvincular-se
589 V,27| por exemplo, Mc 1, 41) e a influência por ele exercida sobre João
590 II,14| condição de escravidão» para iniciar a Antiga Aliança, assim
591 II,4 | fé, seguem Cristo.~Ora ao iniciar-se esta peregrinação, a fé
592 II,7 | santidade. O Salvador deu início à obra da salvação com esta
593 VI,31| Recordando que Deus confiou os inícios da nossa Redenção à guarda
594 VI,31| Igreja de Deus das ciladas do inimigo e de todas as adversidades». (
595 I,3 | resposta para essa interrogação inquietante; mas procurava, sobretudo,
596 II,9 | registo do império. Essa inscrição manifesta de modo bem claro
597 II,9 | todos podia santificar; inscrito com toda a terra no recenseamento,
598 II,9 | acreditar nele, fossem depois inscritos no céu, com os Santos d'
599 II,8 | missão redentora com o mesmo inseparavelmente ligada; em ter usado da
600 III,21| de Nazaré, directamente inserida no mistério da Incarnação,
601 II,6 | perpétuo da Redenção, fosse inserido o nome dele, ao lado do
602 II,8 | tem o encargo de prover ao inserimento «ordenado» do Filho de Deus
603 II,9 | importante e significativa de inserir oficialmente o nome de «
604 VI,30| confiança no seu exemplo insigne, um exemplo que transcende
605 III,17| tirando do tesouro desta insígne figura «coisas novas e coisas
606 V,26| motivação adequada na «sua insondável vida interior, da qual lhe
607 Intro,1 | sua esposa» (Mt 1, 24).~Inspirando-se no Evangelho, os Padres
608 II,9 | mundo, sujeito às leis e instituições civis, mas também «Salvador
609 II,16| de alimentar, vestir e instruir Jesus na Lei e num ofício,
610 V,27| da humanidade de Cristo, instrumento eficaz da divindade para
611 V,26| José fez da sua existência inteira, às exigências da vinda
612 II,4 | Mater, com a qual tive a intenção de aprofundar o ensinamento
613 III,19| profundeza desta proximidade, a intensidade espiritual da união e do
614 Intro,1 | adoptados como filhos, por intermédio de Jesus Cristo» (Ef 1,
615 I,3 | uma resposta para essa interrogação inquietante; mas procurava,
616 I,2 | em Maria uma perturbação íntima e simultaneamente estimularam-na
617 II,6 | meio de acções e palavras, intimamente relacionadas entre si». (
618 V,27| tinha posto na sua maior intimidade: Maria, sua Mãe, e José,
619 Intro | INTRODUÇÃO~
620 I,3 | Lucas. O mensageiro divino introduz José no mistério da maternidade
621 III,18| período, é que o esposo introduzia a esposa na própria casa.
622 VI,32| Antiga Aliança, foi também introduzido no «princípio» da nova e
623 II,7 | sido a fonte do mal que inundou o mundo, o casal formado
624 VI,30| colaboração. Além disso, a Igreja invoca-o como protector, por um desejo
625 VI,29| Este patrocínio deve ser invocado e continua sempre a ser
626 VI,30| Papa Paulo VI exortava a invocar o seu patrocínio, «como
627 Intro,1 | José com maior fervor e invocará confiadamente o seu patrocínio,
628 II,5 | Calvário e do Pentecostes, irá adiante, de maneira perfeita. (
629 Intro,1 | vossa consideração, amados Irmãos e Irmãs, algumas reflexões
630 Intro,1 | consideração, amados Irmãos e Irmãs, algumas reflexões sobre
631 I,3 | era bem conhecido entre os Israelitas; e, por vezes, era por eles
632 IV | IV~O TRABALHO EXPRESSÃO DO
633 VI,28| difíceis para a Igreja, Pio IX, desejando confiá-la à especial
634 II,15| participou nesta festa, como um jovem peregrino, juntamente com
635 II,10| ter levado esta grande e jubilosa notícia (cf. Lc 2, 15-16);
636 Intro,1 | e se dedicou com empenho jubiloso à educação de Jesus Cristo, (
637 II,5 | que se encontravam sob o jugo da lei e para que recebêssemos
638 III,17| perfeitamente a verdade contida no juízo que dele nos dá o Evangelho:
639 I,2 | José, antes de habitarem juntos, achou-se que tinha concebido
640 II,7 | matrimónio que depende, juridicamente, a paternidade de José.
641 II,7 | com Maria é o fundamento jurídico da paternidade de José.
642 V,27| singularíssima relação? Justamente, pois, as almas mais sensíveis
643 VI,31| pelas vias da santidade e da justiça, amparados pelo exemplo
644 | lá
645 IV,23| parte notável a virtude da laboriosidade, dado que «o trabalho é
646 VI,29| Apostólica Christifideles laici — a religião e a vida cristã
647 III,17| decurso das gerações a Igreja lê, de maneira cada vez mais
648 VI,28| José foi a seu tempo legítimo e natural guardião, chefe
649 III,17| 19).~É necessário saber ler bem esta verdade, porque
650 V,27| vida entre José e Jesus leva-nos a considerar ainda o mistério
651 II,10| depois de um anjo lhes ter levado esta grande e jubilosa notícia (
652 II,14| sonho, a José e disse-lhe: "Levanta-te, toma o menino e sua mãe
653 VI,29| perigos, que continuamente se levantam, mas também e sobretudo
654 II,12| menino, na ocasião em que o levaram a circuncidar, o nome de
655 III,19| Nazaré e a ela se encontrava ligado por amor esponsal, é novamente
656 V,26| própria das almas simples e límpidas, das grandes decisões, como
657 IV,22| mesmo, também com a memória litúrgica de São José Operário, fixada
658 VI,31| e assim como outrora livrastes da morte a vida ameaçada
659 II,9 | todos os homens da terra no livro dos vivos, para que quantos
660 V,26| dela lhe decorrem também a lógica e a força, própria das almas
661 | Logo
662 II,9 | RECENSEAMENTO~9. Quando José foi de longada até Belém, para o recenseamento,
663 II,7 | viveu escondido durante longos anos o Filho de Deus: ela
664 VI,28| grande honra e cumulou de louvores o Bem-aventurado José e,
665 II,8 | Testamento tornam-se «realidade»: lugares, pessoas, acontecimentos
666 V,27| vêem em José um exemplo luminoso de vida interior.~Mais ainda,
667 VI,31| propício, do céu, nesta luta contra o poder das trevas ...;
668 IV,22| Operário, fixada no primeiro de maio. O trabalho humano, em particular
669 VI,32| tesouros mais preciosos e maiores», (50) aprendamos com ele,
670 II,7 | Eva tinha sido a fonte do mal que inundou o mundo, o casal
671 II,7 | Espírito Santo. E é-lhe mandado que imponha o nome ao menino,
672 II,14| quando os Magos partiram, ele mandou «matar todos os meninos
673 II,10| em faixas e recostou numa mangedoura, porque não havia lugar
674 I,2 | dos dias e das semanas , manifesta-se, diante das pessoas que
675 II,6 | do Pentecostes, no dia da manifestação ao mundo da Igreja, nascida
676 II,7 | da salvação, quando Deus manifestou o seu amor pela humanidade,
677 II,8 | Filho de Deus no mundo, mantendo o respeito pelas disposições
678 III,20| ordem expressa do anjo ele manteve-a consigo e respeitou a sua
679 IV,22| em particular o trabalho manual, tem no Evangelho uma acentuação
680 VI,32| do trabalho das próprias mãos e de todo e qualquer outro
681 III,19| digno e belo e tenha as marcas da exclusiva entrega, da
682 II,9 | histórico, que não é nada marginal: «Dado que o primeiro recenseamento
683 II,6 | dos Sumos Pontífices e dos Mártires. (11)~
684 II,14| Mt 2, 16). Deste modo, matando todas as crianças, queria
685 II,4 | da Encíclica Redemptoris Mater, com a qual tive a intenção
686 V,27| ambos estavam ainda no seio materno (cf. Lc 1, 41-44).~O testemunho
687 II,7 | José, em virtude do vínculo matrimonial que os une: «Por motivo
688 III,20| a comunidade e a amizade máxima a que, por sua natureza,
689 V,27| enfermidades (cf., por exemplo, Mc 1, 41) e a influência por
690 | me
691 III,19| poderia esperar, segundo a medida do próprio coração humano.~
692 II,6 | Canone romano da Missa, memorial perpétuo da Redenção, fosse
693 II,14| ele mandou «matar todos os meninos que havia em Belém e em
694 | menos
695 II,7 | outra coisa por meio da mente e não da carne». (13) Neste
696 II,7 | daquele matrimónio fiel, ambos mereceram ser chamados pais de Cristo,
697 V,27| graça, quer em razão do mérito, quer por uma certa eficácia». (
698 II,15| preparou para a sua missão messiânica. Há um só momento que é
699 VI,32| José se torne para todos um mestre singular no serviço da missão
700 II,8 | transmitidas mediante o ministério dos anjos e recebidas por
701 II,6 | que no Canone romano da Missa, memorial perpétuo da Redenção,
702 II,8 | aurora dos novos tempos, os mistérios da salvação», (23) esclarece
703 II,7 | efectivamente, «por um misterioso desígnio divino, viveu escondido
704 Intro,1 | guarda e protege o seu Corpo místico, a Igreja, da qual a Virgem
705 III,20| a virgindade são os dois modos de exprimir e de viver o
706 III,21| em seguida, quando ela morava em Nazaré. A Igreja rodeia
707 II,7 | sémen de José; e porque ele mostra preocupação quanto à origem
708 V,26| própria casa, encontra a motivação adequada na «sua insondável
709 | muitas
710 VI,28| por sua vez, deve esperar muitíssimo da sua protecção e do seu
711 II,15| Por que me procuráveis? Nao sabíeis que eu devo encontrar-me
712 | Naqueles
713 I,2 | mais ampla e mais explícita naquilo que lemos em São Lucas sobre
714 V,27| transcurou — como já se viu — a narração do nascimento de Jesus,
715 II,10| acorreram ao lugar onde Jesus nascera, depois de um anjo lhes
716 II,7 | Escritura sabe que Jesus não nasceu do sémen de José; e porque
717 II,6 | manifestação ao mundo da Igreja, nascida pelo poder do Espírito da
718 IV,24| seguidores de Cristo não se necessitam «grandes coisas», mas requerem-se
719 V,27| e as exigências do amor (necessitat caritatis), podemos dizer
720 | nenhuma
721 | nestes
722 | ninguém
723 III,18| sobretudo as características bem nítidas do esposo. O Evangelista
724 VI,30| humilde, mas condicional e nobilitante colaboração. Além disso,
725 III,19| segundo o espírito das mais nobres tradições do povo eleito,
726 III,19| palavras da «anunciação» nocturna, José escuta não apenas
727 IV,23| em graça» teve uma parte notável a virtude da laboriosidade,
728 II,10| levado esta grande e jubilosa notícia (cf. Lc 2, 15-16); mais
729 III,17| desta insígne figura «coisas novas e coisas velhas» (Mt 13,
730 II,8 | São José, na aurora dos novos tempos, os mistérios da
731 I,2 | palavras está contido o núcleo central da verdade bíblica
732 | num
733 VI,31| dias de hoje, temos ainda numerosos motivos para rezar da mesma
734 | nunca
735 II,8 | fosse submisso a José, lhe obedecesse e lhe prestasse aquela honra
736 III,19| vida (cf. Jo 6, 63). José, obediente ao Espírito, encontra precisamente
737 II,8 | famíliar na sobre-humana oblação de si, do seu coração e
738 II,4 | a Deus, prestando-lhe "o obséquio pleno da inteligência e
739 II,9 | para o recenseamento, em observância das disposições da autoridade
740 III,20| afastar-se, para não ser obstáculo ao plano de Deus que nela
741 VI,32| Incarnação do Verbo.~Que São José obtenha para a Igreja e para o mundo,
742 VI,31| mundo católico a rezar para obter a protecção de São José,
743 II,11| sinal (cf. Gén 17, 13), obteve em Jesus o seu pleno efeito
744 V,25| São José na cristiandade ocidental.~
745 II,10| 7).~José foi testemunha ocular deste nascimento, que se
746 III,20| virtude da qual a Mãe de Deus ocupa lugar eminente, a grande
747 II,9 | no recenseamento, à terra oferecia a comunhão consigo; e, depois
748 II,9 | significativa de inserir oficialmente o nome de «Jesus, filho
749 II,15| procedeste assim connosco? Olha que teu pai e eu andávamos
750 II,16| da Sagrada Família, sob o olhar de São José, que tinha a
751 II,7 | manifesta a sua vontade omnipotente de purificar e santificar
752 IV,22| memória litúrgica de São José Operário, fixada no primeiro de maio.
753 II,8 | divina, foi guardião e, na opinião dos homens, pai do Filho
754 II,6 | Redenção constituem uma unidade organica e indissolúvel, na qual
755 II,9 | também «Salvador do mundo». Orígenes descreveu bem o significado
756 II,7 | na Sagrada Família, nesta originária «Igreja doméstica», (19)
757 | outros
758 III,19| vocação da sua esposa, mas ouve novamente também a verdade
759 II,15| no meio dos doutores, a ouvi-los e a fazer-lhes perguntas.
760 II,15| perguntas. Todos os que o ouviam ficavam admirados da sua
761 III,20| participasse, mediante o pacto conjugal, na sua excelsa
762 VI,29| a nova evangelização dos países e nações «onde — como eu
763 II,16| fiéis deviam comer como Pão de vida eterna». (30) ~Por
764 I,2 | ter presente a passagem paralela do Evangelho de São Lucas.
765 II,9 | coisa com diligente atenção parecerá que se expressa uma espécie
766 II,4 | para visitar Isabel sua parente, ouviu, precisamente quando
767 II,15| começaram a procurá-lo «entre os parentes e conhecidos ... Depois
768 II,5 | Espírito Santo e se tornam participantes da natureza divina (cf.
769 IV,23| Criador e Redentor, e a participarem nos seus desígnios salvíficos
770 III,20| mas também para que ele participasse, mediante o pacto conjugal,
771 V,27| salvíficos, porque todos participavam da mesma fonte de amor:
772 II,14| 2, 2). E quando os Magos partiram, ele mandou «matar todos
773 II,14| Depois de eles (os Magos) partirem, eis que um anjo do Senhor
774 V,27| dizem respeito ao mistério pascal; mas não deixam de frisar
775 II,15| Evangelho de São Lucas: a Páscoa de Jerusalém, quando Jesus
776 III,18| matrimónio); e depois, só passado um certo período, é que
777 II,15| E eis o que aconteceu: «Passados aqueles dias (da festa),
778 I,2 | importante ter presente a passagem paralela do Evangelho de
779 III,17| momento da Anunciação; ao passo que José - como já foi dito -
780 II,14| Jesus de Belém a Nazaré passou pelo Egipto. Assim como
781 Intro,1 | alegria cumprir este dever pastoral, no intuito de que cresça
782 II,10| testemunha da adoração dos pastores, que acorreram ao lugar
783 VI,28| especial protecção do Santo Patriarca José, declarou-o «Patrono
784 VI,32| justo, que trazia em si o património da Antiga Aliança, foi também
785 VI,30| das ordens de Deus.~O Papa Paulo VI exortava a invocar o
786 II,6 | antes que Maria esteja de pé junto à Cruz no Gólgota
787 I,3 | ordem àquilo que Deus lhe pedia por meio do seu mensageiro.~
788 VI,32| Dado em Roma, junto de São Pedro, a 15 de Agosto - solenidade
789 | pelos
790 II,4 | palavras constituíram o pensamento-guia da Encíclica Redemptoris
791 II,15| que as pessoas diziam e pensavam: Jesus, «como se supunha,
792 II,15| das tantas famílias desta pequena cidade de Galileia, uma
793 I,3 | sabia como comportar-se perante a «surpreendente» maternidade
794 VI,31| ainda temos motivos que perduram para recomendar todos e
795 VI,32| Milénio, durante o qual deve perdurar e desenvolver-se ulteriormente
796 V,27| possível para quem possui a perfeição da caridade. Atendo-nos
797 II,5 | irá adiante, de maneira perfeita. (9)~
798 III,19| 5), forma do modo mais perfeito todo o amor humano? Ele
799 V,25| desvenda de maneira especial o perfil interior desta figura. Os
800 II,7 | porque não o deviam ser - pergunta-se Santo Agostinho - através
801 III,18| exclusivamente a Deus. Poder-se-ia perguntar de que modo este desejo
802 II,15| ouvi-los e a fazer-lhes perguntas. Todos os que o ouviam ficavam
803 VI,29| apenas para a defender dos perigos, que continuamente se levantam,
804 I,3 | a lei, é a sua «esposa», permanecendo virgem, tornou-se mãe pela
805 I,2 | já «desposada» com José, permanecerá virgem, pois o menino, nela
806 V,25| José «fez»; no entanto, permitem-nos auscultar nas suas «acções»,
807 Intro,1 | Maria no mistério divino permitirá à Igreja, na sua caminhada
808 II,6 | romano da Missa, memorial perpétuo da Redenção, fosse inserido
809 II,9 | os Santos d'Aquele a quem pertencem a glória e o império pelos
810 | perto
811 I,2 | provocaram em Maria uma perturbação íntima e simultaneamente
812 V,26| a responsabilidade e o peso da família e renunciando,
813 VI,31| ó pai amantíssimo, esta peste de erros e de vícios...,
814 VI,28| difíceis para a Igreja, Pio IX, desejando confiá-la
815 II,7 | em que se realizou com plena «liberdade» o «dom esponsal
816 Intro,1 | XIII (2) e na esteira da plurissecular veneração para com São José,
817 III,21| Sagrada Família; primeiro, na pobreza de Belém, depois, durante
818 V,27| necessitat caritatis), podemos dizer que José fez a experiência
819 III,18| mesma exclusivamente a Deus. Poder-se-ia perguntar de que modo este
820 III,19| que aquele «homem justo» poderia esperar, segundo a medida
821 II,13| do resgate.~O Evangelista põe em relevo que «o pai e a
822 III,18| Ef 3, 9), os Evangelhos põem diante de nós a imagem do
823 VI,32| de 1989, undécimo ano de Pontificado.~ ~
824 VI,28| católica». (42) Esse Sumo Pontífice sabia que não estava a levar
825 II,6 | dos Apóstolos, dos Sumos Pontífices e dos Mártires. (11)~
826 I,2 | do Espírito Santo.~Neste ponto o texto de São Lucas coincide
827 II,12| sua «anunciação»: E tu «por-lhe-ás o nome de Jesus; porque
828 IV,22| Na nossa época, a Igreja pôs em realce isto mesmo, também
829 II,8 | que o coração de um pai possa experimentar». (26)~Com
830 I,2 | obra do Espírito Santo» - posta em relação com o versículo
831 II,13| projecta luz sobre o episódio posterior da permanência de Jesus
832 I,2 | Santo descerá sobre ti e a potência do Altíssimo estenderá sobre
833 | poucas
834 II,13| Deus em favor de todos os povos» e «luz para iluminar as
835 VI,31| guarda da divina Família, a preciosa herança que Jesus Cristo
836 VI,29| transcurado ou esquecido, a Igreja precisa de uma particular «força
837 II,8 | acordo com ordens divinas bem precisas, transmitidas mediante o
838 II,13| Jesus, que é o verdadeiro «preço» do resgate (cf. 1 Cor 6,
839 VI,32| há um século atrás, o meu Predecessor estabeleceu que lhe fosse
840 II,7 | toda e qualquer eleição e predestinação (cf. Rom 8, 28-29) — passa
841 Intro,1 | do qual o eterno Pai «nos predestinou a sermos adoptados como
842 II,8 | com um plano divinamente preestabelecido. A fórmula muitas vezes
843 VI,28| no meio das angústias, de preferência foi a ele que recorreu». (
844 II,7 | José; e porque ele mostra preocupação quanto à origem da gravidez
845 II,15| durante o qual Jesus se preparou para a sua missão messiânica.
846 I,2 | contexto, é importante ter presente a passagem paralela do Evangelho
847 II,7 | matrimónio a virgindade foi preservada (cf. Mt 1, 18-25; Lc 1,
848 III,20| dignidade do matrimónio, mas pressupõem-na e confirmam-na. O matrimónio
849 II,4 | total e livremente a Deus, prestando-lhe "o obséquio pleno da inteligência
850 II,8 | José, lhe obedecesse e lhe prestasse aquela honra e aquela reverência,
851 V | V~O PRIMADO DA VIDA INTERIOR~
852 Intro,1 | Padres da Igreja, desde os primeiros séculos, puseram em relevo
853 VI,28| do seu patrocínio, provêm principalmente do facto de ele ser esposo
854 II,8 | humanas. Toda a chamada vida «privada» ou «oculta» de Jesus foi
855 II,10| de Belém, qual testemunha privilegiada da vinda do Filho de Deus
856 V,27| estas acções os Evangelistas privilegiam aquelas que dizem respeito
857 II,5 | fé da Mãe de Deus e que, procedendo deste modo, ele dá apoio
858 II,15| pergunta: «Filho, por que procedeste assim connosco? Olha que
859 II,12| pronunciando esse nome, proclamou a missão deste menino, de
860 II,15| sua falta; e começaram a procurá-lo «entre os parentes e conhecidos ...
861 II,14| avisar, porque Herodes está a procurar o menino para o matar"» (
862 II,15| respondido: «Por que me procuráveis? Nao sabíeis que eu devo
863 VI,32| O Concílio Vaticano II procurou sensibilizar-nos novamente
864 V,27| foram salutares para nós, produzindo em nós a graça, quer em
865 III,17| como já foi dito - não proferiu palavra alguma, aquando
866 II,7 | por um lado é importante professar a concepção virginal de
867 III,19| proximidade esponsal. A profundeza desta proximidade, a intensidade
868 V,27| como chegar a conhecer as profundezas desta singularíssima relação?
869 III,19| dos cônjuges, nele dando profundidade a tudo aquilo que seja humanamente
870 II,13| resgate do primogénito e projecta luz sobre o episódio posterior
871 II,8 | unidade e a continuidade do projecto, que tem o seu «cumprimento»
872 II,7 | 17)~Quantos ensinamentos promanam disto, ainda hoje, para
873 I,3 | um Filho que - segundo a promessa divina - realizará plenamente
874 V,25| contemplativo, se tornou promotora da renovação do culto de
875 V,26| submissão a Deus, que é prontidão de vontade para se dedicar
876 III,18| desposada» com José. E Maria pronuncia o seu fiat (faça-se).~O
877 III,17| primeiro fiat (faça-se) pronunciado no momento da Anunciação;
878 II,12| legal em relação a Jesus; e, pronunciando esse nome, proclamou a missão
879 VI,31| de vícios..., assisti-nos propício, do céu, nesta luta contra
880 VI,30| dos estados de vida e se propõe a toda a comunidade cristã,
881 II,13| pertencer a Deus. Também a propósito disto, Jesus, que é o verdadeiro «
882 IV,24| próprio estado, e que pode ser proposta apontando para um modelo
883 VI,32| que vivem do trabalho das próprias mãos e de todo e qualquer
884 II,8 | que os filhos devem aos próprios pais». (25)~E uma vez que
885 VI,29| cristã foram em tempos tão prósperas», mas «se encontram hoje
886 VI,30| a Igreja invoca-o como protector, por um desejo profundo
887 Intro,1 | 1) assim também guarda e protege o seu Corpo místico, a Igreja,
888 Intro,1 | 1. CHAMADO A PROTEGER O Redentor, «José fez como
889 II,7 | ela constitui, portanto, o protótipo e o exemplo de todas as
890 IV,24| grandes destinos; ... é a prova de que para ser bons e autênticos
891 VI,29| encontram hoje submetidas a dura provação». (45) Para levar o primeiro
892 II,7 | gravidez dela (Maria), é dito: provém do Espírito Santo. E todavia
893 II,4 | ele aceitou como verdade proveniente de Deus o que ela já tinha
894 II,8 | aquele que tem o encargo de prover ao inserimento «ordenado»
895 II,14| importante, para o qual a Providência divina de novo recorre a
896 II,14| e cooperador do mistério providencial de Deus, também no exílio
897 VI,31| recomendava-lhe, a ele «próvido guarda da divina Família,
898 I,2 | está contigo» (Lc 1, 28) provocaram em Maria uma perturbação
899 VI,32| Aliança salvífica no limiar do próximo Milénio, durante o qual
900 II,8 | para que, servo fiel e prudente, guardasse com paterna solicitude
901 Intro,1 | modelo.~No centenário da publicação da Carta Encíclica Quamquam
902 VI,31| dê a mesma fidelidade e pureza de coração que animaram
903 II,7 | matrimónio, também ele renovado e purificado, torna-se uma realidade
904 II,7 | sua vontade omnipotente de purificar e santificar a família,
905 II,4 | esposa». Isto que ele fez é purissima «obediência da fé» (cf.
906 Intro,1 | desde os primeiros séculos, puseram em relevo que São José,
907 II,8 | sublime não correspondessem as qualidades requeridas para a desempenhar
908 I,3 | esposo, sendo justo e não a querendo expor à infâmia, resolveu
909 II,14| matando todas as crianças, queria matar aquele recém-nascido «
910 V,25| contemplação. José estava quotidianamente em contacto com o mistério «
911 II,8 | gestos que fazem parte do quotidiano da vida famíliar, respeitando
912 VI,28| XIII expõe-nos assim: «As razões pelas quais o Bem-aventurado
913 II,8 | 24) O Papa Leão XIII realça a sublimidade desta missão: «
914 IV,22| nossa época, a Igreja pôs em realce isto mesmo, também com a
915 II,6 | economia da Revelação se realiza por meio de acções e palavras,
916 II,8 | da humanidade de Jesus, realiza-se nos gestos que fazem parte
917 II,11| pleno efeito e a sua cabal realização, sendo Jesus o «sim» de
918 II,7 | Naqueles pais de Cristo realizaram-se todos os bens das núpcias:
919 II,15| próprio Jesus no templo devia reavivar na consciência do «suposto
920 II,5 | o jugo da lei e para que recebêssemos a adopção de fihos» (Gál
921 II,8 | o ministério dos anjos e recebidas por criaturas particularmente
922 II,14| corte. Então José, tendo recebido o aviso em sonho, «de noite,
923 I,2 | seu respeito: «Não tenhas receio, Maria, pois achaste graça
924 II,14| crianças, queria matar aquele recém-nascido «rei dos Judeus», de quem
925 II,9 | toda a terra, devesse ser recenseado também Cristo. Dessa maneira,
926 II,9 | depois desta declaração, recenseava consigo todos os homens
927 VI,31| imaculada Virgem Mãe de Deus», e recomenda-lhe todas as suas solicitudes,
928 VI,32| particularmente ministro. Recomendando-nos, pois, à protecção daquele
929 VI,31| motivos que perduram para recomendar todos e cada um dos homens
930 VI,31| dedicava ao Menino Jesus» e recomendava-lhe, a ele «próvido guarda da
931 II,8 | desempenhar adequadamente, importa reconhecer que José teve em relação
932 VI,31| então, a Igreja — como foi recordado mais acima — implora a protecção
933 VI,31| estas exigências em oração. Recordando que Deus confiou os inícios
934 II,8 | casa». (22)~A Liturgia, ao recordar que foram confiados «à solícita
935 II,14| Providência divina de novo recorre a José. Aí lemos: «Depois
936 Intro,1 | todo o povo cristão não só recorrerá a São José com maior fervor
937 VI,28| preferência foi a ele que recorreu». (43)~Quais são os motivos
938 II,10| que envolveu em faixas e recostou numa mangedoura, porque
939 II,4 | pensamento-guia da Encíclica Redemptoris Mater, com a qual tive a
940 II,8 | da Incarnação e à missão redentora com o mesmo inseparavelmente
941 IV,22| Incarnação, como também foi redimido de maneira particular. Graças
942 Intro,1 | juntamente com toda a humanidade, reencontrar continuamente a própria
943 I,2 | sua existência ao qual se referem em particular os Padres
944 II,8 | acompanhada de uma referência do acontecimento descrito
945 I,2 | simultaneamente estimularam-na a reflectir. Então, o mensageiro tranquilizou
946 VI,30| nada, para uma espontânea reflexão teológica sobre o conúbio
947 II,7 | e comunicar o amor, qual reflexo vivo e participação do amor
948 Intro,1 | Irmãos e Irmãs, algumas reflexões sobre aquele a quem Deus «
949 V,25| Teresa de Jesus, a grande reformadora do Carmelo contemplativo,
950 VI,30| evangélicas, como as que refulgem em São José». (47)~
951 III,19| amor de homem tinha sido regenerado pelo Espírito Santo? Não
952 II,9 | também Cristo. Dessa maneira, registado juntamente com os demais,
953 II,9 | Nazaré» (cf. Jo 1, 45), no registo do império. Essa inscrição
954 III,17| caminhada, os Evangelhos não registram palavra alguma que ele tenha
955 II,9 | demais também José se foi registrar, juntamente com Maria sua
956 II,15| aqueles dias (da festa), ao regressarem, o menino Jesus ficou em
957 II,14| Deste modo, o caminho do regresso de Jesus de Belém a Nazaré
958 III,20| e o celibato por amor do Reino de Deus não só não se contrapõem
959 VI,30| profundo e actualíssimo de rejuvenescer a sua existência secular,
960 II,6 | e palavras, intimamente relacionadas entre si». (10) Precisamente
961 II,4 | além das palavras que se relacionavam com a saudação do anjo na
962 VI,30| toda a Igreja deve ser de «religiosa escuta da palavra de Deus»; (
963 II,11| um filho o primeiro dever religioso do pai, José, com esta cerimónia (
964 II,10| consentiu livremente, para a remissão dos pecados. Na mesma ocasião,
965 VI,32| revestem de actualidade renovada para a Igreja do nosso tempo,
966 VI,32| evocação da figura de São José renove também em nós o ritmo da
967 V,26| responsabilidade e o peso da família e renunciando, por um incomparável amor
968 II,8 | A fórmula muitas vezes repetida: «Aconteceu assim, para
969 II,13| José. No primogénito estava representado o povo da Aliança, resgatado
970 III,20| amores que , conjuntamente, representam o mistério da Igreja, virgem
971 IV,24| necessitam «grandes coisas», mas requerem-se somente virtudes comuns,
972 II,8 | correspondessem as qualidades requeridas para a desempenhar adequadamente,
973 V,27| igualmente puro do serviço, requerido pela protecção e pelo desenvolvimento
974 II,7 | matrimónio não faltou nenhum dos requisitos que o constituem: «Naqueles
975 II,5 | nascido de mulher... para resgatar os que se encontravam sob
976 I,3 | querendo expor à infâmia, resolveu desvincular-se dela secretamente» (
977 II,8 | quotidiano da vida famíliar, respeitando aquela «condescendência»
978 III,20| ele manteve-a consigo e respeitou a sua condição de pertencer
979 II,15| lhes disse». Tinha-lhes respondido: «Por que me procuráveis?
980 V,26| aceitando a condição, a responsabilidade e o peso da família e renunciando,
981 II,15| inteligência e das suas respostas» (Lc 2, 46-47). Maria pergunta: «
982 II,15| Lc 2, 40). Os Evangelhos resumem em poucas palavras o longo
983 II,14| tomou o menino e sua mãe e retirou-se para o Egipto, onde ficou
984 II,14| Mateus, ainda antes deste retorno à Galileia, tem de ser colocado
985 II,4 | Concílio ensina: «A Deus que revela é devida a "obediência da
986 VI,30| vontade salvífica de Deus, revelada em Jesus. Logo no princípio
987 II,12| 12); e a José tinha sido revelado o seu significado, no momento
988 II,7 | confiada a missão de guardar, revelar e comunicar o amor, qual
989 II,5 | sua bondade e sabedoria, revelar-se a si mesmo e dar a conhecer
990 I,2 | Virgem e, ao mesmo tempo, revelou-lhe o desígnio especial de Deus
991 II,8 | prestasse aquela honra e aquela reverência, que os filhos devem aos
992 VI,32| própria figura de São José se revestem de actualidade renovada
993 II,15| séculos em Deus e que se tinha revestido de carne: «O Verbo fez-se
994 VI,32| José renove também em nós o ritmo da oração que, há um século
995 II,13| não somente «cumpre» o rito do Antigo Testamento, mas
996 III,21| morava em Nazaré. A Igreja rodeia de profunda veneração esta
997 VI,32| Espírito Santo.~Dado em Roma, junto de São Pedro, a 15
998 II,6 | estabeleceu que no Canone romano da Missa, memorial perpétuo
999 II,11| realidade (cf. Hebr 9, 9 s.; 10, 1), explica o motivo
1000 III,17| Mt 1, 19).~É necessário saber ler bem esta verdade, porque